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Fetiche - Os Pés da Deusa

Jogos de Sedução (título original) by Diana Fizeram uma falsa imagem da Deusa. Estão dizendo que ela só sai para caçar. Para levar sua presa para a cama. Não é verdade. Eu também gosto de brincar, flertar, namorar... e provocar. Provocar... palavra mágica, uma arte. Deixar o cara doidinho de tesão, ajoelhado, disposto a até matar os filhos pra te comer... você sabe fazer isso? Não, eu não sou sádica. Não é minha praia... Se eu tenho raiva de homem? Tá maluca... a coisa mais gostosa que Deus botou na terra eu vou ter raiva? Então porque eu provoco? ora, às vezes dá vontade... tem gente que nasceu pra ser seduzida, provocada, levada ao limite antes de me possuir. Alguns deles conseguem me levar ao orgasmo... às vezes, sem me tocar. Agora mesmo eu estou me preparando para sair. Blusa de malha justa sobre a pele, saia não muito acima dos joelhos, bastante rodada. Meias e sapatos de salto alto pretos. Só. Maquiagem discreta, perfume idem e estou pronta. As ruas de Copacabana. Não existe um campo tão povoado de caça como as ruas de Copa. Todo tipo de gente, muitos também na mesma atividade que eu. Estes são as minhas presas favoritas, os que eu mais gosto de seduzir. Esse cara que não tira os olhos de mim, por exemplo. Já é a terceira vitrine de joalheria que eu paro e ele acompanha. Até que toma coragem: – Como eu gostaria de ofertar... uma jóia para essa jóia... Um louraço muito alto, mais ou menos da minha idade. Seu olhar verde está fixo no meu ventre, parece adivinhar que eu estou sem calcinha. Vestido elegantemente, deixa claro que não tem intenção de voltar sozinho para casa. E não é o tipo que está atrás de uma prostituta. – Obrigada, mas eu mesma compro. Agora, se você quiser colocar para eu usar... Da joalheria, partimos para um restaurante chique na Avenida Atlântica. Escolho uma mesa bem escondida, fora da vista de todos. – Melhor aqui, não é? Fica esquisito todo mundo ver você ajoelhado, colocando pulseirinha no meu tornozelo. Sentamos. Como eu esperava, ele pede o uísque mais caro que encontra no cardápio e fica decepcionado por eu escolher um Cinzano tinto. É muito gostoso ver a mudança em sua fisionomia quando eu tomo um gole da bebida e passo a ponta da língua em toda a extensão dos lábios, com os olhos fixos nos dele. O sorriso confiante cede lugar a um tremor na boca e um brilho de transpiração surge em sua testa. – Agora, querida? vamos ver como fica esse pezinho? Acho que ele já está no ponto. Entrego a caixinha da joalheria e levanto ligeiramente o pé esquerdo. Ele cai a meus pés, pouco ligando se vai esfregar a calça cara num chão não muito limpo. Abre a caixa e retira a delicada correntinha. Tudo isso sem tirar os olhos das minhas pernas. Faço sinal que estou pronta e ele passa a jóia pelo meu tornozelo, levando algum tempo para acertar o fecho. – Ah... você me deixa nervoso... Faço de conta que não ouvi. Apenas sorrio e estico a perna, aproveitando para levar a barra da saia até o meio das coxas. O olhar esbugalhado do pobrezinho começa a me excitar. Dou mais uma volta no parafuso: – Eu gostei, mas acho que por cima da meia preta... não sei não... talvez se eu tirar a meia... que é que você acha? Não sei se é efeito da iluminação, mas parece que o suor na testa dele está aumentando. – Tira meu sapato, meu bem. Assim. Uiii... que bom... como é gostoso tirar o sapato... sente só como o pé relaxou... Ele corre ao pote. Segura o pezinho da deusa e simula uma massagem que é quase uma masturbação. Acho que escolhi a presa adequada. Puxo o lado esquerdo da saia até o alto da coxa e liberto a meia da cinta-liga. – Deixa que eu tiro a meia pra você. Sou capaz de jurar que ele está babando. – Não, querido, você solta a pulseirinha, senão a meia não passa. Ele abre o fecho da correntinha, olhos fixos nas minhas pernas. Mas elas estão juntas, ele não consegue ver lá no fundo... Vou enrolando a meia na coxa, no joelho... – Cansei... você acaba de tirar? Apoio o pé no seu colo e uma gota de baba passa raspando e atinge o fino tecido da sua calça. Não é nem com ele... muito lentamente ele acaba de desnudar meu pé. A meia cai ao chão e ele continua a desenrolar alguma coisa imaginária, sua mão desce da batata da perna até o pé e volta. – Tuas mãos são tão macias... que delícia... olha como meu pé está feliz... Mexo os dedinhos e ele se inclina. Um beijo, dois, três... a ponta da língua toca na minha pele e ele olha para cima esperando minha reação. – Ai, que gostoso... você sabe fazer... continua... tá bom... uiiii... Sua língua penetra entre meus dedos. Ele realmente entende do assunto, eu já estou toda molhada. Deixo escapar um gemido de tesão e ele responde tentando engolir meus dedos. Depois a sua boca se apossa somente do dedão e ele chupa como se estivesse mamando no meu seio. Mordo os lábios para não gritar. O loirinho é muito gostoso... é hora de dar um incentivo. Levanto a saia mais um pouco e separo as coxas lentamente. Meu pé direito, já descalço, acaricia o seu membro duro. Além de tudo, ele é bem dotado... Seus olhos penetram a minha vagina ensopada de desejo. Ele me fode com o olhar profundo. Tenta dizer alguma coisa mas eu não permito. Afundo mais o pé em sua boca, gemo mais longamente... – Ai, que bom... continua, estou quase... chupa, querido, tão gostoso... aiii... Ele lambe, chupa, morde... me enlouquece. Então eu sinto aquele turbilhão me atropelando e gozo. Esfrego meu outro pé no seu pau até sentir que ele também está gozando. Aí, o orgasmo é total. Ele monta no meu pé direito, acaba de engolir o esquerdo e se abandona. Quando tudo acaba, ele olha para a calça toda melada e me lança um olhar de cachorro com fome. Quer mais... eu sorrio para ele... afinal, ele fez por merecer... depois me levanto e saio sozinha, deixando o cachorrinho lambedor sentado no fundo do restaurante.