Back to Browse
O corpo da mulher se encontrava preso numa parede à correntes grossas que lhe tolhiam os movimentos, seus pés também se encontravam atados a tornozeleiras cravados no chão. O quarto era uma alcova fria e escura, o controle da temperatura feito por um potente ar condicionado. Era iluminado por uma especie de archotes modernos que dava a impressão de meia -luz. Na verdade, era um lugar aterrador!!! Ela era uma cadelinha desobidiente... sua alma sempre fora de submissa, só precisou encontrar um senhor que deixasse aflorar nela, e ela tinha descoberto ou fora descoberta ... rsss Ela tentara fugir ao seu destino, forçando um pouco as correntes, mexendo os pés, mas estava atada firme a elas, e para piorar havia o escuro, destestava o escuro !!! Era como está envolta numa nuvem densa o que acelerava o seu desepero, sabia que sua punição estaria à altura de seu deslize. O DONO é bom, paciente, gosta de ensinar, mas mesmo sofrendo não hesita em punir quando sua cadela merece. Tem que mantê-la no rumo, perfeitamente adestrada, pula, ela pula ... deita e ela deita.... ajoelha e ela ajoelha ... quieta aos seus pés e ela obedece aos seus comandos sem pensar, alma e corpo dele, sempre !!! Neste momento seu coração falha uma batida, ela ouve o click da porta, ouve os passos de seu SENHOR e procura ficar de cabeça baixa. Ela consegue vislumbrar os pés dele, os dedos, as unhas curtas, a panturilha ..ai adorava aqueles pés !!! Ela se estica toda, querendo um carinho, na verdade quer roçar o corpo no dele, não pode!!! As correntes e o olhar do DONO a proibem. - Quieta, cadela vadia! - Diz o DONO sêco e frio. Ela chega a estremecer, doía ver o DONO zangado!!! Ele tinha um canil, outras cadelas ... ela era apenas sua propriedade, mais uma !!! Para seu uso e prazer !!! Fica quieta, imóvel, quase sem respirar, o DONO passa ao redor dela devagar. Ela sente o cheiro dele, a raiva fria no movimento do corpo. DONO levanta a cabeça dela e apuxa para bem perto do rosto. - Quem te mandou olhar para mim CADELA? Ela baixa o rosto submissa... - Tá com medo? - Pergunta frio. Ela olha para ele, seu corpo estremece, não sabe o que responder ... - Não, não estou com medo ... - Devia ter !!! - Diz o DONO frio. Ele força o corpo dela para o chão e faz ajoelhar, depois coloca o pé em cima dela e a pisa ... encostando o corpo da cadela no chão. Ela sente o corpo no chão frio, está nua, com fome, com sede, desde a noite anterior (tinha passado a noite toda acorrentada). Não tinha noção de que horas eram, só sabia que ainda passaria muito tempo, antes de saciar a raiva do DONO, e esperava que seus limites fossem suficientes para aplacar sua ira. Ela continuava lá deitada, com as correntes a incomodando .. ele abriu as tornozeleiras, óbvio que não para facilitar a vida dela e sim para viabilizar algo que porventura desejasse fazer. Ela tomou um susto , ele sentou em cima dela, DONO era pesado, mas ela adorava senti-lo. Ele puxou ela pelos cabelos, a cabeça voltada para trás, ela abriu os lábios sedenta, queria beija-lo, mas sabia que não podia. - Pensou que eu ia beija-la, minha puta??? Ela tentou disfarçar o desejo, mas seu rosto a traia e seu DONO a conhecia bem e viu a resposta, antes de ela esconder a mensagem. Ela baixou os olhos com recato. Ele sorriu - Sim , pensou !!! Mas, não é isso que vai acontecer. E em seguida, começou a deslizar o chicote pelo corpo dela e abriu suas pernas se deu-lhe tres vergastadas na vagina, os olhos dela ficaram cheios de lágrimas. - Doeu ??? - Indagou sádico. - Não .. - Respondeu ela, com a dor nublando seus olhos. - Não? E de surprêsa deu-lhe de novo , mais três varadas. O púbis da cadela chega a ficar inchado... - Doeu??? - Indagou sério. Ela não cometeu o mesmo erro de antes... - Doeu. - respondeu quase soluçando. - AGUENTE! A dor era um limite que aprendera a superar pouco a pouco, suportaria qualquer dor, menos ficar semo DONO, essa superaria em sofrimento qualquer outra dor.O DONO a puxou novamente, a fêzficar de pé, dessamarrou as correntes, ela ficou parada esperando, sabia que ainda não terminara. - Você foi uma cadelinha muito má, rebelde! - Falou o DONO. Ele a trouxe para junto do rosto, a fez abaixar novamente. Ela queria falar, estava com sede, os lábios estavam secos, ela ousou pedir. - Amado DONO, eu estou com sede. Ele fechou ainda mais o semblante ... - Tá com sede? Vou deixar você beber, embora não mereça. - Sorriu o SENHOR. O DONO colocou o falo entre os lábios dela e disse: - BEBA!!! A cadela começou a acaricia-lo, lentamente... seus olhos cintilavam ante a perspectiva de está assim intimamente com o seu SENHOR. Seu pau era lindo! Clarinho com a glande rosada, ela ia deslizando a língua