Back to Browse
O que vão ler nesta secção de contos não é uma fantasia, melhor ou pior relatada. Vou colocar à vossa disposição uma narrativa verídica da minha primeira experiência na área do sadomasoquismo. Depois de anos de fantasias e sonhos acabei por realizar, através de um contacto que se iniciou na Internet, uma situação que vivia obsessivamente desde os onze ou doze anos de idade, e que nunca na vida esquecerei, independentemente dos anos, poucos ou muitos, que me separem da morte. Vou publicar a correspondência que troquei com a dominadora e no final relatarei como decorreu o nosso encontro. Espero que todos os que vivem esta fantasia se possam ``divertir´´ com este texto. 21 de Junho de 2002 OLÁ! Li aqui as tuas histórias no site desejo secreto e pelo que percebi gostas de ser humilhado e maltratado por uma mulher, ou por mais que uma, pelo menos foi isso que entendi! não sei se te excita a situação de Rainha/Escravo? e te quiseres corresponder comigo, gostaria de trocar uns mails contigo! Tenho 33 anos, 1.72m, 63 kg, morena, cabelos e olhos castanhos, cabelos médios, visto 38 de cintura e 36 B de soutien (não são muito grandes....mas são boas), pernas longas, cona com uns bons lábios carnudos.... e com poucos pelos não é rapadinha, mas não é muito peluda). Sou da zona de **********. Gostava de saber mais pormenores a teu respeito e tudo o que aches interessante revelar....adoro pormenores, tudo muito detalhado....e é claro responderei a todas as perguntas que quiseres fazer. Fico a aguardar resposta... QUERO UMA RESPOSTA TUA, ASSIM QUE ACABARES DE LER ESTE MAIL. É UMA ORDEMMMMM. Olá Joana A sua proposta vai ao encontro de uma fantasia que me persegue há muitos anos e que nunca tive a coragem de a concretizar. As histórias que teve a oportunidade de ler são fruto da imaginação... das fantasias... e do forte desejo de as concretizar. Sem dúvida que sinto um enorme desejo de me deixar dominar por uma mulher, obedecer às respectivas ordens e sujeitar-me, de forma totalmente submissa, aos seus caprichos e fantasias. Chamo-me António Manuel (Gregório Severino é a tradução do nome do protagonista da ``Vénus de Peles´´ de Sacher-Masoch!) e completei, há pouco, os 34 anos (nasci em 5 de Junho de 1968, sou do signo gémeos). Tenho sido muito saudável (pratico vários desportos: futebol, BTT e outros), ao nível das características físicas, tenho 1.73 metros de altura e cerca de 87 quilos de peso. Sou licenciado e tenho uma vida profissional estável no sector do ensino. É evidente que gostaria de viver uma situação Rainha/escravo (por isso a partir de agora peço-lhe humildemente autorização para a tratar por Ama). Gostaria que a Ama me brindasse com algumas palmadas fortes nas minhas nádegas. Sendo totalmente virgem neste tipo de relação terei de pedir à Ama que seja paciente. Julgo que o facto de ser uma iniciação só poderá contribuir para um aumento do gozo mútuo. A situação que mais sinto desejo é de sentar-me no seu colo e receber umas severas e merecidas palmadas, como se a Ama estivesse a lidar com uma criança mal comportada e, no final, ter de agradecer de joelhos o castigo que me aplicou, beijando-lhe as mãos, os pés, e todos os outros órgãos que me ordena-se. Para que me conheça melhor, devo dizer-lhe que desde criança, talvez a partir dos 10-11 anos, que me sinto atraído por estas situações de submissão. O que sempre mais me excitou foram as mulheres dominadoras. Talvez o facto de ter crescido em Coimbra numa casa que arrendava quartos a estudantes universitárias tivesse influenciado o meu imaginário. Recordo que durante as férias académicas me escondia nos quartos das estudantes e gostava de cheirar os sapatos que repousavam debaixo das camas ou acariciar os chinelos, imaginando que poderiam ser utilizados nas minhas nádegas. Mas na realidade nunca tive nenhuma experiência real neste campo. Ficaria muito grato se a Ama me relatasse uma experiência que já tenha vivido neste domínio. Tal como a Ama tenho a vertigem do pormenor. Fascinam-me os rituais preliminares ao castigo. As frases e os olhares trocados entre a Mistress e o submisso. A forma como o submisso se despe e arruma a roupa. O colocar o corpo na posição indicada para receber o castigo. As nádegas que se contraem de medo antes da primeira palmada. Também o agradecimento final pelo castigo que foi aplicado. Tenho um particular gosto pela ficção anglo-saxónica. Nomeadamente na forma fria e organizada como se aplicam os açoites. Cada palmada a seu tempo, aumentando sempre a intensidade ou mantendo sempre a mesma intensidade. Mesmo em termos históricos fascina-me a forma como os espancamentos eram administrados nos colégios ingleses pelas head-mistress (directoras) ou os castigos corporais na marinha inglesa. Também gostaria de saber se gosta de utilizar outros instrumentos para além das mãos? Posso dizer que as mãos fascinam. Quando estou na presença de alguém involuntariamente fixo o olhar nas mãos e imagino as palmadas que me poderiam aplicar. Mas para além das mãos que tipo de instrumentos poderia utilizar? Por exemplo: uma régua, um chinelo, uma palmatória, um cinto, uma cana? Uma dominadora americana Dana Specht (San Francisco) afirmava que via as nádegas da mesma forma que um pintor observa uma tela em branco antes do seu acto criativo. Um suporte onde vai imprimir a sua obra. A Ama concorda com esta opinião? Consideraria interessante encenar alguns jogos de cariz sadomasoquista. Imagino um conjunto enorme de situações que poderei relatar com mais pormenor num próximo contacto. Também estarei disponível para participar, na condição que entender, em convívios com outras senhoras, cavalheiros ou casais da sua relação. Se