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Um Homem e Uma Mulher, ou Um Escravo e Uma Rainha?
Lembro-me como se fosse hoje, em outubro de 2000, conheci uma pessoa que iria mudar minha vida! Neste conto darei- lhe o nome de Eduarda, ela tem a pele clara, os olhos grandes e pretos, corpo com cintura fina, seios como pêras, bunda grande e macia, coxas bem grossas, o cabelo negro, bem comprido e o a boca vermelha e carnuda.
Quando a vi me interessei de pronto, e passei a cortejá-la, sempre e até hoje me dei bem com as mulheres e com ela não foi diferente.
Iniciamos então, uma relação que durou três anos e ainda provoca algumas recaídas.
Durante nosso namoro percebi que meu medo de perdê-la estava fazendo com que permitisse coisas que antes não permitiria. Ela transmitia uma autoconfiança que me encantava e ao mesmo tempo me embriagava de tesão, Eduarda sabia que exercia em mim fascínio e adoração e percebia como eu a olhava com admiração quando exercia seu poder.
Eduarda passou a exercer tal poder de forma tímida, mas logo foi se soltando e começou a curtir a brincadeira. Sendo eu quem mais ficava atrás dela e aceitando muito seu humor bipolar, me surpreendo uma tarde em meu apartamento quando ela me chama de Minha Nêga e manda eu sentar em seu colo, naquele instante, embora assustado, senti um calor que me consumia por dentro e uma vontade louca de obedecer aquele chamado, tentei resmungar em vão, ela sabia que podia fazer isso.
Com o tempo Eduarda foi se mostrando cada vez mais prazerosa com aquela situação e também passou a exercer aquela dominação tácita de forma mais veemente. Antes de irmos para a cama era comum ela fazer referências a estarmos transando a 3 ( ora mais um homem, ora outra mulher ) e meu papel nessas fantasias relatadas por ela, via de regra, eu apenas era um observador humilhado por não poder tocá-la e isso me excitava de tal forma que quando realmente íamos transar já esta consumido pelo tesão que aquela posição de inferioridade me causava.
Ao olhar uma mulher bonita na rua sentia meus cabelos puxados com força, Eduarda não permitia tal heresia, entretanto ela podia e fazia questão de comentar, nesta altura do relacionamento já estava estabelecida, embora de maneira informal, a dominação, e ela se valia e gostava disso, passou a ser comum ela passar seus lindos pés na minha cara, ou manda eu ficar de quatro para ela esticar as pernas e também ao tomarmos banho comumente ela cuspia a água do chuveiro na minha cara.
Um belo dia chegamos ao ápice daquela relação baunilha de direito mas BDSM de fato.
Era um domingo de sol, morava num condomínio com piscina e área de lazer completa, como de costume fomos tomar sol, já no final do dia fomos dar um mergulho, ela estava com um biquíni azul sem estampas, pequeno, seu corpo estava bronzeado, de repente Eduarda começou a cantarolar uma música que tinha como refrão "vem aqui, vem meu cachorrinho que sua Dona está chamando", sou mais alto do que ela mas ao ouvir aquelas palavras saindo de sua boca prontamente abaixei e a ouvi dizer, Pronto, agora você está no seu lugar, minha nega, dali em diante me senti entregue ao seu desejos, com sua voz macia Eduarda proferia palavras que me humilhavam e me deixavam sem reação, estava passivo e entregue a suas vontades.
Saímos da piscina e fomos ao meu apartamento, ao chegarmos no quarto Eduarda disse: Tire a roupa, quero você todo para mim hoje, jamais tinha ouvido ela falar nesse tom, sem pestanejar fiquei nu, me ajoelhei, abracei seu corpo e passei a implorar por ele, neste momento ela agarrou meu cabelo, segurou meu rosto, me deu um beijo ardente e em seguida cuspiu na minha boca, aquilo me deixou em um estado de êxtase e impotência perante aquela mulher que dominava minha mente, meu corpo e meu coração.
Eduarda tirou seu biquíni, subiu em cima de mim e começou a usar meu membro rígido em um movimento de vai e vem controlado ao ritmo que ela desejava, quando eu estava perto de liberar meu gozo houve uma interrupção deste movimento e Eduarda chegou no meu ouvido e disse: Hoje você vai ser meu de verdade. Então, me virou, segurou minhas nadegas com vontade, mandou eu ficar de quatro e ordenou que me abrisse para ela, colocou seu dedo no meu anus, não gostei e ela percebeu, mas Eduarda queria fazer algo que garantisse sua posição mandatária, então mandou que novamente eu me virasse, colocou sua vulva no meu rosto e passou a urinar na minha boca e enquanto fazia isso me masturbava com força, notei em pouco tempo que não se tratava mais de amargo da urina que se enchia minha boca e sim do doce liquido do gozo dela , tendo ela gozado me senti livre para fazê-lo também, e então tocado pelas suas suaves porem firmes mãos gozei como nunca.
Hoje em dia, depois de terminado o relacionamento, nos encontramos de vez em quando e Eduarda não se canse de dizer que faz de mim o que quiser, e toda vez que ouço isso me sinto entorpecido de tesão pela autoconfiança transmitida por ela.