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M escutando sinfonia número 4 em si menor de Brahms lembrava constantemente das dores, da humilhação que L provocava naquele mês que ela estava na sua cidade. No meio destas lembranças o celular dele toca duas vezes e M atende e era L dizendo que ela iria passar outro final de semana na casa dele e que queria que ele a esperasse do jeito de sempre. M desliga o telefone arruma as coisas, põe um tapa sexo de vinil, fica de joelhos com a cabeça baixa esperando e depois de um algum tempo escuta o som da porta se abrindo e fechando e seu pensamento dizia que era a sua senhora, e quando ele vê linda como sempre fica angustiado e pensa “o que vai ser hoje?”. L fita o seu escravo e manda-o beijar seus pés, ao beijar ela coloca nele uma coleira de ferro que tinha uma armação com uma haste indo até na cintura e prendia com uma cinta de ferro e que era presa por um cadeado, e depois tira o tapa sexo e põe nele um cinto de castidade. M sente que seu pescoço preso e ele ficam de quatro como um cachorro sem a dona dele mandar e ela manda que M pegasse o chinelo como um cachorro e com o chinelo perto dos seus pés L pede que ele lambesse os pés. Então M lambe e põe chinelos nela. L usando o seu chinelo predileto pega uma corrente e bota na coleira e leva para o banheiro e manda que ele deite de barriga para cima. E ela amarra os pés e os braços do seu escravo e prende com grampos de roupas, presos numa corda, nos mamilos de M puxando-os e provocando uma dor forte e sae do banheiro fechando a porta. M escuta a sua dona falando ao telefone, mas não consegue identificar o que é e com isso deixa mais assustado e pensa: “o que ela pode fazer agora? Qualquer coisa ela sabe que está pensando sou escravo dela”. E depois de algum tempo de silencio ela volta ao banheiro trazendo consigo algumas roupas. - Fomos convidados para uma festa. Nós dois vamos. Ela solta os grampos e isso era um alívio para M e depois tira toda armação ferro preso nele e o cinto de castidade e manda que ele tomasse banho. M depois do banho tomado a sua senhora entrega uma toalha para enxugar-se, mas ao passar a toalha no seu corpo ele sente um forte cheiro de urina e ela fala: - Quero que você fique com esse cheiro. Veste isso – Mostra com a sua mão direita algumas peças de roupa. M fica assustado ao ver uma calcinha e uma calça de látex, mas ele faz o que ela manda. L só ficava olhando para o seu escravo por as peças que tinha mandado, e depois que ele sai do banheiro L pega e põe nele um grampo para mamilos presos à uma corrente e puxa ele pela corrente apertando os grampos. L com suas mãos passa nas pernas do seu escravo para ver se não tinha nenhuma dobra, e depois ela passa a mão no pênis e sente que seu escravo estava excitado e ela fala: - Escravo meu não fica excitado sem a minha ordem. Você vai ser castigado antes de ir para a festa. Ela pega o seu escravo pela corrente do grampo e puxa para o banheiro e manda que ele deite pondo a sua cabeça perto da privada, e depois M vê a sua dominadora abaixar a saia e tirando a calcinha dela e senta na beirada da privada e ela manda que seu escravo abra bem a boca. Ao terminar de abrir a sua boca, como ela tinha mandado, M vê a sua rainha urinando na sua boca e ela fala durante esse ato: - Engole tudo. Com um gosto forte M engole a urina que ela tinha posto na boca dele. Depois de vestido suas roupas L manda que ele espere no quarto dele para terminar a vestir as roupas que tinha selecionado. L volta para o quarto e encontra seu escravo como ela gostava, e passa uma camisa de látex e manda que ele vista e que depois vestisse uma roupa normal. Com o carro se direcionam para o norte da cidade chegando numa casa, entram e são atendidos por uma escrava que usava um tapa