ao longo dele, dando-lhe pequenos chupóes e o deixando cada vez mais excitado e duro, começou a sair de sua cabeça uma gôta translúcida e o pênis ficou mais duro ... Ela o colocou na boca e começou a sugar, chupar, beijar ... Ela sentia o pau estremecer e dar pulinhos em sua bôca, estava quase gozando, quando o DONO falou. - Não goze, se o fizer sem a minha autorização, irei puni-la mais duramente. Ela continuou a chupar e começou a se controlar, não gozaria!!! Já tinha aprenddido a controlar, no inicio era muito complicado, mas agora, se o DONO não permitia, ela não podia!!! Ela sentiu o primeiro jato espesso do gozo dele dentro da bôca, continuou a chupá-lo com mais entusiasmo e aproveitou e o bebeu .. todo cada gôta, os jatos se sucediam e ela os sorvia ... - BEBA, cadelinha ..Pode beber tudo, não estava com sede??? Aproveite. - Sussurrou o DONO. Ele saiu da bôca dela e ela continuou aos seus pés a postos ... Depois ele a puxou pela guia em direção há um tronco no centro da masmorra, onde a colocou novamente amarrada. - Pensou que tinha acabado? Voce me deixou envergonhado perante os outros dons, eles disseram que eu não a tinha adestrado direito... Você é uma cadela vadia .. e eu não sou um bom dom. - Perdão, meu SENHOR! Perdoe sua cadela! - suplicou ela. - Acho que vou joá-la na SARJETA... para você era melhor que eu agisse assim!!! O coração dela acelerou, ela não queria perde-lo. Ele levantou o rosto dela, bem rente ao seu e disse, frio olhando nos olhos dela: - Ok. Vou lhe dar outra chance, sirva-me com dedicação redobrada que eu em breve te perdoarei. - Obrigado, SENHOR!!! - agradeceu ela. - Agora QUIETA!!! - ordenou ele - Não fale mais, entendeu??? - Sim, meu SENHOR! - Respondeu ela. - CALADA!!! Eu não tinha tido que não podia falar??? Ela olhou para ele, mas não caiu no mesmo erro de responder ... O DONO sorriu, ela tinha entendido. Ele começou a passar a mão no corpo dela, apertando, beliscando um pouco ... - Vadia, minha puta.... - dizia o DONO. Ele começou a pasar o chicote pelo corpo dela, deu-lhe uma chibatada no bumbum, ele ficou vermelho ... Ela se retraiu ... - Agradeça ... - Obrigado, SENHOR AMADO ... Ele bateu de novo, outro vergão na outra nádega... - Obrigado, meu DONO - Agradeceu ela ofegante de dor. O DONO bebia a dor que ela oferecia a ele. O som do chicote no bumbum dela, era fascinante, era uma música orquestrada por ele .. e sua cadela, o dócil instrumento. - Peça mais, diga que me ama ... - Adoro o SENHOR, preciso de mais ... Ele bateu, mais umas seis vezes, ao todo foram 8 chibatadas e ao término delas o corpo da cadela estava recoberto de suor gelado ... O DONO se aproximou dela de novo, e perguntou: - Gostou minha putinha??? Ela olhou para ele cansada, mas disse: - Sim, amado ... Obrigado por ensinar sua cadelinha, gostei. - Ainda não acabou, tem mais ... - Falou o mestre. Ele puxou -lhe a cabeça para trás, deu-lhe um beijo na boca como se a estivesse devorando. - Não goze, não te permito isso. Ele se afastou um pouco e a deixou sozinha, no escuro. Logo depois o SENHOR voltou com um candelabro nas mãos, trazia uma linda vela vermelha ... A cadela sentiu seu coração falhar uma batida ... - É para você, minha cadela vadia ... Ela fez que não entendia, e ousou perguntar. - O que AMO AMADO ??? Ele ficou sério e disse: - A vela é para você minha puta, vou acender e pinga-la e você vai agradecer!!! Ele acendeu e ela ficou a espera, sabia que podia confiar no DONO, ele não ia estragar a propriedade ... O primeiro pingo atingiu a altura do púbis, doeu ... - Um, Obrigado, meu DONO!!! Outro, dessa vez no seio ... - Dois, Obrigado AMADO. Outro, no outro seio ... - Três, obrigado SENHOR !!! E ao todo foram 10 pingos. Ela continuava de cabeça baixa, amarrada ... Toda marcada de vela, no púbis, nos seios, vermelha no bumbum, com pequenos vergões de chicote, suada, com o cabelo meio grudado no pescoço ... O DONO observou todo esse quadro, a capacidade de moldar o corpo de sua cadela ... Ele foi ficando excitado, começou a acariciar a cadela, os cabelos, o colo, os seios... Ela ia ficando excitada e aproximava o corpo das mãos dele ... buscando carinho como a cadelinha adestrada que era. Ela o sentiu tomando posição ás suas costas .. o roçar do pau buscando a entrada da vagina úmida... ai que delicia!!! O DONO ia possui-la. Ela sentiu a arremetida de seus quadris, o enlaçar deseus cabelos nas mãos do MESTRE, como uma corrente, ela gemeu ... - Não goze .. E continuou a dar estocadas firmes e profundas, intensas, ela o sentiu gozar e derramar os jatos dentro de si. Deu-lhe um tapa na bunda, como um afago ... e falou em seu ouvido ... - Banho, CADELA ! E ela saiu de quatro, feliz como a cadela que era.