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Uma Babá Quase Perfeita
Meu nome é Andrea, e embora no Brasil seja visto como um nome feminino, na Itália, onde meus pais nasceram, pode ser usado para ambos os sexos, sendo até mais comum no masculino. Explico logo isso para justificar meu gosto pelas mulheres lindas que sempre fora uma marca registrada da minha juventude.
E, estranhamente, uma dessas mulheres das quais nunca consegui sequer me aproximar, era uma vizinha minha. Já tentara cumprimentá-la quando passava por ela na rua, mas ela não se dignava a me olhar, ainda menos me fazer uma saudação. Apesar, é claro, de ser um homem elegante e bonito, culto (sou tradutor e trabalho em casa), de traços delicados e que geralmente encantam as mulheres.
Intrigado com esse fato que eu encarava como uma derrota pessoal das minhas habilidades de conquistador machista, resolvi partir para um novo plano de conquista que apesar de complicado, podia dar resultado.. Percebi que ela não tinha um companheiro, mas que não vivia propriamente só. Na realidade, minha musa tinha um cachorrinho e um filho, um bebê, que saia para passear todas as manhãs com uma babá, enquanto ela certamente ia trabalhar. Pensei em me aproximar dela, ganhar sua confiança, talvez através da própria babá da criança.
Um dia, desci até a pracinha onde havia um playground onde se reuniam as babás que cuidavam da meninada da vizinhança, e procurei sentar num banco perto da tal babá, puxei conversa com ela e perguntei se ela sabia de alguma dona que precisasse de um cuidador de animais, pois não costumava ver minha vizinha, nem a babá, sair para passear com o cachorro. Ela imediatamente me respondeu que não, e que sua patroa tinha, sim, um cachorrinho, que ela mesma deixava num canil quando saia para o trabalho. Também me disse que ela era médica e que esse filho tinha sido de um relacionamento anterior que se desfizera. E ainda acrescentou que ela deixar o emprego no dia seguinte para trabalhar numa loja, e achava que outra babá seria contratada. Pronto! Era tudo o que eu precisava!
Fiz ver a ela que eu também já havia cuidado de crianças, e embora não fosse uma função propriamente masculina, trabalhei muito tempo numa creche, e sabia perfeitamente como lidar com bebês. Perguntei a ela se poderia me apresentar à sua patroa, dizendo que me conhecia e me indicando no seu lugar. Disse que era vizinho delas e que morava ali perto há muitos anos, e acrescentei:
- Você não sabe como eu preciso arrumar logo um emprego porque eu estou com o meu casamento marcado!
Acho que o plano deu certo, porque ela pensou um pouco e disse que ia me apresentar hoje mesmo a ela, mas pediu antes minha identidade para conferir. Saímos dali direto para o apartamento da minha musa adorável e lá chegando, ela fez as apresentações e explicou a situação. Da minha parte, contei que adorava crianças, que era professor do maternal, e que tinha trabalhado durante muitos anos numa creche de uma amiga. Sabia preparar a alimentação dos bebês, trocar as fraldas, passear com o carrinho e fazer tudo que uma babá normalmente faz. Aquela mulher linda e enigmática me encarou de alto a baixo, examinou meus documentos, e parece que me aprovou, pois me disse para voltar na manhã seguinte, pois eu precisava fazer alguns preparativos antes de começar.
Aguardei com ansiedade a manhã seguinte e me apresentei bem cedo a ela. Soube que a outra empregada já tinha partido, e portanto, o trabalho era meu. Mas, antes, eu precisava de me submeter a algumas formalidades. Realmente, ela ponderou, não ficava bem para a criança (e para ela) que um homem fizesse este serviço, dessa maneira eu precisava passar por uma pequena transformação.
