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Quem Você Pensa Que É?

Frio naquela noite. Eu, enrolada no cobertor, ria de uma cena que assistia na TV. Meu celular tocou, escuro, atendi sem ao menos ver o numero, neste horário sempre uma amiga liga. Assustei quando ouvia Sua voz. Olhei para a tela, mas já estava apagada. Voltei e respondi, timidamente: “- Oi!” Sua voz fria e firme como sempre, perguntou como eu estava, respondi que tudo estava bem. Então, depois de tantos meses, disse: “- Quero você aqui, em menos de duas horas.” Sorri, nevorsamente, ao ouvir isso e perguntei: “- Sabe que horas são?” “- Não me interessa, tem duas horas para chegar aqui.” Desligou. Fiquei ali, olhando para o telefone sem saber o que fazer, olhei as horas, 21h. Fiquei aflita, levantei, andei, olhei para o espelho, pensei... Ri... Saí para um banho rápido. “- Ainda bem que passa das nove, não pegarei trânsito.” Vesti um conjunto claro, jeans, malha, calcei os sapatos, bolsa, chaves do carro. “- Droga! Não abasteci.” Saí de casa. “- Mas que imbecil, o que estou fazendo? Tanto tempo, não responde meus emails, não fala comigo no msn, não responde meus torpedos. Quem ele pensa que é?” ... (sorri). Abasteci o carro e pelo caminho dirigia pensando no que dizer, lembrei de cada momento que passamos juntos, naqueles 50 km que nos separávamos revivi cada emoção que senti com Ele... Cheguei à frente do prédio 1h40min depois de Sua ligação. “- Já estou aqui.” “- Sobe direto, já avisei o porteiro!”... (Sorri) Toquei a campainha. Já podia sentir o cheiro de seu sabonete pelo corredor. Abriu a porta fez sinal para eu entrar. “- Oieh!” Abraçou-me apertado, senti seu cheiro de pertinho. Apertou-me tanto que não conseguia me mover. Seu rosto enfiado no meu cabelo, eu me sentia tão pequena perto Dele. Segurou-me pela nuca e me beijou, minhas pernas bambearam. Beijava forte, me apertava, como se quisesse entrar em mim, pela pele. Afrouxou minha nuca, colocou a mão dentro de minha malha, a outra apertava minha bunda. Soltou-me. Então, pude olhar para Ele, porém desviou o olhar. Abriu meu jeans, esbravejando. “- Você não aprende! Sabe que não gosto do jeans. Sabe que não gosto de perguntas. Sabe que só pode ser do meu jeito e mesmo assim faz tudo pra me provocar. Quem você pensa que é?" Tira meu jeans, percebe que vou responder, dá um tapa, ardido, pega pela nuca, beija, sua língua entra em minha boca, devora. Tento empurrá-lo, não consigo, tento sair, mas o jeans na altura do joelho me atrapalha. Ele pega meu braço, puxando-o para que me ajoelhe enquanto abaixa a bermuda e senta no sofá. Desequilibrada pelo jeans, ajoelho, Ele me segura pelo cabelo e passa o seu membro em meu rosto. “- Chupa, putinha! Não era isso que veio buscar, chupa logo, chupa como eu te ensinei.” Sentia a pressão de seu membro em minha boca, uma mãos nos meus cabelos, outra apertava meu braço. Sentia a dor, porém, o cheiro Dele foi incendiando-me. Abria a boca e deixei-O entrar. Quente. Volumoso. Chupava com vontade, com tesão. Minha cabeça a mil, meu braço doendo.... Ai... Sentia-me molhada. Ele esbravejava: “- Você não me deixa em paz, putinha, fica me escrevendo, mandando torpedos, oferecendo-se. Quem você pensa que é?” Esbravejava e gemia... Segurou-me forte... Colocou seu membro fundo em minha boca... Eu, mesmo sem ar, chupava e chupava.. E, senti seu gozo quente escorrendo em minha garganta, para dentro de mim... Lambia... Engolia...”Pronto!” ( Pensei). Nada, Ele me segurava, seu membro dentro de minha boca. Foi se acalmando. Fazia carinho em minhas costas... Mas, mantinha-me ali com Ele, seu membro dentro. Soltou-me. Eu sai e puxei o ar gelado para dentro de mim. Levantei. Empurrei o jeans que me prendia. Respirei. Olhei para Ele. Seu olhar duro. Sua mão tentou alcançar-me, assustei, dei um passo para trás, Ele levantou me pegou pelos braços, puxou-me para bem perto e disse em meu ouvido; “- Onde vai, fofa! Nem começamos” Sua voz entrou em minha cabeça, amoleci e colei-me a Ele, que com destreza tirou as peças de roupa que faltavam. Beijando, foi me empurrando em direção ao quarto. Não via nada, estava embriagada pelo beijo, pelas caricias, só sei que havia chegado quando encostei minha perna na cama. Foi me empurrando para ela, me colocando sentada, fui subindo em direção da cabeceira, esticou meus braços. Quando senti o gelado do metal num pulso e depois no outro. Assustei. Olhei para um dos braços e neste instante colocou-me uma venda. Tentei empurrá-lo com as pernas, mas foi em vão, pois ele estava sentado na minha barriga. “- Pare, por favor, esta machucando!” “- Ah, machucando?Nem comecei!” Riu friamente. “- Por favor, esta me assustando assim!” “- Assustando? Então devo