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CATIVEIRO I M no inicio de 2004 começou a conversar no msn com uma mulher de 24 anos de depois de um longo tempo de trocas de emails, conversas no msn decidem se conhecer pessoalmente, pois eles viam a necessidade pois cada um tinha revelado seus desejos íntimos. Por ventura os familiares de M foram para praia e decidiram que iriam passar um semana fora, e como M estava de férias da faculdade e combina com L vir sem problemas para a cidade dele. Então chega na rodoviária se comprimentam dando um beijo na boca e depois se foram para casa dele. E no caminho ela informa que iria embora na Quarta-feira e M não faz contra argumenta. Ela levando duas malas e chegando na casa dele, e leva as malas para o quarto dele, conversam muito, passeiam pela cidade e chega a noite. L abrindo sua mala preta tira tudo o que vai utilizar nessa noite, que promete ser longa para ambos, e M entra no quarto e fica excitado quando vê aquilo tudo. - Nesses dias você é meu. Você não será dono do seu corpo. Você terá que seguir as minhas ordens. E você terá que falar sempre sim minha rainha. Ele concorda falando “sim senhora minha rainha”. - Então fique nu. Sem reclamar tira as roupas, e depois ela pega uma cueca de látex com um pênis de borracha no interior, e veste no M com violência e M sente seu anus penetrado. - Fique de joelhos. M obedece fazendo o que ela pede e L põe uma coleira com duas argolas em cada lado. Depois ela coloca uma armação de ferro para deixar a boca de M bem aberta. - Me leve ao banheiro. Levando e ficando excitado e louco para gozar, L leva uma corrente uma cinta de couro e ao chegar no banheiro, ela põe essa cinta de couro nela, manda ele ficar deitado, passa as correntes na coleira, na cinta de couro deixando a cabeça de M presa ao corpo da sua rainha. E na cinta tinha ganchos e prendeu na armação de ferro que M usava e com isso aproximou a boca dele na vagina dela. E de repente ela começa a urinar na boca dele e manda ele lamber. - Se você não conseguir lamber vai sofrer um severo castigo. M tenta várias vezes mas não consegue cumprir o que fora pedido, e com isso ela se solta e põe ele de quatro, pega na sua mala uma máquina. Nessa máquina tem um pênis de borracha de 24 cm e grosso, penetra no anus dele, lentamente brota nos olhos lágrimas da dor, e também um uma máscara com uma mangueira ligada á máquina, ela tira toda armação e põe essa máscara, e põe nos mamilos dele dois grampos presos numa corrente que estava preso numa corda presa nessa máquina. Sentido o seus mamilos presos e puxados sem saber geme e respira forte, M sente que o pênis penetrado nele, numa velocidade lenta quase parando, começa o movimento vai e vem. Mas em cada gemido e uma respiração forte, a velocidade aumentava e os mamilos eram puxados. Ela vendo que estava ficando excitado deita no chão e começa a gozar no pênis dele deixando mais excitado e ofegante e consequentemente a máquina aumentando a velocidade até ele desmaiar de prazer e da dor. CATIVEIRO II Depois de ficar desacordado por um tempo, de repente M acorda deitado no banheiro com seus braços presos à costa com uma corda onde essa corda passava pelas costas e outra ponta era presa no pênis dele puxando-o para perto do chão provocando uma fraca dor. Mas alem de tudo sentia o seu anus ardendo, mas sentia ainda penetrado. L entra no banheiro e fala: - Então meu escravo acordou?! Com esse teu deslize você vai ser seriamente castigado. L pega duas velas de sete dias, amarra por uma corda que estava presa no teto, com um pouco dificuldade, ascende as velas e lentamente cai cera quente no corpo de M. M ao sentir as velas pingando no seu corpo se contorcia erguendo o corpo como um arco, mas nisso provocava algumas dores nele, uma era que o pênis era puxado para trás, outra era vela continuava a pingar e não tinha apoio das mãos por causa de estarem atadas cruzadas. L vendo ela excitava demasiadamente. - Com teu sofrimento você satisfez a sua Rainha. Depois tendo o corpo bem dolorido, L tira as velas e M pensa “terminou por hoje”, ele mal sabia que ela tinha começado e já estavam entrando no segundo dia da estadia dela na cidade. Ela sabendo a hora, decide então por nele um cinto de castidade masculino feito de PVC trancando por um cadeado, e depois ela solta os braços dele, e manda que ele vestisse uma roupa de látex transparente apertando bem ao corpo, e depois lhe entrega uma lista. M sem entender pega a lista. - Escravo quero que você realize essas coisas, vou dar uma volta e quando eu voltar quero tudo pronto. Eu quero essa roupa limpa quando eu chegar. Então ela sae e M começa a fazer as tarefas que fora lhe entregue, e depois de cinco minutos toca o telefone dele. M atende: - Meu escravo quero que