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A Ejaculação Prematura

Confesso que apanhar me dá muito prazer, seja com o chicote, com a chibata ou com a palmatória, independentemente das partes do corpo em que eles me são aplicados. Agora o que custa mesmo é ficar meses a fio sem esvaziar os tomates, especialmente se minha querida esposa fica esse tempo excitando-me sem me deixar pôr nela, o que acontece muitas vezes se acha que me portei mal, o que acontece por exemplo quando não cumpro as tarefas domésticas convenientemente. E se muitas vezes procuro cometer algumas faltas só para ter o gosto de ser espancado por ela, procuro contudo que a falta cometida não seja pelo menos aos seus olhos considerada demasiado grave, para que ela não se decida a punir-me com uma abstinência sexual forçada, castigo que é de todos os que ela me aplica, o que de longe me dói mais. É evidente que minha esposa não precisa de motivos para me espancar ou deixar-me com os colhões cheios durante vários meses, basta querer fazê-lo, e foi isso que aconteceu á uns meses atrás em que por um motivo insignificante como foi o eu ter mijado fora do vaso da sanita, me castigou com meio ano de castidade. É nesta alturas que minha amada mais me provoca. Obriga-me a dar-lhe banho, a proporcionar-lhe orgasmos com a língua enquanto ela me acaricia o pénis com os pés, ou a acariciar-lhe o seu sexo com o meu próprio até ela se vir, negando-me contudo tal direito. Nestas ocasiões é frequente acordar de noite com suas mãos mexendo em minha pila, que aproveitando o facto de não ser circuncidado, ela amarra pelo prepúcio de modo a não me deixar esporrar enquanto me punheteia, até a deixarem de pau feito e me fazerem passar o resto da noite trepando pelas paredes de tanto tesão incontido. Por várias vezes, para me castigar ainda mais, fazia-me escolher por ela nas páginas dos anúncios de relax do JN, algum gigolô jovem e bem abonado a quem eu tinha de pagar os seus momentos de sexo comprado, acompanhando-a e assistindo a suas trepadas. É evidente que nestas condições é difícil permanecer sem me vir tanto tempo. Mas eu aguentei, ou não estivesse já habituado a longos períodos de contenção como este último. Cumprido o meio ano de castidade imposto minha adorada esposa perguntou-me, nessa noite, se eu queria agora despejar o sémen que devia trazer acumulado nas bolas, ou se após tanto tempo de inactividade eu não teria já perdido definitivamente a força na verga. Respondi-lhe não querer outra coisa, e ela disse-me então que não me deixaria meter nela, mas que de bom grado me tocaria uma punheta, ainda que impusesse como condição que a mesma tivesse a duração de meia hora, tempo só após o qual eu me poderia vir á vontade. Com o tesão que trazia parecia-me difícil, para não dizer impossível, conseguir aguentar tanto tempo sem ejacular, tanto mais que minha esposa é belíssima e sabe tocar punheta e chupar um homem como ninguém, tanto que mesmo muitos dos gigolôs a quem ela me obriga a conduzi-la já têm comentado, e eu subscrevo, não entender porque uma mulher assim tão apetecível se dispõe a pagar para ter sexo quando não faltariam homens que ao contrário, não se importariam nada de pagar eles para o desfrutarem com ela. Além disso para me excitar mais, minha formosa esposa vestia um corpete vermelho, muito justo ao corpo mas que lhe deixava ver quase por inteiro as mamas tesas e redondinhas, uma cinta negra tapando-lhe o púbis e umas botas de cano alto, igualmente negras chegando-lhe quase até aos joelhos com uns saltos altíssimos de tacão. - E que acontecerá se não me conseguir aguentar, querida? – ousei perguntar. Minha esposa não só sabe ser muito cruel para com o meu corpinho, como sobretudo gosta de o ser. Bom, e eu também gosto que ela seja assim como já confessei. - Nesse caso – retorquiu-me – o meu maridinho desobediente vai-se arrepender bem de ter vertido seu líquido antes do tempo, porque por cada minuto que falte para completar os 30 estipulados, levará 10 