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Ao Encontro dos Pés Morenos
O Primeiro Contato
Senti-me acelerada... a hora passava rapidamente, olhava para o relógio, entre um calçada cheia de buracos, gente se esbarrando, carros, estava atrasada e logo no primeiro encontro, e pensava, se ele ainda estaria a minha espera.
Um calor forte queimava minha face, parecia-me que todos sabiam para onde eu estava caminhando. Só imaginava como seria este encontro, a partir de uma foto de pés que uma amiga havia me passado por email. Lindos eles, e o dono? como seria?
Consegui chegar com um pequeno atraso, apenas alguns minutos, 10 ou 15 creio, e o vi de longe e conclui que era ele, parecido com a descrição e a roupa que ele havia descrito no tel, e usando óculos.
Lá estava ele, sentado no banco de ripas no meio da ruela... simples e sério... sorri para mim mesma, nos olhamos então eu sorri abertamente e nos cumprimentamos. Ele calmo, sugeriu que me sentasse a seu lado... o que fiz prontamente até para recuperar meu fôlego... pés sobre saltos cansam em ruas de má pavimentação... enfim... fui direta e objetiva, o que creio eu, o tenha deixado satisfeito.
Apresentações
Olá Mário, como está? Bem e você, Nalu, cansada? Eu respondi, risos me atrasei me perdoe, vamos almoçar? perguntei. Ele não me respondeu, parecia estar querendo um lugar menos tumultuado, e eu nervosa queria que fôssemos a um restaurante de cozinha japonesa, para descontrair e ficar com meus pés em frente aos dele e mais próximos.
Rapidamente corri meus olhos por todo aquele homem, moreno, carinha de intelectual e calmo, exatamente ao contrário de mim.
Como achei que não poderíamos perder mais tempo sugeri duas alternativas. A primeira para irmos almoçar, conversar e nos conhecermos melhor, ou irmos a um lugar onde não tivéssemos interrupções? Ele, sinistramente, sorriu... gosto de você sabia? rapidamente respondi, por quê? E com aquele sorrisinho no rosto respondeu-me, por você ser assim objetiva e sem rodeios.
Longa Caminhada
Começamos então a caminhar, e isto se prolongou por quase uma meia hora, virando esquinas, quase sendo atropelados pelas pessoas que corriam pelas ruas e conversando, claro como sempre ele cheio de perguntas sobre mim e eu quase não conseguindo tirar absolutamente nada dele. Ainda tentei aplicar minha intuição, afinal eu adoro fazer estes testes, pois quando realizados com pessoas praticamente desconhecidas, dão um percentual de 80% de acertos... sugeri então, jornalista? nada... apenas sorriu, na verdade após três tentativas, ele disse-me um pouco de cada uma... continuei sem saber... quando dei por mim estávamos na sala da casa dele.
Sentia muito calor, um quê de receio, ou medo, mas tinha algo nele que me atraía demais... queria descobrir tudo sobre ele, claro que não dei a entender isto.
Confortavelmente sentamo-nos no sofá, e ele pediu que eu não observasse pois a sala estava um tanto bagunçada devido à ausência da diarista.
Ele ligou o som, uma música gostosa e relaxante inundou a sala então ele me ofereceu-me vinho branco, deliciosamente gelado.
Tirou os óculos e pediu para que eu fizesse o mesmo, pois queria olhar meus olhos... arrepiei-me.
Existia no ar algo mágico... e nos encontramos de repente ou até simultaneamente deixando os calçados de lado, e com as pernas em posição oriental relaxamos...
A Massagem Aromática
Rimos muito, conversando, claro sem entrar em detalhes pessoais, afinal ele era uma pessoa bem reservada... e aproveitei intempestivamente ao pegar a taça de vinho e a passei pela sola dos pés dele. Eram pés lindos, lisos, amorenados, e a reação dele foi espontânea deu uma deliciosa gargalhada... eu me fiz de tola e pedi desculpas me oferecendo para secá-los e aquecendo-os o que ele prontamente aceitou.
Fartei-me cautelosamente no trato dos pés masculinos do rapaz, afinal não poderia perder a oportunidade, e resolvi promover uma bela massagem, coisa que eu adoro fazer.
Não sei quem estava mais tenso, ele ou eu, mas uma massagem poderia amenizar o clima. Então pedi que ele providenciasse uma garrafa com água fresca o que prontamente ele colocou em minhas mãos.
Tirei então de minha bolsa, um pequeno frasco de óleo aromático de morangos e delicadamente sugeri que ele ficasse deitado de costas no tapete da sala.
As mãos com o óleo inundaram de perfume o ambiente, e tudo ficou mais adocicado. Senti pela primeira vez seus calcanhares quentes e macios. Bem não sei ao certo quanto tempo eu fiquei alisando e massageando aqueles pés maravilhosos, em média uns 20 minutos em cada um deles. De vez em quando ele murmurava algo como se estivesse entrando num relaxamento prazeroso.
Passados estes instantes, eu falei para ele, Mário, você se importaria de trocar sua roupa e colocar algo mais leve? gostaria de dar continuidade à massagem que aprendi com um Monge Tibetano. Ele olhou sério para mim e gelei... achando que a resposta seria negativa. Nalu, você vai cumprir o que me prometeu? respondi, claro, afinal é uma massagem, por que? se você não quiser eu paro agora e esbocei um sorriso, meio sem graça.
