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O Vingador I Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante

Um homem elegantemente andava pelas ruas quando ele é abordado por outra pessoa que por um determinado tempo não se viam, e essas duas pessoas vão para um bar que por uma longa duas horas conversam. Esse amigo conta para o homem distinto que acontecera nesses últimos dias que sucederam na sua vida nessa miserável vida. Os dois conversavam e esse homem pensava nas mais variadas coisas, mas o que surpreendera era que esse seu amigo sabendo da sua vitalidade sádica nos seus relacionamentos com as mulheres faz um pedido que jamais iria pensar em ter escutado num amigo seu que sempre via o sadismo e masoquismo como algo de perversão, a desculpa do seu amigo foi que a sua mulher cometera algo que machucou o seu sentimento. Assim passando as duas horas de conversa nesse bar, esse homem distinto deixa o seu amigo no mesmo bar terminando a cerveja e direciona para a sua casa. E na sua casa caminha com elegância para um cômodo que poucas vezes vai, senta num sofá de couro preto, pega um telefone disca qualquer número e fica ali tentando uma, duas, três vezes até uma mulher com uma voz meiga atende, conversam por meia hora. Essa mulher estava convencida que não queria falar, e muito menos sair de casa, até no momento em que esse homem se levanta e coloca no aparelho de som uma música romântica, e diz que queria ver a mais das belas mulheres na sua companhia nos mais variados momentos da vida de um homem que ama, admira, deseja uma mulher. Ele sente a respiração ofegante dela, e nisso começa pronunciar as palavras que deixa essa mulher mais ainda convencida de que não quer sair, mas ter esse homem na sua casa nessa noite, nas próximas noites da sua vida. Os dois concordam em se ver ainda nessa noite, depois da meia-noite. Esse homem desliga o telefone, pega uma bebida no seu bar, e no balcão coloca a sua carteira que com muito carinho abre ela e retira uma foto de uma mulher que num momento já fora sua, e continua amando. Segurando a foto, começa brotar nos seus olhos lágrimas. Mas essas lágrimas não seriam de tristeza, mas sim de alegria, pois essa mulher ainda continua sendo dele para todo o sempre. Depois de meia hora se encontram num local que previamente tinham combinado, mal se cumprimentam e se direcionam para um hotel de boa qualidade, ela mostrava um pouco de constrangimento que por conseqüência ele notou e fala “não precisa ficar assim!” ao escutar ela fica um pouco mais tranquila, eles chegam no hotel, se registram no nome dela, e vão para o quarto. Ao chegarem no quarto a configuração da compostura dele muda completamente, pois primeiramente ele dá um tapa na face da mulher, e por impulso ela leva a sua mão para aquela face dolorida com o tapa. E com isso ele dá um tapa forte na outra face “esse tapa é para aprender a não por a mão onde eu bater”, ela ficou assustada com essa compostura dele. “Porque você está assim?” pergunta ela. E esse homem olha para ela e responde dizendo “e você saiu com outro homem. És uma mulher casada. Casada com um dos melhores amigos meus, e estamos aqui para acertar algumas coisas”. Essas palavras provocaram arrepios nela. Ele se aproxima dela com uma firmeza que cada vez que vinha na direção da mulher deixava-a excitada. Ela estava encostada na parede vestida com um vestido preto, esse homem com as suas mãos grandes despe ela subindo o vestido que aos poucos ia mostrando as curvas deste corpo maravilhoso, e ela usava uma calcinha minúscula como ele gostava noutros momentos das suas vidas. Os seios duros, ele massagea com as suas mãos grandes que tirava suspiros. A sua língua passeava no pescoço, mas num momento entre os dedos coloca os mamilos que ao apertarem ela solta um gemido, e segurando pelos mamilos ele puxa até na cama que depois ordena que ficasse deitada de bruços na cama deixando as pernas bem abertas. Assim ele pega duas cordas, com uma ponta das cordas amarra nos pulsos dela, passa elas por baixo da cama e depois deixando as cordas bem esticadas prende com as outras pontas dessas cordas nos pés da mulher que por conseqüência deixa-a imóvel, dessa forma ele pega um chicote de cinco pontas e antes de começar ele fala “cada grito seu é duas vezes mais fortes”, e com isso ele começa a chicotear um pouco nas costas e na bunda dela. Cada vez que ela sentia as suas costas e bunda sendo chicoteados ela gemia deliciosamente que deixava ele enlouquecido. Em logo seguida ele larga o chicote pega um plug anal, e começa a brincar passando entre as bandas da bunda dela provocando contorções e gemidos nela até que penetre aquele acessório no cuzinho dela rapidamente até ao fim preenchendo aquele lugar, as costas e a bunda estavam avermelhadas e quentes. Ele passa com suas mãos nessas duas regiões provando outras contorções e gemidos. Aos poucos ele ia deitando no corpo dela e consequentemente as suas mãos ia dominando cada parte daquele corpo, as mãos desse homem se aproximava lentamente do pescoço, e das faces onde ele faz um breve carinho terminando com um tapa na face. E ao sentir o tapa sem querer essa bela mulher solta um ‘ai’ que deixa esse homem bravo. Que em logo seguida se levanta e diz “você vai ser castigada severamente”, com isso ele pega uma balgag, coloca