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Inversão de Papéis Com a Puta do Caralho Negro

Eu gosto mesmo muito é de tocar punheta. Talvez pelo facto de ter a pila e os ovos pequenos sempre tive receio de procurar mulheres, e por isso durante muitos anos a minha única fonte de prazer sexual foram as pívias que esgalhava à mão, vendo revistas porno ou lendo relatos de aventuras sexuais preferencialmente narradas por mulheres, já que são elas as que mais tesão me inspiram. Procurei contudo numa certa fase da minha vida, já perto dos 30 anos, reagir às minhas tendências onanistas e deu-me para procurar fêmea, mulheres fáceis que vendiam o corpo na rua já que com as reduzidas dimensões da minha gaita eu não me achava capaz de aspirar a ter um relacionamento estável com uma namorada. Perdi finalmente a virgindade de boceta mas no entanto o sexo assim obtido não me satisfazia e eu acabava sempre humilhado, embora com os tomates despejados, pois me vinha muito depressa e diziam-me todas as putas com quem me deitava, meu piçalho não era suficiente duro para penetrar uma virgem ou uma mulher que tivesse a entrada mais apertada. Por outro lado após minha iniciação com as putas as punhetas também já não apresentavam o mesmo sabor de outros tempos, e eu tendo consciência da minha inaptidão como macho cobridor comecei sentindo necessidade de as rechear de outros condimentos. Um dia procurando na secção de anúncios de um jornal diário a página das meninas das massagens que habitualmente era uma das minhas fontes de tesão topei com o seguinte anúncio que além do mais vinha acompanhado por uma foto da menina que o mandara publicar, dizendo isto: “ Inversão de papéis. Queres vir ser a minha fêmea? Atreve-te a experimentar uma coisa diferente. Atendo em apartamento privativo das 14 às 24 horas e recebo-te vestida apenas com um vibrador.” E um nº de telemóvel. Minha pila habitualmente tão murcha não se entesou por inteiro mas comecei sentindo um calor nascendo-me nos tomates e começando a despertá-la. Imaginei que uma punheta tocada enquanto aquela gostosura, a fazer fé na foto, me comia o cu ainda não estreado com o seu vibrador, era capaz de me dar muito prazer. Afinal já muitas segóvias fizera à mão no meu carro estacionado no Saldanha, contemplando os travestis que no passeio junto a pensões tão baratas como a das putas, tentavam angariar clientes e achando-os quase sempre tão formosos e excitantes como as mulheres de verdade. Liguei-lhe. Perguntei-lhe se a foto era mesmo sua o que ela confirmou e a sua voz era dulcíssima. Falei-lhe que gostaria muito de dar o cu a uma mulher como ela armada de falo gigantesco embora fosse a primeira vez que o dava a alguém. Disse-lhe também ser muito mal formado de pau e bolas e pretender que ela me começasse por proporcionar uma boa dose de humilhação genital, para me fazer sentir mais dominado por ela, proposta minha que me pareceu acolher de muito bom grado, e depois de termos acertado o preço indicou-me a morada onde me deveria dirigir. Perguntou-me ainda se eu tinha preferência pela cor do caralho com que queria que ela me recebesse, ao que eu optei pelo preto. Perguntou-me ainda se o mesmo devia vir acompanhado dos adornos esféricos que junto a ele nós homens trazemos de nascença, ao que lhe disse que sim pois podendo ser queria uma coisa o mais realista e avantajada possível. - Se estiver alguém no corredor de acesso tens de esperar que se retire pois não quero que os vizinhos me vejam recebendo homens em tais preparos – avisou-me. Mas felizmente quando lá cheguei nenhum morador se encontrava nas imediações, pelo que não tive de esperar. Uma sombra ligeira aparecendo por trás do óculo da porta do apartamento mal toquei à campainha indicou-me que a minha mulher-macho, de quem estava mortinho por apanhar no olho do cu, espiava se a costa estava livre antes de me abrir a porta. E oh! Visão benfazeja, o corpo daquela deusa de formas divinas e cabelos negros compridos, pele bronzeada, boca grande e mamonas enormes, siliconadas mas totalmente empinadas e hirtas, vestida apenas com uma cinta em volta das coxas tapando-lhe as suas partes íntimas e de onde sobressaía um gigantesco e gordíssimo caralho de silicone negro, circuncidado