Eu parada no meio da sala, com as mãos vermelhas do óleo, me surpreendi com ele correndo ao quarto e vindo com um roupão azul marinho, macio e cheiroso. Deitou-se novamente de costas para mim e disse-me, o que estás esperando, recomece, não quero perder mais tempo, pois está delicioso sentir suas mãos em meus pés.
Rapidamente eu subi o roupão... deixando apenas à mostra suas pernas peludas. A musculatura rígida e trabalhada, me deixou nas nuvens, e fui manipulando-as de baixo para cima, sempre voltando aos calcanhares... não resisti e beijei as solas daqueles pés, maravilhosos e quentes, lambendo os pelinhos no dorso... senti que tremia de prazer e a campainha tocou, bleimmmmm......... ele calmamente, pediu para eu não falar... e aguardar... Só o vi levantar-se e ir até a porta, era o porteiro para entregar-lhe uma correspondência e precisava de sua assinatura, eu relaxei...
O toque sutil da uva
Devo ter ficado assim por um bom tempo sentada ali, no sofá, esperando, mas depois fomos nos chegando e mais próximos ele me abraçou, me apertou e disse-me agora é a minha vez... e me estendi no tapete, pronta para a sessão terapêutica mais deliciosa que provei até então, acho que entrei em alfa, beta ou gama quando senti as mãos de Mário, tocando os meus pés.
Antes que eu entregasse ao prazer da massagem, e deixasse meus pés à mercê de Mário, ele nos serviu um pouco do vinho, e deliciosamente senti seus lábios se oferecendo para um beijo, mas não consegui, retive sua língua, sugando-a, ele forçando-a e eu puxando-a para mim... enquanto ele gemia extasiado eu tentava me controlar mais e mais.
Ele gentilmente disse que queria provar um pouco mais do calor do meu corpo, só que eu não esperava que aquela boca quente, sedutora e gulosa mergulharia entre meus dedos e engoliria meu dedão. Fui sentindo um misto de gelo e calor, o vinho, pele e tesão misturavam-se... ele me olhava e eu muito séria, falei em tom mais alto que ele poderia promover os mais belos delírios mas olhar novamente encarando-me não... me senti uma deusa... eu ali, com um escravo a meus pés.
A primeira sensação foi de êxtase, não havia sentido algo semelhantes antes... o calor daquela boca, me aquecendo, sua língua lambiscando-me... era incrível... mas guardava para mim qualquer comentário... não sei bem porque mas eu me deliciava com o prazer que Mário sentia em cada movimento, toque... e meu corpo deliciava-se com tudo cada vez mais.
O prazer em dar prazer era algo incrível ainda não experimentado por mim... e ambos, esticados naquele tapete macio, nos deliciávamos.
Segurei sua cabeça entre meus pés e ele com uma carinha safada de menino que aprontou alguma arte, perguntou-me o que foi? Respondi, não foi, será agora, quero você massageando meus pés até que eu peça que você pare. Nossa, houve uma metamorfose no semblante de Mário, vi os músculos de sua face relaxando, um rubor leve nas bochechas e os seus olhos com um brilho diferente.
O desenrolar da massagem
A cada toque de suas mãos meu corpo reagia internamente, um calor invadindo-me deliciosamente... a sensação era como se eu estivesse sendo ligada, isto mesmo, ligada, eu um corpo comparando-me a uma máquina, que nem um ferro elétrico, onde se ligava embaixo e acendia-se em cima... meus mamilos enrijecendo-se após cada toque... uma sensação de prazer enorme tomando conta de mim... não resisti e soltei meu primeiro gemido... não de dor, mas de prazer e ele procurando massagear mais e mais como se soubesse a reação que isto estaria me proporcionando.
Por muito tempo ele proporcionou deliciosas sensações, uma massagem que deveria estar sendo gravada para depois a sós eu poder me deliciar. Pedi que Mário parasse assim do nada... e retirei meus pés do alcance de suas mãos. Ele reagiu implorando para que eu não fizesse isto a não ser que eu não estivesse gostando.
Do nada eu perguntei Mário, você tem uma filmadora aqui? ligada? Ele surpreso reagiu e questionou-me. Quero saber você tem ou não? Ele disse tenho ... e me disse estou filmando nossa massagem... eu gargalhei tamanha a surpresa e disse sério? juras? ele acenou que sim... ótimo, respondi, a fita eu levarei em meu poder, combinados? Ele disse, sim combinadíssimos.
Puxei seu corpo para mais perto de mim , e devorei sua boca sugando aquela língua maravilhosa, até ele sentisse uma sensação de orgasmo alucinado vindo, crescendo e meus pés tocaram seu membro, senti como ``ele´´ estava rígido e quente... sutilmente eu puxei o zíper e abri sua calça... queria sentir aquele membro sendo dominado entre os meus pés... e Mário em momento algum declinou a que não o fizesse.
Enquanto eu sugava sua língua mordiscando-a, ele tocava meus mamilos tocando-os com uma massagem manual que me proporcionava muito prazer, e meus pés continuavam a tocar sincronizadamente seu membro permitindo um prazer intenso e incontrolável até que inexplicavelmente ambos explodimos, gemendo e gritando de prazer.
Ficamos ali, quietos, entregues no tapete da sala de estar... relaxando e imaginando o que ainda estaria por vir.