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Descoberta Inesperada
Ouvira falar nele durante algum tempo...
Finalmente a curiosidade vencera... e ela entra em contato com ele...
Ele é um grosso, estupido, intolerante, arrogante e todos "ante" que possa imaginar no sentido pior da palavra que possa existir.
Definitivamente ela não quer contato com ele.
Ela é mimada, pretensiosa, altiva demais para uma sub.
Definitivamente ele não quer mais falar com ela.
Passa o tempo, mas ambos sempre encontram alguém que exalta as qualidades do outro, isso os intriga, mas não a ponto de quererem se falar.
Finalmente encontram-se, olham estranho um para o outro, mas como tem amigos em comum, não teve outra forma, acabaram na mesma roda, e claro, provocaram-se o tempo todo, mas acabaram rindo do outro.
Os amigos tinham razão, ele é divertido, engraçado, desembaraçado, e cavalheiro, ela pasma ao constatar.
Ela é meiga, delicada, extrovertida, tem um sorriso de iluminar até mesmo o Sol e ele pasma, educadissima.
Com o passar da noite, os amigos vão saindo, mas a conversa entre eles esta tão interessante que vão ficando, ficando, até que percebem que estão sozinhos, sentem-se embaraçados a principio, mas ele, cavalheiro que é, a convida para continuarem a conversar em um café que conhece ali perto.
Ela aceita.
Ele a convida para acompanha-lo em seu carro, deixando para pegar o dela na volta.
Ela aceita.
Ele abre a porta para que ela entre, e ela sorri em agradecimento.
Ele entra no carro, coloca a chave na ingnição e para com a mão sem realmente acionar o carro.
Os pensamentos de ambos estão distantes....
Ela que olhava pela janela, volta seus olhos para ele e sente a eletricidade tomando conta do espaço exiguo em que se encontram.
Faz uma pergunta muda com os olhos....
Ele se aproxima e beija a boca dela, não um beijo tímido, de alguém que pede autorização, nada disso, é um beijo decidido, daqueles que enlouqueceriam a mais pura freira, e ela, esta longe de se-lo, entrega-se ao prazer daquela boca que devora a sua, deixando-se conduzir por ele.
Ele interrompe o beijo, olha fundo nos olhos dela, e então, o inesperado, levanta a mão e sem a menor cerimonia desfere um "senhor" tapa no rosto dela.
Ela nem mesmo pisca, continua atrevidamente olhando para ele, que repete o gesto, e ela mais uma vez o olha desafiadoramente, Ele então, lhe bate novamente no rosto, com um pouco mais de força, ao que ela abaixa a cabeça e os olhos, antes, deixando-o perceber o quanto aquilo a tinha excitado.
Então, sentindo-se extremamente excitado, liga o carro e dirigem-se a um motel já conhecido dele, não dela.
Não trocam mais nenhuma palavra, o jogo iniciou-se a entrega do beijo, ambos estavam conscientes disso, mas estavam se testando para saber até onde ir.
E agora, a loucura do que acontecia, ainda não era percebida por eles.
Chegando ao motel, ele tira do carro seus brinquedinhos, entram na suite, Ele ordena que ela se dispa. Ela obedece. Ele a prende pelos pulsos em um suporte, venda-lhe os olhos, a respiração dela esta entrecortada e acelerada, todas as sensações muito mais aguçadas, Ele esta nervoso, ansioso, mas não deixa transparecer suas emoções, dedica-se ao que esta por vir com empenho e concentração.
Pega o chicote que mais gosta e passa andando em volta dela, ela apenas ouve seus movimentos, aguardando....
Então ouve o barulho do chicote cortando o ar, para em seguida sentir a sua própria pele arder em chamas, contorce o corpo, mas engole o grito.
Ele acha graça, surpreendendo por não ouvi-la gritar, então, mais um, nenhuma palavra, apenas um gemido abafado, não resiste e bate mais uma vez nela, percebendo-lhe lágrimas que escorrem por seu rosto, e um som gutural que escapa da garganta, mas nenhum grito. Ele se emociona, desliza a língua pelas faces dela, enxugando as lágrimas com a boca, beija-a com fome e desejo intenso.
Solta-lhe os pulsos, leva-a para a cama, ainda vendada, deita-se sobre seu corpo, beija sua boca, desce saboreando o pescoço, seios, ahhhh, os seios dela são perfeitos, não resiste e provoca-os com a ponta da língua, para em seguida mordisca-los, sentindo os efeitos em cada gemido que ela não mais tenta reprimir... beija o corpo todo dela, e então.... querendo senti-la completamente, a penetra em um único movimento, ouvindo por fim o grito que tanto ansiava por ouvir.
Não são mais dois corpos, mas um único, entregando-se ao prazer mais primitivo.
Ele pisca os olhos e ouve uma voz que parece vir de longe...
Ela então pergunta-lhe se há algum problema, com uma expressão de quem aguarda a resposta.
Ele se da conta de que tudo não passou de um sonho acordado... mas um sonho que faria questão em tornar realidade em breve...
Então, responde que tudo esta bem... alias... muito bem...