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A Vizinha Ninfeta

Amanda tinha 18 anos e era linda. Era minha vizinha. A conhecia desde pequena. Nunca havia reparado o quanto era gostosa . Um dia estávamos conversando em frente sua casa, quando ela apareceu descalça e com uma blusinha mini. Pude reparar seus peitinhos durinhos. E seus pés eram lindos. Ela me olhava de uma maneira que nunca havia feito. No fim estávamos só nós dois conversando. Perguntou se tinha algum cd de rock e disse que tinha alguns. Pediu para emprestá-la e pedi para ir em minha casa para ver qual queria. Ela disse que iria à noite. Eu morava sozinho. Por volta de 20 hs ela toca a campainha. Estava linda. Chinelinho nos pés, a mesma blusinha quwe estava de manhã e um shortinho que deixava aparecer suas nádegas. Que visão maravilhosa. Convidei-a para entrar e a levei onde estavam os cds. Eu tenho uma sala onde guardo alguns instrumentos de bondage e por descuido meu a porta estava aberta. Ao passar por ela, Amanda para e fica olhando com os olhos arregalados. Sem saber o que dizer fico apenas esperando o que ela ia perguntar. Ela entra na sala e começa a mexer nas coisas. Para que essas cordas? Ela pergunta. Sem resposta acabo confessando que gosto de bondage. Ela me pergunta o que é isso e eu respondo que é o fetiche de amarrar. Sinto que ela se interessou e pergunto se já havia feito isso. Ela responde que não, mas que seria interesante. Pronto, caiu na armadilha. Falei que poderia fazer com ela, mas que teria que fazer tudo o que eu mandasse. Ela aceitou e marcamos para o dia seguinte. Seus pais iriam viajar e teríamos o fim de semana todo para isso. No dia seguinte ela apareceu bem cedinho. Levei-a para o meu quarto e pedi que tirasse a roupa e me esperasse. Cheguei com algumas cordas e amarrei seus braços para trás cruzados. Apertei bem. Ela deu um suspiro de dor, mas depois relaxou. Depois peguei a outra corda e amarrei seus pés cruzados. Que pezinhos lindos. Peguei um lenço e vendei seus olhos. Dava para perceber a sua excitação. Tirei minhas roupas e ordenei que chupasse meu pau. Ela abocanhou o danado de uma maneira tão forte que tive que tirá-lo da boca dela. Falei para ir devagar. Ela assim o fez e chupou de uma maneira tão gostosa que rapidamente gozei em sua boca. Pedi para ela tirar a venda. Ela me disse: ``Não posso , estou amarrada´´. Essa frase me deixou louco. Pedi para repetir e ela me disse. ``Não posso pegar, porque estou amarrada´´. Venha até aqui. ``Não posso, estou com o pé amarrado´´, ela disse. Sentei-a na cadeira e coloquei um chumaço de algodão em sua boca e depois passei uma fita adesiva por cima. Estava amordaçada. A minha vizinha totalmente amarrada, amordaçada e vendada. Deixei-a assim por uns minutos e depois deitei-a na cama. Peguei uma corda enorme e a amarrei no estilo hogtie. Ela estava linda. Tentava se soltar, mas era impossível. Estava muito bem amarrada. Após algum tempo, amarrei-a de braços e pernas abertas na cama. Estava totalmente exposta e pronta para ser penetrada. Comecei a chupar seus peitinhos deliciosos. Coloquei uns prendedores neles e parti para a bucetinha. Ela estava molhadinha de tanto tesão. Perguntei se era virgem e ela disse que sim com a cabeça. Comecei a penetrá-la e ela soltava gemidos abafados pela mordaça. Que bucetinha gostosa. Gozamos alucinadamente. Deixei-a amarrada assim algum tempo e depois amarrei-a coma bunda para cima de braços abertos e pés abertos amarrados de modo que pudesse ver aquele cuzinho esperando por mim. Ela tentou me dizer que não, mas era impossível qualquer tipo de constatação. Ela estava a minha mercê. Totalmente minha. Peguei um pouco de manteiga e comecei a passar em seu cuzinho. Ela se contorcia toda, mas as cordas a impediam de se mexer muito. Comecei a comer aquele cuzinho virgem e delicioso. Ela tentava gritar , mas seus gritos não saiam por causa da mordaça. Comi aquele cuzinho com tanto tesão que gozei logo. Percebi que Amanda havia soltado algumas lágrimas. Após come-la desamarrei-a e deixei apenas a venda e a mordaça. Depois voltei a amarra-la com as mãos para trás e os pés juntos. Abracei-a e ficamos assim por um longo tempo. Depois soltei-a e nos beijamos ardentemente. Hoje sempre que Amanda está sozinha realizamos nossas fantasias. Essa minha vizinha amarrada, amordaçada e vendada é uma delícia.