na ponta, e um par de tomates vermelho escuro, enrugados como um par de tomates autênticos. Fiquei a olhar para ela algum tempo e o meu caralhito embora não se tivesse posto ainda em pé começou dando sinais da tensão que o começava a possuir. Era bom sinal. Aquela punheta prometia. Seria chato apanhar no cu com a piça broxa. - Entra, não fiques aí na porta – mandou. Entramos para a sala e ela demonstrou-me logo a boa profissional que era pois me disse: - Achas que este caralho serve para te enfiar no cu, ou preferes um mais fino e pequeno? Há quem os prefira para primeira vez menos abonados mas se queres hoje comportar-te como um paneleiro a sério como é capaz de vir a ser a tua vocação no futuro, é melhor que te habitues a levar com eles mais nutridos, pois assim é de maneira que ficas logo com o olho traseiro bem arreganhado, o que te facilitará as enrabadelas das próximas vezes. Então se te serve passa-me o dinheiro combinado antes de passarmos ao acto pois nestas coisas é bom para ambos que cumpras primeiro essa formalidade. Claro, já com as outras putas era assim. Paguei-lhe os 50 euros combinados, e a prostituta do caralho negro mandou que de joelhos lhe beijasse aquele pau. - Beija-o panasquinha e agradece-lhe o facto de ele finalmente te ir tirar os três do cu como sempre desejaste. Ou não é verdade que vivias suspirando pelo dia em que provarias um soberbo pau de uma mulher macho no cu? Na verdade fora só uma quarto de hora atrás lendo o anúncio que percebi querer provar o caralho de uma mulher no meu cu mas disse-lhe que sim e ajoelhando-me a seus pés beijei-o longamente agradecendo-lhe a enrabadela com que iria inaugurar meu cuzinho. - Faz-lhe um broche que o segredo de uma boa enrabadela está no broche que o enrabado lhe deve fazer previamente. Afaguei-lhe as bolas que pareciam feitas de borracha e masturbando-lhe o cacete enfiei-o na boca, chupando-o e lambendo-o a toda a volta. Ela curvara-se sobre mim e a sua mão deslizara para dentro das minhas calças, tacteando-me o cu e começando a enrabá-lo com os dedos dizendo ser para o ir abrindo. O vibrador media mais de 20 cms, e uns 5 ou 6 de espessura pelo que não me cabia inteiro dentro da boca e a profissional do sexo começou então a foder-ma, penetrando-me a garganta com o vibrador o mais fundo que podia fazendo-me quase engasgar enquanto lhe fazia a mamada. Agora seus dedos já não me violavam o cu mas com as duas mãos e numa atitude muito máscula que achei deliciosa por me fazer sentir ainda mais uma fêmea, prendia-me a cabeça e agarrando-me com força pelos cabelos obrigava-me a chupar o vibrador batendo-lhe com os queixos nos tomates. De vez em quando com uma das mãos apertava-me o nariz para eu não respirar e então nesses momentos fazia-me engolir-lhe o par de tomates junto com o pau, atravancando-me a boca com eles e fazendo-me quase sufocar. - Chupa-me o caralho e os colhões, porco paneleiro – exortava-me desferindo-me algumas sonoras bofetadas na face – gostas de ser humilhado por uma mulher que tem por certo o cacete e os bagos bem maiores do que os teus, não gostas? Isso é porque o teu caralho e os teus colhões não prestam para foder uma mulher. Chupa-mo que se os meus colhões produzissem leite de macho far-to-ia beber todo para que visses bem o porco que és. Chupa-mo e consola-te com a visão do caralho com o qual gostarias de ter nascido. Nessa altura meu piçalho estava totalmente erecto por dentro do fecho das calças - Pela silhueta das tuas calças deduzo que a tua piça não seja de facto grande coisa, como não o costuma ser a piça dos homens- fêmeas como tu. Se a tivesses grande gostarias de a meter na rata das mulheres e não de chupar as piças de mulheres como eu e de apanhares com elas no cu, mas vamos lá ver isso ao natural. Todo nu como se estivesses a fazer a inspecção para a tropa, ainda que me pareça que isso foi coisa que nunca fizeste pois de certeza que com o tamanho da tua piroca nunca te atreverias a mostrá-la perante outros rapazes, pois não? Aquelas palavras entesaram-me como nunca. Apressei-me a despir toda a roupa e excitado como estava com a visão das suas mamas grandes e do seu bacamarte negro, constatei que minha pila armada estava minimamente apresentável