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O Médico Sádico - O Clube

Quando eu voltei no consultório, já fui logo tirando a roupa porque sabia como é que ele gostava. Ele estava de roupão e eu tirei e dobrei cuidadosamente, depois me ajoelhei no chão pra ver o que é que ele queria de mim. Ele nem disse nada, sentou no sofá e fez sinal pra eu ir pra la. Eu me levantei e fui até ele mas aí ele me deu varias bofetadas na cara, com força. - Você é um escravo bem vagabundo, acho que não vai aprender nunca. Porque não veio engatinhando, como cadela que é? Volta até onde você estava e vem de novo da maneira certa. Eu consegui segurar o choro e fiz o que ele mandou. Quando cheguei perto ele abriu as pernas e eu já sabia, fui chegando mais e abocanhei o caralho dele que ainda não estava duro de todo. Adorei sentir aquela piroca crescer na minha boca, ele segurava a minha cabeça e enfiava até eu engasgar, ele dizia chupa bem gostoso, viado. Eu estava com o meu pinto durinho e perguntei pra ele se podia gozar na hora que ele esporrasse na minha boca, então ele deu um chute no meu saquinho que eu não aguentei a dor e caí no chão me retorcendo todo. Ele se levantou e me puxou pelos cabelos até a mesa de consulta, me dobrou na mesa e amarrou as minhas mãos por baixo da mesa. Então ele pegou um chicote e começou a me surrar nas coxas e na bunda, eu chorava mas não gritava porque eu sei que ele não gosta. Depois que ele bateu bastante, veio por trás e enfiou o pau no meu cu de uma vez só, aí eu soltei um gritinho. - Agora você pode gozar junto comigo seu putinho. Mas a essa altura o meu pinto estava todo encolhido porque eu estava com medo que ele fizesse outras torturas, então ele pegou o meu pinto e o meu saco de uma vez só e deu umas alisadas, ele ficou logo durinho, e eu agradeci muito ao meu macho e pedi pra ele me fuder com força. Ele socou umas vezes e logo encheu o meu cu de porra, como eu adorei, eu gozei tambem. Depois ele me desamarrou e mandou eu sugar o resto do gozo dele de dentro do cacete e depois mandou eu lamber o meu gozo no chão. Enquanto eu estava de quatro lambendo o chão ele me deu mais umas chicotadas e depois mandou eu tomar um banho bem caprichado e me vestir. - O senhor vai me mandar embora? Eu já estava com lagrimas nos olhos mas aí ele disse que ia me levar no clube dos donos de escravo e que tinha me dado aquela surra só pra me prevenir que eu tinha que ser muito obediente e fazer tudo que ele mandasse. Eu jurei que não ia decepcionar o meu dono, ele podia confiar. Quando eu estava no chuveiro, ele entrou no box e começou a mijar em mim. Era um mijo bem gostoso e quente, então ele mandou eu ajoelhar e abrir a boca e acabou a mijada dentro da minha boca, eu bebi tudo. Depois eu ensaboei e enxaguei o corpo másculo do meu dono e terminei de tomar o meu banho. Lavei bem o cu e me enxuguei e me vesti. Quando nós entramos no carro o Doutor mandou eu ficar sentado no chão e não levantar a cabeça. Me deu um chute nas costelas "só pra mostrar que não estava brincando". Nós rodamos muito tempo, acho que mais de uma hora. De repente eu senti que o carro estava numa estrada de terra e então parou. Ouvi um barulho de portão se abrindo e andamos e paramos de novo. Aí ele mandou eu saltar. Estava bastante escuro mas eu vi que a gente estava na porta de uma casa enorme, num lugar que não tinha mais nada, só a casa. De vez em quando eu ouvia uns gritos, devia ter alguém apanhando lá dentro, mas eu não perguntei nada a ele. Nós entramos e fomos direto pra um vestiário com aqueles armários individuais. Ele mandou eu tirar a roupa e ficou pelado tambem mas pegou um roupão no armário particular dele e vestiu. Em mim ele botou uma coleira no meu pescoço e passou uma correntinha na coleira e fez sinal pra eu ficar de quatro como uma cadela. Então nos saímos e logo entramos num salão enorme, com mesas e cadeiras, e bastante gente. O meu dono foi me levando ate uma mesa onde eu vi aquele amigo dele, o Igor e o escravo Claudinho, só que ele estava de quatro no chão. O Doutor mandou eu ficar do lado do Claudinho e cumprimentou o Igor e pediu um uísque pra ele e água pra mim. O garçom trouxe a minha água numa tigela de cachorro e só então eu reparei que o Claudinho tambem tinha uma tigela igual mas estava seca. Então eu voltei a ouvir uns gritos de dor e olhei no meio do salão tinha uma espécie de um palco redondo forrado de veludo vermelho com correntes penduradas do teto e uns moveis esquisitos que deviam ser para tortura. Numa das correntes tinha um escravo pendurado num jeito que era obrigado a ficar bem na ponta dos pés com as pernas bem separadas por uma vara de ferro e tinha um homem que apertava o saco dele e balançava, então ele gritava de dor e implorava pra parar. O meu mestre disse que quando um escravo fazia algum erro, uma das punições era ficar lá pendurado e o sócio do clube que quisesse podia ir lá e torturá-lo à vontade. Ele devia estar se excitando muito porque o pau dele estava bem duro. Então o Claudinho falou com o Igor que estava com sede. O homem ficou muito aborrecido, como se o garoto tivesse pedido algum presente muito caro. Deu um puxão na coleira dele que ele até engasgou e então puxou o pau e mijou na tigela do escravo. - Pronto, agora você vai tomar uma cerveja bem quentinha. E o Igor e o Doutor caíram na gargalhada. Eu fiquei com pena do Claudinho, ele estava chorando mas enfiou o rosto na tigela e bebeu o mijo do dono dele. Quando eu vi ele beber fiquei de pinto duro e o Igor então piscou para o Doutor e mandou o Claudinho me chupar e engolir todo o meu gozo que aí ele ganhava água. Ele mamou bem gostoso no meu pau até eu esporrar na boquinha dele. Depois o Doutor abriu roupão e mandou eu me sentar no colo dele. Eu fui sentando e ele enfiando o caralho no meu cu sem lubrificar nem nada. Do colo dele eu podia ver melhor o escravo do palco sendo torturado, mas ele não aguentou muito tempo e eu acho que ele desmaiou. Aí dois negões pegaram ele e carregaram pra fora do salão. O meu dono disse que ele ia ficar numa cela até se recuperar.mas que se alguém quisesse podia ir lá fuder ele. Então o Igor perguntou "Então Doutor é hoje que ele vai ser batizado?" "É", respondeu o Doutor. Ele apertava os bicos do meu peito e mandava eu rebolar mais depressa, o Igor ficava provocando "rebola mais sua putinha, faz o teu macho gozar", então o Doutor gozou e encheu o meu cu com a porra dele. Depois me empurrou no chão pra eu lamber o caralho dele, como sempre fazia depois que ele me fudia. Depois eu perguntei pra ele: - Doutor eu estou com medo, como é esse batismo? Ele chamou o Claudinho e mandou "mostra pra ele" e o Claudinho ficou de costas e abriu bem a bunda com as duas mãos, então eu vi uma cicatriz com o formato da letra "I" na nádega dele, bem perto do buraco do cu. - Como é que faz isso Doutor? - Você é bem burro mesmo, moleque. Eu vou te imobilizar lá no palco, arreganhar bem a tua bunda a e vou te marcar com um ferro em brasa bem ao lado do cu. Só isso. Só isso??? a sala começou a rodar e eu desmaiei.