assim o preferir pode conduzir-me nesses encontros como seu escravo pessoal e comprometo-me a cumprir com todos os seus desejos. Estou receptivo a novas experiências e estou disposto a colaborar em todas as sugestões e fantasias da Ama. Se a Ama quiser pode levar-me a superar todos os limites. Cumprimentos muito submissos do seu já dedicado escravo António Manuel 25 de Junho de 2002 Olá António, em primeiro lugar PARABÈNS pelas 34 primaveras! Obrigada pela resposta, que muito gostei. Já tive duas situações de domínio, mas muito ``softs´´, onde além da humilhação verbal, de uns bons açoites, e de o fazer passear de trela, de me lamber e basicamente de me obedecer nada mais se passou, um escravo que muito me desiludiu, o que se vier a acontecer um futuro encontro conosco, espero não vir a ser desiludida. Esta situação de Rainha/escravo, sempre fez parte do meu imaginário, mas também ainda não tinha encontrado ninguém à altura, espero o ter encontrado agora. Uma regra fica já aqui bem explícita, não haverá perigo, será sempre falado do que irá acontecer e só acontecerá se ambos estivermos de acordo, não quero colocar ninguém em risco nem ser colocada, e se houver penetração só com preservativo. Eu sou do signo Capricórnio (16 de Janeiro), por isso um pouco dominadora por natureza. Vivendo tu na ***********, deslocas-te com facilidade a *******, ou não? Ou conheces algum local a meio caminho? Agradava-te a ideia de nos encontrarmos num Motel? Por enquanto não quero troca de telemóveis, quero sentir que respondes sempre aos meus mails o mais rápido possível, pois a obediência começa por aí, estares sempre disponível, para me responderes. Gostas que utilizem, durante o acto de humilhação, a humilhação verbal mais baixa que possa existir? Gostas que te toquem no cú? Adoro um bom rabo aberto, com aquele cúzinho para mim! Gostas de estar excitado e não teres ordem de te vir? De ficares de castigo até a tesão te passar? E por consequência te ser aplicado um castigo por desobediência? Gostavas de estar amarrado completamente à minha mercê? Gostarias que houvesse penetração, ou não? Preferirias vir-te com a excitação da situação de humilhação a que serias sujeito? Envia-me imagens de situações nas quais gostarias de ser o protagonista. Bem, penso que por agora tens TPC que chegue.... Continuo à disposição para fazeres as perguntas que quiseres. Penso que com estas respostas posso ficar a saber mais de ti... estou a preparar um dos relatos de uma das minhas dominações.... SE TE PORTARES BEM, para a próxima envio- te!!!!!! QUERO UMA RESPOSTA RÀPIDA escravo..... É UMA ORDEM DA TUA AMA.... Por cada hora que passe é um açoite que conta....podes preparar esse rabinho.... NUNCA TE ESQUEÇAS DA TUA CONDIÇÂO DE escravo e que estás aqui PARA ME SERVIR!!!!!!!! Joana Olá António, de novo! De manha quando enviei o outro mail, ficaram algumas respostas a perguntas que me fizeste, por isso, considera este um seguimento do anterior. Como já deves ter percebido eu trato-te por tu, e tu a mim sempre por Ama e por senhora, sempre que desejares perguntar algo, terás de primeiro pedir autorização primeiro. Eu sou Secretária de Direcção. És de que área de ensino? Adoro ter um menino mal comportado no meu colo, e aplicar-lhe um bom castigo naquelas nádegas virgenzinhas... Adoro que me agradeçam o meu empenho em tentar educá-los ... Então gostas da frieza anglo-saxónica, então é o que terás! Elucida-me sobre os castigos corporais na marinha inglesa. Adoro utilizar além das mãos, os sapatos que trago calçados depois de bem limpos pelo escravo, também adoro aplicar o cinto que normalmente o escravo traz nas calças, uma boa régua ajuda sempre a por na ordem qualquer menino mal comportado, e gosto sempre de ter preso à cintura ou perto de mim, um chicote ou uma vara mesmo que não o/a utilize, são sempre instrumentos de coação. Se gostares de mais algum é só dizeres, quero saber todas as tuas fantasias. Sim tenho de concordar com a dominadora americana que citas, as nádegas são um bom suporte onde vai imprimir a sua obra. Explicita melhor o que queres dizer com ``jogos de cariz sadomasoquista´´, conta-me tudo o que imaginas e relata-o com pormenores. No que se refere a experiências conjuntas, não sou muito receptiva a essas situações, pelo menos por agora, gosto de privacidade, e QUERO-TE COMO ESCRAVO, só para mim! No que se refere a levar-te a superar limites, diz-me como imaginas essas situações! Cumprimentos da tua AMA. Não te esqueças cada hora que passar, sem me enviares resposta é mais um açoite que levarás... Joana Li com enorme excitação os mails que a Ama enviou... Tenho de confessar que não me foi possível resistir... Tive a necessidade me masturbar... Sei que a Ama me poderá castigar duramente por o ter feito! Estou imensamente satisfeito pelo facto de Ama estar interessada em aceitar-me como seu escravo... espero poder agradecer pessoalmente de joelhos enquanto lhe beijo a sola dos sapatos. É com felicidade que verifico que aceita o encargo de me treinar como um ser verdadeiramente submisso que sou. Espero nunca desiludir a minha Ama. A minha obediência e submissão será total. Tenho respondido com algum atraso aos mails da Ama devido a obrigações profissionais que nesta altura do ano aumentam de intensidade e só tenho conseguido sentar-me ao computador durante a noite... É evidente que isto não serve de desculpa para o severo castigo que a Ama me irá aplicar devido a este atraso. A minha área de ensino é **************. Devo dizer-lhe que a minha principal fantasia é colaborar para cumprir todos os desejos e caprichos da Ama. Por isso estou disponível a aceitar todas as propostas da Ama. Em relação à humilhação verbal devo