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Aconteceu no 1409
Ele desceu do carro, entregou a chave ao manobrista e dirigiu-se à recepção. Disse o nome dela, e que estaria esperando por ele. A recepcionista entregou-lhe a chave, mas informou que ela tinha saído fazia alguns minutos, pedindo que ele a aguardasse no quarto. No chaveiro o número era 1409. Décimo quarto andar. No elevador ainda pensou: ´´tomara que ela não tenha em mente nada perto da janela...`` Mas, se a conhecia bem, sabia que ela tinha escolhido andar alto por querer, por causa do medo que ele tinha de altura.
Abriu a porta do quarto, e à primeira vista, parecia que ela nem tinha estado ali. Nada fora tirado do lugar. Na ante sala, o controle da TV sobre a mesinha de centro, o jornal do dia cuidadosamente dobrado, os copos alinhados sobre o frigobar. No quarto, os lençóis da cama esticados e dobrados com as pontas iguais. Apenas a cortina entreaberta denunciava que alguém tinha estado ali. Aproximou-se da janela, e então viu uma folha de papel. Pegou a folha e leu o que estava escrito com a letra dela:
´´Oi meu amor...
Não pude esperar você aqui, tive que sair e resolver algumas coisas. Por volta das 16:00 horas estarei de volta. Relaxe, tome um banho, e às 15:30 abra a porta do meio deste armário à sua esquerda. Não abra antes, por favor. Um beijo, amo você.``
Olhou o relógio. 14:35. O que ela teria ido fazer? Largou o bilhete e parou em frente ao armário. Achou melhor não abrir. Estava disposto a jogar o jogo dela. Tirou a roupa e foi tomar banho.
O chuveiro do hotel era delicioso, e analisando os vários registros que tinha na parede, descobriu uma ducha relaxante que jogava jatos dágua em diversas partes do corpo. E ali ele ficou, relaxado com o carinho que a água fazia em seu corpo. Não podia deixar de pensar no que ela estava tramando, mas tinha total confiança nela.
Saiu do banho, e consultou o relógio sobre a bancada que dividia a cozinha da sala. 15:18. Ainda faltava muito tempo para ela chegar. Mas pouco tempo para ele poder abrir a porta do armário. O que teria lá? A curiosidade era imensa, mas iria cumprir as regras. Abriu a pequena mala que levara, e vestiu uma bermuda e uma camisa, sem abotoar. Era um dia quente, e o vapor que saía do banheiro deixava a sala ainda mais quente.
Ligou a TV e atirou-se no sofá. Sábado à tarde na TV era dureza. Fez toda a seqüência de canais umas oito vezes, e nada que prestasse. Ou será que era ele que nem estava prestando atenção? ´´O tempo não passa.`` Era tudo que ele conseguia pensar.
15:29. Foda-se um minuto. Levantou do sofá e correu para o quarto. Abriu a porta do meio do armário, e viu uma caixa de papelão de tamanho médio, e mais um bilhete em cima.
´´Amor...
Espero que você tenha esperado a hora certa, do contrário já teve tempo de pensar bastante e descobrir o que vai acontecer.
De toda maneira, abra esta caixa e retire as velas de dentro. Tem uma dúzia delas, de vários tamanhos e cores. Decore o quarto com elas, a seu gosto.
Quando terminar, vá fumar um cigarro na sacada. Logo estarei chegando.
E não esqueça: amo você!
Beijos``
Espalhou as velas pelo quarto, nas prateleiras ao lado da cama, na bancada sobre a cabeceira da cama, na cômoda embaixo da janela. Acendeu uma por uma, e olhou em volta. Apagou a luz, e o visual era excitante. Não tinha idéia do que viria pela frente, só tinha a certeza que teria muito prazer.
Foi para a sala, desligou a TV, pegou um cigarro e abriu a porta da sacada. A vista era maravilhosa. O hotel era de frente para o rio, e como estava um dia claro de primavera, dava para enxergar muito longe. Se olhasse ao sul, dava para seguir as bóias sinalizadoras do canal de navegação, passando pela Ilha do Presídio, Ponta Grossa e indo em direção à Lagoa dos Patos. Se olhasse ao norte, o centro da cidade, uma mistura de prédios modernos e construções antigas, e ao fundo a serra, tão longe, mas bem marcada no horizonte. À frente, o verde do parque ia terminar na beira do rio, que refletia as luzes do sol. Virou-se, e na porta da sacada, pelo lado de fora, estava preso mais um bilhete:
´´Meu amor...
Que vista linda, né?
Agora a espera está chegando ao fim... Se você cumpriu os horários certos, logo estarei chegando, com uma surpresa preparada para você, para nós. Tenho certeza que você vai gostar, assim como eu curti muito preparar isso para você.
A última ordem agora: no quarto tem a cadeira da escrivaninha, né? Coloque ela no canto direito, ao lado da janela. Feche as cortinas, apague a luz e feche a porta, deixando apenas as velas iluminando o quarto. Me espere sentado lá, sem fazer barulho.
Não esqueça: você é tudo para mim.
Beijos
PS: delicie-se com a vista, antes, durante e depois.``
Terminou o cigarro, e foi para o quarto. Fez tudo como ela tinha escrito, e sentou-se na cadeira para esperar.
Não sabia quanto tempo tinha passado, nem ao menos conseguira formular uma idéia do que estava para acontecer, quando ouviu a porta principal ser aberta. ´´Sem fazer barulho``, pensou, e a excitação tomou conta do seu corpo. Não agüentaria muito mais tempo ali, sem estar no comando da situação. Deu um pulo na cadeira quando o som ambiental foi ligado, e mesmo com o volume baixo, não conseguiria escutar mais nenhum movimento fora do quarto. Esperar, era o que restava.
Então a porta do quarto se abriu, e como a sala também estava escura, deduziu que ela fechara as cortinas da sacada também.
- Anda, cadela! De quatro. era voz dela.
E então ele viu. Ela entrou no quarto, vestindo apenas uma minúscula lingerie de vinil preta, e botas com salto e cano altíssimo, pouco acima dos joelhos, também de vinil. Trazia por uma coleira uma outra mulher, com longos cabelos castanhos, usando apenas uma sandália dourada, também de salto alto, trançada nas pernas, e estava vendada. Sentiu a excitação marcando a bermuda, jurou estar sonhando, será que tinha adormecido enquanto esperava ela ali?
Trouxe a outra mulher de quatro até bem perto de onde ele estava, sem olhar nos olhos dele em nenhum momento. Para ela, era como se ele nem estivesse ali. Fez ela virar-se de frente para a cama, ficando de lado para ele, que mal conseguia se mexer, de tão fascinado que estava.
- De joelhos, cadela. Com as mãos para trás.
A outra obedeceu. Joelhos no chão, sentada dobre os calcanhares. Na cadeira, a menos de meio metro do que estava acontecendo, ele podia ver o salto da sandália marcando a bunda da outra mulher. Ela então pegou o rosto da outra, com a mão por baixo do queixo, e puxou para cima, fazendo-a ficar em uma postura mais ereta.
- Eu não disse para você descansar. Estique as costas! E não se mova. A outra se esticou toda, enchendo os pulmões de ar, e assim ficou, esperando a próxima ordem. Eu já volto.
Saiu do quarto, deixando a outra ali imóvel, e ele também, sentado, excitado, sem poder fazer barulho, apenas observando. Não sabia até quando agüentaria ficar assim. Podia ouvir a respiração pesada da mulher à sua frente, os seios moviam-se quase imperceptivelmente no ritmo do ar que entrava e saía dos pulmões. Tinha um corpo bonito, e apesar de vendada, o rosto parecia ser também. Ela sabia escolher.
Voltou trazendo uma mochila de couro preta, e despejou-a sobre a cama. Revirou os acessórios, como se indecisa sobre o que escolher, falando baixinho, mas claro que para os dois escutarem: - ´´Vamos ver... vamos ver... isso não... nem isso... isso é muito light para uma vadia como essa...``. Ele ouviu a respiração da outra acelerar, talvez de excitação, talvez de medo. Ela então escolheu um par de prendedores de seios, unidos por uma corrente, com uma argola no meio, para colocar pesos. Fez a volta na cama, e sentou-se em frente à outra, ordenando:
- Vem, cadela. Acha a tua dona pelo cheiro.
A outra começou a levantar-se, e então ela foi mais rápida e puxando a outra pelos cabelos, jogou-a para trás, quase caindo sobre os pés dele, e colocou o pé direito sobre o peito dela:
- De quatro, cadela. Quantas vezes tenho que dizer para você que cadela anda de quatro? Ouviu vadia?
- Sim... a outra respondeu baixinho.
- Como é que é, cadela?
- Sim Senhora. Me desculpe por ser tão burra, Senhora. Eu não vou mais esquecer disso, Senhora.
- Cala a boca, sua puta! Você fala demais! Vou ter que colocar uma mordaça em você?
- Não, mordaça não, Senhora. a outra suplicou.
Ela pegou-a pelos cabelos, fazendo-a levantar e foi empurrando-a até a parede, fazendo pressão com seu corpo contra o dela.
- ´´Não, mordaça não, Senhora`` ela disse, imitando a voz da outra Você pensa o que? Pensa que diz ´´mordaça não``, e eu acato? Quem dá as ordens aqui sou eu, sua vadia! Ouviu bem?
- Sim, Senhora.
Soltou a outra e afastou-se, deixando-a imóvel encostada na parede, esperando o que ela iria fazer agora. Na cadeira no canto do quarto, ele permanecia quieto, maravilhado, tentando controlar o impulso de pelo menos tocar em si mesmo, assistindo a este show maravilhoso que ela tinha bolado para ele. Ela voltou e sentou-se no mesmo lugar em que estava antes na cama, sem nem ao menos olhar para ele ali tão perto, e mandou:
- De quatro, cadela.
A outra prontamente ficou de quatro.
- Arrebita bem essa bunda, e vai virando. Quero ver a sua bunda. A outra colocou o máximo que pode o quadril para cima, foi girando o corpo sobre as mãos e os joelhos. Assim, para agora. Abre a bunda. Quero ver o cu que vai ser arrombado hoje.
- Sim, Senhora. A outra respondeu, e com as duas mãos abriu bem as nádegas, revelando a vagina rosada, com pelos bem aparados, e o buraco do ânus.
- Bom. Você tem um belo rabo, sua puta. Agora, vamos tentar de novo. Ache a sua dona pelo cheiro.
Quando ficou de quatro no chão, a outra perdeu totalmente o senso de direção, se é que tinha algum, dentro da escuridão da venda. Saiu engatinhando para o lado errado, e logo tocou a ponta do nariz na cortina.
- Vadia burra! Acho que você não serve pra mim. Vou tirar essa sua venda de merda e te mandar embora! ele sabia que ela estava debochando, conhecia o jeito dela, mas a outra achou que era sério.
- Por favor Senhora. Não faça isso, eu suplico. Quero servi-la. Por favor, me dê mais uma chance.
- Não, acho que me enganei com você. Acho que você é fraca demais. Detesto cadelas assim.
Poderia parecer loucura, ou quem sabe ele estivesse já totalmente envolvido na cena, mas ele jurou ter visto, mesmo vendada, um misto de culpa e desespero no rosto da outra.
- Senhora... ela murmurou.
- Mais uma chance então, sua vaca. Mas saiba que é a sua última. Como você não conhece o cheiro da sua dona? Você veio o caminho todo ajoelhada no chão do carro, a cabeça entre as minhas pernas, e não conhece o meu cheiro? Sua inútil!
´´Caralho! ele pensou e eu perdi isso? Puta que pariu, não vou agüentar ficar quieto aqui!``
- Vamos, aproveite. Ache sua dona pelo cheiro. Aproveite que me deu um segundo de bondade.
A outra prontamente virou-se sobre as ´´quatro patas`` e com o pescoço esticado para frente começou a tentar sentir o cheiro da dona. Engatinhou até quase encostar-se na cama, distante menos de meio metro de onde ela estava, e lentamente foi até ela. Ela permaneceu imóvel, sentada na beirada da cama com as pernas entreabertas, quase que na diagonal de onde ele assistia a tudo. A outra correu o rosto pelas botas dela, de baixo para cima, cheirando o vinil da bota até chegar na pele. Moveu-se de lado para posicionar-se entre as pernas dela, até afundar o rosto no meio, arrebitando totalmente a bunda quase encostada nele.
- Adoro seu cheiro, minha Senhora ela murmurava em meio a fungadas e gemidos.
- Gosta, sua puta? Gosta do cheiro da buceta da tua dona?
- Sim, Senhora. Adoro o cheiro da sua buceta. Queria lambe-la.
Ela pegou a outra pelos cabelos, forçando sua cabeça para trás, e deu alguns tapas de leve no rosto, falando que talvez ela lambesse, se fizesse por merecer, mas que provavelmente não lamberia, porque além de ser uma escrava muito ruim, não sabia onde tinha colocado aquela língua nojenta antes. Ia falando isso e aumentando a força dos tapas, deixando as faces da outra avermelhadas.
- Quem sabe eu chame a camareira do hotel, ou o pessoal da faxina, pra escovar bem essa tua língua escrota antes de você encosta-la em mim. Talvez assim eu deixe você me lamber.
- Não precisa, Senhora. Eu... antes que terminasse a frase, levou um tapa fortíssimo no rosto.
- Estou dizendo que você fala demais. Eu não perguntei porra nenhuma!
Levantou-se e fez a volta na cama, onde os acessórios estavam espalhados. A outra prontamente calou-se e novamente sentou sobre os calcanhares, os joelhos no chão e a coluna ereta, esperando o que aconteceria. Ela pegou uma mordaça de bola, mandou a outra abrir a boca e prendeu por trás.
- Pronto. Cansei de você falando.
Ele não agüentava mais. Tocava o pau duríssimo sobre a bermuda, pronto para explodir. Tudo acontecendo ali na sua frente, ao seu alcance, e ela nem ao menos olhava para ele. Como conseguia?
- De pé, vadia. ela ordenou. A outra ergueu-se rápido, e logo colocou as mãos às costas. Parece que aprendera que ela não estava brincando.
Conferiu os prendedores, estavam bem presos e fazendo a pressão certa nos mamilos. Retirou primeiro de um lado, e assoprou o bico ardido, para depois coloca-lo entre os dedos e girá-los, sempre falando baixo, como se falasse consigo mesma, coisas do tipo ´´até que pra uma vadia de merda, a putinha tem uns peitos bonitos`` e ´´acho que vou arrancar esse bico fora``. Recolocou o prendedor, e no outro seio repetiu o que fizera.
A outra tremia levemente o corpo, agüentando a dor, misturada com prazer, ao mesmo tempo temerosa e sem saber o que aconteceria a seguir. De onde ele estava podia ver que ela cerrava os punhos cada vez que recebia uma ordem, um xingamento, cada vez que sua dona se movia. E quando ela tocou-lhe os seios, ele pode nota-la apertando e roçando uma perna na outra, denunciando seu prazer e excitação.
Novamente ela foi até os acessórios, mas ele não conseguiu ver o que ela pegara. Quando voltou, sentando-se na beirada da cama, virou a outra de costas para ele, cobrindo a visão do que faria. Sabia que ela estava fazendo isso de propósito, para que ele ficasse desesperado de curiosidade, e realmente era assim que ele se sentia, pensando até em levantar e achar um ângulo melhor de visão. Mas o jogo era dela. Ela dera as cartas. E ele jamais faria qualquer coisa diferente das regras, sob pena de parar tudo por ali.
Ela então levantou-se e ficou entre ele e a outra para em seguida virá-la de frente para a escrivaninha, ao lado dele. Pegou as mãos da outra e colocou sobre a escrivaninha, com os braços ligeiramente abertos, e foi para o outro lado. Então ele viu o que ela fizera antes: na argola do prendedor de seios, três pesos. Ela mandou a outra curvar-se, puxando-a pelos quadris para trás, e de onde ele estava podia ver, quase tocar, os mamilos esticados pelo peso. Aquilo foi demais para ele. Tirou o pau para fora da bermuda e começou a masturbar-se.
Ela fez a outra se curvar bastante, agora o rosto também contra a madeira da escrivaninha, virada para ele. Dois palmos e poderiam se tocar. Ele ouvia a respiração pesada dela, e mesmo com a mordaça, escutou geme-la quando foi forçada a abrir as pernas. ´´Essa bunda vai ficar toda marcada hoje``, ela dizia quando pegou a palmatória sobre a cama.
Passou a palmatória pelas pernas da outra, de onde terminavam as tiras da sandália até a bunda. A outra instintivamente fechou as pernas, e ela bateu a primeira vez. Não muito forte, apenas para mostrar que ela só poderia fazer o que fosse ordenado. ´´Abre mais as pernas``, ela disse fazendo o acessório de couro bater rapidamente, diversas vezes, na parte de dentro das duas coxas. A outra abriu bem as pernas, e ela passou delicadamente a palmatória desde o ventre, passando pela buceta, anus, até o início da coluna. Dessa vez ele teve certeza que o som abafado pela mordaça que ele ouviu fora um gemido de prazer.
- Uhmmm... Melou a palmatória. A putona tá gostando disso, hein?
A outra moveu afirmativamente a cabeça, rápido, como se pedisse que ela fizesse mais. Sua respiração ofegante quase no rosto dele, seu movimento instintivo de arrebitar ainda mais a bunda, pedindo mais, denunciava-a.
Ela recomeçou a bater, uma vez de cada lado da bunda, por dentro, por fora e atrás das coxas, aumentando gradativamente a força dos golpes. Ele, a todo o momento, tinha que interromper a punheta para não gozar. Apesar de muito excitado, queria agüentar o máximo que podia, curtindo o momento sempre em ponto de bala. Não sabia o que lhe dava mais prazer, se era a expressão de prazer que ele conseguia ver no pouco do rosto da outra descoberto, com o gemido abafado e a saliva escorrendo por causa da mordaça, se era o delicioso movimento dos seios, puxados para baixo pelos pesos nos prendedores, a cada pancada que ela recebia, ou se eram as marcas rosadas na pele dela, que em conseqüência das batidas sucessivas já se tornavam avermelhadas. Na verdade, e isso ele só descobriu depois, quando tudo já havia terminado, o prazer maior era que aquele espetáculo fora criado para ele.
Ela deixou a outra ali, na mesma posição e foi ao outro extremo do quarto. Voltou trazendo uma vela vermelha na mão direita, e logo colocou-a sobre a escrivaninha.
- Agora vou tirar sua mordaça. Mas não quero ouvir você falar, entendeu? E, saiba você, só estou fazendo isso porque quero ouvir seus gemidos de dor com o que vou fazer agora.
Soltou a mordaça, que caiu quase sobre o pé dele. Passou uma mão pelas pernas da outra, pela bunda, sentindo a carne quente onde ela havia batido. Afastou os cabelos que lhe cobriam as costas, e pegou a vela. Segurou-a com o braço esticado para cima, e deixou cair o primeiro pingo de cera quente, quase na altura dos ombros da outra.
- Aaaaaaaai! a outra gritou surpresa, contorcendo-se.
- Queima, cadela? perguntou sarcasticamente enquanto deixava cair mais dois ou três pingos pelas costas da outra, que movia a cabeça dizendo que sim, mordendo os lábios. Queima nada. Deixa de ser fresca! A vela ainda está muito longe. Vou te mostrar. foi derramando a cera, descendo a linha da coluna, diminuindo a distância até menos de um palmo quando chegou na bunda.
- Aiaiaiai... Por favor! Vai me matar... Minha pele está pegando fogo. a outra gritava, ao mesmo tempo em que retorcia-se tentando fugir dos pingos proporcionando a ele um belo show.
Ela pegou a palmatória na cama e só foi preciso bater uma vez, fazendo a outra ficar imóvel, de tão forte e autoritário que foi o golpe.
- Não tenta fugir. Se eu tiver que prender teus pés vai ser muito pior. Eu prendo você e enfio essa vela acesa no seu cu. Entendido?
- Sim Senhora. e assim permaneceu imóvel, apenas gemendo de dor e prazer enquanto suas costas e sua bunda ficaram totalmente salpicadas de vermelho.
Mandou a outra ficar em pé, e virou-a de costas para ele. ´´Meu Deus! O que ela fez?``, foi a primeira coisa que ele pensou, ao ver que sobravam poucos pedaços descobertos de pele da nuca até as coxas da outra.
- O que se deve dizer agora? ela perguntou.
- Como, Senhora?
- Eu perguntei o que se deve dizer agora, vadia imbecil! falou em tom mais agressivo, enfiando o dedo na argola dos prendedores e puxando os mamilos para frente.
- Obrigada, Senhora. Espero ter servido para o seu prazer. a outra disse, com os lábios cerrados pela dor.
- Espera ter servido para o meu prazer? Espera ter servido para o meu prazer? repetiu, imitando a voz da outra. Eu só comecei, meu bem. Você não sabe o que ainda a espera.
Fez a outra deitar-se de costas na cama, com as pernas abertas e dobradas, a planta dos pés no colchão. Tirou os prendedores dos mamilos, e passando as pontas dos dedos na própria saliva, tocou neles até ficarem bem durinhos, arrancando suspiros e gemidos da outra. Continuou brincando com os seios dela até a outra começar a contorcer-se na cama, tentando fechar as pernas, mexendo levemente os quadris. Foi quando, com a mão direita em forma de concha, ela deu o primeiro tapa no seio da outra, fazendo-a ficar dura, petrificada, como se tivesse saído de um transe.
- Estava gostando, sua merdinha?
- Sim, Senhora. Por favor não pare.
Levou o segundo tapa, o terceiro, o quarto, e ele não conseguiu mais contar. A expressão de malvadeza no rosto dela, junto com o movimento que cada seio fazia, balançando, sendo jogado para os lados após cada batida foram demais para ele. Acelerou os movimentos e gozou, a porra jorrando no carpete do chão do quarto, nas suas pernas, molhando sua bermuda, desta vez ele em transe, fazendo o possível para não fazer barulho, para não gemer, enquanto ouvia lá no fundo os xingamentos para a outra. ´´Puta nojenta, você é que tem que me dar prazer``, ´´Acha que eu gosto dessas tetas de merda?`` e ´´Mais uma vez vou te mostrar que você é só uma cadelinha`` foram a trilha sonora da gozada dele.
Quando abriu os olhos, a respiração voltando ao normal, pensou ter visto um sorriso no canto dos lábios dela, ao mesmo tempo em que ela desviava do olhar dele rapidamente. Novamente ela fez a volta na cama, parando onde estavam os acessórios. ´´Ela poderia simplesmente esticar o braço e pegar o que quiser, mas sabe que me mata de tesão desfilando pelo quarto`` ele pensou, observando os movimentos dela. Ela pegou uma chibata, e virando-se para a estante ao lado da televisão, pegou também uma vela azul. Rapidamente subiu na cama, em pé, até ficar com uma perna de cada lado da outra, que imóvel esperava o que iria acontecer. Com a cera azul da vela, fez círculos em volta dos mamilos, e a cada reclamação ou demonstração de dor da outra, batia repetidas vezes com a chibata nos biquinhos. Descendo os pingos pela barriga, desenhou a inicial do seu nome, pouco acima do umbigo, um sorriso nos lábios, falando baixinho que a outra era uma vaca, que da próxima vez iria marca-la com ferro quente.
Largou a vela no criado mudo, e apoiando-se com uma mão na parede, começou a passar a ponta do salto e a sola da bota no rosto da outra. Ela engolia o salto, e depois chupava-o como se fosse um caralho, chegando a deixar escorrer saliva pelo canto da boca, enquanto a outra dizia ´´lubrifica bem esse salto, vadia, porque vou fuder a sua buceta com ele``. Com o braço que não servia de apoio esticado, ela roçava a ponta da chibata na buceta da outra, para cima e para baixo, fazendo-a mexer os quadris, rebolar e contorcer-se na cama.
Quando ela abriu a porta do quarto e entrou puxando a outra pela coleira ele espantou-se. Em seguida, passada a sensação de espanto, ele achou que ela tivesse fazendo tudo aquilo para ele, apenas. Afinal, sempre foi uma fantasia dele, e mesmo eles sempre fazendo o possível para realizarem as fantasias de ambos, essa era quase um tabu, ou pelo menos a que ele achava mais difícil de realizar. E assim ele continuava pensando até bem pouco tempo antes, mas ele a conhecia bem. Faria aquilo por ele, sem dúvida. Mas aquela expressão no rosto dela... A vontade que ela estava ´´representando``. Ela estava gostando! Talvez agora, um pouco mais relaxado depois de gozar, ele pode ver estes detalhes. E mais, ela estava excitada! Justamente a parte da fantasia que ele achava mais difícil de realizar, estava acontecendo ali na frente dele. Ela estava adorando!
- Senta na cama com as costas na parede. ela ordenou. Depois desceu da cama, bem próxima a ele, jogando a chibata no chão do quarto.
Mais um desfile até os acessórios, e de costas para ele tirou a calcinha de vinil, o que o deixou surpreso. O que ela iria fazer? Prendeu a cinta com o pênis de borracha na cintura, e subiu novamente na cama, posicionando-se em frente à outra, uma perna de cada lado.
- Sabe chupar caralho, vadia?
- Caralho, Senhora? Não estou entendendo. A Senhora... não conseguiu terminar de falar. Ela enfiou o caralho de borracha na sua boca, quase engasgando-a, dando-lhe um susto.
- Cala a boca e chupa! ´´sempre quis dizer isso``, pensou rindo.
A outra movia rapidamente a cabeça para frente e para trás, fazendo o consolo praticamente sumir quando o engolia, e fazendo biquinho com os lábios na ponta quando tirava-o da boca, enquanto ele até então imóvel na cadeira começava uma nova punheta, o pau que nem chegara a amolecer apontando para cima.
Em pé na cama, as mãos apoiadas na parede, os olhos semicerrados, ela curtia a sensação da cinta que passava entre suas pernas roçando sua buceta, enquanto a outra chupava ´´o seu pau``, e nem mandou que ela parasse quando suas mãos subiram pelo vinil da bota, logo tocando suas coxas e apalpando sua bunda. Os dedos ágeis da outra agora exploravam a parte de dentro das coxas dela, logo tentando tocar sua buceta, sem nunca parar de engolir ou tirar o consolo da boca. Ela então tirou uma mão da parede, e pegando no pau de borracha, tirou-o da boca da outra, roçando-o no rosto, batendo com ele nas bochechas, depois segurando-o para cima, quase encostando-o na barriga, abrindo caminho para a língua da outra entrar no meio de suas pernas. Ela mesma afastou as tiras da cinta e colocando um pé sobre a cabeceira da cama, abriu totalmente a vagina para a outra lamber. A língua da outra movia-se rapidamente em toda a extensão da buceta, às vezes demorando-se mais no grelo, às vezes entrando e saindo da buceta encharcada, e vez ou outra escorregando até o anus. Ela arfava de prazer, movia-se para frente e para trás, roçando-se no rosto da outra, sempre gemendo, sempre xingando. Como ele adorava isso nela. Essa coisa dela de falar sempre durante a transa, sempre deixando claro o prazer que sentia. E agora, mesmo não sendo ele ali tocando nela, quase sentia o gosto delicioso da sua buceta na boca.
- Chega vadia, não vou te dar o prazer de me fazer gozar. ela falou, entre gemidos.
- Por favor, Senhora. Deixe essa vadia, essa sua escrava fazer isso por você. Eu imploro. a outra respondeu com o rosto abafado entre as pernas dela.
