Back to Browse

Escravo do Meu Tio 3

Já tinha passado uma semana da última vez que meu tio tinha me usado. Ele estava silencioso, nem se quer me chamava mais ao escritório. Eu tinha quase certeza que algo ele estava aprontando, isso me deixava com muito medo. Numa sexta feira a tarde um senhor entrou na loja. Era um homem que aparentava ter pouco mais que 50 anos, cabelos grisalhos, bem vestido, peludo, forte, segurava uma maleta. Perguntou pelo meu tio, disse que seu nome era Paulo e que meu tio estava a sua espera. Durante algum tempo os dois ficaram trancados no escritório. Não sei, mas parecia sentir que aquilo tinha a ver comigo. Dito e feito, pouco depois meu tio me chamou. Entrei no escritório e ele mandou trancar a porta. O homem estava de costas pra mim e mexia na sua maleta. -Tira a roupa. Gelei. -O que? -É surdo, viado? Tira a roupa. Uma coisa era o que acontecia entre a gente, mas ali com um homem totalmente estranho... Fiquei imóvel. Sem pestanejar meu tio se levantou da sua cadeira, pegou-me pelos cabelos e deu um tapa na minha cara. -Tá me desafiando, sua bicha? -Não, Senhor, é que... -É que um caralho. Vai, obedece. Tirei a camisa de vagar, parecia estar travado com a presença daquele estranho. -Logo! Tirei os tênis, as meias e por último a calça. Já que, por ordem do meu tio eu não usava mais cueca, fiquei nu. -Sobe na mesa e fica de 4 com o cu aberto pro Paulo. Paulo me olhava de uma maneira dura. Morrendo de vergonha, subi na mesa, me pus de 4 com as pernas bem abertas pra que meu cu ficasse exposto. -É, Inácio, até que seu escravo parece interessante. – Disse Paulo colocando um par de luvas cirúrgica nas mãos. -É, gosto de usar essa bicha. Paulo, olha o pau dele pendurado. -Pau? Que pau? Você chama isso de pau, Inácio? Essa merda pequena e mole! Ter uma porra dessa é vergonha pra qualquer homem. Tem mais é que levar no cu mesmo. Aquilo era humilhante. Eles falavam de mim como se eu fosse um nada. -Tem merda no cu, escravo? – Perguntou Paulo passando a mão na minha bunda. -Não, senhor. -Melhor assim. Mas de qualquer maneira vou usar a luva. -Gostou do cu dele, Paulo? -É, parece que serve pra meter. Bem rosadinho e cabeludo o cu dessa bicha. Mas já dá pra ver que ainda é apertado. -É, mas tô arrombando ele aos poucos...Se quiser comer, pode meter. -Não, hoje não.Se você quer mesmo entrar pro nosso grupo, Inácio, vai ter que arrombar logo o cu dessa puta. No nosso grupo os escravos têm o cu arrombado e nunca ficam de pau duro, eu te disse.Vou estimular o cu desse escravo agora, se eu ver essa merda desse pau dele duro, você vai ter que dar um jeito. Não aceitamos escravos metidos a homens no nosso grupo. Do que eles estavam falando? Que grupo? Mal deu pra pensar direito. Senti o dedo do Paulo entrando no meu cu. Foi de uma vez. Doeu, mas a luva ajudou. Ele começou a fazer uns movimentos dentro do meu cu que meu tio nunca tinha feito. E pra meu desespero, aquilo era muito gostoso. -Olha isso aqui, Inácio. Tá duro. -Isso é um filho da puta mesmo. Por mais que eu quisesse, não tinha como ficar de pau mole. De repente senti uma coisa maravilhosa. Meu cu piscando loucamente e explodi num gozo. Saiu um jato grande de porra do meu pau melando toda a mesa do meu tio, parecia que eu não ia terminar de gozar nunca. -Além de ter um cu apertado, seu escravo ainda acha que é homem. Ele não serve. Meu tio me olhava de uma forma que quase que automaticamente meu pau ficou mole. -Quando ele se enquadrar nos nossos padrões, podemos aceitar vocês no nosso grupo. Eu continuava de 4, tinha até medo de me mexer. Meu tio mandou limpar a mesa, me vestir e ir embora. Sai daquela sala morrendo de medo do que podia acontecer, com certeza ele não deixaria barato. Algum tempo depois meu tio saiu acompanhado com Paulo e disse que só voltava no fim da tarde. Algum tempo depois