pois apresentava-se no seu máximo vigor e dimensão, ainda que não devesse encher muito a vista a uma prostituta como ela farta de ver todos os dias várias, e estou certo todas bem maiores que a minha. De facto não enchia pois apontando para ela com o seu indicador, desatou a caçoar de mim sem piedade. - Olha a pilinha do menino! E que esfolada ela está das punhetas que tocas, pois não acredito que ela esteja acostumada a ir ao pito. Aliás se calhar nunca lá foste, e se já foste deves pagar um bom dinheiro às rameiras para ta deixarem meter pois nem uma virgem a sentiria entrando. Em vez de a trazeres ao penduro no fundo da tua barriga, ó filho, devias era doá-la a um Museu que a expusesse aos olhos do público para que todos soubessem que existiu um homem com a pila tão pequena que contado ninguém acreditaria. E se não acreditas em mim, porque não corres a mostrá-la a todas as putas que encontrares e não lhes perguntas se alguma vez viram uma assim tão curta e magra como a tua? Logo verias a resposta e a chacota que qualquer uma delas faria de ti. E os tomates então não lhe ficam nada atrás. Pouco tesão deves possuir para teres uns colhões assim tão pouco desenvolvidos. E esporra dentro deles deve ser uma coisa que só contêm quando passas meses sem os esvaziares panasca, pois o pouco grau de desenvolvimento que apresentam não permitem repor com facilidade a que perdes nas tuas esporradelas, quando à noite na cama a sujas tocando ao bicho ou sonhando com as fodas que os machos de pila tesa e dura dão às gostosas das mulheres que vês nas ruas e que não tens direito a comer. Ou estou enganada? Disse-lhe que não, de facto eu tocava muita punheta sonhando estar comendo as colegas de trabalho e as mulheres que se cruzavam comigo, até mesmo minha irmã me fazia punhetear, mas de facto raramente metia nelas, quando muito nalguma prostituta ainda que minha piroca não se entesasse muito com elas e se esporrasse rapidamente. - Não era só a piça que devias doar ao Museu como exemplo do que uma piça não deve ser. Os teus tomatitos também lhe poderiam fazer companhia. Não admira que sendo tão mal provido de material genésico não saibas nem possas foder com o pau mas apenas com o cu. Porque o destino dos homens mingadinhos como tu e imprestáveis para as mulheres é precisamente o de se terem de contentar fazendo orgasmos à mão, ou converterem-se em paneleiros e apanhar no cu se quiserem arranjar parceiros sexuais. E olha para ti: mesmo para provares um cacete pelo teu cu acima tens de procurar uma mulher que o tenha, pois até vergonha tens de contratar um homem capaz de te encher a peidosa com a sua porra quente. De gatas, porco! Vais apanhar com o meu caralho no cu de gatas, já que é a posição que os paneleiros como tu que não sabem ser machos de mulheres e que apreciam antes fazer das mulheres seus machos, merecem apanhar. Lubrifica-me o pau, pilinhas, embora to devesse enfiar sem nada. Antes de me colocar de gatas cobri-lhe o vibrador com uma boa camada de um gel para sexo anal que minha parceira me apresentou após o que ela cobrindo o seu dedo com outra boa camada de gel mo voltou a enfiar no cu. Quando finalmente me coloquei de gatas no tapete com o rabo empinado, a prostituta com órgãos de macho arreganhou-me as nalgas para os lados, posicionou a cabeça do caralho mesmo junto à entrada e começou a meter-me procurando não me magoar muito, embora sem excessiva meiguice, dizendo que a primeira penetração deve doer sempre alguma coisa pois só assim uma fêmea ou um paneleiro como eu se sentem efectivamente dominados por quem os enraba. - Geme, meu paneleirinho sem piça de homem – disse-me – quero ouvir-te gemer como todas as fêmeas na sua primeira vez. E tu queres ser uma fêmea, a minha fêmea, não queres? E que não quisesses, não tinhas outra alternativa, já que quem nasce com uma piça e uma dupla de tomates tão irrisórios como os que tens não pode aspirar a ser um verdadeiro macho, antes não passa de uma fêmea encapotada com vontade de ser puta, não é mesmo? Seus quadris davam-me com força no cu fazendo-me sentir seus tomates esponjosos de borracha ou lá de que eram eles feitos batendo-me no rego dado e eu dizendo-lhe sempre que sim a tudo gemia forte. - Geme minha puta