dizer-lhe que a Ama pode utilizar todo o vocabulário que considerar adequado. No que diz respeito à penetração do ânus. Nunca tentei, está por isso completamente virgem, o que não quer dizer que não possa ou não tenha vontade de tentar fazê-lo. É inegável que sempre senti uma enorme sensibilidade com a pressão de um dedo no ânus e no campo da fantasia sinto-me muito atraído por mulheres com didlos em situações de violações de homens. Sendo totalmente virgem neste tipo de ``actividade´´ terei de pedir à Ama que seja paciente. Num primeiro contacto poderia começar por ser penetrado por um pequeno e fino vibrador (talvez da grossura de um dedo) manejado pelas mãos sábias da Ama, depois de ter o ânus bem lubrificado. Seria o fim da virgindade do meu apertado ânus. Concordo plenamente com a Ama quando refere que não devo ter uma erecção ou uma ejaculação sem ter sido previamente autorizado pela Ama. E sempre que algo em contrário acontecer devo ser severamente açoitado. Também poderei ser amarrado. Desde que exista um ambiente de confiança mútua é algo que pode acelerar o prazer. Mas o facto de serem transmitidas instruções no sentido de não poder haver movimento durante a aplicação do castigo, sob pena de o agravar, é também muito excitante e importante para moldar a resistência e a capacidade de obediência do submisso. Tal como estar vendado em algumas situações permite o aguçamento de outros sentidos como o tacto e a audição. Quando a Ama refere penetração está a referir-se a um acto sexual com o seu escravo ou à penetração do ânus do escravo? Em qualquer das situações estou ao dispor dos desejos da Ama. Sou um escravo para todo o serviço que a Ama me desejar impor! Em relação a um possível encontro mais do que a questão geográfica preocupa-me a questão de agenda. Só a partir de do fim-de-semana de 6 e 7 de Julho é que passarei a ter algum tempo disponível. Posso deslocar-me a ********* mas preferia que nos encontrássemos na zona do ***************, por exemplo no Centro Comercial **********. Também é óptima a ideia de nos encontrarmos num Motel e a localização da *********** é perfeitamente possível. Atrevo-me a propor um contrato de submissão que pode ser alterado de acordo com as sugestões da Ama: Contrato de Submissão Que oferece escravo a Senhora Eu, António Manuel, comprometo-me a satisfazer sem reserva todos os desejos da minha Ama, a conformar-me com todas as suas ordens, a ser-lhe humildemente sujeito, a considerar qualquer prova de favor como uma graça extraordinária. A minha Dominadora pode não só espancar-me como seu escravo como lhe apetecer, para me punir dos mais pequenos delitos ou faltas, mas também têm o direito de me maltratar por capricho ou passatempo, como muito bem entender, eu sou sua propriedade absoluta. Em contrapartida a minha Ama compromete-se a tratar o seu escravo com a severidade e rigor próprios das personalidades dominadoras. Portugal, Julho de 2002 António Manuel Antes de me despedir julgo que num próximo contacto deveríamos definir algumas regras prévias ao encontro. Envio um primeiro articulado para a Ama reflectir. Apresento esta proposta e espero pelas sugestões da Ama. 1.º A relação Ama / escravo tem de decorrer num âmbito estritamente privado e de rigoroso sigilo. 2.º A possível penetração do meu ânus tem de ser feita em situação de perfeita segurança, com o ânus lubrificado (nem que seja o próprio escravo a efectuar essa tarefa). Os objectos que possam vir a ser inseridos no ânus não podem constituir um perigo para a saúde do escravo e têm de ter medidas aceitáveis para não causar danos. 3.º O escravo não pode ser obrigado a ingerir substâncias que possam ser danosas para a saúde. Por exemplo: a Ama pode urinar no corpo do escravo (incluindo a sua cara) mas não obrigá-lo a engolir essas substâncias. 4.º Os castigos aplicados ao escravo não podem deixar marcas nas partes visíveis do corpo: cara, mãos, braços e pernas. Com a excepção das nádegas, que a Ama pode castigar com toda a severidade que considerar necessária, as restantes zonas do corpo apenas podem ser alvos de castigos que não deixem marcas. 5.º Antes da sessão a Ama dará a conhecer ao seu escravo uma senha de segurança (uma palavra como perdão ou misericórdia) que quando pronunciada deve conduzir à suspensão, nem que seja apenas por breves momentos, da sessão. Cumprimentos submissos do seu escravo António Manuel 27 de Junho de 2002 Boa tarde escravo! Apesar de ter ficado irritadíssima, com a tua demora, em responderes aos meus mails, deste-me uma explicação aceitável! Mas não te irá valer de muito para a aplicação do castigo, como já te disse a tua servidão começa por responderes aos meus mails o mais rápido possível, mas até dia 7 de Julho serei um pouca mais paciente, mas a partir dessa data não ADMITO falhas a esse nível! Outra falta é, não me teres respondido a todas as questões que te coloquei no mail anterior, vou repeti-las! 1) Envia-me imagens de situações nas quais gostarias de ser o protagonista. (uma ou duas no próximo chega, pois estás com falta de tempo). 2) Elucida-me sobre os castigos corporais na marinha inglesa. 3) Explicita melhor o que queres dizer com ``jogos de cariz sadomasoquista´´, conta-me tudo o que imaginas e relata-o com pormenores. 