na boca dela para impedir algum tipo de fala sem a devida permissão. Fora da cama ele pega duas velas, ascende elas, com muito cuidado volta para cama segurando essas duas velas, e num momento menos esperado começa a pingar nas costas. Cada pingo que caia nas costas ela soltava um gemido abafado pela balgag, no intervalo de cinco pingos ele passava com suas mãos nas costas que chegava perto dos seios. E nesse passeio pelo corpo dela, ele sentia que estava quente e implorava pelo gozo, mas ele não queria isso agora. Com muito carinho tira as cordas que prendia ela, e depois ordena que ela ficasse na posição de inspeção, que em logo seguida ele faz uma devida inspeção naquele corpo que lhe pertencia. Depois de alguns minutos ele volta a ordenar que ela deitasse na cama de barriga para cima com as pernas e os braços afastados do corpo. Ela deita na cama e faz o que fora ordenado, que depois esse homem pega as cordas prendendo-a deixando na posição da galinha assada, que deixa-a bem exposta para uma tortura vaginal ou até mesmo anal, mas ele tinha outras idéias para esse momento, onde ele pega uma vela de sete dias, ascende e penetra vaginalmente, e depois fala “você é minha cadela, está sendo reintegrada na minha senzala”, logo seguida ele vai para o banheiro e fica lá por um tempo e volta para o quarto já despido. A vela já estava num certo momento periclitante as ceras estavam provocando contorções e gemidos nela que deixa-o muito excitado, que para aumentar a sua excitação pega um grampo de metal e coloca nos mamilos dos seios dela provocando mais ainda contorções. Ao retirar a vela ela solta um gemido abafado, passa a sua mão na vagina dela e sente o calor implorando pelo gozo, contudo o momento certo não tinha chegado ainda. “Seu castigo não terminou ainda” diz ele ao ver aqueles olhos brilharem implorando que não termine, que não torture, mas sim goze, “quem deseja sou eu, primeiro o meu gozo, depois o seu gozo”, com isso sobe na cama, senta no corpo dela e começa a se masturbar que o seu gozo é posto entre os seios dela, e ela ao ver aquele leite branco saindo e ficando no meio dos seios dela deixa ainda mais excitada, “não podes derramar, se cair uma gota na cama serás castigada”. Ela só olhava para aquele líquido colocado entre os seus seios, que de repente aquele homem começa a chicotear nas pernas, entre as pernas. Cada vez que batia na vagina ela se contorcia olhando para o leite branco dele colocado entre os seus seios cuidando para que não deixasse aquele lugar, cada vez que ele batia era mais fortes, que consequentemente as suas contorções também eram. Depois ele pega com a sua mão aquele leite depositado entre os seios dela e coloca na boca para que ela lambesse aquele líquido onde depois ele dá um beijo que provoca pequenos movimentos no corpo dela. E com pênis duro, coloca camisinha e como estava de fácil acesso a vagina, penetra vaginalmente que depois inicia os movimentos vai e vem. Aos poucos ele aumenta a velocidade dos movimentos que por conseqüência ela gemia enlouquecida até que ele permite o gozo dela, mas ele não para com os movimentos muito pelo contrário continua até que eles gozem deixando aquele quarto cheio do cheiro do sexo deles. Extasiados eles ficam ali deitados um olhando para outro com um belo sorriso nos lábios que aos poucos adormecem e acordam três horas depois, ele solta as amarras que em logo seguida ordena-a que ficasse na posição de quatro no chão, assim ele se aproxima dela segurando grampos e coloca nos seios dela e depois ordena-a que fosse para o banheiro e esperasse por ele no lado da patente, depois de ordenado ela deixa o quarto se direcionando para o banheiro como uma cadela. E no banheiro ela esperava como fora ordenada, depois de alguns minutos, assim que inicia tocar “O Rei dos Elfos de Schubert”, ele entra no banheiro trazendo consigo uma venda e a balgag, que coloca nela em primeiro a balgag e em segundo a venda. A música estava tomando a conta enquanto que ele passeava pelo corpo dela com suas mãos, dando beliscões, pequenos tapas que provocava gemidos e contorções fortes nela; o disco continuava a tocar que a faixa conseqüente era o “primeiro movimento da Sinfonia número oito – a inacabada – de Schubert”, onde os movimentos das suas mãos no passeio pelo corpo dela eram controlados de acordo com o ritmo da música, que por final a excitação em ambos era grande que antes do gozo de ambos, ele coloca a escrava apoiada na pia do banheiro deixando acessível para o seu Dono que penetra-a fazendo os movimentos também de acordo com a música tirando gemidos maravilhosos da sua escrava, ele pega pelos cabelos e dá alguns puxões provocando um êxtase que deixa os dois enlouquecidos. Depois desse gozo, pega uma algema e coloca nela prendendo-a na patente enquanto que ele tomasse seu banho, vendada, amordaçada, se mostrava impotente perante ao seu Senhor que escutava a água do chuveiro cair, em logo seguida do banho ele libera a sua escrava para tomar um banho e deitar junto com ele. Os dois deitam na cama carregando nos seus rostos uma grande felicidade, uma satisfação não de ser uma escrava e um Senhor, mas sim de serem homem e mulher, de ser duas pessoas que tenham sentimento nobre um pelo outro, lentamente eles adormecem escutando “Margarida da Roca de Schubert”.