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Cadeira do Dragão: Torturas Após a Festa
Eram dez horas da manhã, quando MEU AMO E SENHOR, SIDNEI, e MINHA AMA E SENHORA, LUCIANA, chegaram de uma festa.
Eles pareciam cansados e eu corri, de quatro, para fazer tudo para que eles se sentissem melhor, eu não suporto ver MEUS DONOS com ar de desânimo ou de cansaço. Na verdade, eles haviam exagerado na bebida e no sexo, e MINHA AMA E SENHORA foi direto ao banheiro e eu a segui, sempre de quatro, lambendo o chão em que ela pisava.
Ela me fez um sinal com a mão e eu me ajoelhei e curvei a cabeça sobre a privada, MINHA DONA se inclinou e, quase chegando sua boca maravilhosa sobre a minha, vomitou com força, um vômito quente, doce e, ao mesmo tempo, amargo, em minha boca, e eu engoli o que pude: pedaços de carne, restos de bebida alcoólica, tudo o que estava incomodando o estômago de MINHA DEUSA. Em seguida, ela se levantou e lavou a boca na pia, escovando os belos dentes, enquanto eu lambia o resto de vômito que caiu no chão do banheiro. MINHA DONA então fez mais um sinal para mim e eu me preparei, novamente, sobre o vaso sanitário, enquanto ela descia sua calcinha e sentava seu corpo maravilhoso em minha cara, ajeitando a boceta em minha boca e mijando gostoso, um mijo quente, com cheiro forte e gosto ácido em minha boca que, em seguida, encaixei em seu ânus para receber, após uma série de gases, as fezes de MINHA DEUSA, que suspirava baixinho, enquanto cagava em minha boca.
Lambi suavemente sua boceta e seu ânus, ajudei-a a colocar sua calcinha e, rastejei até a pia e lambi os restos de vômito que estavam misturados com cuspe e pasta de dentes, postei-me de quatro e rastejei até a cozinha para preparar um chá e um suco para MINHA AMA E SENHORA.
MEU AMO, mais resistente à bebida, não vomitou, mas foi direto para cama e, enquanto MINHA PROPRIETÁRIA bebia o chá e o suco que eu havia lhe preparado, ordenou-me que fosse ao quarto ver se MEU DONO precisava de algo.
Chegando lá, MEU SENHOR ainda estava acordado e mandou que eu tirasse sua roupa, e eu tirei delicadamente seus sapatos, desamarrando os cadarços com a boca, tirei suas meias, também com a boca, desabotoei e tirei sua camisa, deixando à mostra seu peito maravilhoso, forte, com poucos pêlos, de um macho perfeito e delicioso que ele é, suas calças, por fim, mordi levemente suas cuecas e as tirei calmamente, revelando seu pênis maravilhoso, de deus grego dominador, que eu tanto amo e venero. MEU AMO, então, ordenou que chupasse seu pau maravilhoso até que ele mijasse, um mijo quente, forte, delicioso que desceu como o mais puro líquido em minha garganta, e eu não perdi uma só gota.
Depois, MEU DONO obrigou-me a vesti-lo com um calção e uma camiseta e deitou para dormir.
Assim que eu cobri MEU DONO, MINHA AMA E SENHORA entrou no quarto e me obrigou a despi-la; o vestido caiu docemente no momento em que tirei as alças e revelou toda a robustez, a maciez e a perfeição do corpo mais belo do Universo, um corpo de deusa, com seios fartos, coxas firmes, quadris maravilhosos e uma bunda de dimensões perfeitas, combinando com o rosto mais belo de todas as mulheres que já pisaram neste mundo e que só poderia ser penetrada pelo homem mais lindo e delicioso deste planeta, MEU AMO E SENHOR. Após retirar o vestido, MINHA DEUSA ordenou-me que eu tirasse sua calcinha com a boca, delicadamente, deixando à mostra o ânus delicioso e a boceta mais cheirosa e mais gostosa do mundo real, que eu adoro cheirar, beijar, lamber e chupar, principalmente, após ela ter feito a higiene em minha boca.
Em seguida, MINHA DONA deu ordens para que eu a ajudasse a vestir uma camisola linda e suave de cetim e se deitou ao lado de MEU AMO E SENHOR. Cobri cuidadosamente MEUS DONOS e me deitei ao chão, esperando por uma boa noite de sono de MEUS DONOS e que eles estivessem melhores pela manhã.
Durante a noite, MINHA DONA dormiu como uma deusa que ela é, e MEU AMO acordou apenas uma vez, indo ao banheiro, seguido por mim, para mijar e cagar em minha boca, voltando à cama, após eu lamber cuidadosamente seu pênis e todo o interior de seu ânus.
Na manhã seguinte, preparei um café maravilhoso para MEUS DONOS, que, após me usarem como privada e como papel higiênico, tomaram um banho demorado e voltaram para a cama para onde eu levei o café de MEUS PROPRIETÁRIOS, que, após beberem sucos e vitaminas e frutas como maçã, morango e melão, devoraram os lanches de frios que eu preparei para eles, levantando-se, mais tarde, com toda a energia do mundo e se preparando para o que eles definiram como castigo por eles terem passado mal.
