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História de uma Escrava III
Na sexta-feira falei a meu pai que ira passar a noite na casa de uma amiga, como meu senhor me ordenou, e então fui ate a casa dele.
Chegando à casa dele, meu Mestre me ordenou que eu entrasse, tirasse minha roupa e me sentasse sobre a mesa, pois ele iria buscar umas coisas no banheiro. Quando ele retornou trazia consigo uma gilette, e creme de barbear. Ele então passou o creme, que era de menta, pois além do cheiro, sentia minha pele queimar em refrescancia, e depois começou a me depilar toda, não deixando um único pelo na minha xoxota, e no meu rabinho.
Quando ele me depilava, sentia um certo medo de que ele me cortasse e ao mesmo tempo um tesão enorme, uma coisa deliciosa, nas paredes de da minha vagina foi a parte mais difícil de agüentar, pois o gilete, e os dedos dele ficavam passando pelo meu clitóris, e eu quase chorava de tanto tesão.
Quando termirou, ele pegou uma maquina fotográfica, e tirou fotos da minha bucetinha virgem, falou que queria uma recordação, desta bucetinha que amanha não seria mais virgem.
Depois meu senhor me mandou colocar as roupas que estavam sobre as cama de seu quarto, pois iríamos sair.
Ao chegar no quarto dele havia um vestido de renda preto, e um sapato altíssimo, uma meia preta, com rendas na altura da coxa, e uma cinta liga, de renda. O vestido era maravilhoso, e havia um rasgo lateral que deixava à mostra a renda da meia. Depois que eu me troquei, pude observar, que sem sutien meus seios estavam totalmente à mostra, assim como a minha bunda, e minha xoxota, que chamavam mais ainda atenção por causa da cinta. Fui até a sala me apresentar ao meu mestre, ele então falou que so faltava uma coisa, e colocou uma coleira, como uma plaquinha com o nome dele gravado.
Nesta hora ele então me avisou que iríamos sair, eu então retruquei falando que com aquela roupa eu estava quase nua, mas como resposta recebi um tapa, que me deixou ardendo o rosto, e ele me avisou: ``Ou isso ou a fita, e espero nunca mais ouvir você retrucando minha ordens...´´ Eu então abaixei a cabeça, e apenas falei: ``Sim senhor´´.
Entrei no carro, e paramos em um hotel, na porta ele mandou eu esperá-lo ali, e assim como o ordenado quando o porteiro abriu a minha porta, eu desci e fiquei aguardando ao lado da porta de entrada. Meu senhor entregou um papel que parecia um convite ao porteiro, e entrou. Os dois rapazes que estavam na recepção não paravam de me olhar, pareciam hipnotizados pelos seus seios. Não demorou muito meu SENHOR retornou, e entregando um outro papel ao recepcionista me puxou pela coleira.
Fomos então para o restaurante, haviam varias pessoas presentes, alguns assim como eu tinham coleiras, outras pessoas estavam de joelhos, como cachorro no chão, e algumas pessoas estavam sentadas a mesa, conversando animadamente. Meu senhor se sentou a mesa, juntamente com outro senhor, e me ordenou que ficasse em pé ao lado dele.
O amigo do meu Amo perguntou se eu era a nova escrava dele, e ele sorridente respondeu que sim, e que ele me apresentaria para o leilão, pois eu era um espécime raro. O amigo sorriu, e falou que se valesse a pena, ele entraria no leilão.
Creio que fiquei por uma hora ali, em pé, ouvindo os dois conversando, quando entrou uma mulher na pista de dança, que ficava no centro do salão, sendo rodeado pelas mesas, com um microfone, dando boas vindas a todos, que aquela noite seria aberta com uma pequena apresentação.
Nesta hora entrou um casal no centro, ela vestia uma roupa de couro, e ele estava nu, de quatro ao chão. Quando eles estavam ao centro, começou a tocar o Bolero de Ravel, e os dois começaram o que parecia um balé esquisito, o homem começou a lamber o sapato dela, a sola, enquanto ela o chicoteava nas nádegas, de uma forma altamente performática, depois introduziu o cabo do chicote no cu dele, e se sentado sobre ele como quem monta um cavalo, ele começou a andar pelo lugar, quando ela saiu das costas dele, retirando o chicote, ele rolou pelo chão ficando de barriga para cima, ela então se sentou na cara dele, e começou a rebolar, quase que sufocando o cara, ao mesmo tempo que ela puxava o pinto dele, como se fosse chiclete, ela então se levantou, e começou a andar ao mesmo tempo que ele a segurava pelo pé, e se arrastava pelo chão, atrás dela, e a musica acabou.
Todos começaram a bater palmas, nesta hora veio uma moça, e meu Senhor mandou eu a seguir e fazer tudo que ela me ordenasse.
Nós fomos a um quarto, ao lado do salão, onde haviam outras mulheres, e alguns homens, elas mandaram eu tirar toda a roupa, me fizeram uma lavagem anal, colocaram uma bola em minha boca, que era amarrada a uma fivela em meu pescoço, me colocaram deitada sobre uma mesa, amarram meus pulsos junto aos meus tornozelos, e amarraram na altura do meu cotovelo, junto ao joelho, e por fim me amarraram na mesa, passando uma corda na minha cintura. Quando terminaram me deixaram ali, totalmente arreganhada e exposta, mas logo retornaram.