- Não! ela respondeu decidida, puxando a outra para trás pelos cabelos, afastando a língua dela da sua buceta. Vou te usar ainda mais antes de MANDAR você me fazer gozar.
Mandou que a outra deitasse novamente na cama, de barriga para cima, e girando-a pelos pés com as próprias mãos, deixou-a com a buceta virada para onde ele estava sentado, masturbando-se sem parar. Pegou uma corda e amarrou no tornozelo direito da outra, fazendo a ponta passar pela argola onde prendia a guia da coleira, para depois amarrar no tornozelo esquerdo, bem esticada, deixando-a totalmente exposta com as pernas arreganhadas. ´´Queria um separador de pernas aqui pensou mas se essa cadela fechar as pernas sem eu mandar talvez seja até mais divertido``.
- Agora vamos dar uma boa olhada nessa buceta. anunciou.
Deslizou as mãos pela parte de trás das coxas da outra, até sua bunda, depois até a virilha, e com as pontas dos dedos afastou os grandes lábios da buceta rosada. De onde ele estava podia ter a certeza da excitação da outra. Uns poucos movimentos dos dedos dela em volta da buceta já fizeram escorrer pelo ânus o seu mel.
- Parece que a vadia tá pronta, hein? ela falou, já enfiando o dedo médio na buceta da outra.
Fazia movimentos de entra e sai da buceta, às vezes tirando totalmente e esfregando o clitóris da outra. Enfiou mais um dedo e aumentou a intensidade dos movimentos, fudendo rapidamente a buceta da outra, que gemia sem parar na cama. Ela pegou na ponta da cama um tubo de lubrificante, e tirando a mão de dentro da outra primeiro passou em grande quantidade na buceta, e depois na própria mão.
- Veremos quanto essa buceta agüenta. falou, para em seguida começar a forçar a entrada de quatro dedos.
Quando sentiu sua vagina se alargando, a outra instintivamente fechou as pernas, e ela com a mão livre deus tapas nas coxas dela, e depois forçou-a a abrir novamente as pernas. Ela forçava um pouco os dedos e em seguida apenas fazia movimentos leves, para acostumá-la e excitá-la, até que depois de algum tempo os nós dos dedos já estavam dentro da outra, assim como o dedão. A outra não parecia mais assustada, talvez porque não pudesse ver a mão sumindo em seu interior, e os gemidos já tinham se transformado em gritos de prazer quando ela conseguiu fechar a mão dentro dela.
- Senhora... a outra chamou hesitante.
- Fala.
- O que a Senhora está fazendo? O que tem dentro de mim?
- A minha mão, cadela. Estou fazendo um fisting em você.
- A mão inteira, Senhora? a outra perguntou espantada.
- Veja você mesma. ela disse, e com a mão livre pegou uma das mãos da outra e levou-a até a buceta, fazendo-a tocar em seu punho encostado nos grandes lábios.
- Ai, Senhora. Nunca achei que um dia eu faria isso. Estou me sentindo totalmente aberta, preenchida, violada, estuprada. Obrigada, Senhora. a outra falava sem parar, descontrolada.
Ela fazia um pequeno movimento com a mão fechada dentro da buceta da outra, sentindo-a contrair, ficar cada vez mais melada, enquanto a outra falava palavras desconexas e movia-se do jeito que dava na cama. Viu que não tardaria a gozar.
Se ele não parasse praticamente de minuto a minuto com sua punheta, também não tardaria a gozar. Já estava difícil controlar o gozo, e praticamente impossível de controlar a respiração pesada e os gemidos que dava de prazer. Mas ele queria segurar, não queria gozar ainda. Talvez quando ela mandasse a outra faze-la gozar, ele gozaria junto.
- Senhora, eu nunca senti isso antes. Acho que não vou agüentar. a outra falou entre gemidos.
- Não vai agüentar o que, putona?
- De prazer. Assim vou gozar...
- Vai gozar? Vai gozar? Você pensa o que? Só vai gozar se eu permitir. Quer ver que tiro já a mão de dentro de você e acabo logo com isso? ela respondeu, mas sem parar com o movimento dentro dela.
- Por favor, Senhora...
- É, acho que é isso que vou fazer. E vou fazer mais! Não vou deixar você me tocar mais. Vou te amarrar e vou gozar sem você. E você vai ficar olhando! ela provocou, intensificando os movimentos.
- Por favor, Senhora! Por favor! Eu lhe imploro. Não pare! Me deixe gozar. Eu juro que depois a Senhora vai ser recompensada. Eu faço tudo que a Senhora quiser, tudo! Mas eu não agüento mais...
- Cala a boca, cadela imunda! Me deixe pensar um pouco. Pensar se você merece. ela jogava com a outra, sabendo que o gozo dela estava muito próximo.