recebi uma ligação dele dizendo que avisasse em casa que chegaria tarde, dissesse que sairia com uns amigos. Mesmo com medo, obedeci. No fim da tarde ele voltou, a loja já estava fechando. Me chamou até o escritório e me deu um copo de água pra tomar, achei estranho, mas bebi. Entramos no seu carro e saímos, não sabia pra onde ia, estava com medo. Minha vista começou a ficar embaraçada, fiquei tonto e apaguei. Não sei quanto tempo fiquei apagado. Acordei amarrado numa cama pelos pés e pelas mãos, completamente nu. O lugar era estranho, não havia barulho nenhum, parecia em algum lugar deserto. Paulo foi o primeiro a entrar no quarto, me olhou friamente. Meu tio entrou logo em seguida. -Onde estou? -Cala boca, bicha – Disse Paulo – Vou ajudar seu tio a te ensinar como um viado como você deve se comportar. -O que vão fazer comigo? As cordas que prendiam minhas mãos eram de um tamanho que deixava que eu fosse colocado de várias posições, já meus pés estavam bem presos. Tremi quando vi meu tio puxar uma navalha, ele parecia muito bravo. Veio até mim e começou a roçá-la no meu pau. -Não, por favor. – Eu morria de medo. -Tá com medo de perder essa merda, seu puto? Pra meu alivio, eu estava enganado, as intenções dele eram outras. Começou a raspar meus pentelhos, até deixar um fila de pêlos, tipo moicano, parecia uma buceta daquelas putas de filme pornô. -Agora é assim que vai ficar, feito uma buceta. Paulo veio co um tubo de Gelol e espirrou na minha rola e no meu saco. Começou a arder muito. Eu não conseguia me soltar, me debatia, chorava, eles riam de mim. Quando a ardência começava a passar, ele botava mais um pouco. Parecia que meu saco ia estourar. -Pára, por favorrrrrrrrrr! Paulo soltou meus pé, me pôs de bruços e amarrou de novo. Cada um com um cinto de couro começaram a bater na minha bunda com muita força. Doía demais. Passei quase 5 minutos apanhando na bunda. -Isso é só o começo, viado safado. – Paulo parecia não ter pena de mim. Senti um calor na minha bunda, não conseguia me virar pra ver. Paulo abriu minha bunda e meu tio começou a pingar vela no meu cu. Que dor! -Queima o cu dessa bicha! – Falava Paulo abrindo cada vez mais meu cu pra cera entrar. -Pára, por favorrrrrrrrrrrr! Podia até sentir um pouco da cera queimando dentro do meu cu. Passei um tempo assim, até que eles pararam e limparam a cera que tinha ficado seca. Achei que a tortura tinha acabado, mas era meu enganado. Paulo enfiou o dedo do meu cu e meu tio também, ambos puxavam cada um pra um lado, rasgando, abrindo. -Aiiiiiiiiiiiiii!Não, por favor. Ai que dor. -Hoje você vai sair daqui sem pregas no cu, seu puto. – Disse meu tio enfiando o dedo cada vez mais fundo. A dor era tanta que terminei me mijando todo. Eles riram, só assim pararam de me rasgar. Paulo saiu do quarto por um instante, achei que aquilo tinha acabado porque meu tio soltou meus pés. -Agora é que vem a melhor parte, sua bicha? -Não, não agüento mais nada, por favor. Paulo voltou com um tipo de cano que em cada extremidade tinha uma correia. Meu tio me botou de quatro, prendeu meus pés em cada correia, Paulo soltou minhas mãos, passou entre minhas pernas e amarrou no meio daquele cano. Fiquei de quatro, aberto e imóvel, mal podia me mexer. Me desesperei quando vi 5 homens entrando no quarto. Todos estavam nus, de pau duro e com a cabeça coberta com meias pra não serem identificados. -Contratei essas caras pra te estuprarem, sua bicha. -Não, tio, por favor. – Eu comecei a chorar – Não vou agüentar, por favor. -Problema seu. Quero ver seu cu arrombado e sangrando. -Agora você vai aprender a ser um bom escravo, sua puta. – Disse Paulo – Deu trabalho pra arrumar esses caras de última hora. Ouviram, rapazes?