4) No que se refere a levar-te a superar limites, diz-me como imaginas essas situações! Não te atrevas a armar-te em engraçadinho. Poderás continuar a fazer-me todas as perguntas e sugestões que quiseres, mas não te atrevas a não responder ou não me elucidares sobre qualquer coisa que eu te pergunte, isso pode demonstrar duas coisas ou não teres lido o mail com toda a atenção ou então estares a desobedecer-me de propósito à tua AMA, e tanto uma situação como outra são GRAVES!!! ESTÁ ENTENDIDO? QUEM TE DEU AUTORIZAÇÂO PARA TERES PRAZER Á CONTA DA TUA AMA? Sim por que pelo facto de te teres masturbado ao teres lido os mails, gozaste à minha custa! Mas demonstraste submissão ao teres-me relatado o facto! É sempre assim que eu quero que hajas, quando ficares com tesão, diz-me e quando em caso tiveres de necessidade te masturbar também EXIJO sabe-lo! Percebi que sentes algum receio, principalmente num primeiro encontro, de seres amarrado, compreendo, e fica desde já acordado que não acontecerá a não ser se assim o entenderes a amarração das mãos! Em relação a um possível encontro, uma vez que também me pareceu concordares, pode ser na zona da ******** e em princípio para mim dá-me mais jeito a um Domingo, e nunca antes de meados de Julho ou Agosto. Concordo na íntegra com o Contrato de Submissão e com as Regras Prévias! Em relação à penetração anal do escravo, numa primeira fase poderá ser unicamente com as mãos, mas se tiveres desejo de ser com plugs anais ou bolinhas chinesas ou outro qualquer objecto, é só dizeres, e como é óbvio sempre depois do ânus bem lubrificado. NUNCA ESQUECERÁS QUE FORAM AS MINHAS MÂOS AS PRIMEIRAS A ABRIR ESSE CÚ VIRGEM!!!!!!!!!! Envio-te uns endereços electrónicos de algumas sexshops, e poderás ver o tipo de acessórios que existem e as especificações de cada um deles, e veres se algum te interessa. www.exotikus.com / www.sensual-shop.com / www.iberctoys.web.pt / www.lojinha.pt.vu. Cumprimentos da tua AMA! NUNCA TE ESQUEÇAS DA TUA CONDIÇÂO DE escravo, ESTÁS AQUI PARA ME SERVIR!!!!! 28 de Junho de 2002 Boa tarde escravo! Pensavas que ias de fim de semana sem trabalhos de casa!!!!! Nem Pensar! Terás de me servir mesmo durante o fim de semana e terás mais tempo livre.....por isso trabalha para mim!!!! Vou transcrever alguns trechos das histórias que tu escreveste, quero que os comentes um a um, dizendo, o que é pura fantasia, e o que gostavas que acontecesse mesmo. Tendo sempre em presente o Contrato de Submissão e as Regras Prévias. Desenvolve mais dizendo-me na humilhação verbal por que outros nomes gostarias de ser tratado, como puta, porco, asno.... No caso do clister, querias mesmo que te fosse feito um? De qualquer das maneira no nosso primeiro encontro terás de fazer um, compra-se na farmácia e chama-se MICROLAX, podes te informar primeiro, mas é unicamente para limpar os intestinos, quando as pessoas têm prisão de ventre ou têm de fazer exames médicos, e na véspera do nosso encontro só deves ingerir alimentos leves, pois não quero esse intestino cheio de merda. Relata-me se gostarias da inversão de papeis, fazeres de mulher, limpar o pó, lavar a casa de banho...essas coisa! Bem já vais ficar algum tempo ocupado comigo! Quero saber como ficou esse caralho ao leres os mails e depois ao escreve-los! CONTA-ME TUDO!!!!!! BOM TRABALHO DE CASA!!! QUERO-O FEITO ATÉ Domingo à noite!!!!! Ó badalhoco, está na hora do banho... Fui conduzido a uma casa de banho espaçosa e moderna. Aí despiram-me, obrigaram-me a subir na balança e, depois, enfiaram-me numa banheira com água tépida que libertava uma mistura de odores perfumados. Várias mãos femininas esfregavam o meu corpo com variados sabonetes. Senti uma forte erecção que mereceu comentários abonatórios das minhas senhoras. Várias delas apalparam-me os testículos, como se tivessem a sentir-lhe o peso. O pénis e a glande também foram esfregados repetidamente por todas as jovens. Não sei como consegui evitar a ejaculação. Pediram-me para me colocar de costas apoiado sobre os joelhos e com as nádegas viradas para o ar. Senti que um líquido frio me escorria para o ânus. A esta sensação agradável seguiu-se uma dor lancinante com a penetração. Tentei libertar-me mas estava sujeito por várias mãos. Verifiquei que era a Irene que com luvas assépticas fazia deslizar dois grossos dedos pelo meu virgem ânus. Todas as oito jovens calçavam dessas luvas e, cada uma por sua vez, com os dedos: dois, três e mesmo quatro forçaram o meu ânus abrir. Senti-me violado. Encorajavam-se umas às outras, com ditos escabrosos: - Fode-o bem... isso... vai até ao fundo... mais rápido agora... tenta mais um dedo... isso... o porco até está a gostar... não páres... acelera... tenta mais fundo... Quando me tentava mover recebia uma ou mais palmadas violentas no dorido traseiro. Ana, que parecia deter a máxima autoridade nesta casa, foi a última a penetrar o meu ânus. Mas utilizou um grosso dildo de cor negra que me ia rebentando as entranhas. Enquanto empurrava esse maldito objecto, insultava-me com gritos histéricos: - Quieta... sua puta (risos)... quieta, já disse... abre-te mais... vou-te rebentar com o rabo, minha querida (risos)... Fui retirado da banheira em peso e colocado sobre um fofo tapete na casa de banho. Com um pé sobre a minha cara a Raquel obrigou-me a estar com a cabeça encostada ao chão. Pelos diálogos percebi que preparavam um clister. Novamente a Ana enfiou a ponta de borracha através do esfíncter e, imediatamente, senti o ventre a crescer. ********* Abanando o que me parecia ser um avental em tons de amarelo: - Deves ficar muito elegante com esta indumentária. ********* - Despe-te... Vais começar por me chupar todos os dedinhos dos pés e depois vais subindo conforme eu te ordenar. Iniciei a minha tarefa beijando com verdadeiro prazer os pés maravilhosamente tratados da minha senhora. Uns pés compridos e macios, com as unhas curtas e bem tratadas. - Vai beijando o resto das pernas... E dizendo isto foi beijada ardentemente nos lábios pela Raquel que lhe aflorava com a ponta dos dedos o pescoço: - Lambe as coxas... Lambe... Meu suinosinho... Ah ah ah ah ah ... Sentia cada