O castigo consistia em me punir severamente. O primeiro castigo foi em uma espécie de cadeira do dragão, com MEU AMO E SENHOR e MINHA AMA E SENHORA me amarrando em uma cadeira de ferro, atando meus pulsos aos braços da cadeira e enrolando alguns fios em meu corpo, com as pontas nos mamilos, nas axilas, na cabeça de meu pênis e no interior de meu ânus, dando choques que me agitaram e tiraram lágrimas de meus olhos; eu não conseguia gritar, pois fui amordaçado com uma focinheira com bolas de borracha.
Em seguida, MEUS DONOS me fizeram ajoelhar-me em um tapete de tortura, feito com tampinhas voltadas para cima, apoiando minhas mãos fechadas nas tampinhas, o que esfolou meus dedos, ficando de quatro, enquanto eles me castigavam com uma canne, obrigando-me a contar cada pancada que eu levava. Eu já estava quase desmaiado, quando MEUS AMOS me deram ordem para encher uma caixa de areia com sal grosso e molhar o sal com um pouco de álcool, obrigando-me a ficar de joelhos na caixa, o que me provocou fortes gemidos, pois meus joelhos já estavam todos rasgados pelas tampinhas do tapete, e me deram vinte chibatadas, cada um, fazendo-me contar cada chicotada, tendo, depois, que rastejar e lamber os pés de MINHA AMA E SENHORA e de MEU AMO E SENHOR, implorando por perdão e agradecendo pelo açoite, além de declarar meu amor por eles e ter de suplicar por mais castigos e eles vieram rápido.
Primeiro, MEUS AMOS me puseram de quatro, com a bunda bem empinada, e me espancaram com uma palmatória grande, forrada com uma lixa bem dura, em seguida, castigaram meu pênis, sobretudo a ponta dele, com uma palmatória um pouco menor e um chicote pequeno, espirrando, em seguida, um spray de pimenta sobre as feridas, o que me fez babar-me todo, na tentativa inútil de gritar, pois MEUS AMOS apertaram ainda mais a minha focinheira.
Por fim, MEUS DONOS, enfiaram um vibrador gigantesco em meu ânus e amarraram duas pequenas bolas de ferro em meu pênis, fizeram-me vestir uma calcinha bem apertada e esfregaram pimenta em minha bunda, toda castigada pela palmatória, e em meus joelhos, rasgado pelas tampinhas do tapete de torturas e me obrigaram a descer as escadas do edifício, eles moram no 12º andar, e dar quatro voltas no quarteirão, enquanto eles ficavam rindo do alto da janela.
Eu não agüentava mais a dor em todo o corpo, andando com aquele vibrador e com aquelas bolas em meu pênis e com a bunda e os joelhos queimando,quando voltei ao apartamento e encontrei MEUS DONOS sentados, fumando e ordenaram que eu me sentasse em frente a eles, com as pernas abertas e segurando meu pênis com firmeza para que eles apagassem o cigarro na ponta de meu pênis, o que me fez chorar e implorar por piedade, pois meu pau estava muito castigado e aquela dor, por menor que parecesse, era quase insuportável. Isso me custou quatro chicotadas de MINHA AMA na cara que fizeram meu sangue escorrer dos supercílios, da bochecha, e da boca, além de dois socos de MEU AMO, que abriram meu nariz.
MEUS DONOS, então, resolveram me poupar um pouco, ordenando que eu fosse ao quartinho de empregada me lavar, voltando rapidamente para prepará-los para fazerem sexo, antes de saírem. Voltei, de quatro lambi cuidadosa e delicadamente o ânus delicioso e, depois, a vagina maravilhosa de MINHA AMA E SENHORA e chupei o pau imenso, perfeito, suado e gostoso de MEU AMO E SENHOR, adorando, em seguida, os movimentos frenéticos de MEUS DONOS fazendo amor.
Mais tarde, após MEUS DONOS descansarem um pouco, recebi a higiene dos dois, lambi MEUS PROPRIETÁRIOS, preparei seu banho e arrumei as roupas de MINHA AMA E SENHORA e de MEU AMO E SENHOR que saíram para mais uma festinha, deixando-me nu, amarrado, pela guia de minha coleira, em uma grade, na área de serviço, esperando pelo retorno de MEUS DOMINADORES, MEU AMO E SENHOR SIDNEI, E MINHA AMA E SENHORA, LUCIANA, que eu amo, idolatro, adoro e venero, cada vez mais, e por quem eu me apaixono a cada humilhação, a cada surra, a cada tortura de MEUS DONOS, que são a razão de minha existência, a razão de meu viver.
de joelhos,
escravo
Por favor, Dominadores(as) e escravos(as) entrem em contato comigo: escravo ()