Quatro homens pegaram nos cantos da mesa, e me levaram até a porta entre o salão e a sala em que eu estava, de lá pude ouvir o grande e desesperador anúncio:
``Senhoras e Senhores, hoje em nossa reunião, teremos um grande leilão. Não trata-se de uma escrava qualquer, pois o grande ganhador terá uma noite de prazer sem limites, com uma exclusiva escrava virgem´´.
Na mesma hora meu coração disparou, eu tentei imaginar uma forma de sair daquela situação, mas não havia como, afinal eu me encontrava nas mãos do meu Senhor, além disto, não havia como me desamarrar. Ao mesmo tempo eu fui carregada para o meio do salão.
Ao chegar no centro a mestre de cerimônia trouxe o microfone até mim, e me perguntou se eu estava de acordo com o meu aluguel, e se isso era o que eu desejava. Na mesma hora eu me lembrei mais uma vez da fita, e respondi que sim, que desejava muito, e que estava de acordo. Ela então retomou:
``Esse valioso produto ficará exposto, para análise dos senhores, antes de darmos início aos lances, mas lembrem-se: não será permitido a introdução de nenhum objeto, ou órgão no espécime, até que o vencedor seja anunciado, e pedimos de os interessados venham um por vez de forma rápida, ate o local´´.
Todos saíram de perto de mim, ficando apenas eu no centro, com meu anus, e buceta totalmente expostos.
O primeiro a se aproximar foi um Senhor de cabelos loiros, forte, meio barrigudo. Ele se aproximou da minha bucetinha, abriu os grandes lábios, o que na mesma hora me deixou cheia de tesão, passou o dedo no meu anus, depois observou meu rosto, e saiu. Depois veio uma mulher alta, magra com uma bunda grande, que me analisou com muita atenção, passando a mão por toda a minha xoxota, depois cheirou minha buceta, beliscou meu seio, e também se retirou. A cada um dos interessados, eu me sentia encharcar de tesão. O terceiro a me analisar foi um senhor grisalho, barrigudo, de certa forma baixo, ele abriu meus grande lábios, passou o dedo no meu clitóris, e no meu anus, passou o dedo no meu suco de tesão, deu um sorriso e saiu. Um Senhor Negro, alto e careca, então se aproximou e me analisou abrindo bem minha xoxota, e minha bunda. Eu já estava aponto de gozar com aquilo, mais outros dois Senhores vieram ate mim, todos os dois me analisaram abrindo meus grandes lábios, observando minha virgindade, o ultimo ainda deu uma lambidinha em minha xoxota.
Acho que nunca tinha sentido tanto tesão em toda a minha vida, ser exposta como um objeto a venda, ser analisada como uma égua para leilão, me senti apenas uma xoxota, e como uma xoxota a única coisa que senti foi tesão, e um prazer enorme com tudo aquilo.
Depois que todos haviam me analisado, meu Senhor foi chamado ao centro, ficando ao meu lado o tempo todo, antes de iniciar o leilão. Meu Senhor falou: ``Hoje você começa a ser uma escrava puta, para me servir, e dar lucro quando eu quiser´´. Logo depois foi dado início ao leilão, a primeira oferta foi de R$100,00, não podia ver quem estava dando os lances, mas os valores foram aumentando, até que fui alugada por R$775,00, e o vencedor do leilão veio ao centro, somente nesta hora pude ver quem iria tirar minha virgindade, o ganhador havia sido o Senhor Negro.
A ele foi entregue uma mala, e avisado que poderia se retirar comigo para o quarto ao lado, mas ele antes falou algo ao ouvido da mestre de cerimônia. Ela então anunciou que o Senhor Jorge iria presentear a todos com a minha primeira penetração anal.
Ele então se aproximou de mim, e começou a enfiar os dedos no meu anus, o primeiro foi o indicador, que era grosso e de certa forma me incomodou, mas eu não poderia imaginar o que me aguardava, depois de introduzir dois dedos no meu cuzinho, ele pediu a uma outra escrava o pote de vaselina, e pediu que eu fosse desamarrada.
O Senhor ordenou que eu ficasse de quatro, e me colocou uma coleira com uma guia, pegou uma palmatória e começou a me castigar, creio que levei 10 pancadas com a palmatória, uma em cada uma das minhas nádegas, eu sentia que minha pele fosse rasgar, não consegui passar por aquilo em silêncio, e além de soltar gritos, cada vez que a palmatória me tocava, lágrimas escorriam dos meus olhos, parecia uma criança, nessa hora me questionei se não valeria mais a pena que meu pai tivesse conhecimento da fita.
Depois disto o Senhor pegou a vaselina, e passou por toda a minha bunda, me dando um certo prazer e alívio, depois pegou um consolo, grosso, mas que ia afinado um pouco na ponta, e de uma vez do enfiou no meu cuzinho. Na hora eu senti uma dor horrível, e soltei um urro, as lágrimas não paravam de cair dos meus olhos, eu olhei para meu Senhor, como que pedindo pela ajuda dele, mas o que encontrei como resposta foi um sorriso, sarcástico, e maldoso. Nessa hora o Senhor Jorge, deu um tapa com a palmatória no consolo, e mandou que eu engatinhasse para o quarto, com ele me puxando pela guia, sem deixar cair o consolo.
E desta forma eu me retirei, humilhada, dolorida, chorando, e desesperada tentando imaginar de que forma perderia minha virgindade.