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Fui Viver Com Meu Dono III

Já se fazia tarde, a madrugada se manifestava quando após usar-me para seu completo deleite meu Mestre adormeceu em meus braços, o acomodei e fui banhar-me antes de dormir. Amanheceu e como de praxe preparei o café com tudo que meu dono mais aprecia, jornais, flores e tudo mais então, conduzi o carrinho acoplado em minha coleira até o quarto principal, como não poderia despertá-lo bruscamente, aproximei-me cuidadosamente e beijando-lhe os pés, fui despertando-o delicadamente. Finalmente desperto, devidamente lambido e alimentado. Entreguei-lhe minha guia com a boca como se fazia costume, fui roçando-me em suas pernas pedindo-lhe assim para levar-me ao jardim. Abocanhei seu jornal e fui conduzida por Ele até o jardim, sentou-se em sua cadeira em meio a grama, deitei-me a seus pés como a mais adestrada das cadelas, ora lambia-lhe os pés, ora esbarrava em suas pernas, até que pegou uma das partes que já havia lido enrolou-o e com ela começou a surrar a bunda que lhe pertence. Não tinha porque explicar mas disse ``da próxima vez quero ler meu jornal em paz!!!quieta!!!´´, beijando o objeto de minha punição voltei a aquietar-me. Após o termino de sua leitura, puxou-me até o quarto de castigos disse que ainda continuaria a ser punida principalmente por deixá-lo desatento em sua leitura. Cabisbaixa, serrei os olhos sabendo que a correção se fazia necessária. Colocou-me no cavalete mais alto, que apesar de minha altura me obrigava a ficar na ponta dos pés, braços presos para trás e deu-se inicio a correção foram 20 ou 30 chicotadas na bunda e 10 em cada teta que seriam mais se as lágrimas não corressem juntamente com o pedido de piedade. Piedade essa que foi concedida porem por pouco tempo, pois fui arrastada novamente para fora dessa vez pelos cabelos, fui amordaçada e amarrada em dois troncos de pau Brasil colocados no quintal para eventuais sessões e com um chicote cumprido e fino começou a desenhar o corpo que lhe pertence com ares de severidade. Primeiro costas e bunda depois tetas, barriga e testa da buceta, ah! as pernas também ficaram bem lanhadas e debaixo de um sol ardidamente escaldante fui deixada. As marcas e lanhaduras ardiam por conta do sol o que levou-me a lagrima ininterruptas. Por várias vezes recebi do meu dono hidratação ora pro jatos fortes de mangueira ora pela sua urina. Por fim soltou-me, levou-me para dentro e autorizou que me banhasse enquanto me preparava para o banho para reidratar a pele que alem dos açoites fora castigada pelo sol, recordei-me das pancadas ainda mais excitantes, aquelas aplicadas na bunda, uau!!! E quando me dei por conta, estava ali de quatro me masturbando mesmo. Sei as ordens de meu Senhor, que ao entrar no banheiro solta a pergunta que me estremece: – Quem lhe permitiu se masturbar puta, vadia do caralho... ...continua... cadela carla [MESTRELEON]