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Em Carne Viva - Torturas no Meio da Sala

O relógio bate dez horas da noite e eu corro, de quatro, para abrir a porta para Meus Donos, Luciana e Sidnei, que chegam ao apartamento e, prontamente, ordenam que eu vá até a garagem para buscar uns embrulhos no carro de Meus Donos. Desço as escadas, escravos como eu não usam elevadores, apanho os pacotes e, desajeitado, subo as escadas rumo ao apartamento, entrando pela porta dos criados, vou até a sala, ajoelho-me diante de meus Donos e depoisto os pacotes aos pés de meus amos e Senhores como oordenado e recebo dois tapas fortíssimos na cara, de cada um, por ter demorado a voltar. Abro os embrulhos e vislumbro os novos objetos de tortura como chicotes, boleadeiras, cannes, algemas, tornozeleiras, coleiras, correntes novas e dois pares de soco inglês. Tiro os objetos, um a um, e entrego, de joelhos, aos Meus proprietários, até que vejo uma caixa grande com um vibrador maravilhoso, com pequenas lanças feitas para rasgar o cu de quem o coloca, além de joelheiras, sapatilhas, luvas e cotoveleiras com peuqenas taxinhas em sua superfície. Meus Donos me obrigaram a vestir esses pequenos objetos com taxinhas e que eu ficasse de quatro, no meio da sala, e enfiaram uma lixa arredondada que esfolou todo o interior de meu cu, e passando na superfície de meu pau, espirrando oum spray de pimenta na cabeça de meu pau, no meu pênis, no meu saco, dando chicotadas neles, e enfiando o tubo em meu rabo, enchendo meu ânus de pimenta. A dor e a ardência eram quase insuportáveis e as taxinhas furavam e rasgavam minhas mãos e meus joelhos, com Meus Donos me obrigando a me apoiar, às vezes, nos cotovelos e nos pés, para que eles também fiocasse rasgados e furados pelas taxinhas. Minha Ama e Senhora, então, ordenou que eu abrisse bem o meu ânus e enfiou, de uma só vez, o vibrador enorme com lâminas que rasgavam as paredes de meu ânus, já toda esfolado, fazendo-me chorar, silenciosamente, de dor, enquanto ela me chicoteava o rosto, as costas, as coxas, a bunda, sem piedade, enquanto ela e Meu Dono me xingavam de escravo inútil, de viado de merda, de lixo de escravo e de monte de bostas, enquanto eu era obrigado a chupar o pau maravilhoso, delicioso, absoluto e enorme de Meu Amo e Senhor. Em seguida, Meus Donos trocaram de posição e, enquanto eu era chicoteado ferozmente por Meu Dono, era obrigado a lamber a boceta maravilhosa e deliciosa de Minha Ama e Senhora e a ação se repetiu comigo chupando o ânus de Meu Dono, o cuzinho de Minha Dona e sendo espancado, agora, por cannes, pelos dois. Quando se cansaram de me bater, Meus Amos se deitaram no sofá e transaram delicosamente, enquanto eu fiquei de quatro, sobre as taxinhas, esperando a hora de novas torturas. Meus Amos, depois de mais de três horas de amor intesnso, voltaram ao meio da sala com cheiro de sexo, de porra, de gozo, de suor, esfregando p~enis, boceta e ânua na minha cara e me fazendo lamber, antes de examinarem bem meu pequeno pênis e meu cu espancados, lanhados, rasgados, cortados por chicotes, cannes, vibrador e passram uma cera quente em todas as partes machucadas, na bunda, nas costas, nas coxasno pau e no ânus, colando adesivos para depilação e tirando-os com força, em um só puxão, deixando as partes castigadas em carne viva. Em seguida, pegaram duas cintas e, com a parte da fivela, passaram a me espancar furiosamente, rasgando-me ainda mais, principalmente em meu pênis e em meu saco, fazendo-me a implorar, chorando, por piedade e por perdão, o quie me valeu uma série de socos, com soco inglês, de Meus Donos, em plena cara. Para aumentar a tortura nas partes mais castigadas de meu corpo, Meus Donos espirraram mais spray de pimenta, principalmente, nas partes em carne viva, na cabeça de meu pau e dentro de cu, e me amordaçaram com ball gags para que eu não gritasse, com a baba escorrendo pelos cantos de meu focinho, depois, enfiaram boleadeiras chinesas, com pequenas pontas nas bolas, rasgando ainda mais meu ânus todo destruído. Eu estava praticamente desmaidao quando meus Donos, a pontapés, ordenaram-me que fosse rastejando à área de serviço e trouxesse, com a boca, um recipiente, um penico cheio de mijo e de bosta de Meus Donos e que eu, de quatro, sendo mais uma vez açoitado inmpiedosamente, fui obrigado a comer e sugar todo o conteúdo do penico. Por fim, Meus Donos envolveram a cabeça de meu pênis, meu saco com pequenos fios, que também enfiaram em meu ânus e colrama nas partes mais machucadas de minha bunda e de minhas coxas, dando-me choques terríveis que me fizeram urrar de dor, emsmo estando amordaçado com as ball gags. Em seguida, esfregaram sal por todas as partes rasgadas e esfoladas de meu corpo, pés, tornozelos, joelhos, cotovelos, cara, costas, coxas, bunda, saco, pênis e ânus, e me obrigaram a rastejar, novamente, à area de serviço, para pegar álcool, cera e pano de chão para limpar o suor, as lágrimas e o sangue derramados no meio da sala. Meus Amos, então, aproveitaram o álcool e derramaram em todos os meus machucados, acendendo, depois, algumas velas, que deixaram pingar em todos os meus ferimentos, sobretudo na cabelça de meu pênis e dentro de meu ânus. Após toda a tortura, fiquei de joelhos, implorei e supliquei por perdão, agradeci e lambi os pés de Minha ama e Senhora e de Meu Amo e Senhor, rastejei ao banheiro, preparei seu banho, ajudei Meus Donos a se lavarem, arrumei suas roupas, ajudeiós a se vestir, preparei um lanche para eles e os segui, de quatro, até a porta, e, enquanto Meu Amo e Senhor e Minha Ama e Senhora saíam para um restaurante e para uma boite, eu ainda chorava pelas dores e, principalmente, pelas saudades da torturas, dos castigos, dos maltratos e das humilhações de Meu amo e Senhor, Sidnei, e de Minha Ama e Senhora, Luciana, que eu amo, adoro, venero e idolatro mais do que a mim mesmo, mais do que a minha própria existência.