Dito isso, ela me levou de carro até um salão de beleza e estética bem próximo, e encomendou um tratamento completo, que incluía uma depilação total do corpo, das sobrancelhas e um corte do cabelo (meus cabelos são logos e lisos) tipo chanel bem escovado e brilhante. Também mandou que me fizessem e pintassem as unhas das mãos e dos pés, e aplicassem uma discreta maquilagem no rosto e nos lábios. Depois ainda, encomendou furos nas orelhas e um piercing discreto no umbigo, além de uma pequena tatuagem na altura da virilha já depilada. Todas as despesas corriam por sua conta.
No início, me assustei, mas achei que me aproximar dela e privar da sua intimidade valia qualquer sacrifício! E ponderei apenas que tudo isso ia demorar bastante e que não poderia sair do salão dessa maneira. Ela disse que não me preocupasse, que ela mesma viria me buscar e traria roupas apropriadas do tipo uniforme para uma babá.
Depois de tudo, me olhei no espelho, entre os risinhos das funcionárias, que pensavam que eu ia para um desfile gay, e quase não consegui me reconhecer. Mas, conforme combinado, minha nova patroa chegou no horário. Levou-me para um quarto reservado, e me fez colocar a roupa que tinha comprado e escolhido para mim. Primeiro, me fez vestir umas calcinhas brancas tipo fia dental que até me caíram bem, em seguida, uma meia-calça elástica bem justa e da mesma cor que ela disse que seria para compor e evitar surpresas (sic.). Depois, soutiens em meia-taça que ficavam bem justos também, e por cima de tudo, um vestido branco bordado de florzinhas na gola e nos bolsos laterais, aberto na frente por botões também bordados. Fiquei uma verdadeira graça, totalmente irreconhecível! Uma tiara nos cabelos e brincos largos, além de uma écharpe branca no pescoço e uma pulseirinha completavam o conjunto. Meu uniforme estava completo e eu me sentia elegantérrima e pronta para o meu primeiro dia de trabalho!!!
Voltamos de carro, e chegando em casa, ela me apresentou o bebê e pos à prova meus conhecimentos de troca de fraldas, dar comida e mamadeira, e outras habilidades. Acho que me saí bem, puramente por instinto, pois nunca tinha feito aquilo, apenas observava minhas amigas que eram mães fazerem com seus filhos. Depois, tive uma aula de comportamento feminino, aprender a andar, rebolando os quadris, sentar cruzando as pernas, e com as mãos no colo jogar os cabelos para trás, falar baixo e com um tom mais agudo. Acho que passei com nota dez!!
Nesse dia, minha patroa me disse que tinha de atender o consultório e fazer umas compras no supermercado, pois um amigo dela vinha lhe visitar e jantar em casa. Recomendou-me que, se eu chegasse antes dela, servisse a ele um drinque enquanto esperava pela sua chegada.
O passeio do bebê ficou para de tarde, e logo saí de casa empurrando o carrinho e curioso para ver o efeito que as minhas transformações causariam nas pessoas.
Para minha surpresa, o efeito foi melhor do que o esperado, pois todos me cumprimentavam, sorriam e me davam a vez e faziam elogios ao bebê. Houve até um senhor que me perguntou se era meu filho, e eu orgulhoso, respondi que não, era da minha patroa. Ninguém me olhou de uma maneira estranha como eu esperava que fosse acontecer. E´ lógico, caprichei no item feminilidade com muito gosto. Num certo momento, precisei trocar as fraldas no nenê, procurei um banheiro num restaurante e, depois de alguma hesitação, entrei com a criança no banheiro feminino para limpá-la. Aproveitei para fazer xixi num reservado, aguardei na pequena fila e fechei bem a porta, sentadinha, no vaso e depois me limpei com papel, sem nenhum constrangimento, como convinha a uma mulherzinha bem comportada. Era uma delícia experimentar essa sensação nova de entrar no toalete feminino, disfarçada e diante do espelho, conversar com as meninas, retocando a maquilagem.