paneleira – e também ela me parecia dominada pelo tesão – geme que é para saberes quanto custa a uma mulher dar prazer a homens que não se comparam contigo. Geme se te dói, que eu também já gemi muitas vezes sentindo o peso de um caralho abonado dando-me no cu e no pito. O caralho dela estava todo enfiado dentro de mim, batendo-me no troço e parecendo electrizar-me de tal modo o meu corpo se distendia sentindo-o entrando e saindo com força do meu rego à medida que me rebolava nele. Ela de vez em quando tirava-o quase todo, cuspia-lhe para facilitar a penetração, voltando a meter-mo. Meu caralho espetado estava mais duro do que alguma vez o sentira e eu não parava de o punhetear pelo que não tardou muito que grossos fios de esperma começassem escorrendo dele. - Que é isso, paneleiro que quase nem piça tens? – invectivou-me – Vais-me sujar o chão com o porco liquido que te nasceu nos colhões como fazem os meninos? Nem penses numa coisa dessas senão juro-te que quando saíres eu vou à janela gritar a todos que tens uma amostra de pau no meio das pernas e tão fraquinha que nem tesão tiveste para te pores em ti. Deitou-se então ela num sofá que existia na sala, o seu dardo negro totalmente apontando para cima e mandou que de cócoras me fosse deixando penetrar por ele. Uiiii aquilo custava entrar para caramba, parecia um estaca afiada rasgando-me todo mas quando entrou e me mandou cavalgar nele, que bom. Minha piroca estava-lhe apontando para a barriga e ela chamando-me punhetas disse para me aliviar praticando o desporto sexual preferido pelos rapazes e que ela interrompera. - De outro modo ainda te esporras todo pelo caminho quando saíres – e era verdade. Meus colhões estavam repletos de langonha precisando muito de sair, e falando verdade estava admirado de ainda não me ter vindo pois não me lembrava de a conseguir conter tanto tempo estando com uma mulher, só quando tocava punheta sozinho em casa. Ela tinha razão, de facto eu nascera não para ir ao pito mas antes para tocar umas segóvias e talvez apanhar no cu. Com força, puxando a pele do prepúcio toda para trás bati a mais gostosa punheta da minha vida ao ritmo das empaladelas do seu vibrador entrando e saindo do meu cu. Meus colhões podem habitualmente não produzir assim tanta esporra mas não me lembro alguma vez de ter ejaculado tanto como naquele dia, na sua barriga. Quando me comecei a vir, a prostituta sempre sem parar de me ir ao cu pediu-me que lhe encostasse a cabecinha mesmo junto ao buraco do umbigo e tentasse fazer dele uma taça onde vertesse minha esporra. - Tens a pila tão pequena que quase consegues meter a cabeça dentro dele. Encostei minha cabeça da piroca na entrada do seu umbigo forçando um pouco a penetração e fiquei longos momentos golfando a esporra que me saía aos borbotões e só quando ela saiu toda, minha companheira parou de me enrabar e tirou o cacete fora. Que rombo eu tinha no oho do cu mas que feliz me sentia apesar de ele me estar ardendo loucamente. - Faz-me agora um minete ao meu umbigo como me chupaste o caralho – ordenou-me. Apertou as mãos sobre o umbigo de maneira a que o meu leite saísse todo para fora, e eu lambi-lhe aquela zona bebendo o produto salgado da minha ejaculação como também me foi ordenado. No final, e sempre com o vibrador na cinta conduziu-me à casa de banho e ela própria me lavou com o chuveiro o cu e o meu caralho antes de me mandar embora. Deliciosa puta que me fez o que nenhuma me fizera até então e me fez experimentar um prazer que nunca experimentara e do qual fiquei viciado. - Quando quiseres mais, paneleirinho – disse-me ela rindo-se ao conduzir-me à porta de saída – já sabes onde me encontrar e por quanto te fica a tua fantasia. Sim já sabia e haveria de voltar lá mais vezes. E agora que provara gosto de pau postiço no cu porque não provar igualmente um autentico bastão de carne como o dos travestis do Saldanha á conta dos quais já muita vezes me masturbara escondido, fantasiando estar com um deles? Quem pensa que homem só deve foder com a pila e em boceta de mulher não experimentou ainda fazer de fêmea. Eu que já o experimentei posso dizer que só depois de ter estado com a bela prostituta do caralho negro me comecei a sentir verdadeiramente homem.