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O Diário de Madelaine

Fragmentos do Livro “O DIÁRIO DE MADELAINE”, a ser publicado no formato eBooks até dezembro de 2005. ... O final de semana foi tranqüilo como sempre... Agora, estou voltando para iniciar mais uma semana de trabalho. No caminho, os meus pensamentos são confusos e giram em torno do que aconteceu no sábado passado. Masturbei-me muito naquela noite, porém, não sei se o meu prazer estava em ver Zizi sofrer, ou se estava em ver coronel castigá-la. Como ela pode agüentar o castigo por todo aquele tempo? Será que um dia eu terei essa mesma dedicação e energia como a dela? Penso em aborda-la diretamente sobre a sessão de sábado passado, contudo, me contenho, afinal, teremos muito tempo para passarmos juntas e oportunidade não vai faltar... ... Algum tempos depois de ser iniciada pelo coronel, vou até ao seu escritório: - Meu senhor; peço-lhe permissão para falar. - Sim Madelaine, pode falar. - Na segunda-feira eu faço dezoito anos, e como presente de aniversário eu quero uma sessão especial. Por favor, meu senhor, me conceda esse presente. Depois de ponderar por alguns minutos, ele me responde: - Sim. Vou te conceder o que me pedes. - Agradeço-lhe, meu senhor, porém, tem mais um pedido a fazer. - Continue Madelaine. Ordenou ele. - Na semana que vem, por ordem de meus pais, vou embora para estudar fora, por isso, eu tenho que deixa-los, e como gratidão por tudo o que o senhor tem me feito e pelo que o senhor me ensinou, que lhe oferecer a minha virgindade. A fisionomia dele muda instantaneamente, passando da serenidade para o espanto. Depois de longo silêncio ele me fala: - Você sabe que eu não posso fazer isso. No começo da sua doutrinação, eu lhe falei que sairias intacta do nosso relacionamento, e palas normas do BDSM, eu não posso quebrar a minha promessa. Sem pensar nas conseqüências de meus atos, eu insisto. - Meu mestre, então, eu lhe imploro para que deflore o meu ânus e me deixe uma marca permanente, para que eu não me esqueça que lhe pertenço e pelos dias maravilhosos que passei junto de vocês. - Assim será feito. - Só mais um pedido meu amo, peço que o senhor deixe Zizi assistir a tudo como testemunha da minha devoção. - Está certo. São sete horas da noite quando meu senhor me chama e manda que eu me prepare para receber o meu presente. Tomo banho e visto apenas o vestido azul de bolinhas brancas que ganhei quando fiz dezesseis anos e vou para o quarto, onde meu senhor já me espera. Zizi está sentada na poltrona, no lado da cama e radiante como sempre. Meu senhor se aproxima. Tira as minhas sandálias e manda que eu fique sobre a esteira de bambu. Em seguida começa a soltar, lentamente, os botões de meu vestido, e deixa-o cair. Para sua surpresa eu estou completamente nua. Em seguida, amarra os meus pulsos na corrente que pende do teto, coloca o separador entre minhas pernas e o amarra em meus tornozelos.. Faz um Shibari em meu corpo, com as cordas escuras. Os meus peitos parece querer explodir de tão apertados que estão. Dois nós, um pressiona a minha vagina enquanto o outro força o meu ânus. Em seguida a palmatória corta o ar e encontra as minhas nádegas nuas. A dor que sinto é enorme, grito, choro, porém é em vão. A palmatória me encontra por, pelo menos, mais nove vezes. Em seguida ele para, passa o dedo em minha vagina e constata que estou toda molhadinha. Ele me fala: - Minha escravinha está querendo gozar. Né? Tira oito prendedores da caixinha de madeira e prende-os, em cada lado dos meus peitos, em seguida, pega dois prendedores de metal, ligados por uma corrente, onde tem um peso de metal. Coloca um em cada bico. Cerro os dentes. A dor é quase insuportável. Zizi observa a tudo e parece deliciar-se com aquela situação. Fico com os prendedores por pelo menos, uma hora. De vez em quando, ele vem e coloca o pêndulo para balançar. A