Back to Browse
Escrava Carinhosa - Segunda Parte
De manhã, assim que o maridão safado saiu, carreguei a Cecília para o meu quarto.
-- Então, vamos começar a nossa brincadeirinha? Olha só o que eu comprei para você.
Ela tremeu quando viu os chicotes, as algemas... eu testava tão excitada que senti minha calcinha molhar... pela primeira vez, associei o prazer de torturar alguém ao sexo.
Comecei logo uma sessão de tapas na cara.
-- Já não te disse para tirar a roupa logo que entrar? A única coisa que você vai usar é isto aqui. Pode colocar assim que estiver nua.
E joguei na cara dela uma coleira de couro, bem larga, com argolas cromadas.
Ela me obedeceu, chorando. Como me agradava ver aquela puta chorar!
-- Agora, cadela, eu vou algemar teus tornozelos. Quero que você coloque as mãos na cabeça. Isso mesmo, você está aprendendo a obedecer. A regra do jogo é simples: Vou te aplicar dez chicotadas e você não pode sair do lugar nem tirar as mãos da cabeça. Se fizer isso, a contagem começa de novo e daí por diante, até que eu consiga te aplicar o castigo completo.
Coloquei as algemas, só para garantir que ela não iria sair correndo quando a dor fosse excessiva.
-- Não sei por onde vou começar... onde você prefere? na bunda? nas coxas? mmmmmmm... já sei, vou acabar com esses teus seios....
-- Por favor, dona Alessandra, nos seios não... eles ainda estão doendo de ontem... bate na minha bunda... por favor.... não bate com muita força, eu vou fazer força para agüentar.
Peguei o chicote de cabo curto e me aproximei dela por trás. Estava meio perdida, nunca havia chicoteado ninguém... não queria estragar tudo batendo forte demais... ela tinha de agüentar bastante tempo...
A primeira lambada foi bem fraca. Ela nem tremeu. Dei mais duas, aumentando gradativamente a força, mas nem cheguei a marcar aquela bunda carnuda. Ela tinha de gemer, chorara...
Aumentei a força e ela soltou um "ai". Dei mais duas logo em seguida. Parei e dei a volta em torno dela, encostando o cabo do chicote nos seus lindos mamilos.
-- Não estou vendo esses biquinhos crescerem, como ontem. Perdeu o tesão, vadia?
Ela permanecia de olhos baixos e só repetia baixinho "por favor, tem pena de mim", enquanto as lágrimas escorriam do seu rosto.
Voltei para trás dela e apliquei uma chicotada nas coxas, com bastante força. Ela não resistiu e desabou no chão. Eu estava vestindo somente um vestidinho caseiro e estava descalça. Esfreguei um pé no rosto dela.
-- Que pena, queridinha, temos de começar tudo de novo... DE PÉ, PUTA!
A falta de experiência é uma merda. A gente planeja uma coisa e acaba fazendo outra. Cecília ainda estava se levantando quando eu recomecei com o chicote. Ela já ia despencando novamente, mas eu a empurrei e ela caiu deitada na minha cama.
Eu estava desconcertada com a minha incompetência, mas não podia deixar que ela percebesse. Levantei o vestido até o alto das coxas e montei nela, sentando sobre a sua barriga. Enfiei o cabo do chicote em sua boca.
-- Você é muito frouxa, nem agüente umas lambadas. Mostra pra mim como é que você chupa o pau do meu marido. Vamos, Cecília, se você me der um bom show eu paro de bater em você por hoje.
E ela mostrou. Pegou o cabo do chicote com as duas mãos, começou a lamber a pontinha e depois foi colocando na boca. A princípio um pedacinho, depois mais e mais... eu estava deslumbrada, me lembrando dos meus primeiros tempos de casada, quando eu chupava o caralho do meu marido, enquanto ele gemia e me chamava de puta... será que ele também xingava a Cecília?
-- Assim, puta, chupa o caralho do meu marido, vamos, chupa bem gostoso.
E fui forçando o cabo do chicote em sua boca, até que ela engasgou e tossiu. A punição veio rápido: um tapa na cara, dois, três... ela gritava de dor e aquilo ia me excitando cada vez mais. Minha calcinha já estava encharcada de tesão, roçando no calor da barriga dela. No desespero de me fazer parar, agarrou-se ao meu vestido com as duas mãos com uma força tal que os botões pularam fora, expondo meus seios..