Quando cheguei em casa, encontrei na sala o tal amigo, que devia ser muito íntimo da minha patroa, pois tinha a chave da casa. Era um homem jovem e simpático, muito bem vestido e charmoso. Cumprimentei-o educadamente, levei o bebê para o quarto de dormir e o coloquei no berço, e no caminho, observei que ele me olhou com muito interesse e alguma volúpia, perguntando meu nome e se eu era a nova babá. Disse que me chamava Andréa e que tinha começado naquele dia. Ele me elogiou, dizendo que eu era linda e elegante, e que não parecia uma babá. Foi então que me lembrei dos drinques, e perguntei se ele aceitaria, ele disse que sim, corri para a cozinha, preparei um uísque com algumas gotas de licor angostura que é o meu preferido, e levei o copo cuidadosamente numa bandeja. Mas, na hora de servi-lo, me atrapalhei, e derramei um pouco na sua calça. Imediatamente me desculpei, e corri para a cozinha para pegar um pano seco para tentar reparar o estrago. Abaixei-me na sua direção e pedi licença para limpar com o pano. Naquele exato momento, ele fez um movimento brusco, abriu o fecho-eclair da braguilha da calça, puxou minha cabeça, tirou um membro enorme e semi-rígido, que parecia um mastro erguido e disse:
- Prefiro que você faça com a boca, meu amor.
No primeiro momento, me surpreendi, não sabia como agir, nunca tinha me acontecido isso e eu era bem macho, acreditava eu, apesar das roupas femininas que vestia. Mas, pensei, pode ser uma espécie de teste que minha patroa me preparou para ver se eu assumia minha posição, uma brincadeira inocente. Olhei aquele membro descomunal de um verdadeiro garanhão com certa inveja (o meu era menor..) e me deixei levar para ver o que acontecia. Pensei: minha patroa devia adorar, e por que não experimentar eu também? E foi assim que tomei aquele objeto maravilhoso nas minhas mãos, afastei uma mecha do meu rosto, e o beijei primeiro delicadamente, mas ele aproximou mais minha cabeça do que estava ali à minha frente. Mesmo assim, preferi lambê-lo pela beiradas e, depois, coloquei-o devagarzinho na minha boca, primeiro só a pontinha, depois me descontrolei, e num movimento frenético, já não conseguia deixar de fazê-lo, engulindo tudo até a garganta. Ele adorou, e forçava mais e mais minha boca contra o seu pau, que era o que se pode chamar de um pau doce, pois estava úmido de angostura do drinque.
Depois de certo tempo nessa posição, ele, delicadamente, me fez sentar no seu colo, levantou meu vestido, abaixou minha calcinha, e me penetrou devagar, só a pontinha, dizendo:
- Agora rebola neste pau gostoso, todo para você, minha putinha.
Fiquei meio chocado, mas fiz o que ele mandou, sempre pensando na minha dona, rebolei devagarzinho, mas depois fui aumentando a intensidade, sentindo um prazer gostoso de ser penetrado e dançar assim, de sentir mexendo aquela cobra dentro de mim, até que ele penetrou mais fundo, deu duas ou três estocadas com força, e eu enguli em seco e gemi de dor e de prazer como jamais tinha experimentado. Depois de várias outras estocadas, senti um grande jorro quente e pegajoso dentro de mim, uma verdadeira lavagem intestinal que me deixou excitadíssimo. E com uma sensação maravilhosa de ser fêmea. Foi quando ouvimos a chave girando na porta, devia ser minha patroa, eu me recompus imediatamente, subi as calcinhas e abaixei o vestido, e ele fechou as calças.
Ela nos saudou com alegria, e perguntou se já tínhamos sido apresentados, e eu baixei os olhos, dizendo timidamente que sim. Então ela me chamou a um canto, me pagou a diária combinada, e me disse que estava dispensada naquele dia, mas que voltasse no dia seguinte.
