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A Partida de Claudine
Claudine estava linda para o embarque, usava um conjunto preto de saia e casaco e, por baixo, uma blusa de renda que deixava à mostra os seios perfeitos, no pescoço usava uma discreta coleira de pelica com um diamante aplicado.
Antes da partida, Ele mandou Claudine ficar de costas para a parede, levantou-lhe a saia, deu-lhe uma sonora palmada; me encolhi no sofá. Claudine gemeu alto e empinou as nádegas para receber o pequeno plug anal. A carne das nádegas era firme, a pele morena, estava gravada com a inicial Dele. Ela ganiu quando o plug se enterrou por inteiro no ânus apertado, tentou se esquivar e uma bofetada e um beijo fizeram com que engolisse o choro. O coração saltava, eu podia ver através da transparência do tecido. Minhas pernas se afrouxaram quando Ele disse: olhe bem isto cadelinha, vá para o chão e tire a calcinha; obedeci, mas não parava de tremer. Depois, demoradamente, mordeu-lhe os lábios e beijou-a por cima do sutiã. Claudine estampava um sorriso úmido e triste. Com outra palmada, ela ficou de joelhos diante do falo ereto e brilhante que Ele tirou da calça. Passou-lhe o pênis pelos lábios doloridos de Claudine e fez com ela o sugasse, em minutos gozava abundantemente na boca trêmula da escrava. Acho que tive um orgasmo junto com ela, mas estava proibida de me tocar.
Eu não quis ir ao aeroporto, Antonio, o motorista, ia levá-la junto com o Senhor. Antes de partir, combinamos de trocar correspondência e dividirmos nossas tristezas e saudades, ela beijou-me e saiu. Partiu na manhã nublada da ilha. O dia ficou triste, também. A casa caiu em completo silêncio, podia-se ouvir o barulho do mar,eu chorei.
O Senhor voltou no meio da tarde e pude ver o mesmo sorriso úmido nos seus olhos. Quase não falou, não havia música.
Era fim de tarde e andei pela praia, estava sem rumo, sem referência, marquei o caminho na areia úmida com conchinhas, assim como eu fazia quando saía com Claudine pela ilha.
No meio da noite, fui até o quarto dele e pedi para ficar. Deitei no tapete ao lado da imensa cama, mal respirava, estava gelada, queria ficar perto Dele. Ele não conseguia dormir, os lençóis estavam revirados, a cama estava desfeita. Pelo cabelo, puxou-me para perto, colei meu corpo no dele. Toquei seus olhos com os dedos e dei-lhe um beijo, ele me puxou mais para o seu corpo. Não contive o gemido e levei uma palmada forte, minha bunda ardeu. Eu estava de costas para ele, nossas coxas se tocavam, estava quente, respirava com dificuldade, Ele estava excitado, eu o sentia nas minhas nádegas. Tateou o meu corpo, meus pequenos seios, apertou minhas coxas, me cheirou. Depois enterrou a cabeça nos meus cabelos e me chamou de Claudine, me empurrou para o chão e mandou que eu ficasse quieta. Comecei a chorar e, pelo cabelo, puxou de volta. Deitei e ficamos nos olhando. Ele me beijou, abriu minhas coxas e começou a acariciar meu clitóris, comecei a balir, gemia baixinho. Apertou minha bunda e foi enterrando o polegar no meu ânus. Movimentava a mão cadenciadamente e me chamava de cadela, pequena cadela.
Comecei a rebolar lentamente, não conseguia parar de gemer, ele sussurrou no meu ouvido: cadela, vadiazinha, vagabunda, gemi mais e senti o indicador entrar aos poucos na minha vulva, abri mais as pernas e ele enterrou a língua na minha boca. Projetei o quadril e gemi no ouvido do Senhor. Ele tirou o dedo melado do meio das minhas coxas e mandou que eu o chupasse, eu sugava e olhava nos olhos dele, havia uma certa dor naquele olhar azul. Segurei o pulso largo e forte e comecei a sugar o dedo que ele me oferecia. Chupei avidamente, lambi-lhe a mão; vi a ereção dele crescer a ponto de levantar o lençol. Acariciou meu rosto, afagou meu cabelo, apertou meus seios, brincou nos biquinhos e sugou demoradamente cada um. Um orgasmo forte sacudiu meu corpo, fiquei melada, meu corpo queimava.
A língua quente e dura penetrava a minha boca, tocava a garganta, me sugava, me invadia. Recebi uma forte bofetada.
Virou-me de bruços e pegou o cinto de couro cru. A cintada foi tão forte que voei pela cama, com os dedos senti a pele marcada e quente. Caí inerte e suando. Não conseguia me mexer, a dor era muito forte. Ele acariciou a minha bunda e passou a língua no vergão deixado pelo cinto, abriu uma gaveta da cômoda e pegou um par de algemas, prendeu-me pelos pulsos com os braços para cima, como ele fazia com Claudine. Atou-me nas grades e botou uma almofada por baixo do meu corpo, mas minhas pernas estavam livres. Manteve as minhas coxas afastadas, fiquei completamente exposta. Devagar começou a me explorar com os dedos, tocava o clitóris e chupava, a língua entrava e saía me fazendo arquear as pernas. A língua morna e tesa passava pelas minhas coxas, se enterrava na minha vagina. Usou um pequeno massageador no meu clitóris e me penetrou com a língua, comecei a gritar, espernei, uma palmada na coxa me faz calar.
Soltando meus pulsos, ele puxou minha cabeça para o meio das pernas dele. Esfregou o pênis duro na minha boca. Era um falo grande, pulsava, tive medo. Mandou que eu o segurasse, que passasse a língua, comecei a lamber, chupei de leve, abri a boca o mais que pude, ele forçava a minha boca, segurava a minha cabeça, foi se enterrando, me fazia chorar. Fui me acostumando, suguei com vontade, chupei demoradamente, deixei-o molhado, ele me chamou de cadela vagabunda, putinha suja. Acariciou meu cabelo, tocou meus seios e gozou abundantemente na minha boca, no meu corpo.
Ficou deitado, imóvel, a barriga estava molhada, os pêlos do peito estavam úmidos, puxou-me para cima dele. Fiquei assim, deitada, meu corpo estava todo melado de sêmen, ouvi o seu coração, o falo úmido quedava-se inerte no meio das minhas coxas. Mandou-me para o banho, fiquei na banheira por muito tempo, voltei enrolada numa toalha, numa imensa toalha branca e macia.
Pensei em Claudine na coleira, uivando, Claudine marcada como eu, o ferrinho quente fritando a pele morena da nádega, a letra Dele gravada, a febre, a noite, o mar em fúria...o mar ...
Dormi nua ao lado do Senhor, a noite ia chegar de novo e eu ia ser Dele, definitivamente escrava, marcada por dentro, pela primeira vez. Depois eu conto.