Back to Browse
Servindo à Amiga (Parte 1)
Quando o telefone tocou, eu já sabia que se tratava da minha Senhora. Ela já havia me avisado que precisaria dos meus serviços naquela noite, pois ofereceria um jantar a uma amiga que estava de passagem pela cidade a trabalho, e ligara apenas para confirmar o horário.
Cheguei na casa da minha Senhora por volta das 18 horas e imediata e friamente ela me deu as instruções. Mandou que eu me depilasse e fizesse minha higiene anal como de costume, tomasse um banho e vestisse as roupas que estavam no banheiro de serviço.
Eu já conhecia os gostos da minha Senhora, e obedientemente, dirigi-me ao banheiro e depilei todo meu sexo e minha bunda em volta do anus, deixando bem lisinho como sei que a agradaria. Depois, com a ducha do chuveiro, fiz meu enema de forma a não deixar nenhum indício de sujeira, pos sabia que seria vistoriado.
Minhas vestimentas estavam dependuradas num cabide ao lado. Havia um par sapato de salto alto, um par de meias de renda 7/8, cinta liga, uma calcinha fio dental e um avental de copeira. Vesti tudo aquilo, olhei-me no espelho e vi o quanto era humilhante pra mim estar daquela maneira, e ainda mais constrangedor ainda ter que me apresentar assim perante uma estranha.
Enchi-me de coragem e fui até a sala. Minha senhora estava sentada numa poltrona à minha espera e ao ver-me, deu um singelo sorriso de satisfação. Mandou que eu desse umas três voltas pela sala para que pudesse apreciar-me. Depois, mandou que eu parasse diante dela para que pudesse me examinar. Levantou meu avental, puxou minha calcinha para o lado para ver se estava depilado, e mandou que eu ficasse de costas, e abrisse minha bunda para verificar meu anus. Puxou o fio da calcinha para o lado, molhou seu dedo indicador com a saliva da minha boca e introduziu de uma vez. Uma onda de choque percorreu meu corpo o que refletiu instantaneamente numa breve ereção. Ela enfiou e tirou o dedo umas três vezes para verificar se estava realmente limpo. Terminada a inspeção, minha Dona tirou de dentro da bolsa um plug anal. Lubrificou novamente com minha saliva e introduziu inteiro no meu anus, colocando de volta o fio da calcinha no lugar pra segurar o plug.
Eu já estava relativamente acostumado com aquilo, pois sempre me vestia com lingeries femininas para minha Dona. Ela até já me tratava como mulher, no feminino, inclusive me deu o nome de escrava Michelly. Nem eu mesmo conseguia me imaginar sendo um homem diante dela. Raras foram as vezes que me foi permitido penetrar minha Dona num ato sexual. Normalmente acontecia o contrário, era ela quem me penetrava. Sentir um orgasmo também não era comum durante minha existência como escravo, pois dependia muito do humor da minha Senhora, e quando consentia, obrigava-me a lamber tudo o que eu havia ejaculado.
Mas naquela noite seria diferente. Minha dona nunca havia me exposto assim diante de outra pessoa. Eu sabia que sua amiga Marluci, conhecia o estilo dominadora da minha Senhora, bem como sabia que ela me mantinha cativo. Mas eu estava resignado a aceitar os desejos dela, mesmo porque, eu sabia que aquela era minha função ali.
Terminada a inspeção, minha dona mandou que fosse para a cozinha terminar os afazeres enquanto ela iria tomar seu banho. Me orientou que se o interfone tocasse, poderia permitir que Marluci subisse ao seu apartamento.
Na cozinha já estava quase tudo pronto. Minha Senhora tinha uma empregada que trabalhava durante o dia e que era ótima cozinheira. Meu trabalho ali seria apenas servi-las e ao final, lavar o que fosse sujado.
Não demorou muito, o interfone chamou. Atendi e o porteiro anunciou a chegada de Marluci. Minha Senhora já havia terminado seu banho, mas ainda se trocava no quarto.
Quando tocou a camainha da porta, gelei-me todo e não sabia o que fazer. