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Namorada e Escrava

Namoro com Andresa há 2 anos. Quando começamos a namorar ela tinha 18 anos. Hoje com 20, ela diz que está satisfeita em relação a sexo. Sempre nos demos bem na cama, mas eu queria algo diferente. Tudo aconteceu há cerca de um ano. Depois de uma transa maravilhosa em um motel e um banho relaxante , fomos assistir a um video. O filme tratava de um rapto de uma moça e ela ficava amarrada na cama e o sequestrador transava com ela amarrada. Fiquei com aquele filme na cabeça e um dia resolvi praticar com Andresa sem que ela soubesse o que iria acontecer. Como faço algumas vezes, aluguei uma chácara para passar o fim de semana com minha amada. No caminho ela passava a mão em meu pau e eu colocava as minhas em sua buceta. Depois ela abocanhou meu pênis e chupou de uma maneira maravilhosa. Foi demais, mas o melhor ainda estava por vir. Chegando à chácara, pegamos nossas coisas no carro e entramos. Era um lugar agradável, bem aconchegante. Andresa foi para o quarto guardar as coisas dela e eu aproveitei para pegar meus brinquedinhos que tinha levado comigo sem ela saber. A casa tinha dois quartos, um com cama de casal e outro com 2 camas de solteiro. Claro que dormiriamos juntos na cama de casal, mas coloquei minhas coisas no outro quarto. Quando Andresa já havia acabado de guardar suas coisas, chamei-a para o outro quarto. Dei-lhe um beijo apaixonado e fui tirando suas roupas. Comecei pela blusa, depois o sutiã, a calça, o sapato, as meias e finalmente a calcinha. Comecei a beijá-la o corpo todo até chegar aos pés. Eu adoro o pé da Andresa. É o mais lindo que já vi na vida. Só de ve-lo perto de mim, já fico excitado. Depois de beijá-la toda, levei-a para o quarto de casal e disse para ficar deitada na cama que tinha uma surpresa para ela. Ela perguntou o que era e ue claro não disse. Fui até o outro quarto e peguei meus apetrechos. O que tem aí nessa bolsa, ela perguntou. Uma coisa que você vai adorar, respondi. Deitei-a de bruços e amarrei suas mãos para trás cruzadas. Ela se assustou, mas acabou deixando. Perguntei se lembrava do filme que assisitimos no motel e ela disse que sim. Vou fazer o mesmo com você, falei. Deu para perceber a reação dela. Era um misto de medo e tesão. Peguei uma outra corda e amarrei seus pés juntinhos. Depois peguei um lenço preto e vendei seus olhos. Ela aceitava tudo tranquilamente como se quisesse que isso acontecesse. Deitei junto dela e beijei sua boca. Foi um beijo longo e delicioso. Depois coloquei meu pau em sua boca e ela começou a chupá-lo. Chupou tão gostoso que gozei logo em sua boca. Foi demais. Logo depois peguei uma gaze e coloquei em sua boca. Peguei uma fita adesiva e amordacei. Estava linda minha namorada. Totalmente imobilizada. Falei que a partir daquele momento, ela seria minha escrava e que faria tudo o que eu mandasse. Ela concordou com a cabeça. Coloquei-a em pé e demos uma volta pela casa. Ela andava com dificuldade, pois seus pés estavam amarrados. Voltamos ao quarto e coloquei-a na cama novamente de bruços. Peguei uma outra corda maior e amarrei seus pés juntos com suas mãos na posição hogtie. Ela tentava se soltar, mas era impossível. Qto mais se mexia, mais a corda apertava. Fiquei vendo minha amada naquela posição e fui ficando cada vez mais excitado. Eu a amava muito e embora estivesse adorando isso, perguntei se estava gostando e se queria que a soltasse. Estava com medo de machucá-la. Ela com a cabeça disse que não e deixei-a assim mais um pouco. Soltei-a depois e amarrei seus braços abertos na cama. Fui para os pés e amarrei também abertos. Continuava vendada e amordaçada. Fui chupando seus peitinhos deliciosos, dava uma mordidinha de leve, fui descendo passando pela barriga, pela bucetinha molhada e pelo pé. Demorei bastante no pé da Andresa, que como falei era lindo. Depois de brincar um pouco com ela, peguei um prendedor e coloquei em seus seios. Ela deu um gemido abafado pela mordaça. Comecei a chupar sua buceta e enfiar meu pau. Fui comendo minha namorada totalmente amarrada, amordaçada e vendada. Isso foi aumentando meu tesão a tal ponto que logo gozei. Andresa gemia a cada estocada minha, e embora já tivesse comido aquela buceta algumas vezes, dessa vez foi especial. Foi a melhor de todas. Deixei-a amarrada mais um pouco. Depois fui soltando suas mãos, seus pés, tirei a mordaça e a venda. Percebi em seu olhar uma satisfação muito grande. Sabia que tinha gostado. Nos beijamos demoradamente e fomos tomar banho juntos. O que achou de transar amarrada daquele jeito, amor? Foi uma sensação indescritível, ela disse. Nunca imaginei que seria tão bom. Demoramos muito no chuveiro. Ela chupou meu pau, chupei seus peitinhos. Mas não havia terminado ainda. Depois de sairmos do chuveiro, amarrei seus braços de novo para trás. Ela ficaria amarrada até a hora de irmos embora no outro dia. Ela como uma escrava obediente concordou. Ficamos nos beijando, eu abraçado com ela, ela amarrada com as mãos para trás e pelada. Deitei-a novamente de bruços, desamarrei suas mãos as costas e amarrei-a novamente abertas na cama. Amarrei também os pés abertos. O que vai fazer agora, paixão, perguntou ela. Você já sabe, amor, respondi. Quero o seu cuzinho. Não por favor, paixão, você sabe que eu sou virgem lá, por favor. Peguei a gaze e a fita adesiva e amordacei -a. Não podia falar mais nada. Ela balbuciava algumas coisas, mas não podia entender. Vendei -a com o lenço e deixei-a preparada. Eu estava louco para comer aquele cuzinho, mas ela nunca havia me dado. Sempre respeitei sua decisão, mas dessa vez era diferente. Ela era minha escrava e tinha que me obedecer. Passei um pouco de gel na entradinha dela e fui colocando bem devagar. Ela gemia e se contorcia toda, mas estava muito bem amarrada e não conseguia se mexer. Fui penetrando aquele cuzinho que eu tanto queria e rasgando tudo. Que maravilha de cuzinho. Minha namorada além de bonita é muito gostosa. Gozei alucinadamente. Depois de me recompor soltei Andresa e deixei-a livre por algum tempo. Enquanto esteve solta, ela me beijou, agradecendo pelo momento inesquecível que havia tido comigo. Eu retribui com outro beijo. Amarrei-a com as mãos para trás cruzadas. O resto do dia, ela ficou amarrada, ora amordaçada, ora vendada, transamos mais vezes. Foi um fim de semana inesquecível. Só a desamarrei quando entramos no carro para vir embora. Suas mãos estavam dormentes e marcadas pelas cordas. Seus lindos pés também estavam marcados. A partir desse dia, sempre alugamos a mesma chácara e Andresa vai continuar sendo minha escrava para o resto da vida. Estamos de casamento marcado para o fim do ano. Eu a amo muito. Tenho certeza que seremos felizes. Andresa é a mulher (escrava ) da minha vida.