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É tarde, chove demais em SP, mas mesmo assim consigo localizar o endereço “av. Brigadeiro Luis Antonio” entro no bar, peço um chocolate e me sento em um canto afastado, o bar esta cheio, muitas pessoas fugindo da chuva. De repente, reparo em um homem que entra apressado, cabelo molhado, ele para e pede um café. Fico observando ao longe, sinto um arrepio na pele “nossa que sensação estranha”, melhor nem pensar. Levanto-me e ao pagar o chocolate pergunto ao caixa com quem posso pegar a chave da sala que esta pra alugar, ele aponta na direção do homem e diz – É com ele lá. Não acredito, não sei se digo que é sorte ou azar, respiro fundo e vou até o homem. - Boa tarde, o rapaz do caixa me disse que posso pegar a chave da sala que esta pra alugar com o Senhor. Ele me olha de alto a baixo, me sinto estranha, deveria estar ofendida, mas esse olhar me excita. Depois de um tempo ele responde – Ah, a chave, sim é comigo, espere lá na porta que eu subo e lhe mostro a sala. - Não precisa, se me der à chave eu mesmo dou uma olhada rápida e já lhe devolvo. - Eu faço questão, - dizendo isso coloca a mão em meu ombro e me empurra para a saída - já volto já. Vejo que ele conversa com o balconista e pega uma chave, logo vem ao meu encontro e diz: Vamos. Só no elevador percebo que ele é bem mais alto que eu. Chegamos, ele abre a porta e faz sinal pra que eu entre primeiro, ao passar por ele, sinto seu perfume. Me arrepio, mas tento disfarçar, vou até a janela, ele fala bem próximo ao meu ouvido: - Bonita vista, não é? Dou um salto, havia me distraído olhando o movimento da rua, tentando não pensar no meu estranho acompanhante. - Claro, é bonita sim. Ando pela sala, sentindo seu olhar sobre mim. - A sala é grande, - procuro puxar conversa, ele sorri e não diz nada. Num canto da sala, encontra-se uma mesa grande do tipo “mesa de reunião”. - Essa mesa sai, se a sala for alugada? - Depende – ele responde – ela pode ser muito útil, quer ver como é forte, e antes que eu responda, ele me pega e coloca sobre a mesa. - AH?!? - Olho espantada pra ele que esta na minha frente – MAS... - Não consigo terminar, sinto suas mãos nos meus cabelos e sua boca toma posse da minha. Tento empurra-lo, mas ele solta meus cabelos e segura meus pulsos, o beijo me enlouquece... De repente ele se afasta e me olha diferente: - Quer realmente que eu pare, decida-se agora porque eu não quero parar, mas também não quero a mulher recatada que entrou aqui, quero uma puta! Dizendo isso, abre a porta e diz: - Se quiser pode sair. Ah, o que ele esta pensando, pego minha bolsa, arrumo minha roupa e estou quase saindo, quando ele fala: - Você quer, eu sei, vem cá, diz nos meus olhos que não quer ser minha puta! Não tem coragem né? - E deu uma tremenda risada. Isso me irrita, quem ele pensa que é? Viro-me, vou dizer poucas e boas pra...Ele esta sem as calças, seu pau esta duro, teso, a espera, fico sem fala... Ele se aproxima, passa por mim escuto quando tranca a porta. Agarra-me por trás: - Eu sabia, que seria essa a sua escolha, minha vadia. Venha! Chegamos na mesa, ele me vira de frente e começa a desabotoar minha blusa, vai até a saia e me deixa apenas de lingerie, meia fina e sandálias. - Agora você esta uma verdadeira Puta. E assim dizendo me deixa totalmente nua. Não consigo falar, minha voz não sai, lá fora o barulho incessante da chuva. Ele me senta novamente na mesa e abre minhas pernas, me beija e desce lentamente com a boca até meus seios, começa a chupa-los, enquanto sua mão entra pelo meio das minhas coxas. - Olha isso - ele diz, tirando os dedos molhados, ta ensopada minha puta. Olho em seus olhos... - Sim, sou sua puta! - Ao dizer isso, vejo o desejo aumentar em seus olhos. Outro beijo, suas mãos me invadem novamente. - Goza puta, enche meus dedos com seu gozo, quero ouvir você gemer e gozar na minha mão. Assim dizendo chupa meus seios e continua a me provocar. Não agüento, dou um grito, gozo como louca, deixo minha cabeça pender em seu ombro. Depois de algum tempo, sinto suas mãos nas minhas costas. - Vem cá e chupa seu macho. Obedeço e fico de joelhos na frente dele, que segura seu pau e o passa pelo meu rosto até coloca-lo na minha boca, chupo com vontade, ele agarra meus cabelos: - Isso puta, chupa com vontade, deixa ele pronto para te foder... Depois me coloca de pé, virada de frente para a mesa. – Agora vou te foder, você quer não quer? Diz isso enquanto passa seu pau pela minha buceta, - pede o que você quer. Não penso, falo: – fode sua puta fode! Ele me invade, e começamos nossa dança louca. - rebola minha puta, rebola pro seu dono, - ele me abraça, me aperta os seios. - quero te foder toda, já fodi sua boca, sua buceta, adivinha o que eu quero agora? - Meu cu, fode meu cu. Ele enfia devagar, de repente sinto seu pau todo no meu cu, de uma vez. - Aiii! Que tesão! - Rebola, rebola minha puta que vou te encher de porra – puxa meus cabelos, não agüento mais! - Goza, goza cadela. Gozamos juntos, intensamente! O tempo passa, 5, 10, 15 minutos não sei... Me arrumo, ele também, depois sorrindo me diz: - Gostou da sala? - Gostei sim, quanto é o aluguel? - Não sei, não sou o dono. - Como?!? - Quando você perguntou ao caixa ele apontou o balconista, mas você se confundiu. - Então, porque você não me avisou antes? - Por que deveria, te segui até o bar, te queria e pude perceber pelo seu olhar que sentiu o mesmo, notei como me olhou quando entrei. Abaixei a cabeça, não podia negar. - Vamos, o que acha de dizermos ao balconista que vamos alugar esta sala juntos? Afinal tem espaço de sobra pra nós aqui.