dor aumenta, porém não reclamo. Lentamente ele tira um por um, apenas os dois prendedores de metal permanecem grudados em mim. Agora ele tira os dois, o que me alivia e gozo sem deixar que ele perceba. Me desamarra. Tira o separador de minhas pernas e me conduz para o tronco no canto do quarto, onde me coloca de costas para a madeira fria. Prende os meus braços e as minhas pernas. Agora quem sibila no ar é o chicote de três pontas, que acerta os meus peitos, meu ventre, minhas pernas e minha vagina. Fecho os olhos, porém o chicote continua a comer a minha carne. Os vergões aparecem instantaneamente em meu corpo todo, más o melhor ainda estava por vir. Meu senhor para de me bater, me tira do tronco e me amarra de barriga para baixo na cama. Passa uma corda em cada coxa minha, amarra-as na lateral, bem apertadas, de forma que fico com o ânus exposto. Ele pega um pote de creme e começa a passar em volta do meu ânus. Em seguida enfia um dedo no meu buraquinho, e começa a movimenta-lo. Enfia outro, dessa vez dói bastante, porém ele continua. Em seguida ele tira sua roupa e pela primeira o vejo nu. Tremo só de ver: O pau dele é enorme, muito grosso e está super duro. Penso em desistir do meu pedido para que ele deflore o meu cuzinho, porém é tarde demais: primeiro porque estou totalmente imobilizada e segundo não quero decepcionar o meu dono. Ele lubrifica bem o seu membro, deita-se sobre mim, e força a entrada. Força uma, duas, três vezes, porém o seu pau não entra. Sinto a pressão sobre meu ânus. A dor é externa, porém, não muito forte. Passa mais creme nele e em mim. Dessa vez tenho certeza que ele conseguirá o que quer. O seu cheiro de suor me excita., relaxo um poço mais. Ele investe novamente. A cabeça de seu pau entra de uma só vez, cravo as unhas no colchão e os meus gritos são abafados pelo travesseiro. Sem se importar com minha dor, ele continua a enterra em mim, centímetro por centímetro daquela rola imensa. Creio que já deve estar metade dentro de mim quando ele para, e devagar vai retirando-o. Quando ele retira tudo me sinto aliviada. Ela passa mais creme e volta para terminar o seu trabalho. De uma só vez, ele enfia até a metade. Grito, urro, choro, porém é em vão. Ele continua a empurra-lo para dentro. Sinto que está todo dentro de mim, porque seus testículos e seus pelos roçam em minha nádegas. Não sei como ele consegui coloca-lo e como estou agüentando aquilo tudo dentro de mim. Sinto-me rasgada, partida, fudida e sodomizada. A dor, pouco a pouco começa a se transformar em prazer. Ele movimenta-se mais rapidamente e eu rebolo em seu cacete. Vários jorros quentes invadem as minhas entranhas e gozo alucinadamente junto com o meu macho. Ele retira o seu membro molhado, o meu cu lateja, está totalmente aberto. Um fio de líquido, misturado de porra e sangue escorre por entre as minhas pernas. Deixa-me ali, por um momento desfalecida, enquanto ele está sentado na poltrona fumando o seu charuto lentamente. De repente, levanta-se, vem até mim, assopra a cinza de charuto o que faz que a brasa fique bem vermelha – posso imaginar que, pela brasa do charuto é que vem a marca definitiva que pedi ao senhor. Ele me fala: - Vou te marcar a nádega esquerda, porque a direita está reservada para a marca a ferro, quando você retornar para a sua escravidão. Respondo: - Sim meu senhor. Sou-lhe grata, por reservar um lugar em sua masmorra para mim. A brasa arde em minha pele. Ela força e segura firme por algum tempo, até que se apague por completo. Uivo. Choro. Mordo os lábios. O meu corpo treme, sem que eu consiga me controlar. Zizi entra em um gozo frenético, até que os olhos e parece desfalecida na poltrona. Já no ônibus, sinto minha nádega ardendo ainda, posso a mão e percebo que existe um vergão em forma de circulo. Fico feliz, pois finalmente eu recebi a minha marca definitiva. ... HAY SADD Dominador/Sádico