vez mais próximo o calor e o odor intenso da sua vagina. - Agora com cuidado e devagarinho titila o clitóris... Assim... ahhhhh... Faz círculos com a tua língua... Isso assim im im im... ahhhhhhh... Regia gradualmente com maiores gemidos aos avanços da minha língua - Chupa agora ... Chupa agora o clitóris com os teus lábios... Bom... Bom om om om om om om om... uiiii Já sentia alguns dos líquidos agridoces a inundarem-me a boca. - Vamos... Fode-me com a língua... Passa a tua língua pelas paredes da minha cona... Mais fundo... Não quero que percas uma gota do meu leitinho ... Bebe todo... Todo... uiiiii AH AH AH... ************* comecei a lamber o ânus devagar enquanto ela me segredava com uma voz sonolenta - Mete mais a língua... Mais... Quero o meu ânus bem chupadinho.. ******** Preciso de um homem a sério e não deste aborto... Disse, virando-se de costas e dirigindo-se à janela da cozinha. Depois voltando-se repentinamente: - Ajoelha-te estúpido... ****** - Dona Carla, por favor castigue-me com uma valente sova... Pois eu mereço ****** A médica fez à enfermeira um sinal com a palma da mão que, inicialmente, não compreendi. Mas que fiquei a perceber quando a enfermeira me aplicou uma palmada sonora no traseiro - E esta... doeu? - ...Nada. Respondi surpreendido e confuso. A enfermeira com movimentos bruscos despojou-me das calças e cuecas. Não ofereci qualquer resistência. - Agora não se mexa sem a minha autorização. Advertiu a médica com um tom agressivo. - Vamos castigá-lo por nos ter vindo importunar sem qualquer motivo urgente. Nisto, abriu a gaveta da secretária de onde retirou uma palmatória de madeira, semelhante a uma raquete de ping-pong, só que com o cabo mais cumprido, e entregou-a à sempre sorridente, e agora diligente, enfermeira. - Levante os joelhos... ofereça o seu traseiro às palmatoadas da senhora enfermeira. Obedeci prontamente e a enfermeira não esperou mais tempo. Levantou o braço e fez cair a palmatória com estrondo nas minhas assustadas nádegas. Com tanta força que não consegui reprimir um grito agudo. Enquanto a enfermeira repetia este movimento, com uma violência crescente, a médica dizia calmamente: - Não se atreva a mexer... está a ser castigado. ... Faz o favor de não gritar senão terei de lhe colocar uma mordaça ... olhe que eu cumpro sempre as minhas ameaças. ********** Terminada a aplicação das vinte prometidas palmatoadas a médica, com o termómetro seguro na sua mão direita ameaçou: - Vou verificar se tem temperatura. Descontraia o ânus senão pode ser doloroso. ******** O meu pénis foi manipulado pelas mãos experientes da enfermeira. A médica, apenas com a bata vestida, sentou-se em cima da minha cara. Senti o calor e o cheiro intenso da sua vagina. - Vai fazer-me um belo minete... quero que essa língua trabalhe bem ... isso... fode-me com a língua... vai mais fundo... isso... isso... não pares... continua... mais fundo... ahhhh ahhhhhhh ********** Por alguns instantes no minúsculo gabinete só se ouvia o som das palmadas no meu traseiro... trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás ... - Levante-se... agora de joelhos agradeça o tratamento que lhe apliquei. - Sim senhora. Respondi inocentemente, recebendo de seguida uma estrondosa bofetada no rosto. - Senhora doutora se faz favor... parece que ainda não aprendeu ... sente-se no colo da senhora enfermeira. São necessárias mais algumas palmadas para ser mais educado. Cumprimentos da tua AMA!!!! Boa noite Ama Vou-me esforçar para que não volte a ficar irritada com o seu escravo que, acredite, é verdadeiramente dedicado e que em cada contacto que se estabelece mais a admira como sua Senhora e Ama. Vou tentar ser mais objectivo nos esclarecimentos que a Ama exige. Em relação às imagens eu gosto particularmente de visitar de alguns sites para as recolher e onde a Ama se pode inspirar: www.auntiejennifer.com; www.ziaclaudia.net; www.Women-Spanking-Men.com; www.fetishchoice.com; www.Mistress-Morgan.com; www.thespankingpage.com; www.planetfemdom.com; www.strictwomen.com; www.owk.cz; www.womenwhospank.com; www.blisteredbutts.com; www.femdomextreme.cz; www.nu-westleda.com; www.realspankings.com; www.hotspankings.com; www.spanking.com; www.abigail.domination.com; e muitos outros que se podem consultar a partir dos links que estas páginas estabelecem. Existem sites especializados na violação de homens por mulheres dominadoras: www.straponchicks.com; users.sexyboards.com; www.montreal-amateurs.com; www.straponsexsations.nu; www.MadameM.com; www.sexfreakgirl.com e muitos outros a partir da pesquisa da palavra strapon. Os castigos corporais na marinha inglesa eram decisões de um capitão de um barco de forma a punir faltas de subordinados. O que considero interessante nesses relatos eram os rituais que antecediam o espancamento com a cana ou com o chicote. Era lida a sentença em voz alta, o marinheiro era amarrado numa posição em que as nádegas ficavam completamente expostas e o castigo era aplicado com bastante violência perante toda a tripulação. O número de açoites era contado em voz alta. Era muito semelhante aos castigos aplicados nos colégios ingleses, com a diferença, normalmente, estes eram aplicados no gabinete do director ou da directora. A Ama sabia que actualmente existe um movimento de pais e professores que pretendem restabelecer a prática dos castigos corporais em colégios particulares ingleses? Os jogos de cariz sadomasoquista são as situações que se estabelecem numa relação entre uma dominadora e um submisso. Os pormenores das situações que imagino estão explicitados nas histórias que escrevi. Quando refiro que a Ama me pode conduzir à superação dos limites estou a pensar na hipótese de a Ama