você venha aqui fora. Ele sai usando a mesma roupa e ao aproximar da L. ela manda que pare, tira a roupa o cinto de castidade e manda ficar de quatro. L utilizando um cinto com pênis de borracha penetra no anus dele e estando rente ao corpo dele, manda que ele volte para casa mas sem afastar dela. Com dificuldade volta para a casa e depois em pé mesmo ela começa o movimento vai e vem freneticamente até empurrar M contra o chão tirando o pênis de borracha no anus dele com violência e manda preparar o banho dela. CATIVEIRO III Antes de ir para tomar o seu banho L veste nele uma roupa de látex, mas antes ela penetra nele quatro bolas tailandesas, e com a roupa vestida M sentia uma vontade de fazer suas necessidades por causa das bolinhas no seu anus e tem seu corpo apertado por causa da roupa. Ela tomando seu banho M esperava sentado e olhando para ela e se excitava e seu pênis sentia a pressão da roupa e causava nele uma forte vontade de gozar. L deixa o banheiro enrolada numa toalha, manda que seu escravo vestisse ela e que depois ele usasse uma roupa normal por cima da roupa de látex pois iriam almoçar fora. Depois se vestirem saem e vão para um restaurante, lá eles se comportam como dois amigos, mas ela nota que M estava com vontade de fazer necessidade e ela fala: - Segura até chegar em casa. Então M começa uma luta árdua segurando para não urinar e não por para fora as bolas tailandesas, terminando de almoçar L decide sair pela cidade outra vez e com isso deixando M mais vontade de fazer as necessidades fisiológicas. Voltando para a casa M corre para o banheiro sem dar muita atenção para sua dona e L vai atrás dele e nota que ele já estava só com a roupa de látex. L abre a roupa e tira para fora o pênis dele, apertando forte e tampando a cabeça do pênis, M se contorcia por causa da forte dor. Depois de alguns segundos que pareciam horas ela solta e M urina. Deixando nu ela tira as bolas tailandesas com força provocando nele um gemido de dor e de prazer, mandando ele que ficasse de quatro, ela amarra na altura do peito de M uma corda. Ele sente que é penetrado outra vez no anus, mas dessa vez M sente que é maior e mais grosso. L atrás dele segurando a corda por uma das mãos pelo menos na metade da corda, manda que ele rebolasse. M obedece realizando o pedido da sua dona. De repente M sente sendo chicoteado pela corda e com isso ele rebola cada vez mais, L puxa para cima e dá mais chicoteada nele até o rebolado ficar frenético, e sem poder controlar M começa a gemer de prazer. - Você está gozando?! Vai sofrer por causa disso. Então ela para de fazer o que estava fazendo tirando o pênis de borracha do anos dele, deita ele no chão tira os tapetes que estava no banheiro, amarra as pernas e os braços dele, deixando imóvel, e manda abrir a boca e depois L urina na cara dele. - Sabe de uma coisa? To com vontade de cagar. L fica numa posição mostrando o seu anus para M. M fica assustado quando vê que a sua dona começa a cagar e a merda caindo no seu corpo, e ela não parava de cagar. L pega uma luva vestindo na sua mão, pega a merda que estava no corpo dele, passa pelo corpo inteiro dele. M estando com seu corpo cheio de merda ela pega e urina outra vez no corpo dele e depois enfia nele um plug e manda tomar um banho. CATIVEIRO IV Depois do banho M sai do banheiro e vai para o seu quarto e encontra a sua dona nua deitada na sua cama e ela fala: - Você foi muito bem comigo. Vai ter uma recompensa por isso. Ela chama para que ele deitasse também na cama, e L põe camisinha nele e se beijam e transam depois. No dia seguinte antes de L ir embora retira o plug que estava no anus dele, manda que seu escravo lambesse tudinho e que ficasse nu e servisse o café para a sua dona, mas antes de ela ir tomar o café da manhã deixa ele preso na cama penetrado com duas bolas tailandesas maior que da outras vezes, que para ele pareciam que era dois ovos e com um anel pubiano apertando bem seu pênis e arregaçando ele deixando a cabeça do pênis bem a mostra. L tomando o seu café ela escutava seu escravo gemer de prazer, e quando ela volta pega um chicote e bate no pênis e com isso faz com que ele gritasse de dor. E depois ela pega a argola das bolas tailandesas e puxa com força deixando o anus dele dolorido e depois ela fala: - Isso é para você se lembrar de mim. Hoje não vai ter as fotos mas na próxima vez vou trazer uma máquina e publicar cada foto sua em cada momento da sua tortura. Quero você de pé. Ele fica de pé depois que ela desamarra da cama L olha para o corpo dele, se arruma diz que a sessão terminou e que até a próxima vez ele está livre, mas cada conversa no msn terá que dizer inicialmente ‘obrigado minha senhora’. Na rodoviária eles se despedem e ele só vai embora quando o ônibus deixa a rodoviária.