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Nas Amarras do Sadomasoquismo
Estou passeando com minha cachorrinha, em frente a um bazar, uma menina me estende um folheto com ofertas de natal. Ela usa sandálias abertas e tem unhas vermelhas. Aproximo minha cadela de propósito, "fazendo" com que ela "faça" o que eu tanto queria "fazer!" Muitos "F's" de "Feet" pra você, amigo leitor! He! He! Ela lambe os dedinhos da menina, que ri:
- Hi! Hi! Que linguinha melada!
- Ela não é boba, não! Sabe o que é bom!
A garota ri mais ainda. Eu me despeço... Penso:"Acho que vai dar jogo, hein?!"
A cachorra cheira um muro mijado, e se esforça para deixar o seu "registro" lá. Dizem que o cão é o melhor amigo do homem... Não sei! Mas que é o amigo ideal do podólatra, isso é! Afinidades, é isso o que une dois seres, não? O cão tambem é semelhante ao masoquista! Leva uma surra de jornal no traseiro, e logo vem lamber os pés do dono!
Sobre essa coisa de mijar, um dia me vi agir como cão. Quando a Maria ainda estava lá, trabalhando na casa do vizinho. Era muito cedo, meu vizinho foi trabalhar, então, antes que ela chegasse, fui sorrateiramente a porta, e mijei copiosamente em todo canto, marcando meu território, super-excitado, só de pensar que ela iria depois ter que lavar aquilo, entrando em contato com minha urina, sendo obrigada a pisar em cima, logo que chegasse, mesmo que só apenas, nas pontas daqueles pés, que eu tanto amava.
Agora, reparo que minha cachorra está mijando no muro de de meu antigo colégio. Lembro da professora de Artes, Stella, que me fazia limpar a sala no fim da aula. Eu embaçava, guardando o material bem lentamente, enquanto o resto da turma corria como uma boiada ao som do sinal. E deliciado, ficava lá, recebendo suas ordens, limpando a sujeira que todo mundo fazia, ela era séria, mas as vezes, eu subia os olhos de seus lindos pés, até seu rosto, eu percebia então, um sorriso zombeteiro. Provavelmente, ela me via como o seu otário, seu capacho obediente. Ah! De lá, depois do serviço feito, era correr até o banheiro, e me masturbar!
Tinha outra professora tambem, a Angela, de Ciências. Ela passava as aulas, exigindo silêncio, batendo uma régua de madeira na mesa. Ah, amigo! Claro que eu queria apanhar daquela régua! Apanhar na bunda nua, era fantasia demais, mas apanhar na palma das mãos, achava bem possível! Já havia ouvido falar a respeito, a chamada "disciplina inglesa!" Mas os tempos já eram outros! Mesmo se ainda existissem os castigos corporais, eu não apanharia! Fui sempre timido, obediente, quem acabaria ganhando tais "presentes", seriam sem duvida, imbecis incapazes de apreciar a fina arte do "bem sofrer!"
Então, Angela tinha uma "peculiaridade podológica!" Seus pés, creio eu, deveriam ser chatos, pois faziam uma certa curvatura para dentro. Nunca lambi um pé chato, apenas curvilíneos, mas ainda tenho esperança de lamber uma sola reta, passar a lingua como um pincel, que pinta uma parede!
Pés exóticos! Lembro de uma vez, num ônibus, deparar-me com uma mulher que tinha um dedo a mais, no pé! Ele era menor, sem duvida, pouco desenvolvido, mais acima que os outros, na altura do "peito" do pé. Ela estava sentada num banco alto, e o ônibus era desses, que tem a parte mais baixa no meio, então, como estava lotado, pude me sentar nos degraus, e ficar despercebido, ela dormia, então, fiquei com um braço esticado para segurar o ferro, e a outra mão, ficou oculta debaixo de minha pasta de trabalho, a estiquei(a operação fez com que meu ombro direito doesse, quase se deslocando, foi uma sessão de podolatria e masoquismo, despercebida, em publico) e comecei a acariciar o dedinho bizarro. Ela só foi acordar bem mais tarde, três pontos depois do meu, voltei andando, mas feliz, com o ombro sofrendo pontadas dilacerantes, e o papel toalha(eu uso dentro da cueca, pois os orgasmos são frequentes, evitando assim, uma sujeira maior) empapado de esperma.