ser mais duro, pois quero que fique com medo, putinha, não queria um Macho, pois vai ver o quanto é bom.” Antes que eu pudesse responder seu membro estava novamente em minha boca. Duro... Quente... Latejante... Balançava as pernas para que ele saísse. Queria falar. Ele saiu. “- Por favor, solta! Vou embora! É isso que você quer.” Senti sua mão passando em meu rosto suavemente, achei que havia sensibilizado, porem em seguida em sonoro tapa ardido. “- Pare! Pare colocar palavras em minha boca! Pare, safada! Apenas sinta!” Amarrava minhas pernas, enquanto lagrimas silenciosas escorriam em minha face. Fiquei com medo de produzir um som... Fiquei ali quieta. Sentia Ele ali, parado, mas tive medo de falar. Passado um tempo, percebi que saiu. Voltou em seguida. Percebi que se posicionou entre minhas pernas. Fiquei quietinha só ouvindo a respiração descompassada Dele. Suas mãos passearam suavemente por meus seios, respirei fundo, acariciou minhas pernas, meu sexo, beijou cada pedacinho por onde suas mãos passaram, eu respirava baixinho, deliciando-me com as sensações. Parou. “- Vamos brincar, putinha, como tem que ser, sem um “piu”, ouviu?’ Balancei a cabeça, afirmativamente. Senti algo gelado passeando em meu corpo. Senti o gelo em meus seios, ficou ali segurando, de gelado passou para incomodo, de incomodo passou para dolorido, de dolorido passei a contorcer o corpo tentando fugir... Ficou assim, por um interminável instante. Tirou. Em seguida, senti algo quente em minha pele, escorrendo. Soltei um gemido de dor. Senti sua mão forte e pesada na minha coxa. “- Falei para ficar quieta!” Sentia os tapas ardidos, o calor da cera, o gelo. Tudo... Fiquei quietinha. Parou. Senti seu corpo sobre o meu, sua boca na minha, num beijo gostoso, envolvente e de uma só vez entrou todo em mim. Abafei meu gemido em sua boca. Entrava e saia numa dança alucinante. Com força. Deitou-se em cima de mim. “- Não era isso, fofa, que quer. Não é?" Eu respirava forte, gemia a cada estocada. Quando estava no auge. Saiu. Beijou-me e soltou minhas pernas e meus braços, estão extasiada que nem tentei sair. Virou-me de bruços, prendeu minhas mãos juntas e com seu corpo prendeu-me na cama. Beijava minha nuca. Mordia minhas costas. Apertava minha bunda. Abria. Beijava. Estava novamente embriagada, abafava os gemidos no travesseiro. Ajoelhou-se e sentado em minhas pernas começou a tortura-me, sentia o gelo nas costas subindo e descendo, pingava a vela, beijava, fui enlouquecendo. Senti o gelo em meu cuzinho seus dedos brincavam com ela. Enfiava dentro do buraquinho, passava gelo. Parou. Algo gelado escorreu pela minha bunda, seus dedos acariciavam e espalhavam um liquido que gelava e esquentava ao meus tempo. Colocou um, dois dedos... entrava e saia, posicionou-se sobre mim. “- Agora, fofa, vou terminar o que começamos a muito tempo. Pede, putinha! Pede.” “- Quero você no meu cuzinho!”, falei baixinho. Ele levantou e bateu com vontade em minha bunda, um, dois, três, sei la quantos tapas. “- Pede direito, sei que você sabe pedir, pede direito!” “- Meu Senhor, sou sua totalmente, fode meu cuzinho. Por favor!” Abriu-me e entrou sem dó. Gritei no travesseiro. Ardia. As lagrimas escorriam pelo meu rosto. Ele deitou-se sobre mim, ficou ali, quieto, esperando minha reação, passou seu braço por baixo de mim e massageou meu grelo, massageava e mexia devagar, começou a entrar e sair, eu comecei a sentir um calor delicioso, uma sensação de entrega, esta aquecida, envolvida, sua voz deliciosa. “- Goza, Delicia. Goza pra mim. Goza para nós!” Meu corpo estremecia, como se eu estivesse em choque, meu coração disparou, era dor, tesão, desejo, vontade de chorar por estar com Ele naquele momento. Ouvia sua respiração, enquanto gozava. Não entendia suas palavras. Balbuciava em meu ouvido. Gozamos gostoso. Parou. Senti sem corpo pesando sobre o meu. Fiquei quietinha. Ele dentro de mim. Tempos depois saiu de dentro de mim, levantou-se da cama, desamarrou-me. As lagrimas brotavam novamente. Já sabia o que iria acontecer. Sem tirar a venda, tirou-me da cama, abriu o chuveiro. Banhou, acariciou, beijou, enxugou todo meu corpo, lágrimas sentidas saíam de meus olhos... E, eu, quietinha. “- Fica assim, parada, não saia daí!” Tomou banho, enxugava-se. “- Vou me vestir!” Disse tristemente. “- Eu não mandei!” “- Não vou embora assim!” Deu-me um tapa na bunda, forte. “- Novamente pensando por mim? Você não aprende, fofa!” Pegou-me pela mão, colocou-me sentada na cama. Tirou minha toalha. Saiu. “- Deite-se! Como gostar!” Virei de bruços, tirou minha venda, deitou-se em minhas costas me envolvendo nele, puxou a coberta. “- Quem você pensa que é? Não pode pensar por mim. Deixe-me pensar por nós.”