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Foi em um casual encontro de ex-colegas da faculdade que conheci Ingrid. Seus longos cabelos negros, ligeiramente ondulados, emolduravam um rosto de misteriosa expressão, onde destacavam-se o brilho mel-esverdeado de seus olhos em contraste com o discreto bronzeado de sua pele. Cláudia e Carlos, amigos em comum, apresentaram-na como sendo uma artista plástica que realizava trabalhos esporádicos para a agência de propaganda em que trabalhavam. Ainda atordoado ante seus encantos, convidei-a para sentar-se conosco. Ingrid trajava um vestido curto que, ao sentar-se, generosamente expunha suas pernas roliças, disfarçadas sob a tênue cobertura das meias de seda. Sapatos de salto alto completavam o modelo esporte-chique que a ocasião exigia e disfarçavam sua estatura mignon, que tanto aprecio nas mulheres. À mesa, nossa conversa fluía solta. Assuntos iam se sobrepondo juntamente com refrescantes doses de gin-tônica e marguerita. Essa atmosfera de descontração permitia que melhor pudesse conhecer Ingrid, que naquele instante já tomava todos os meus pensamentos. À certa altura, discutíamos o status da mulher na sociedade quando Carlos iniciou um discurso machista que feriu meus brios. Retruquei, expondo vários argumentos e fatos, que tal preposição era sem sentido e, completei, afirmando que se há um ser superior este é do sexo feminino. Cláudia aplaudiu-me entusiasticamente mas, foi o sorriso de cumplicidade de Ingrid que tocou-me mais profundamente. Pouco depois, alegando cansaço e compromissos no dia seguinte, Cláudia e Carlos deixaram-nos à sós. Conversamos amenidades durante mais uma meia hora, então Ingrid retomou: - Vamos voltar àquele assunto da superioridade da mulher. - Reafirmei meus pontos de vista, aprofundando o tema, ao passo que Ingrid parecia interessar-se mais e mais. No entanto, seu perfume já entorpecia meus pensamentos e ondas de tesão dilaceravam meu corpo. Não conseguindo resistir, deixei-me aproximar de seu rosto e de súbito beijei-a com avidez, afagando sua nuca sob os cabelos. Nossas carícias tornaram-se mais ardentes e, notando que já despertávamos a curiosidade no local, propus que fossemos ao meu apartamento. Contudo, Ingrid preferiu que fossemos à sua casa onde poderia mostrar-me algumas gravuras que estava terminando. Lá chegando, ela serviu-me um drink enquanto mostrava seus últimos trabalhos. Eram gravuras que retratavam mulheres guerreiras em roupas sexys e selvagens. Ingrid, então, deparou-se sobre uma em especial que dizia ser sua favorita. Nela uma garota loira vestida com peles de animais acariciava o peito nu de um homem acorrentado em uma espécie de masmorra. Ela ergueu seus olhos e buscando os meus perguntou o que eu sentia olhando aquela imagem. Tentei disfarçar, mas não podia mais esconder o tesão, uma forte ereção já era perceptível e Ingrid, notando minha excitação, roçou suavemente sua língua em meu pescoço e pediu-me para aguardá-la, pois iria tomar uma ducha. Aqueles minutos de expectativa pareciam horas. Tentei controlar-me sorvendo vagarosamente a bebida, distraindo-me com a decoração da casa. Enfim Ingrid retornou e mal pude crer em meus olhos... Como uma personagem de suas gravuras, encontrava-se vestida inteiramente em negro. Utilizava um espartilho ricamente adornado que expunha seus seios empinados, botas de altíssimo salto até os joelhos, luvas vazadas que só recobriam parcialmente os braços e uma minúscula tanga enfeitada com cordões metálicos na parte frontal. Na mão direita trazia um chicote curto de montaria com ponta em couro e na outra mão uma grande sacola. Não ousei mover-me, paralisado ante a visão que se desenhava. Então ela calmamente dirigiu-se até o sofá onde estava sentado e colocando o chicote sob meu queixo compreendi que desejava que me erguesse. Introduziu a ponta do chicote pela abertura de minha camisa e pediu que me despisse completamente. Sua voz estava transformada e seus olhos mediam cada centímetro de meu corpo que lentamente se revelava. Sentia-me como em um sonho e essa atmosfera excitava-me loucamente. Completamente nu e indefeso, tive meu pênis cuidadosamente examinado e acariciado pela ponta de seu chicote. Aquilo levava-me às alturas e Ingrid, notando a forte ereção, estancou os movimentos e empurrando minha cabeça obrigou-me a ficar de joelhos ante ela. Então informou as novas regras. Disse que eu estava nu porque ali eu não era nada mais que seu escravo, um ser completamente devotado à sua Rainha e seu prazer. Afirmou que eu estava inteiramente disponível à seus