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A Iniciação - Terceiro Dia

Nos primeiros minutos que a escrava passou presa e trancada num cômodo foram longos, excitantes e de grande suspense, mas isso foi sentido no tempo todo, e alem de tudo ela sentia um grande calor, “nossa estou literalmente derretendo aqui. O que ele fez?” Pensava a escrava, e todo corpo estava dolorido. De repente nela começou a aparecer a vontade de urinar e isso começou a torturar mais ainda. Era mais um fator psicológico naquela situação “ele não falou nada, somente deixou aqui e saiu” pensava ela. A vontade de urinar começou a ficar mais forte até que ela começou a gritar, mas o grito era abafado pela balgag. E o que mais deixava num suspense é que no apartamento estava um grande silencio que conseguia escutar as vozes do apartamento de baixo e o de cima, mas nada do apartamento em que estava, e isso nela começou a incomodar ela e com isso tentava virar a cabeça, mas não adiantava, pois estava vendada. E no meio desse medo de repente Dom entra nesse cômodo e com muita paciência tira a venda e a mordaça e ela respirando forte fala: - Meu Senhor... - Terceiro dia minha escrava linda. - Por favor, me deixa ir ao banheiro? - Não, você tem que se controlar. Ainda não podes ir ao banheiro. Ele solta as amarras que prendia ela na cadeira e Dom leva a sua escrava até o banheiro e lá ela faz as suas necessidades. Assim eles voltam para aquele cômodo, “ele disse terceiro dia, então deve ser domingo” pensou ela. - Você deve estar pensando que é domingo. É sim, mas é domingo perto do meio dia. - Assim tanto meu Senhor? - Sim. Vá tomar um banho e prepare o almoço, - fala Dom. A escrava sai do cômodo e vai para o banheiro e quando termina o seu banho ela se lembrava das tarefas que teve que cumprir e sem querer ela coloca a mão na vagina e carícia por um pequeno tempo e depois se enxuga e prepara o almoço para seu Senhor. I Almoçam e arruma as louças que foram usadas e depois ela fica na posição de espera enquanto que seu Senhor aprontava a eletroestimulação, e quando termina chama a sua escrava para o quarto. Nesse quarto tinha uma cadeira de madeira com um grande encosto, ela senta nessa cadeira, Dom pega duas cordas e prende os braços da escrava nessa cadeira; dá um beijo na sua escrava, e ao terminar o beijo pega mais duas cordas e prende as pernas. Já estando imobilizada ele pega os eletrodos e coloca em pontos como a virilha e nas coxas. Antes de ligar o aparelho coloca uma balgag na boca dela, faz um carinho no rosto dela e com um sorriso nos lábios Dom liga o aparelho e dando alguns segundos a eletroestimulação começa a funcionar e a escrava começa a sentir as dores e gritava, mas os gritos eram abafados pela balgag. Ficou assim por uns 10 minutos e depois ele desligou e com suas mãos passeou pela vagina, sentiu que estava muito molhada e com as pontas dos dedos caminhou até os seios e girou os mamilos que conseqüentemente provocou um forte gemido; os olhos dela mostravam que esse corpo esta ao bel prazer desse Mestre. E não Dom, um simples dominador do corpo, mas sim da alma dela. O que assustava essa escrava é que esse Mestre tinha um grande sorriso, mas não era um sentido que dava medo, muito pelo contrário excitava-a cada vez mais. E de repente ele liga aquele aparelho que conseqüentemente a estimulação volta a tomar o corpo da escrava que cada vez mais ela gritava “ai” abafado e controlada pelo Senhor dela que partir de agora vai dizer “Dono de Mim”. Passeando por mais dez minutos, que para ela parecia uma eternidade, Dom solta as amarras e com muito cuidado leva ela para a cama, e ordena que deite e ficasse com os braços e pernas bem abertas “O que vai fazer agora?” Pensava ela, ao ver o pênis do seu Dom e ele colocando a camisinha; a escrava cansada, mas muito excitada sente a grande invasão penetrando nela, que logo em seguida Dom inicia os movimentos vai vem bem lentamente que aos poucos ganha velocidade até que os dois gozassem freneticamente. Ainda escutando a ária cantada por Maria Callas ele ordena que a sua escrava vestisse e preparasse um lanche, pois estava com fome e hora da ida dela para sua cidade. (FIM)