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Uma Coletiva SM
Tenho um Dono há dois anos. Um homem bom e severo que tem me encaminhado, firmemente, neste mundo BDSM. Quando iniciei meu treinamento tinha muitos medos que, com a segurança dele, vim perdendo ao longo deste tempo. Meus limites vêm sendo ultrapassados, continuamente. Ele é sádico e eu não sou masoquista mas, dentro do possível, aprendi a ter prazer em algumas situações dolorosas.
Temos encontros regulares e sempre acontecem coisas novas e surpreendentes.
O mais importante para mim é que ofereço a ele todo um esforço de vê-lo satisfeito e orgulhoso de mim e ele me devolve em um prazer intenso e paciente dedicação.
Tudo nele me encanta. O olhar direto e prescrutinador, a boca carnuda e ávida me toma inteira, as mãos, oh! mãos, firmes, audaciosas, unhas quadradas aparadas e dedos com deliciosos pêlos, a pele com aroma de almíscar que tomo em meus lábios com ousadia, os pés, deliciosos e disponíveis para meus carinhos e lambidas e que tocam suavemente em todos os recantos do meu corpo, o peito onde escondo meu rosto e onde repousa minha carência. Ele é o meu Homem e meu Dono e eu o amo.
Este fato que vou narrar se enquadra em algo que nunca pensei fosse gostar.
Ainda tinha em minha mente a idéia da posse e propriedade aliadas à exclusividade.
Uma tarde do verão passado, recebi um telefonema dele ``Alô?´´ atendi. ``Minha linda´´... a voz dele sempre me causa arrepios.
``Sim, meu Senhor. Beijo em seus pés e em seu coração´´ respondi.
``Teremos um compromisso, hoje à noite. Esteja pronta às 20,00 h. Vestido preto, meias e ligas, sem calcinha, sandálias prateadas. Maquiada, depilada e sem perfume.´´ ordenou. ``Leve os seguintes acessórios: bolinhas tailandesas, vibradores anal e vaginal, lubrificantes e camisinhas´´.
``Sim, meu Senhor. Está tudo anotado. Estarei pronta na hora marcada´´.
Saí do trabalho e corri para o salão. Fiz as unhas, depilação e cabelo. Cheguei em casa às 18,30. Mergulhei numa banheira de água morna para relaxar e estar bem disposta para meu Dono. Meu corpo é o instrumento que ele dedilha com maestria. Estar com Ele é uma dádiva sem preço. As alegrias que Ele me proporciona nunca experimentei antes.
``Quero exibir minha escrava´´, ele havia dito.
Em várias plays-parties ele havia exibido suas habilidades em mim. Eu não tinha mais medo destas exposições que, no início, haviam me constrangido profundamente.
Pontualmente, ele me pegou em casa e seguimos para um apartamento, numa zona luxuosa da cidade. Belíssimo prédio e cinematográfica residência. Fui apresentada a três amigos dele e uma jovem.
``Minha linda...estes são três companheiros do meu trabalho...David...Ernandez e Pedro e esta é Luana ...a esposa de David´´.
Cumprimentei a cada um deles. Sentamos distribuídos nos vários sofás. Luana serviu aperitivos e bebidas a todos mas, eu me mantive quieta, sem iniciativa alguma, esperando a ordem do meu Dono para comer ou beber.
Fui autorizada a me servir de vinho (branco é o meu preferido) e dois salgadinhos.
``Não deve comer muito. Tenho planos p´ra você e não deverá estar com estômago cheio´´, meu Dono cochichou em meu ouvido. Sem que eu percebesse, Ernandez se sentou no braço da minha poltrona e enfiou a mão por dentro do meu vestido, nas costas. Era um homem franzino e bem branquinho. Fiquei retesada, sem me mexer com medo da reação do meu Dono. Ao contrário do esperado, ele saiu de perto de mim e Ernadez se sentou ao meu lado. O carinho que iniciara nas costas passou para os meus seios. Olhei para meu Dono. Ele se postara de costas p´ra mim. Fiquei apavorada porque não tinha idéia de que atitude tomar. Ernandez mordia meu pescoço e beliscava meus seios e costas.
Apesar do medo, comecei a ficar excitada.
Meu Dono virou-se p´ra mim, rindo ironicamente. Uma sensação de calma me invadiu. Ele estava aprovando o que estava acontecendo.
Veio em minha direção e me pegou pela mão, me abraçou e beijou. ``Hoje, você é deles´´ sussurrou sorrindo.
Meu cérebro não captou a mensagem na hora. Um redemoinho de sentimentos me envolveu. ``Como? eu servir a todos ali? Ele iria permitir que outros me usassem? Ele já não gostava mais de mim? Iria me entregar a outros?´´
Parece que ele havia percebido meu pânico. ``Fica tranqüila. Amo você e quero ter o prazer de reparti-la com meus amigos´´, sua voz se fez música em meus ouvidos.