caprichos e somente deveria tratá-la pelo seu título. Com ênfase, mostrou que tudo que fizesse estava condicionado à sua permissão, inclusive meu prazer, sendo minha desobediência punida com castigos. Assim, apanhou na sacola uma coleira e colocou-a em meu pescoço, mantendo a guia em sua mão. Com um puxão na mesma obrigou-me a ficar em pé e vestiu-me uma sunga que deixava à mostra minhas nádegas e que possuía um orifício para saída do pênis. Uma fileira de três anéis de couro com botões de pressão imobilizaram meu pênis na posição vertical do lado externo da sunga. Os anéis apertavam meu membro, mas este mantinha-se completamente duro e ereto. Ela ainda colocou em cada um de meus braços e pernas braceletes e tornozeleiras com argolas de metal em vários pontos. - Pronto - disse. - Agora meu escravo está devidamente preparado para iniciar seu treinamento. Vamos ver o quanto este escravo é devotado à sua Rainha. Ingrid sentou-se confortavelmente em uma poltrona em madeira e veludo que, ladeada por cortinas, situava-se em um plano elevado da sala, acessível por três degraus. Era na verdade um trono, cuidadosamente projetado para este fim. - Escravo - ordenou, com a voz embargada - ajoelhe-se na presença de sua Rainha! Obedeci prontamente, então, Ingrid apanhou a guia da coleira e puxando-a para si disse: - Quero que você idolatre-me. Você vai lamber minhas botas até elas ficarem brilhantes. Assim, ajoelhado ante os pés daquela mulher deslumbrante e dominadora, lambi, com sofreguidão, os saltos e toda a extensão de suas botas. Ingrid controlava os movimentos de minha língua aplicando o chicote em minhas nádegas toda vez que o ritmo caía. E a cada chicotada obrigava-me a agradecer o treinamento recebido. Suas botas já estavam brilhantes quando disse: - Ok, escravo, já vimos sua servidão. Vamos continuar o treinamento. Puxando-me pela guia da coleira Ingrid conduziu-me a uma sala de ginástica, repleta de vários aparelhos. Junto a uma parede havia uma estrutura de madeira com várias barras paralelas do chão até o teto. Guiando-me até lá, Ingrid prendeu-me à estrutura utilizando os braceletes e tornozeleiras. Totalmente imobilizado, com a face voltada para a parede, permaneci aos caprichos de minha Rainha. Ela retornou prontamente e começou a acariciar minhas nádegas e costas, para em seguida chicoteá-las sem piedade. Utilizou vários tipos de chicotes e palmatórias de couro, repetindo sempre as carícias antes da punição, até minhas nádegas ficarem em chamas. Em seguida, após soltar-me e obrigar-me a ficar de joelhos, disse que suas botas estavam machucando seus pés e pediu que trocasse-as. Entregou-me um par de meias de seda negras e um scarpin de verniz e, mantendo-me ajoelhado, vesti-os nela. Ingrid afirmou que queria ter seus pés e pernas beijados e idolatrados. Mostrou, esfregando o chicote em minha face, que se fizesse um bom trabalho poderia ser recompensado, do contrário seria novamente punido. Lambi com devoção cada parte de seus sapatos e cada centímetro de suas pernas sob as meias de seda. Ingrid contudo, parecia insatisfeita. Prossegui beijando-as até atingir a porção descoberta de sua virilha, quando fui duramente repreendido: - Escravo insolente! Eu disse que você podia beijar apenas minhas pernas !! Você será punido! Ingrid acorrentou-me novamente à estrutura e passou a chicotear meu peito, coxas e abdome. - Vai obedecer me agora, escravo ?... Vai? - perguntava-me enquanto punia-me. - Vou ... obedecê-la... minha...Rainha... - respondia com a voz entrecortada pela dor. Não completamente satisfeita, Ingrid ainda surrou meu pênis imobilizado pelos anéis da sunga com um chitote de pêlos. A dor era indescritível, mas ele mantinha-se permanentemente ereto, como que hipnotizado por aquela mulher. Concluída a punição, Ingrid afirmou que queria gozar. Mas alertou: - Só eu posso gozar! Se você gozar sem minha permissão vai se arrepender profundamente... Ingrid guiou-me novamente à sala de estar onde obrigou-me a deitar no chão. Caminhou ao meu lado, colocando seus pés sobre o meu peito, exigindo que lambesse a sola e o salto de seus sapatos. Por fim, acorrentando minhas mãos aos móveis próximos, sentou-se sobre minha face. O odor de sua vagina úmida era fantástico e, de pronto, senti uma forte excitação. Ingrid esfregava seu clitóris, sob a tanga, em meu rosto e resfolegava de prazer. Após alguns minutos ergueu-se e, removendo a calcinha, novamente sentou-se em meu rosto. Quase explodi de tesão. Meus lábios sugavam seu néctar e acariciavam-lhe o grelo, deixando-a trêmula de tesão. Então ela gozou