Ela não perdeu tempo e abocanhou um deles.
-- Não bate mais em mim não, Dona Alessandra, tem piedade... deixa eu beijar a senhora, a senhora vai gostar... a senhora tem um seio tão gostoso, deixa eu mamar... mmmmmmmmm que delicia, como ele cresce na minha boca... ai dona Alessandra, deixa eu fazer a senhora gozar...
Eu não queria, mas precisava. Sim, eu sentia uma necessidade desesperada de gozar. Lembrei-me da véspera, quando saí quase correndo do quarto da Cecília para me masturbar. Tentei de tudo na cama, até o consolo que tinha comprado, mas só consegui ficar mais frustrada ainda.
Agora eu sentia aquela boca, aquela língua sugando meus seios e me deixando toda arrepiada de tesão... por que não aproveitar? afinal, era o preço que eu ia cobrar para suspender a tortura. Apenas suspender, ninguém falou em cessar...
-- Mmmmm, putinha, está gostoso... chupa bem... faz tua dona gozar, vamos...
Sem que eu sentisse, ela foi virando o meu corpo até que eu fiquei deitada na cama e ela por cima de mim, sempre com um dos mamilos na boca. Nem percebi quando ela desabotoou o resto do meu vestido, me deixando apenas de calcinha. Senti sua mão ágil entre as minhas coxas, pressionando meu clitóris por cima do tecido.
-- Tira a minha calcinha, Cecília. Assim, me deixa nua... agora me chupa, me faz gozar de verdade...
Empurrei rudemente a sua cabeça para baixo, fiz com que ela se colocasse entre as minhas coxas gordas.
-- Lambe meu grelo, vadia, quero sentir esta língua trabalhar. Aiii que delícia, enfia a língua, me fode com essa língua louca...
Ela alargava a minha boceta com os dedos e enfiava a língua, a boca, o nariz... Eu apartava sua cabeça contra o meu ventre, quase que a deixando sem ar. Senti o orgasmo chegando. Eu já não me lembrava mais o que era gozar, gozar de verdade. E agora estava gozando na boca daquela puta.
-- Assim, Cecília, não para de chupar... maiiissss... aiiii estou gozando.... não levanta a cabeça, me lambe até secar a minha boceta, sua vagabunda. aiiiiiiiii que boooooommm....
Ela obedeceu, Chupou, sugou, bebeu o meu gozo... Chegou uma hora que eu não agüentava mais, gozava tanto que chegava a doer.
Afrouxei o corpo e me estiquei na cama, num torpor gostoso. Quando abri os olhos, vi o rosto de Cecília emergindo do meio das minhas coxas, a boca ainda lambuzada do meu gozo. Agora ela sorria, em vez de chorar. Mas era um sorriso desagradável, debochado.
-- Minha patroinha gostou? gozou bastante?
Negrinha abusada! se ela tivesse mantido uma atitude humilde, eu era capaz até de encerrar a sessão, mas ela estragou tudo. Agarrei-a pelos cabelos e a esbofeteei com força.
-- Que intimidade é essa, sua vagabunda? está esquecendo o seu lugar? Do que é que você está se gabando? não fez mais que sua obrigação chupando a boceta da sua dona. Se você quer saber mesmo, gozei bastante, mas ainda falta alguma coisa para completar o meu prazer. O que é que você acha de sofrer mais um pouco?
O sorriso da vadia sumiu. Ela recomeçou a chorar, a gemer e implorar. Com isso, o que ela conseguiu foi me dar mais vontade ainda de maltratá-la. Eu não sabia bem o que fazer, de modo que algemei os braços dela bem abertos na cabeceira da cama e fui examinar o material da sex-shop. A vendedora tinha me explicado como usar as velas, de modo que eu peguei duas e acendi. Amarrei os pés dela nos pés da cama com a corda e falei:
-- Eu vou te queimar um bocado, pra você aprender a ser mais humilde. Se estiver doendo, pode chorar, mas nada de gritos, entendeu? lembra que nós temos vizinhos.
Eu ainda estava nua e sentia o tesão escorrendo pelas minhas coxas. A expressão de medo dela estava me deixando doida... era assim que eu queria aquela vagabunda... com medo... apavorada...
Já havia bastante cera derretida na parte superior das velas e eu peguei uma em cada mão. Conforme as instruções da vendedora, pinguei um pouquinho nas coxas da negrinha. Ela gemeu e eu pinguei mais.