sexo, seus seios presos por uma corda azul e direciona L e M para uma sala grande e ao entrar nessa sala M nota que estava tendo uma grande demonstração com vários escravos, e por relance M nota que tinha uma escrava presa num pequeno palco por uma corda presa nos braços deixando esticados, uma corrente preso nos pés, e vários grampos presos no corpo e ela usava uma mordaça e uma venda e cabeça baixa fazendo com que a saliva pingasse sem controle da escrava. Da L aproxima uma Domine e olha fixamente para M e fala: - Vai ser ótimo. Pelo cheiro está pronto. Como todos quando você vem para cá. M sem saber o que poderia acontecer é arrastado para um pequeno palco e é despido deixando só com a roupa de látex e é obrigado a lamber e beijar alguns pés que se encontram no pequeno palco e depois é despido totalmente e preso num tronco e sente ser chicoteado e em cada chicoteada ele contava e agradecia como sendo uma benção. Já com as nádegas doloridas é preso numa cama de pregos em forma de ‘x’, e seus pelos pubianos são raspados e depois botam nele um cinto de castidade de PVC e depois uma rainha com uma vela pinga nele cera quente do peito até perto do seu pênis provocando uma dor e essa mesma rainha com chicote tira as ceras com chicoteadas e cada chicotada ele contava e agradecia. M tendo o seu corpo dolorido e excitado, mas todas àquelas rainhas não estavam satisfeitas tiram eles desta cama e por um pouco tempo seu pênis fica mais excitado e uma das rainhas não aceita isso e bota ele num cavalete deixando seu anus bem à mostra e essa mesma rainha vendo que ele tinha grampos presos numa corrente amarra essa corrente numa corda esticada e com isso M sente que seus mamilos eram mais ainda puxados e sentia uma forte dor no seu peito. A rainha que tinha posto M nessa posição veste uma cinta com um pênis de borracha penetra no anus dele e ele sente depois da penetração anal um forte movimento vai vem, mas esse vai vem foi com algumas rainhas. E depois de mais ou menos 8 rainhas penetrarem no seu anus M sentia que cada hora àquela sala ficava cheia e sentia o seu corpo exausto. E assim depois de ser humilhado é vendado e levado para um ponto da sala e sente que ele estava sendo amarrado da mesma forma daquela escrava que ele tinha visto quando ele entrou na sala. Passando a noite aquela sala ficou escura e silenciosa e dois escravos presos nessa posição desconfortável para eles, M escutam a porta ser aberta, mas levam a escrava deixando ele só nessa sala. M sente que seu corpo não agüenta mais, mas se as pernas dobrassem a dor aumenta então ele luta para ficar de pé, e depois de algumas horas é levado para outro cômodo, e já sem venda via alguns escravos de quatro com mangueiras no anus e sendo chicoteados e só vendo provocava medo e uma leve excitação. L estava se vestindo uma roupa que poderia ser identificado como uma rainha respeitada por todas outras, pega seu escravo pela coleira e leva para uma sala pequena com uma escrava presa na parede em forma de ‘x’. Ao entrarem a escrava é posta de quatro, nela tem um eletrodo na vagina e n M enfiam um plug no anus dele. L pega a escrava e volta a prender na parede na forma de ‘x’ e depois o M também. L e uns ajudantes botam nos dois escravos grampos nos mamilos com correntes prendendo e essas correntes presas por cordas e cada corda estava ligada ao plug e ao eletrodo. Como M estava ficando excitado o plug começou a inchar e lentamente começa a puxar as cordas que eram amarradas na corrente dos grampos na escrava e provocava mais dores nela e se excitava e fez o mesmo processo nele. De vez em quando L ia ver como as coisas andavam, e numa dessas olhada, viu a escrava gemer de dor e o eletrodo deu um pequeno choque e puxou um pouco a corda presa na corrente dos grampos presos nele, e L