Pegou novamente uma das mãos da outra e colocou-a no clitóris, e segurando dois dedos da outra, fez movimentos de fricção, enquanto xingava-a sem parar: ´´cadela``, ´´vadia``, ´´goza logo então``, ´´escrava de merda, nem consegue segurar``, ´´vai logo que tenho mais o que fazer``, sentindo a buceta contrair cada vez mais forte a sua mão.
A outra começou gritando que estava gozando, que ela era maravilhosa, que aquela era a gozada mais forte da vida dela, e por fim, aos berros dizia que era uma vadia sim, que era lixo, que era a escrava dela, agradecendo por tudo. Jogava o corpo de um lado para o outro, abrindo e fechando as pernas, mas ela nem se importou. Estava adorando aquilo. Adorando o prazer que dava a outra, mesmo ela estando na condição de sua escrava. Sentia-se poderosa em dar aquelas sensações à outra.
Quando a outra finalmente se aquietou, e ela tirava vagarosamente a mão de dentro dela, ele não sabia o que fazer. Do jeito que a outra gritara, no mínimo logo telefonariam da recepção para saber o que estava acontecendo. E do jeito que ele estava, não dava mais para ficar. O pau dele era uma pedra de tão duro, e uma dor interna corria do saco até o umbigo. A dor de quem precisa gozar, de quem fica muito tempo excitado e não goza. Mas ele tinha que segurar. Alguma coisa lhe dizia que a coisa não terminava ali. Fechou os olhos e tentou pensar em outra coisa.
Depois do gozo, a outra ficou deitada de lado na cama, a respiração voltando ao normal, imóvel. Ela então soltou a corda, liberando as pernas dela, que ela prontamente esticou, depois de algum tempo com elas dobradas. Passou a palma da mão carinhosamente pelas pernas da outra, barriga, rosto, a ponta dos dedos pela cera das velas que ainda não tinham caído do corpo. A outra pegou sua mão, também um gesto de carinho, e agradeceu:
- Obrigada, Senhora. Nunca imaginei que pudesse existir um prazer assim. Tão forte, tão violento. Obrigada, Senhora.
Ela sorriu. Estava satisfeita com o andar das coisas. Tinha dado tudo certo, tudo como ela planejara. Lembrou do prazer dele, ali assistindo tudo, o prazer da outra com seu gozo profundo e aos berros. Tudo perfeito!
- Senhora, posso agora lhe dar prazer? Não sei se consigo fazer com que sinta nada parecido com o que senti, mas gostaria de tentar. a outra falou, afastando-a dos seus pensamentos.
Ela permaneceu em silêncio, mas um sorriso malicioso começou a se formar em seus lábios.
- Me permite, Senhora?
Ela soltou uma gargalhada. Tivera uma idéia.
- Sua cadela nojenta. Acha mesmo que pode me fazer gozar? Ou melhor, acha que vou ter prazer com você? Você é muito pouco para mim, sua putinha de esquina.
- Mas Senhora... a outra começou a protestar, confusa.
- Cala a porra da sua boca. E fica logo em pé!
A outra prontamente obedeceu. Ela então foi até onde ele estava, a primeira vez que se olharam diretamente nos olhos. O pau dele apontava para o teto, e ela sabia que ele estava morrendo de tesão. Pegou-o pelas mãos, e fez com que levantasse, afastando-o da cadeira. Foi até a outra, e levou-a para a cadeira onde ele estava antes. Mandou que ela sentasse e rapidamente pegou mais cordas e amarrou-a ali. Ele esperou em pé, em frente à cama, se perguntando o que ela iria fazer. Ela fez sinal pra que ele se aproximasse, e sentando na beirada da cama começou a masturba-lo, bem próximo da cadeira onde a outra estava amarrada.
- Vadia, você quer me dar prazer?
- Sim Senhora! a outra respondeu prontamente.
- Mas você não é capaz, sua inútil! deu uma gargalhada Agora você vai ver o que me dá prazer!
Ela então esticou o braço e tirou a venda da outra, que deu de cara com o pau dele sendo masturbado por ela.
- Isso me dá prazer, viu sua puta? E vou falar uma coisa para você: agora você vai ficar aí olhando eu delirar nesse caralho. Vai ficar vendo como ele fode a sua dona. Vai ficar vendo eu me derreter de prazer montada nele. Mas, como você até que foi uma boa escrava, talvez depois eu deixe você limpar a minha buceta cheia de porra, sua merdinha!
Falou isso e enfiou o pau dele todo na boca. Ele mais uma vez teve que fazer de tudo para pensar em outra coisa e controlar o gozo. Afinal, tinha certeza que a tarde já havia virado noite, e que a noite ainda seria muuuuuuuito longa!
FIM