ruidosamente, cravando suas unhas em meu peito. Após um breve período, Ingrid dava sinais que queria sentir mais prazer. Permanecendo em pé, obrigou-me a lamber seus seios. Depois, mantendo-me de joelhos, ordenou que lambesse e beijasse suas nádegas, ânus e vagina. Através da guia da coleira Ingrid conduzia minha língua através de seu corpo. Assim, rapidamente ela alcançou dois orgasmos, seguidos por um outro muito mais intenso. Meu pênis estava quase rasgando as argolas que prendiam-no. Com grande sacrifício consegui controlar-me e não gozei. Ingrid observou-o e disse: - Meu escravo quer gozar? Quer? Com a cabeça assenti que sim. Então Ingrid dirigiu-se até mim, soltou meu pênis e retirou a sunga. Apertou meus testículos e começou a acariciar meu ânus. O contato de seus dedos em volta de meu orifício produziu uma forte ereção. Meu pênis, inchado, latejava. Notando minha reação, Ingrid acelerou as carícias e introduziu uma porção de seu dedo em meu ânus, até então intocado. Comecei a experimentar uma sensação inédita de prazer e dor que deixou-me entorpecido. Então, quando minha Rainha introduziu completamente seu dedo em mim, não resisti e gozei, ejaculando fartamente. Ingrid obrigou-me a lamber meu sêmen e, esboçando um sorriso malicioso, afirmou: - Uhnn...creio que encontramos um ponto fraco... Arrume tudo. Depois eu retornarei. Permaneci cerca de trinta minutos nú sobre o chão, recobrando minhas forças. Então Ingrid retornou. Guiando-me pela coleira, colocou-me de joelhos frente a si e disse estar satisfeita com a primeira fase de meu treinamento. Completou lembrando que, conforme afirmara, este bom desempenho seria recompensado. Então, puxando-me para si disse: - Vou deixar você lamber novamente a xaninha da sua Rainha. Ajoelhado à seus pés, lambi, beijei e suguei com desejo sua vagina, suas nádegas e seu ânus, levando Ingrid a outros intermináveis orgasmos. Por minha vez, estava igualmente excitado e meu pênis já mostrava uma nova e intensa ereção. Atenta à minha excitação, minha Rainha apanhou a sacola e saiu da sala prometendo retornar em seguida. Quando retornou, Ingrid trajava uma calcinha de couro onde se fixava um enorme pênis. Tremi em meus pensamentos e antevi o que me esperava. Ela, ainda sorrindo maliciosamente, puxou-me ajoelhado para junto de si e perguntou: - E então? Será que esta recompensa é do tamanho que você merece?? Ainda desconcertado tentei retrucar: - É mais do que eu mereço, minha Rainha...talvez fosse possível... Minha Rainha não deixou eu concluir, colocou aquele pênis de cerca de 20 x 5 cm em minha boca e disse: - Infelizmente, escravo, você ainda não merece algo maior. Esta é a menor recompensa que possuo. Assim, ela exigiu que eu lambesse aquele mastro do saco até a cabeça, introduzindo-o inteiro em minha boca, sufocando-me. Sentia apenas o odor de sua vagina que mantinha-me inebriado e completamente excitado. Ingrid, então, colocou em meu pênis três anéis metálicos e disse que iria comer meu rabinho. Contudo afirmou: - Estes anéis são do diâmetro do seu pau quando está duro. Se o seu pênis amolecer enquanto eu estiver metendo em você os anéis irão cair e você será punido por isso. Colocando-me de quatro, ordenou que abrisse minhas nádegas e iniciou a penetração. Mas seu pênis era muito grosso e não entrava em meu cuzinho. Então ela apanhou um frasco de óleo e, tendo lubrificado meu ânus, voltou a investir. Depois de três tentativas sem sucesso, Ingrid conseguiu enfiar a cabeça de seu pênis. A dor era insuportável, meu pau estava ficando mole e eu temia deixar os anéis caírem. Impassível, ela continuou penetrando-me lentamente, centímetro a centímetro, com aquele mastro descomunal, até introduzí-lo completamente em mim. Meu ânus estava completamente dilacerado. A cada movimento de vai e vem eu sentia aquele pênis rasgando minhas entranhas. Até que, como por encanto, aquela dor indescritível foi transformando-se em prazer. Ingrid aumentou as estocadas e ondas de tesão invadiram meu corpo. Meu pênis intumescido, agora latejava de desejo. Minha Rainha passou a introduzir aquele pênis com mais força e cada vez mais fundo, fazendo o meu pau, aprisionado pelos anéis, explodir de prazer. Gozei profundamente um dos melhores orgasmos de minha vida. Mais tarde descobri que a Rainha Ingrid executa esses treinamentos regularmente, assim, isto passou a fazer parte de minha vida. Por possuir compromissos com outros escravos, permite que eu visite-a apenas duas vezes por semana em dias pré-combinados. Desde então, tenho recebido novos treinamentos e sou seu escravo mais devotado.