-- Por favor, dona Alessandra, está me queimando...
-- Isso é só o começo, meu amor. Você já imaginou o estrago que eu vou fazer na tua bocetinha? vou pingar cera fervendo lá dentro... não sei se você vai poder foder de novo... vou te queimar toda, sua puta...
Ela começou a chorar mais alto, a suplicar num volume que já estava me preocupando. Na hora, me arrependi de não ter comprado uma daquelas gag-balls, mas eu nunca imaginei uma situação dessas. Da próxima vez, levo ela para o sítio e lá ela vai poder gritar à vontade.
Mas e agora? Subi na cama e, sem soltar as velas, montei no rosto dela. Fui me posicionando de modo que o meu anus ficasse bem em cima de sua boca. Poderia ter posto a boceta, mas ela iria começar a lamber e eu não resistiria...
De qualquer modo, o importante é que eu abafei os seus gritos. As velas já estavam novamente cheias de cera derretida, começando a escorrer pelos lados e eu pinguei então no peito da Cecília. Perto dos ombros, descendo... "será que dói muito nos mamilos?" sim, pinguei um pouco nos biquinhos dela e ouvi um urro abafado. Dei uma gargalhada e esfreguei a bunda no seu rosto.
-- Que tal, vagabunda? Tenta me agradar agora, não tem mais boceta pra você chupar. Quer lamber o meu cu? o que você acha?
Então senti a língua dela entrando pelo meu anus. Como ela sabia argumentar com a língua! Soltei as velas no chão sem sentir. A única coisa que eu sentia era aquela língua deliciosa tentando me sodomizar. Eu não sabia, que era possível, mas ela me fez gozar pelo cu.
Depois de saciada, resolvi que já era bastante por hoje. Além do prazer de torturá-la, tinha também descoberto que ela poderia me fazer gozar bastante.
Soltei as algemas e deixei que ela acabasse de se desamarrar enquanto eu me revigorava no chuveiro.
-- Agora solta os pés e volta para o trabalho, sua vagabunda.
----------------
Já eram duas da manhã e eu não conseguia dormir.
Normalmente, logo depois da novela, eu pegava no sono, mas hoje estava de olhos arregalados, nua na cama. Estava faltando alguma coisa. Eu precisava gozar mais...
Fui até o quarto da Cecília e a acordei aos tapas.
-- Tira a roupa e vem para o meu quarto. Estou te esperando.
Em menos de um minuto, ela entrou, já chorando. Fiz sinal para que deitasse comigo.
-- Fica calma, putinha, desta vez não tem tortura. Eu só quero gozar.
Ela sorriu aliviada, como que me agradecendo. Beijou meu pescoço e começou a mamar nos meus mamilos, um após o outro, as mãos explorando meu corpo como se fosse a primeira vez. Apertei sua cabeça contra meus seios, pedi para ela morder e ela mordeu devagarinho, me levando ao primeiro orgasmo.
-- Ai, que delicia, Cecília. Agora desce... vai lá embaixo... entre as minhas coxas... vamos, me mata de gozo, minha cadelinha...
Ela se colocou entre as minhas coxas, abraçando-as e enfiou o rosto na minha boceta. Lambia e sugava e eu entrei num gozo descontrolado. Senti quando ela enfiava o dedo no meu anus, colocando e tirando, me penetrando sem a minha permissão, mas e daí? o importante é que ela estava me dando um prazer que há muito tempo eu não sentia...
Às vezes ela levantava a cabeça para recuperar o fôlego, mas eu forçava para baixo e a apertava entre as minhas coxas.
-- Chupa, Cecília, não pára.... me faz gozar mais... maisssss... aiiiiii que loucura.... chupa, minha preta... engole a minha boceta...
Não sei por quanto tempo eu gozei, nem quantas vezes. Perdi a noção da hora e só mandei ela parar quando já não agüentava mais. Sua cabeça veio subindo pelo meu corpo, até que seu rosto estava quase colado no meu. Ela tinha um sorriso terno na boca, nada parecido com aquele jeito abusado da outra vez.
-- Posso ir dormir, dona Alessandra? a senhora quer mais alguma coisa?
Seu hálito denunciava a presença recente daquela boca na minha vagina. Puxei seu rosto para mim e dei a língua para ela lamber.
-- Mais nada, querida. Estou satisfeita.
E fechei os olhos. Nem ouvi a porta do quarto bater quando ela saiu.