conseguir ultrapassar as minhas próprias fantasias ou seja, que a Ama seja capaz de me conduzir a situações que eu não tinha imaginado ou mesmo que eu considerasse não ser capaz de suportar. Fico satisfeito com o facto de a Ama concordar com as regras de segurança que sugeri. Queria voltar a referir que se tratam apenas de sugestões que podem ser flexibilizadas de acordo com a vontade superior da Ama. Estava com um certo receio que a Ama considerasse estas minhas sugestões como um abuso da minha parte ... obrigado Ama. No que diz respeito a um possível encontro na Batalha, um Domingo, em meados de Julho ou Agosto, é perfeitamente viável. Poderíamos marcar o encontro por volta da hora de almoço para nos conhecermos melhor e depois dirigirmo-nos a um motel onde a Ama se pudesse servir do seu escravo como bem entendesse. Vou seguir as ordens da minha Ama e visitar os sites que indica, mas preferia que fosse a Ama a decidir, na sua alta sabedoria, quais os acessórios a utilizar para romper a virgindade do meu ânus ... levando em conta a necessidade de não provocar lesões ... Relacionado com a última situação vem o clister. Eu nunca fiz um clister mas confio inteiramente na Ama que afirma ser seguro ... obedecerei ... Quanto à humilhação verbal a Ama pode tratar-me como entender ... pode chamar-me de porco e mandar grunhir ou tratar-me como um animal de estimação ... pode tratar-me como uma puta ou como um prostituto às suas ordens. No caso de a humilhação verbal não agradar à Ama porque a esgota e a distrai do prazer pode limitar-se a dar ordens firmes ou a fazer gestos e castigar-me em silêncio. Neste aspecto, como em todos, a Ama vai agir como lhe der maior prazer. Pela minha parte não sinto a necessidade de se estabelecer qualquer limite à humilhação verbal ... Poderei realizar todos os trabalhos domésticos que a Ama ordenar. Posso comportar-me como uma mulher a dias ... Não tenho fetiche por roupas femininas mas se agradar à Ama posso usar todo o tipo de roupa que a Ama ordenar. Fica totalmente ao critério da Ama ... saberei comportar-me muito obedientemente qualquer que seja a exigência. Passarei agora a comentar as passagens dos meus contos sadomasoquistas. Em primeiro lugar devo confessar-lhe que se tratam de um espelho da alma. São estas fantasias de submissão que me perseguem desde criança. Resolvi passar a escrito estes sonhos molhados porque eram os que mais recorrentemente me interpelavam. As três histórias tiveram motivações diferentes. ``Uma noite nas urgências´´ está relacionado com uma ida às urgências do hospital da Universidade de Coimbra por ter sofrido uma queda durante um jogo de futebol e ter ficado com uma ligeira impressão na zona das costelas. Fui atendido por uma jovem médica e por uma enfermeira, com características físicas semelhantes às que descrevo na história. Mas a partir daqui tudo foi imaginação e desejo não concretizado. ``A mulher a dias´´ está relacionada com uma mulher a dias, muito voluntariosa, que fazia serviço na casa dos meus pais e que se chamava dona Margarida (no conto dei-lhe o nome de Carla). Mais uma vez a descrição física é exacta mas apesar da sua figura robusta povoar os meus sonhos nada mais se passou ... ficou novamente o desejo ... A ``república feminina´´ está relacionado com o menu universo de criança e adolescente em que os meus pais alugavam quartos a estudantes universitárias e eu sonhava diariamente que me tornava no seu escravo objecto. As cores que refiro estão relacionadas com as cores tradicionais das diversas faculdades e a única verdade é como termina a história ... foi verdadeiramente um sonho ... Eu gostava que a Ama compreendesse que nestas histórias eu situo-me sempre num plano da utopia, da fantasia e do desejo ... tenho imensa vontade de concretizar estas fantasias ... mas, ao mesmo tempo, sinto um certo receio com a prática destes desejos. Por exemplo, eu acho que poderei aguentar uma severa sova nas nádegas mas não conheço na prática a minha resistência ... até onde vai a minha resistência à dor. Não tenho dúvida que sou um submisso, não tenho qualquer dúvida sobre o prazer psicológico da submissão, não tenho qualquer dúvida sobre o desejo de passar à prática estas fantasias .. mas os efeitos físicos da submissão não os conheço ... qual é a sensação física de duas nádegas a latejar? ... como é a sensação de sentir o ânus a ser alargado? em suma qual é prazer físico da recepção da dor? Com as namoradas que tive até hoje nunca senti a coragem de abordar este assunto nas primeiras vezes em que tínhamos relações sexuais. Só passado algum tempo e na cama ... já durante os preliminares lhes dizia que uns bons açoites me excitariam ainda mais. Todas elas revelavam um certo constrangimento e aceitavam dar uns açoites sempre extremamente leves, algumas riam de forma despropositada, outras faziam comentários do género ``estou a aleijar-te?