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...ao chegar no sítio já estou envergonhada... por causa da mordaça e do desejo que sinto pela minha Dona, estou toda babada... como estava de quatro, no porta malas do carro, a baba cai toda nos seios e ainda fica um pouco espumando na mordaça... Minha Dona vê que estou assim... babada... manda que eu desça do carro... e segura a corrente... fico ensaiando como descer... Antes que eu saia de qualquer jeito minha Dona me dá uma palmada na bunda e manda que eu vire... prende minhas pernas... uma algema que prende as panturrilhas e as coxas e que impede a cadela de esticar as pernas... Ela olha se está bem presa... e aí manda: desce, cadela! Pulo do porta malas... é um salto baixo, mas me esparramo no chão... ela ri... puxa a corrente... e diz: vai aprender, cadela... vai aprender... quero agradecer, mas não sei como... abano o rabo... Minha Dona percebe minha bunda balançando e me oferece um presente... quer um rabinho, não é cadela? Balanço novamente a bunda... agradecida...quero que ela tire a mordaça para que eu possa lambe-la...ela sabe disso... ainda não, cadelinha...ainda não merece... Vãos, cadela... vem laika... mija... vai cadelinha, não quero sujeira lá dentro... é aqui que minha cadela vai mijar estes dias... na terra... levanto a pata...e levo uma chibatada forte na coxa... cadela! Cadelas não levantam a pata... agacham! Agacha, cadela! Vamos ver se vai mijar direito... Agacho nas patas trazeiras... mijo... Isso, cadela... assim... aprendendo rápido... Minha Dona se aborrece... de repente... vamos, cadela... estou cheia! Prende a corrente bem curta em uma argola quase no chão e manda: oferece o rabo! Sua Dona vai te mostrar o gosto do chicote, cadela idiota! Não entendo se fiz alguma coisa errada... afundo a cara no chão... sei que não devo encarar minha Dona... arrebito a bunda... e sinto o chicote descendo com força... choro baixinho... e ela bate com força... uma, duas, três, quatro... oito, nove, dez... doze, treze... vinte vezes... Sei que minha bunda está toda marcada... ela manda que eu arrebite... abra... vai ganhar seu presente agora... abro o mais que posso a bunda... sinto meu cuzinho apertado pulsando... sem nenhuma preparação ela pega o cabo do chicote que usou para me surrar e mete no cu... sem pena... sem demora... uivo... apesar da mordaça um grito... sinto que tenho um rabo... Minha Dona dá a volta e solta a mordaça... sinto que estou toda babada... o rosto molhado de lágrimas... sei que não devo falar... ela aproxima a mão do meu rosto... lambo...lambo... e abano o rabo... apesar da dor que ainda estou sentindo consigo faze-lo balançar... Minha Dona solta a corrente da coleira e me chama... vem, laika, vem... vou indo alegre atrás dela... lambendo seus sapatos... tentando lamber suas mãos... está com sede laika? Lato! Au!au!au! estou com muita sede... vem...vem cadela e minha Dona se encaminha para o banheiro...