vergastadas na pilinha, outras tantas nos tomates, e igual número nas nádegas. Além de voltar a passar mais meio sem se pôr em mim, e sem tocar ao bicho. Era terrível a perspectiva mas após meio ano de orgasmo contido, eu nem que ela me ameaçasse arrancar a pele com o chicote, perderia pelo menos a oportunidade de gozar uma punheta tocada por ela. Aceitei pois as condições e minha adorada mandou que me despisse. De uma gaveta da cómoda tirou então uma comprida e fina vergasta de vime que me fez comprar uma vez numa feira de artesanato por achar adequada para me vergastar os genitais, dizendo querer estar com ela à mão para o caso de eu falhar. - Depois de te tocar à punheta, maridinho, vou provavelmente ficar tão excitada, que não resistirei a fazer-te acompanhar-me numa visita a um gigolô para te fazer crescer mais um bocadinho o par de cornos que tens na testa – disse-me fazendo-me excitar ainda mais, porque desde que ela me começou a trair como eu lhe fazia antes, fico louco de tesão só de a imaginar com outro homem – Mas enquanto esse momento não chega, podes demonstrar o teu agradecimento pela pívia que me proponho tocar-te, fazendo-me um daqueles minetes deliciosos que tão bem sabes fazer. Ui, gostinho delicioso a pito, como eu adoro lambê-lo! E depois á tanto tempo não lhe via eu aquela rachinha, que de bom grado esperei que minha amada se sentasse numa das cadeiras do quarto com as pernas abertas, e dirigindo-me para ela de quatro como um cão, mergulhei o meu focinho no meio delas, lambendo-a carinhosamente. Foi o primeiro orgasmo que ela aceitava receber de mim após meio ano de continência, e eu engoli-lhe todos os seus sucos agradecido por tal honra. - Gosto tanto dos teus minetes – elogiou-me quando acabou de se vir – que estou pensando seriamente em permitir-te que me consoles apenas com a língua, e guardar a minha vagina para outros cacetes que tu pagarás para me meterem. Não gostaria nada que isso acontecesse pois tanto gosto de lhe enfiar meu pau embora a última vez que isso sucedeu fosse já á bastante mais de um ano, mas prontifiquei-me a satisfazê-la apenas com a língua se fosse essa a sua vontade e minha esposa fez-me uma festa na cabeça. - Vamos, de pé – ordenou-me. Quando comecei a ser o seu marido submisso, minha querida mandou que fixasse no alto de uma das paredes do quarto uma argola como as das antigas cavalariças onde muitas vezes à noite, quando se quer divertir, me prende com os braços ao alto para me torturar. Foi para ela que me conduziu, e nela amarrou meus pulsos com uma corda. Meu pau estava suficientemente erecto, embora o pouco uso que tem, os cintos de castidade que minha esposa me faz usar, e as noites em que permanece amarrado para não se poder pôr em pé, não contribuam em nada para fazer dele um campeão da dureza. Minha esposa contudo gabou-o muito, comparando-o com as vergas grandes e duras dos prostitutos a quem ela abria as pernas na minha frente, dizendo que ele naquele estado, nem broxado nem duro como o dos homens de colhões grandes muito acostumados a comer mulheres, era o pau ideal para um marido ter, pois o fazia compreender as suas limitações no que respeitava a consolar uma esposa, e assim aceitar melhor o direito que ela tinha de se desenfastiar por fora e lhe meter os cornos. - Além de que um homem com um pau como o teu não se atreve a correr o risco de pular a cerca por fora, com outras mulheres correndo o risco de falhar , como tu fazias dantes, não é mesmo? Disse-lhe que de facto assim era, e até ficaria muito contente se meu pau falhasse sempre com qualquer outra mulher a quem tentasse comer, ainda que tal coisa já nem me passasse pela cabeça, e minha adorada atentando nas horas – 23,15 – começou a punheteear-me, lembrando-me que o leitinho não poderia sair dos meus bagos antes das 23,45, nem um minuto antes. Agora foi a vez de ela se aninhar perante mim de modo a que o seu delicado peito ficasse à altura dos meus quadris e tirando as mamas por cima do corpete, apertou-as