Seguimos, meu Dono e eu, para um aposento contíguo. Fui despida e conduzida a um chuveiro aonde Ernandez já me esperava nu. ``Dá-lhe um banho, minha linda´´, foi a ordem. Peguei uma bucha e ensaboei todo o corpo daquele desconhecido. Confiante em meu Dono, entrei no clima e aquela nova situação tornou-se bastante interessante p´ra mim. ``Você parece bem gostosinha, moça´´ foi a vez de Ernandez falar. ``Chupa meu pau´´ mandou. Olhei meu Dono. Ele assentiu. Abaixei e abocanhei aquele membro já entumecido e ereto. Lambi todo ele, dei algumas mordiscadinhas, chupei a glande massageando os testículos. Ele gemia, parecia gostar. Fui suspendida e virada contra a parede. ``Quero seu cu, moça´´ ele disse, colocou uma camisinha e fui penetrada ali mesmo. Suas estocadas eram firmes mas não dolorosas, senti um prazer imenso naquilo. Minha xota já estava molhada. Num preciso momento, meu Dono entrou no box, também nu e me suspendeu encaixando, nela, seu pau. Possuída assim por dois homens era uma novidade muito prazeirosa. Não fui autorizada a gozar e isso é sempre um tormento p´ra mim... Nenhum deles gozou tampouco.
Saímos dali e fomos para um quarto muito amplo com um enorme tatame.
Vi chicotes, de todos os tipos, pendurados ao longo das paredes. Correntes pendiam do teto. Uma penumbra azulada envolvia o ambiente. O som de músicas na sala chegava até ali.
``Vá se vestir com meias e ligas´´ foi a ordem.
Quando voltei ao quarto, já pronta, Luana estava pendurada, pelos pulsos, nas correntes. Meu Dono fez o mesmo comigo. Iniciou-se uma sessão de spanking. Ernandez surrava Luana com um longo chicote e David lambia minhas coxas com flogs de tiras tão longas que abraçavam minhas coxas atingindo minha xota. Meu tesão escorria pelas pernas desavergonhadamente. Pedro havia colocado pregadores em meus seios ligados a uma correntinha e puxava a cada contorção do meu corpo. Quando David se deu por satisfeito, fui solta das correntes e dos pregadores e conduzida até o tatame. Meu Dono observava de longe fumando.
A penumbra não permitia ver seu rosto. Pedro deitado me fez estender por cima dele e penetrou minha xota, Ernadez veio por trás e penetrou meu cu, David se postou em pé e enfiou o pau na minha boca. Fui completamente preenchida. Aos poucos, os ritmos do prazer se acertaram e movíamo-nos compassadamente aproveitando, com intensidade, cada estocada, cada vai e vem daquele esfrega/esfrega. Minha xota pulsava e apertava o cacete de Pedro, meu cu se abria e recebia as investidas de Ernandez e a minha boca ávida do pau de Pedro sugava com vontade.
Meu Dono veio até a mim e sussurrou: ``Estou gostando de ver. Prazer total, minha linda. Pode gozar quando chegar sua hora´´. Riu e agarrou Luana, nas correntes, mordendo-lhe os seios, penetrando-a, e realizando com ela, o seu prazer.
O orgasmo veio conjunto e os estertores barulhentos realizaram uma sinfonia de tesão e relaxamento. Apesar de haver gostado muito daquele momento, não pude deixar de sentir uma ponta de ciúme em ver meu Dono com outra. Fui levada, novamente, às correntes e meu Dono colocou, em mim, os vibradores vaginal e anal. Saíram todos e fiquei sozinha.
Todo o meu corpo latejava de tesão e satisfação. Passou-se um longo tempo. Comecei a ficar sonolenta. Acho que cochilei porque despertei com uma boca macia lambendo meu clitóris e acariciando minha virilha. Era Luana que se divertia comigo. Meu Dono pegou uma paddy e começou a surrá-la. Ela não largou o que havia começado. Pedro pegou um espaçador, prendeu nos meus pés e me suspendeu deixando minhas pernas arreganhadas. Luana continuou sua distração e Pedro me tomou pelas costas penetrando meu rabo. Aquela boca suave e macia, o toque feminino me acariciando, me conduziu a um prazer diferente e delicioso.
Por fim, meu Senhor penetrou Luana por trás e, mais uma vez, permitido o orgasmo, os esgares de prazer e realização encheram de sons aquele quarto.
``Vá tomar banho e vista-se´´ recebi a ordem e deslizei para o banheiro.
Saímos dali já era madrugada. Meu Dono deixou-me em casa, depois de me beijar e acariciar demoradamente. Esta foi uma experiência nova que mudou meus conceitos sobre uso de escrava e amor. Outras sessões, semelhantes a esta, aconteceram e meu amor continua cada vez maior por esse homem que me conduz a horizontes, de prazer, cada vez mais arrojados.