É pra estuprar essa bicha, meter com força, fazer essa bicha chorar, gritar de dor. È pra gozar na cara dele. A gente quer ver a cara desse viado coberta de porra e o cu arrombado sangrando.O menor pau daí tem 18 e o maior tem 21, seu viado...Seu tio ainda foi bom que vai deixar eles usarem lubrificante. Se fosse comigo, iam meter a seco no seu cu...Agradeça pela bondade do seu dono. -Obrigado... -Pelo que, sua puta? – Perguntou meu tio puxando meus cabelos. -Por deixar os machos usarem lubrificante pra me estuprar, senhor. Por ordem do meu tio, todos usariam camisinha. O primeiro se posicionou na porta do meu cu enfiou de uma vez sem pena. Eu gritei muito alto, implorei. -Bomba com força. – Disse meu tio. O macho, sem piedade, começou a bombar. Metia tudo e puxava de vez. Cada metida ia mais fundo rasgando meu reto.Não sei qual era o tamanho do pau dele, mas era suficiente pra me fazer chorar implorando piedade.Mais ou menos 15 minutos depois, ele puxou o pau de vez. Meu tio me puxou pelo cabelo para trás e aquele macho estranho gozou muito na minha cara. Ainda recebia os últimos jatos de porra na cara quando o outro enfiou no meu cu. Ele me fodia com ódio. Eu mal conseguia abrir os olhos por causa da porra na cara, mas só gritava.Ele era mau, tirava a pica de vez, mirava e enfiava tudo, parecia que queria destruir meu reto.Pela dor, acho que esse era o mais dotado porque ia muito fundo. Foi inevitável melar o pau dele de merda. -Se caga, bicha safada. – Dizia meu tio – A catinga de merda chega tá no ar. -Olha, Inácio, tá saindo sangue. A camisinha tá melada de merda e sangue. -Mete na boca dele. O macho tirou do meu cu e foi até minha cara. Não tinha o que fazer a não ser aceitar aquela humilhação. Na cabeça da pica dele tinha muita merda tirada do fundo do meu cu. Fechei os olhos e chupei com muito nojo até fica tudo limpo. Logo em seguida ele tirou a camisinha e me deu mais porra na cara. Nem se eu quisesse meu pau ficaria duro. Era muita dor no cu, só me restava ver meu pau mole e pequeno balançando no meio das minhas pernas enquanto o terceiro macho socava no meu buraco. Ele tirava e botava muito rápido. Meu cu estava aberto já, entrava com facilidade, mas mesmo assim doía. Nem mais forças pra gritar eu tinha, sentia meu corpo mole, parecia até desmaiar quando levei a terceira jorrada de porra na cara. O quarto meteu de vez. -Isso, deixa ele sem prega no cu. – Mandava meu tio – Quero ver esse cu aberto, frouxo, sem prega.Macho que tem que ter prega no cu, bicha tem que ser arrombada mesmo.Tá doendo, bicha? – Eu nada respondi – Se você ver como tá seu cu. Tá aberto, sangrando, do jeito que deve ficar o cu de um viado safado como você. -Assim é que se trata um escravo, Inácio. Olha que vergonha de pau mole balançando. Nenhuma mulher nunca ia querer uma merda dessa. Mais uma gozada na cara. O quinto macho enfiou com força me fazendo soltar um grito. Ele metia com raiva, sentia prazer em rasgar meu buraco, queria me ver gritar de dor, me arrombar ainda mais. Após gozar na minha cara, eles foram embora. Fiquei ali, de quatro, com o cu aberto, sangrando. Estava fraco. Por mais que eu tentasse fechar meu cu, parecia que não fechava, sentia aberto. Mal podia abrir os olhos, minha cara estava coberta de porra de 5 machos, porra seca, porra quente, tudo misturado. Meu tio e Paulo me soltaram, achei que tinha acabado. Não tinha mais forças, cai na cama. . Fiquei deitado com as pernas abertas enquanto o sangue saia do meu cu melando o lençol. -Parece uma puta menstruada! – Disse Paulo. -Levanta, viado arrombado! Vai limpar esse cu e volta pra me servir e servir meu amigo.Só o cu, a cara deixa suja de porra. -Não, Tio, por favor, não agüento mais, vou morrer assim.Meu cu tá doendo muito. -Prefere que eu chame aqueles machos pra te comerem até amanhecer? -Não, por favor. Juntei o pouco de força que tinham, me levantei e fui limpar minha bunda no banheiro pra poder voltar e servir aos dois... CONTINUA