com as mãos juntando-as e agarrando na minha pila com os dentes depositou-a ternamente mesmo por cima daquele reguinho. É isto que eu amo em minha esposa, a capacidade que tem de passar rapidamente da ternura à crueldade mais sádica. Com as mãos segurando as mamas, abriu um pouquinho o rego de modo que minha pila escorregasse para o meio delas, voltou a apertá-las comprimindo-me o pau naquele vale esponjoso de carne, deixou que seus dedos envolvessem agora seus mamilos, e como se os estivesse masturbando começou a imprimir-lhes movimentos oscilatórios que me iam punheteeando a pila. - Fode-me as mamas com força como se estivesse a comer-me, corno – mandou-me ela. Meu caralho estava agora inflamado e duro e eu comecei a meter-lho e a tirar-lho do vale. Minha esposa apertava com cada vez mais força as mamas como se quisesse reter-me o caralho no meio delas e a sensação que eu tinha era a de estar a penetrar a coninha de uma moça virgem. Valia a pena ter passado tantos meses com os tomates cheios só para ser aliviado daquele modo. Escusado será referir que com tais fricções não tardou que as mamas de minha amada não tardassem a ficar impregnadas da minha esporra que eu não conseguira conter. - Se porquinho esporrador – acusou-me ela erguendo-se -– olha como me deixaste as maminhas cobertas do teu leitinho salgado. Mas como gosto muito de ti não te vou castigar por isso. Mas vais lavá-las com a língua. A corda dos pulsos foi então baixada um pouco para que o meu rosto lhe pudesse chegar ao peito e eu com a língua lambi-lhe todos os vestígios da minha esperma, aproveitando a oportunidade para lhe lamber e trincar docemente os mamilos rosadinhos o que a fez quase ter outro orgasmo. Mas ela também não esteve quieta ainda que eu desconfie que mais do que para me satisfazer, sua finalidade única fosse a de me não deixar acalmar o tesão para me ser mais difícil conter-me e fazer-me assim ganhar o castigo. Enquanto eu lhe lambia e chupava no peito, suas mãos afagavam-me os colhões e o pilau, masturbando em simultâneo quer um quer os outros, torcendo-me os bagos e dobrando-me o pau de vez em quando sem eu contar o que era extremamente doloroso mas também delicioso, por vezes levantando um dos seus joelhos e pressionando-o nos meus tomates, e sempre, mas sempre, mordendo-me no pescoço e nos lóbulos da orelhas, o que fazia sentir-me electrificado. A esporra não parava de sair com tal tratamento. Minha querida bem amada ia-lhe passando a palma da mão ou um dos dedos, removia a esporra que se achava na glande e dava-mos à boca para que eu a limpasse. Olhei para o relógio. Eram 23, 21. Cada vez me parecia mais difícil conter-me nos restantes 22 minutos que faltavam para os 30 e minha esposa que devia estar pensando o mesmo decidiu dificultar ainda mais as coisas proporcionando-me uma coisa que aprecio bastante mas que naquele momento em que eu tinha de me segurar não vinha nada a propósito. - Quem está a necessitar de um banho de língua na pila és tu, maridinho às minhas ordens. Não queres ficar com a cabecinha a pingar, pois não? Novamente se aninhou com os joelhos no chão e me abocanhou a gaita, sorvendo-a até ela lhe deslizar mesmo até à entrada da garganta, depois cuspindo-a quase até a deixar sair pela boca fora, altura em que a lambia como uma gata dando banho a um filhote recém-nascido para a voltar a sorver de novo. Eu fechara os olhos e só suspirava de prazer, parecia-me que minha esposa me estava chupando e lambendo á muito tempo, mas quando os abri vi que o relógio ainda só marcava 23,25. Agora o meu pau já só se achava coberto pela saliva dela e minha esposa decidiu continuar a tocar-me a punheta dentro da boca dela. Deixando só uma pequena entrada entreaberta entre os seus lábios de maneira a que minha pila só muito á justa coubesse dentro dela, fez com que eu lha enfiasse até ao fundo, e prendendo-a com os dentes mesmo junto à raiz da barriga começou a simular com a cabeça os mesmos movimentos de uma punheta tocada com as