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Dona Temporária

Meu nome é Marcos e sou apaixonado por bondage. Sou casado e minha esposa sabe destes meus gostos e me apóia totalmente. Quando estou amarrado, gosto de estar travestido e minha esposa também sabe e me apóia neste fetiche. Ela é médica e muitas vezes durante o mês, é obrigada a fazer plantões noturnos no hospital onde trabalha, o que me deixa com algum tempo livre, o qual utilizo para praticar um pouco de self-bondage, atividade que ela também conhece e apóia. Certa vez, ela me chamou e disse que daqui a 3 dias teria um plantão no hospital e que eu não poderia praticar o meu self-bondage desta vez, pois ela tinha uma surpresa para mim. Vale ressaltar que minha esposa às vezes faz as partes de dominadora, e eu adoro. Ela é viciada em saltos altos assim como eu e na maioria das vezes em que estou amarrado, estou usando sandálias ou sapatos com salto. Às vezes ela me amarra em uma cadeira e fica me torturando, andando em volta de mim para que eu possa ouvir o barulho dos saltos, o que me deixa muito excitado. Bem, chegado o dia do plantão, Patrícia, me chamou e mandou que eu tomasse um banho, o que obedeci com total excitação, pois sabia que havia chegado a hora da surpresa. Quando saí do banho ela me mandou vestir as roupas que estavam sobre a cama, um par de meias de nylon pretas, um scarpin com salto 10, um soutien uma saia um pouco justa que vai até o joelho e uma blusa branca um pouco transparente para realçar o soutien preto e um plug anal pequeno, que eu deveria prender com um pequeno pedaço de corda. Assim que terminei, ela colocou uma peruca em mim, loira que vai até um pouco abaixo dos ombros. Ela então colocou em meus pulsos algemas de couro e usando três cadeados (um em cada algema e um para conectar as algemas) as fechou, com minhas mãos para atrás. Ela então jogou por sobre meus ombros, um casaco comprido (o tempo estava bem fresco). Quando pensei que tudo já estava acabando, ela me colocou uma coleira e prendeu a guia. Ela me disse que não gostaria que eu me machucasse enquanto estava praticando self-bondage, e por isso, ela me levaria até a casa de uma amiga sua, também médica para que ela tomasse conta de mim. Como ela não poderia pagar o favor à amiga, o pagamento seria eu, ou seja, a amiga dela poderia me usar o quanto quisesse. Isso me chocou e eu tentei argumentar, mas minha esposa é muito decidida e puxou a guia da coleira me puxando para a porta. Nesse ponto fiquei mais apavorado ainda, pois teria que descer até o subsolo travestido, podendo cruzar com várias pessoas no trajeto. E se alguém me reconhecesse? E se eu fosse visto? Fomos até o elevador e descemos até o subsolo, e para minha sorte, ninguém nos viu. Ao entrar no carro, ela colocou mais 2 algemas de couro nos meus tornozelos e as prendeu com outro cadeado. Saímos e eu fiquei um pouco mais aliviado, mas ainda tinha que chegar até o apartamento da amiga dela. O “passeio” de carro foi muito bom, a possibilidade de ser visto era muito excitante, mas, mais excitante ainda, foi a chegada ao apartamento da amiga. Minha esposa já era conhecida e o porteiro já foi abrindo o portão para que ela entrasse com o carro. Entramos pelo fundo e fomos pelas escadas, pois a amiga dela mora no primeiro andar e queríamos evitar o elevador por razões óbvias. Ao chegarmos fomos recebidos pela amiga, Márcia, que elogiou minha elegância. Elas me levaram ao quarto de hóspedes e me amarraram em uma cadeira. Saíram e me deixaram lá. Minha mente estava a mil, pois nunca imaginei que Patrícia havia contado nosso segredo a outra pessoa, mas as possibilidades me excitavam muito. Depois de algum tempo, Márcia entrou no quarto e disse que Patrícia já havia saído para trabalhar e que agora éramos só nós dois. Desamarrou meus pés e me levou para o quarto. Lá, vendou meus olhos e colocou 3 de suas calcinhas em minha boca, prendendo-as com 5 tiras de fita prateada. Amarrou-me na cama, com os braços e pernas abertos. Começou a me masturbar e quando meu pau já estava duro, colocou uma camisinha e sentou-se por cima de mim e começou a me cavalgar. Mandou que eu não gozasse, pois hoje eu seria apenas um brinquedo. O pior é que essas palavras me excitavam mais ainda e para minha sorte ela gozou rápido, senão eu não teria conseguido segurar meu gozo. Saiu de cima de mim e me deixou lá, amarrado. De repente, o plug anal começou a vibrar!! Eu realmente não sabia que ele era do tipo vibratório (surpresas da minha amada esposa!) e quase fui à loucura, pois ao mesmo tempo, Márcia começou a me masturbar novamente e com todos esses estímulos, não demorou muito para que eu explodisse em gozo!!! Após me limpar, Márcia desligou o plug e me levou para a área de serviço. Lá ela me amarrou em uma cadeira. Amarrou meus tornozelos um em cada perna da cadeira. Amarrou meus pulsos juntos e acima dos cotovelos. Tirou minha mordaça e me deu água para beber e assim que terminei fui amordaçado com uma mordaça que Patrícia havia trazido que tem tiras que passam por cima do meu nariz e se encontram em minha testa, continuando até atrás da minha cabeça onde se juntam com as que vêm dos lados e terminou atando uma parte no meu queixo. Disse que havia convidado 2 amiga para uma pequena festa, mas que não poderia trair Patrícia, por isso eu deveria ficar ali quieto enquanto ela se divertia com as amigas. Disse isso e colocou um capuz em minha cabeça, com protetores auriculares que cortaram quase que totalmente minha audição e, como não havia abertura para os olhos, fiquei na escuridão. Não sei por quanto tempo fui deixado lá, mas de repente senti minha saia sendo levantada e alguém mexendo em meu pênis. Não poderia dizer quem era, pois não tinha idéia de quantas pessoas estavam na casa ou se Márcia já estava sozinha novamente. Após brincar um pouco com meu pênis, meus pés foram desamarrados e fui levado para um quarto (não sei qual). No quarto, Márcia retirou meu capuz e pude ver que já eram 4 da manhã!!! Ela então amarrou meus pulsos juntos na frente e os levou até a cabeceira da cama onde amarrou o pedaço de corda que sobrava, amarrou meus tornozelos e amarrou a corda ao pé da cama, me deixando esticado. Cobriu-me e ligou o vibrador e me desejou boa noite. Virou-se e dormiu. Foi uma noite difícil, pois o vibrador não me deixava pegar no sono, eu ainda estava amordaçado e minha mandíbula começou a doer um pouco, mas posso dizer que foi sem dúvida a melhor noite da minha vida. O dia não terminou por aí, mas as outras histórias, vou contar em outra oportunidade.