´´. Mas nunca descobri em nenhuma delas uma verdadeira paixão pelo spanking, um gosto pela dominação. Considero-me por isto completamente virgem numa relação de dominação, numa relação que consista na obediência e na aplicação de verdadeiros castigos corporais. Também nunca recorri a profissionais porque considero que este género de relação só pode acontecer entre duas ou mais pessoas que tenham verdadeiramente prazer na situação de domínio ou obediência. Depois destas confissões, que só a Ama conhece, vou passar a comentar as diferentes passagens dos contos. ``Ó badalhoco, está na hora do banho... Fui conduzido a uma casa de banho espaçosa e moderna. Aí despiram-me, obrigaram-me a subir na balança e, depois, enfiaram-me numa banheira com água tépida que libertava uma mistura de odores perfumados. Várias mãos femininas esfregavam o meu corpo com variados sabonetes. Senti uma forte erecção que mereceu comentários abonatórios das minhas senhoras. Várias delas apalparam-me os testículos, como se tivessem a sentir-lhe o peso. O pénis e a glande também foram esfregados repetidamente por todas as jovens. Não sei como consegui evitar a ejaculação. Pediram-me para me colocar de costas apoiado sobre os joelhos e com as nádegas viradas para o ar. Senti que um líquido frio me escorria para o ânus. A esta sensação agradável seguiu-se uma dor lancinante com a penetração. Tentei libertar-me mas estava sujeito por várias mãos. Verifiquei que era a Irene que com luvas assépticas fazia deslizar dois grossos dedos pelo meu virgem ânus. Todas as oito jovens calçavam dessas luvas e, cada uma por sua vez, com os dedos: dois, três e mesmo quatro forçaram o meu ânus abrir. Senti-me violado. Encorajavam-se umas às outras, com ditos escabrosos: - Fode-o bem... isso... vai até ao fundo... mais rápido agora... tenta mais um dedo... isso... o porco até está a gostar... não páres... acelera... tenta mais fundo... Quando me tentava mover recebia uma ou mais palmadas violentas no dorido traseiro. Ana, que parecia deter a máxima autoridade nesta casa, foi a última a penetrar o meu ânus. Mas utilizou um grosso dildo de cor negra que me ia rebentando as entranhas. Enquanto empurrava esse maldito objecto, insultava-me com gritos histéricos - Quieta... sua puta (risos)... quieta, já disse... abre-te mais... vou-te rebentar com o rabo, minha querida (risos)... Fui retirado da banheira em peso e colocado sobre um fofo tapete na casa de banho. Com um pé sobre a minha cara a Raquel obrigou-me a estar com a cabeça encostada ao chão. Pelos diálogos percebi que preparavam um clister. Novamente a Ana enfiou a ponta de borracha através do esfíncter e, imediatamente, senti o ventre a crescer.´´ Trata-se de uma cena de violação de um homem por várias mulheres. Evidentemente que me excita pensar nesta situação que inclui a penetração do ânus com os dedos e com o didlo acompanhado de humilhação verbal e de inversão de papeis. É evidente que gostaria de concretizar esta situação mas com já referi apelo para que a Ama compreenda que o meu ânus é completamente virgem e que o seu alargamento deverá ser progressivo ... ``Abanando o que me parecia ser um avental em tons de amarelo: - Deves ficar muito elegante com esta indumentária.´´ Como já referi não tenho especial fetiche pelas roupas mas estou ao dispor da Ama para vestir todo o tipo de guarda-roupa que lhe dê prazer. ``- Despe-te... Vais começar por me chupar todos os dedinhos dos pés e depois vais subindo conforme eu te ordenar. Iniciei a minha tarefa beijando com verdadeiro prazer os pés maravilhosamente tratados da minha senhora. Uns pés compridos e macios, com as unhas curtas e bem tratadas. - Vai beijando o resto das pernas... E dizendo isto foi beijada ardentemente nos lábios pela Raquel que lhe aflorava com a ponta dos dedos o pescoço - Lambe as coxas... Lambe... Meu suinosinho... Ah ah ah ah ah ... Sentia cada vez mais próximo o calor e o odor intenso da sua vagina. - Agora com cuidado e devagarinho titila o clitóris... Assim... ahhhhh... Faz círculos com a tua língua... Isso assim im im im... ahhhhhhh... Regia gradualmente com maiores gemidos aos avanços da minha língua - Chupa agora ... Chupa agora o clitóris com os teus lábios... Bom... Bom om om om om om om om... uiiii Já sentia alguns dos líquidos agridoces a inundarem-me a boca. - Vamos... Fode-me com a língua... Passa a tua língua pelas paredes da minha cona... Mais fundo... Não quero que percas uma gota do meu leitinho ... Bebe todo... Todo... uiiiii AH AH AH... ************* comecei a lamber o ânus devagar enquanto ela me segredava com uma voz sonolenta - Mete mais a língua... Mais... Quero o meu ânus bem chupadinho´´ Estas duas passagens estão relacionadas com o prazer que pode ser proporcionado pela acção da língua em zonas erógenas do corpo. A Ama pode utilizar-me como seu escravo sexual e ordenar para eu lhe lamber os pés, a vagina e o ânus. Em qualquer destes aspectos tenho de confessar que já experimentei e agrada-me imenso sentir os odores da vagina, lamber de forma ritmada o clitóris em movimentos circulares, verticais e horizontais da língua, chupar o ânus e penetrá-lo com a língua ... tudo isto me dá um enorme prazer. Mais ainda se a Ama estiver de cócoras sobre a minha cara e me for ordenando para chupar e lamber. Nesta situação o facto de eu estar amarrado ainda pode aumentar mais o prazer. Também considero extremamente excitante que a Ama queira esfregar a vagina e ânus na minha cara. Considero ser fundamental o escravo engolir todos os líquidos expelidos pela Ama. No caso de haver penetração considero fundamental que a Ama obrigue o seu escravo no final a limpar totalmente a sua vagina com a língua. Outra cena que nunca descrevi mas que me agrada é limpar com papel higiénico o ânus da Ama depois de fazer as necessidades e confirmar que ficou bem limpo passando depois a língua e chupando o ânus. Considero a obrigação de chupar o ânus como uma das situações simbolicamente mais humilhantes e, por isso, de maior prazer. ``Preciso de um homem a sério e não deste aborto... Disse, virando-se de costas e dirigindo-se à janela da cozinha. Depois voltando-se repentinamente: - Ajoelha-te estúpido...