mãos. Suas mãos desocupadas tão depressa me afagavam e apertavam as bolas como me subiam pelo peito acima e se detinham nos meus mamilos, cutucando-os, apertando-os e fazendo-me gemer de prazer. Depois libertou-me a pila dos dentes soltando-a um pouco deixando que cerca de metade dela ficasse fora da boca, e passou a punheteá-la com a mão. 23,29 eu sentia estar voltando a desaguar, e minha preciosa esposa que estava recebendo na língua a prova da minha sensação também pois imprimia maior velocidade aos seus movimentos manuais, mudando por vezes de mão quando se sentia cansada. A malvada queria mesmo que eu me esporrase antes das 23,45 e não ia desistir de o conseguir. Retirando-me a pila da boca, levantou-se e deu-me a língua branca com o meu suco para que lha lambesse enquanto seu baixo-ventre se colava às minhas coxas pressionando-me o pénis e obrigando-o a pôr-se em baixo. Por pouco tempo. Quando a esporra depositada na língua dela foi transferida para a minha, virou-se de costas voltando a descer a corda que me prendia à argola e empinou seu rabo para mim. - Vamos meu maridinho de gozo sexual condicionado, prova aos meus dois buracos que apesar de pagar a muitos homens para me meterem neles, tens o caralho tão duro como o dos prostitutos que frequento – desafiou-me. Com o movimento o corpete subira-lhe para as costas deixando-me ver-lhe o cuzinho branco e pelado como o de um bebé e onde eu tanto gostaria de meter meu pau se minha esposa mo consentisse mais amiúde. Mesmo de costas, com o braço estendido para trás, foi minha esposa muito amada quem me guiou o pau até à entrada do seu olho do cu, e com ele mesmo encostado na sua entrada me punheteou durante mais alguns minutos, chegando mesmo a encaixar a cabecinha de minha piça mesmo junto à entrada do seu buraco, batendo com ele em suas nádegas, enquanto eu voltara com os quadris a fazer os mesmos movimentos simulados como se a estivesse a enrabar. Novamente lhe deixei o canal bem besuntado e às 23,33 horas minha esposa cansada de sentir minhas estocadas no seu cu, abriu mais as pernas deixando-me ver-lhe agora em toda a sua plenitude o buraco da frente onde gosta de apanhar com piroca de gigolô, posicionando meu caralho de encontro a ele e obrigando-me a fazer-lhe o mesmo que fizera no buraco traseiro. Mas desta vez ela recuou até encostar seu cu mesmo nos meus colhões e apertando as coxas deixou que meu caralho ficasse enfiado entre elas, a cabecinha pincelando-lhe a pachacha, os lábios vaginais quase a engolindo, e passara a comandar ela as arremetidas do meu sexo como quando fazíamos amor e ela se colocava por cima de mim. Eram 23,37 e o inevitável aconteceu: esporrei-me finalmente. Minha esposa insultou-me com quantos nomes havia, dizendo não saber para que servia um marido que não se conseguia aguentar sem se vir, como o faziam os gigolôs que a serviam melhor na cama do que eu. Confesso que fiquei de novo com ela de pé ouvindo aquilo e eu habitualmente até nem tenho assim tanto tesão como isso. - Bom meu querido marido – disse-me minha adorada quando acabei de ejacular, com um brilho malicioso de satisfação nos olhos por eu ter falhado – por 8 minutos não te aguentaste. Tinha-te avisado do que te aconteceria nesse caso, por isso já sabes o que te espera. Já o sabia de facto. Como gosto de apanhar a perspectiva de ir ser vergastado em tais partes por suas delicadas mãos até me excitou, o pior mesmo de tal castigo ia ser o outro meio ano que ela me iria obrigar a passar sem despejar os colhões, mas não havia nada a fazer. Tinha tido o meu gozo antes da hora marcada e aquele era o preço que sabia ter de pagar por isso. Minha querida esposa desamarrou-me os pulsos da argola, obrigou-me tal como me tinha dito a fazer-lhe um minete no cu até lhe limpar todos os vestígios da esporra que eu lá deixara, após o me conduziu até à nossa cama comum onde me atou com os braços e as pernas esticadas na direcção da cabeça. Depois pegou na vergasta. - Ora vamos lá começar de tratar de te deixar os tomatinhos mais vermelhos – minha esposa muito aprecia dar-me neles – vamos começar por os castigar a eles uma vez que não conseguiram aguentar o teu leitinho dentro deles. Depois vou fazer-te o mesmo à pilinha, que também não se portou melhor, e finalmente ao teu cuzinho para que nos próximos dias, quando te sentares, te lembrares o quanto te custou a tua esporrradela prematura. Quero ouvir-te contar as vergastadas, uma a uma, sem enganos. Já sabes quantas vais apanhar em cada uma dessas partes. 