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Direito de Escolha
O dia iniciava tranquilo, a luz matinal aos poucos penetrava o quarto pela fresta entre as cortinas. Meus olhos abriam calmamente e meus ouvidos começavam a perceber um som familiar, um respirar ofegante, bem próximo de mim.
Aos poucos fui abrindo os olhos e vendo aquela figura feminina na minha frente, descabelada, suada, meio dormindo, meio acordada. Presa no mesmo lugar onde a deixei pouco antes de meia noite. Seus braços estavam presos separadamente ao teto por correntes e suas pernas, abertas por um separador de madeira, tinham os músculos retersados e trêmulos. Apenas as pontas dos pés descalços tocavam o chão frio.
Por seu corpo nu o suor frio escorria sobre os vergões em suas costas, bunda e coxas. Seus peitos, também marcados subiam e desciam a cada respiração, fazendo balançar os prendedores com pesinhos, pesinhos bem leves, mas que deviam estar já muito pesados depois de mais de seis horas pendurados lá apenas por seus doloridos mamilos.
Da boca amordaçada com um bola vermelha de borracha escorria um fio intermitente de saliva que se misturava com o suor sobre seus peitos e descia pela barriga, chegando até a única peça que deixei em seu corpo além da coleira, o cinto de castidade. Aliás, estava ali faziam três meses, desde a última vez que permiti a ela um orgasmo.
Foi duro fazê-la chegar a isso, meses e meses de treino e castigo até que uma mulher multi-orgásmica aprendeu a se controlar e gozar apenas quando teve minha autorização. Devagar, fi-la aprender a apreciar a excitação. Horas, depois dias, depois semanas, agora meses. Ela ficava louca a cada sessão desejando um gozo, mas não o permitia e sua submissão aumentava ainda mais. Tornara-se capaz de fazer coisas que nem imaginaria quando entregou seu pescoço à minha coleira.
Acordei-a com um tapa na cara. Ela abriu os olhos sonolentos e baixou a cabeça em reverência. Soltei-a das correntes e mandei que fosse ao banheiro se aliviar. Tinha 5 minutos. Quando voltou, retirei a mordaça e dei um copo de vitamina de frutas e outro de água e fechei sua boca novamente com a bola vermelha. Repus as correntes e o separador, deixando-a exatamente na mesma posição e fui tomar banho e me trocar. Meia hora mais tarde, voltei até ela, introduzi um plug em seu ânus preso ao cinto de castidade e dei-lhe um beijo sobre a mordaça. A tranquilidade da manhã logo seria trocada por um dia cheio de compromissos.
À noite, quando a calma aos poucos retornava, voltei pra encontrar minha cadela. Na mesma posição, com os músculos tremendo ainda mais e o suor pegajoso sobre sua pele ainda severamente marcada. Retirei sua mordaça, dei-lhe água e sussurei em seu ouvido:
Você tem uma escolha: dormir comigo na cama ou mais uma surra e outra noite nessa posição para ganhar um orgasmo quando as luzes da manhã entrarem de novo pela fresta da janela.
P-por favor, Senhor, me deixe dormir na cama.
Fim