´´ Trata-se de humilhação verbal e de ordenar uma posição submissa como estar de joelhos ... sou completamente a favor. ``- Dona Carla, por favor castigue-me com uma valente sova... Pois eu mereço´´ Parece-me extremamente excitante ser o próprio escravo a solicitar à sua a Ama que o castigue com severidade porque merece. Também considero interessante a situação em que quem aplica o castigo profere frases deste género custa-me muito castigar-te mas tu sabes que mereces e que é para o teu bem .... Outra situação que me excita é acarinhar o escravo no final de um castigo, por exemplo fazer-lhe festas na cabeça enquanto chora dizendo palavras como já passou ... tu sabes que eu fui obrigada a castigar-te devido ao teu comportamento ... pronto ... pronto não chores mais .... Assim como considero fundamental que o escravo agradeça a sova que lhe foi infligida, por exemplo beijando a mão que o açoitou ou beijando os pés da sua Ama ... ``A médica fez à enfermeira um sinal com a palma da mão que, inicialmente, não compreendi. Mas que fiquei a perceber quando a enfermeira me aplicou uma palmada sonora no traseiro - E esta... doeu? - ...Nada. Respondi surpreendido e confuso. A enfermeira com movimentos bruscos despojou-me das calças e cuecas. Não ofereci qualquer resistência. - Agora não se mexa sem a minha autorização. Advertiu a médica com um tom agressivo. - Vamos castigá-lo por nos ter vindo importunar sem qualquer motivo urgente. Nisto, abriu a gaveta da secretária de onde retirou uma palmatória de madeira, semelhante a uma raquete de ping-pong, só que com o cabo mais cumprido, e entregou-a à sempre sorridente, e agora diligente, enfermeira. - Levante os joelhos... ofereça o seu traseiro às palmatoadas da senhora enfermeira. Obedeci prontamente e a enfermeira não esperou mais tempo. Levantou o braço e fez cair a palmatória com estrondo nas minhas assustadas nádegas. Com tanta força que não consegui reprimir um grito agudo. Enquanto a enfermeira repetia este movimento, com uma violência crescente, a médica dizia calmamente: - Não se atreva a mexer... está a ser castigado. ... Faz o favor de não gritar senão terei de lhe colocar uma mordaça ... olhe que eu cumpro sempre as minhas ameaças.´´ É uma situação típica de spanking utilizando a mão ou a palmatória. É central na minha fantasia o castigo severo das minhas nádegas com a mão ou com outros instrumentos. Um castigo poderoso. Tenho várias posições preferidas. Deitado nos joelhos da Ama, deitado com a Ama sentada nas minhas costas, de pé a agarrar os tornozelos, dobrado num braço de sofá, com o tronco inclinado sobre uma mesa ou cadeira parecem ser as melhores posições. Também deitado na cama com algumas almofadas a levantarem a zona das nádegas. Mas neste ponto julgo que o essencial é que as nádegas se apresentem de forma totalmente confortável e na sua total amplitude ao castigo. Julgo que este acto de colocar as nádegas na melhor posição de receber o castigo é dos rituais mais excitantes. E também depois de o castigo ter o seu início, mesmo que uma palmatoada mais forte as faça palpitar e encolher, devo ser obrigado a oferecer novamente em toda a sua a amplitude as nádegas à próxima palmada ou reguada. A Ama pode obrigar-me a um rigoroso silêncio, que tentarei cumprir dentro das minhas forças ou pode permitir que possa emitir queixumes como aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii ou uiiiiiiiiiiiiiiiiiii . A Ama pode também ordenar que conte em voz alta as palmadas ou reguadas que queira aplicar. Permita-me que lhe fale de um instrumento que muito me excita: o chinelo. Segundo tenho lido os chinelos femininos com uma camada fina de plástico ou as havaianas de borracha se aplicadas com bastante força são extremamente dolorosos ... gostaria de experimentar quais os estragos de um chinelo feminino no meu traseiro. ``Terminada a aplicação das vinte prometidas palmatoadas a médica, com o termómetro seguro na sua mão direita ameaçou: - Vou verificar se tem temperatura. Descontraia o ânus senão pode ser doloroso.´´ Esta ideia de dar conselhos quando se prepara para violar o ânus de um homem também me agrada. Por exemplo ``relaxa senão vai ser pior para ti ... isso relaxa bem esse ânus ...´´. Quanto ao objecto em causa não parece ser muito doloroso por ser fino. ``O meu pénis foi manipulado pelas mãos experientes da enfermeira. A médica, apenas com a bata vestida, sentou-se em cima da minha cara. Senti o calor e o cheiro intenso da sua vagina. - Vai fazer-me um belo minete... quero que essa língua trabalhe bem ... isso... fode-me com a língua... vai mais fundo... isso... isso... não pares... continua... mais fundo... ahhhh ahhhhhhh´´ Já referi o imenso prazer que sinto em lamber uma vagina ... ``Por alguns instantes no minúsculo gabinete só se ouvia o som das palmadas no meu traseiro... trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás ... - Levante-se... agora de joelhos agradeça o tratamento que lhe apliquei. - Sim senhora. Respondi inocentemente, recebendo de seguida uma estrondosa bofetada no rosto. - Senhora doutora se faz favor... parece que ainda não aprendeu ... sente-se no colo da senhora enfermeira. São necessárias mais algumas palmadas para ser mais educado.´´ Novamente o castigo físico que considero tão excitante seguido do agradecimento do escravo. Em relação aos estalos na cara podem ser aplicados desde que não provoquem nódoas negras ... estas ficam reservadas para o rabinho que espero a Ama castigue com toda a severidade que considerar necessária. Espero que a Ama fique satisfeita com o meu trabalho de casa. Vou deitar-me e antecipar o nosso encontro ..estou excitadíssimo ... terei de confessar antecipadamente que mais uma vez me vou masturbar e antecipadamente confesso esta situação à Ama. Por fim envio uma foto minha na praia da Tamargueira espero que a Ama não fique desiludida. Espero que não me considere um abusador por lhe pedir que me envie uma foto da Ama. Cumprimentos muito submissos do escravo António Manuel continua...