8 vezes 10 dá 80. Vão ser 80 vergastadas nos teus colhões, piça e rabo. Se te enganares na contagem recomeçaremos do princípio, sim meu queridinho? Sou masoquista mas não tanto. Começar do principio era coisa que não vinha nada a calhar, por isso contava não me enganar por mais que me estivessem doendo as vergastadas. Minha esposa deu-me com força como é seu hábito, fazendo-me gritar alto, e levando-me a pensar que pelo menos nas semanas mais próximas aguentar meu outro meio ano de castidade não seria problema de tal modo ela me ia deixar sem tesão, mas apesar disso achei um amor a forma como me vergastou tais partes. Agarrando-me a base do saco com a mão esquerda como se estivesse apertando o pescoço de um frango para o degolar, pressionando-me o piçalho contra a barriga com a cabeça apontando para o umbigo, descreveu um grande arco no ar com a mão que segurava a vergasta e assentou-a ferozmente no meu parzinho de ovos. Um, uiii. Uma curta pausa para poder absorver plenamente a dor da vergastada, e mais outra. E depois mais outra, e outra, e outra até perfazer as 80 que contei sem me enganar. Não via os meus colhões mas tinha a certeza que se o ritmo do seu braço não diminuísse, como não diminui, eu não ia apenas ficar com eles vermelhos mas também todos negros e pisados. Quando terminou, agarrou-me na piroca pela ponta da cabeça e usando agora a vergasta como uma foice começou-ma a vergastar, por vezes na sua parte posterior, por vezes na anterior. Mais 80 que tive de contar em alta voz. Não foi tão dolorosa como fora nos colhões, mas fiquei com a piroca negra e inchada durante vários dias. E como imaginava, incapaz de a levantar, pelo que na semana que se seguiu a tal espancamento eu passei a ser tratado por ela como o seu marido impotente que nem tesão tinha no caralho para tocar uma punheta, quanto mais para pensar em ir às mulheres como fazia nos nossos primeiros tempos de casados. Quando terminou as vergastadas na pila fui contemplado com as últimas 80 vergastadas nas nádegas e estas foram as vergastadas desferidas com mais calor, pois fiquei com elas marcadas na pele durante imenso tempo. Também os gritos e as tentativas para me libertar foram ainda mais fortes e intensos do que quando apanhei nos tomates. Nunca esperei que uma esporrradela prematura me fosse custar tão caro. - Meu queridinho marido – disse então minha esposa beijando-me na boca – espero que a tua pilinha tenha compreendido a lição, e que saiba daqui para a frente que quando a mandar ficar quietinha sem se esporrrar, é mesmo para ela ficar quieta. E agora o que é que se diz à esposa mazinha? Agradeci-lhe o tratamento a que me sujeitara, e como último castigo, embora tal não tivesse sido combinado, minha querida deixou-me ali amarrado, naquela posição de frango assado o resto da noite.. Com as dores que sentia, e devido ao incómodo da posição, era-me impossível pregar olho mas também não o conseguiria de qualquer modo, pois durante o resto da noite as mãos de minha amada não pararam de me manusear os genitais divertindo-se com o facto de não me conseguir entesar. - Piça fanada, como estás com ela murcha – – disse-me ela divertida -Habitua-te, marido corno que durante o próximo meio ano enquanto eu me vou divertir abrindo as pernas aos prostitutos que tu pagarás, vai ser este o único consolo que darei à tua pila. Tão mazinha minha esposa e tão querida. Ou melhor, tão querida por ser mazinha. Não duvido que me fará cumprir o castigo até ao último minuto.