O pé mais exótico que eu chupei, foi o da mãe de um amigo, ela tinha vitiligo, portanto, seus pés eram "bicolores!" Passei uns dias lá, levantei cedo, e sorrateiramente me aproximei do sofá, era dia de calor, então, para minha sorte, ela havia descido para dormir no sofá, deixando os pés á disposição para uma boa chupada!
Primeiro, beijei suas solas de leve. Susana se movimentou, tambem levemente. Me afastei, com o coração disparado. Voltei, já com a lingua de fora. Fui lambendo bem em "câmera lenta." Perscrutei entre os vãos dos dedões, um pouco num pé, um pouco no outro. Afastei-me de novo, e voltei e chupei o dedão de cada pé, fui a cozinha, a pretexto de beber àgua...O que fui fazer mesmo, era soltar o cachorro que dormia lá. Plano perfeito! Susana acordou com o cão olhando para ela, e salivando nos seus pés.
- Sai daqui! Quem te soltou? Me babou os pés!
Ela olha pra mim e briga comigo:
- Toma cuidado, menino! Vai! Prende ele!
- Aaahh...Desculpe, Dona Susana!
Obediente, prendi o cachorro.
- Vai, seu cachorro! Lambe!!!
Acordo de minhas recordações adolescentes, tem uma bunda aberta na minha frente. Estou em casa. Ao lado do tronco, de joelhos, e Claudinha me ordenando que lhe lamba o cu. Eu obedeço, ela solta as nádegas, agora minha face pertence a sua bunda suada, cheiro forte... Movimento freneticamente minha lingua em seu anel de couro. Ela treme... Ela geme... Mas nunca está bom o suficiente.
Ela se volta, um tapa ultra-violento me faz despertar de vez, ela sabe que tem de usar de força redobrada, para que o impacto atravesse o látex de minha máscara.
- Lambe direito, palerma!!! Tá com nojo de mim???
- N-não, S-senhoooraaa!!!
- Você é meu cachorro, entendeu?
Eu sorrio, feliz. Ela pensa que é pouco caso e fecha as mãos na minha garganta. Dizem que o vocalista do INXS(é assim que se escreve?) morreu de coisa parecida.
- Esperaí!!
Ela pega uma corda, amarra no meu pescoço, passa por uma argola estrategicamente localizada no alto do tronco. Começa a puxar, eu que estava de joelhos, começo a ser estendido.
- É pra ficar de joelhos!! Seu desgraçado!!!
Meu rosto começa a queimar, sinto meus olhos saltarem, ela amarra a corda e me mantem assim. Acende um cigarro e joga a fumaça na minha boca, cuja lingua se estende como um tapete vermelho. Ela ficou descalça desde que chegou, passeou pelo quintal e deixou as solas dos pés bem pretas. Ela se senta, estende as pernas, e começa a "limpar" os pés na minha lingua, como se fosse um trapo velho. Ela olha pra baixo, e me xinga das piores coisas.
- Já não disse que não quero ver esse pinto duro?
A primeira vez, que li sobre "enforcamento erótico" foi num livro de Willian Burroughs, pensei: "Ainda vou experimentar! Deve ser bom!" Ela, para minha surpresa, começa a acariciar meu saco, com toda delicadeza, com sua palma quente e macia.
- Oh! Meu bebê!
De repente, seus dedos se fecham como tenazes de aço, tremo todo, vendo estrelas, minha garganta é esganada mais fortemente, ela percebe e corre à desamarrar-me, tombo no chão, exausto, ela se aproxima, e puxa minha cabeça, que naquele momento, oculta pela máscara, parecia mais um pequeno saco de lixo.
- Meu cão! Como vai terminar isso, hein?
Não sei o que responder, olho para sua face preocupada, com meus olhos lacrimejantes. É mesmo...O jogo está ficando mais perigoso...
Ás vezes, ela se esquece que é só um jogo, e sinto que viro receptáculo da raiva que ela sente de sua vida vazia. E eu, tambem me entrego, às vezes, deliro... Vendo-me como mártir... Ansiando pela escuridão final, que depois se abrirá... A negra cortina da morte, abrindo-se para dar vazão a luz espiritual!
E um exército de anjos, a me saldar com trombetas e cânticos!
Ela passa os dedos longos pela minha máscara negra.
- Pra que, esconder o rosto?
- Não escondo...Eu revelo! Eu sou Feetman!
Me arrasto até suas coxas finas, nos abraçamos, por hora... Como amantes... Amanhã, tudo é esquecido... Ela retornará com raiva renovada... E eu me entregarei, ansiando pela libertação, nas amarras do Sadomasoquismo!