vendo isso dá uma risada e deixa a sala. Como era uma prática de vez em quando voltava para ver como estava, e nessas olhada ela nota que seu escravo estava excitado e a escrava doida por chupar o pênis dele, e L solta os dois e levam os dois para outra sala. Amarram a escrava na cadeira de bruxa deixando-a de cabeça para baixo e manda os dois escravos fazerem 69. Os dois escravos estando gozando L decide por uma cinta com um pênis de borracha, tira o plug penetrado nele e penetra àquele acoplado na cinta e manda-o chupar a vagina da escrava e sua dona começa freneticamente o vai vem e ele sabendo se não provocasse um gozo na sua dona ele iria ser castigado severamente. E por conseqüência não decepciona a sua dona durante essa loucura. Os três gemem de prazer. L estando extasiada mas não aprovou o gozo do seu escravo e decide castigar severamente pega ele pela coleira, chama algumas rainhas que se encontravam ainda no local e depois manda que ele deitasse no chão, prende as pernas e os braços rente ao chão e depois L tira a sua saia e faz suas necessidades no seu escravo e depois outras escravas fazem o mesmo. Já satisfeita manda que seu escravo tome banho, pois precisava, mas também eles estavam de partida. M se arruma como tinha vindo e vão embora. Ela deixa seu escravo na sua casa e que tirasse as roupas normais e ficasse de joelhos, pois em qualquer momento ela poderia voltar. M entra na sua casa e L parte com seu carro... M ficando de joelhos desde que tinha voltado da festa o seu corpo estava todo dolorido e cansado, mas não podia deitar sem a sua dona permitir, e o dia já estava à pico e nada da L voltar. Seus joelhos já doloridos e com vontade tremenda de urinar mas ele teve que agüentar pois em qualquer momento ela poderia voltar. Já passando do meio-dia L entra trazendo uma escrava. Essa escrava usava um sutiã de ferro com pregos e dava sinais que ela usava aquilo por um tempo. L manda a escrava despir M e vestir nele um tapa sexo de látex e depois a rainha põe uma coleira em cada um e manda os dois escravos para o quarto deitarem na cama.Depois de algum tempo L entra no quarto trazendo uma máquina digital e manda que a escrava fique de quatro e manda que M faça sexo anal com a escrava e no caso de não fazer seria severamente castigado. M sabendo da severidade dos castigos ele tira o tapa sexo e penetra o seu pênis no anus dela, e o ato L fotografa. Assim que fotografou pegou o seu chicote e deu uma chicoteada nas nádegas do seu escravo para dar o início do ato sexual. Depois dos dois escravos gozarem L manda que a escrava fique de quatro no chão e a rainha deita no lado do seu escravo e depois tira o sutiã de ferro da escrava. E ao tirar esse sutiã de ferro M via os seios de a escrava sangrar. - Escrava se masturbe. Aprende como transar com um escravo. Dessa vez M teve o prazer de ‘saborear’ a sua dona três vezes seguido. L estando extasiada, manda que a escrava que pegue a cinta com o pênis e penetrasse no M, e com isso tem um trio, e o M teve que fazer o movimento vai vem e sentia um duplo prazer, e com isso ‘saboreia’ a sua dona e é ‘saboreado’ pela escrava. Já anoitecendo L tomava seu banho enquanto a escrava lavava as roupas da cama e que passasse em logo seguida depois de seca. E que passasse a noite com M para vigiá-lo. Assim que sai do banho chama M e dá um longo beijo e vai embora impedindo que a escrava fosse embora antes do outro dia quando tivesse tudo pronto, pois L levava consigo todas as roupas da escrava deixando-a nua. E no outro dia L permite a escrava ir embora que mostrasse tudo pronto e a dona dos dois fala: - Daqui um mês vai ter um julgamento e um leilão. Um de vocês será julgado e leiloado. – Parte com o seu carro. M fica assustado com isso tudo e pensa: “o que vai ser? E quem será?”.