Troquei de roupa no quarto, retirei um pouco da maquilagem e saí para a rua com a cabeça a mil, já não era mais eu mesmo, tinha me tornado definitivamente uma fêmea. Minha personalidade mudara radicalmente depois daquela manhã. Percebi que não olhava mais para as mulheres que passavam por mim, nem voltava a cabeça como antigamente, a não ser por algum detalhe das roupas, mas encarava gulosamente os homens jovens e bonitos que cruzavam meu caminho, desejando-os intimamente, e inconscientemente quase me oferecendo de uma maneira sedutora a eles.
Chegando em casa, mais tarde, recebi um telefonema do amigo da minha patroa, dizendo que tinha adorado me conhecer e que voltaria no dia seguinte para me visitar à noite. Pediu-me meu endereço e disse que tinha um presente para mim.
Foi então que decidi completar minha transformação, no dia seguinte, passei numa loja de moda feminina e comprei uma lingerie delicada, calcinha com um lacinho e soutiens de renda cor de rosa, e um corpete, meias-calças, e ainda uma blusa e um legging muito sensuais, enfim tudo o que eu havia experimentado na véspera. E comprei camisinhas, é claro, ninguém sabe o que pode acontecer.
Naquela noite, me maquilei com capricho, prendi os cabelos num rabo de cavalo, e fiquei esperando ansiosa, mais ou menos como uma adolescente espera o namorado. Estava nervosa (já me tratava a mim mesmo no feminino..). Preparei uns drinks e alguns salgados, coloquei uma música romântica, e pronto, ouvi a campainha da porta. Lá estava ele, elegante e gentil como sempre, me trouxe flores, e o beijei e abracei com carinho. Ele passou os braços em volta do meu pescoço e me levantou do chão com espontaneidade. Em seguida, me levou no colo até o sofá. Conversamos e ele me revelou que a sua fantasia sexual era com as babás. Às vezes, passava horas admirando-as na pracinha onde iam brincar com as crianças. E que sabia que eu era homem, mas que isso não lhe importava, porque pensava em mim como uma fêmea linda e apetitosa. Dito isso, me beijou apaixonadamente na boca e no pescoço e me despiu com delicadeza, colocou seu mastro ereto entre minhas mãos, me fez beijá-lo reverentemente. Com um gesto delicado, me virou de bruços no sofá, e ali mesmo fizemos amor duas, três, quatro vezes, e eu ardia de paixão por dentro cada vez que sentia aquele membro masculino rígido e maravilhoso rolando dentro de mim. Ser possuída era delicioso, como eu nunca soubera disso antes? Nenhuma das minhas amigas me contara, acho que porque elas não queriam outras competidoras.
Antes de sair, disse que precisava viajar alguns dias, mas que voltaria. E me deu um presente pelo Dia dos Namorados: um consolo igualzinho em tamanho ao dele para que não sentisse tanto a sua falta.. Bati palmas e fiquei louquinha por aquele homem maravilhoso que pensava em tudo, e me entreguei a ele desde então.
E´ lógico, foi um longo caminho. Visitei a doutora que era também endocrinologista, e iniciei uma grande mudança, hormônios, afinar a voz, implante de silicone nos seios, lipoescultura, e todo o resto, inclusive a cirurgia de mudança de sexo. Demorou algum tempo, mas, valeu a pena: hoje sou uma mulher perfeita, vivia com André que me dá todas as mordomias que nunca tive! Só tenho que, como toda fêmea, abrir as pernas na hora certa! E como é bom senti-lo dentro de mim, saber que ele é meu, depois poder controlá-lo e desfrutar dele. Daí, o poder e o domínio serem realmente femininos, isto é, das mulheres que sabem exercer sua feminilidade e dirigir seus maridos, amantes, namorados, o que for, para seu maior prazer e atender seus objetivos.
Adotamos um bebê de quem eu cuido como se fosse meu próprio filho. Ele me tornou mais mulher, mais mãe, um ser perfeito. Por acaso, recebi ontem uma visita de um amigo gay que se ofereceu para cuidar do bebe. Acho que vou aceitar, acho que André irá gostar dele...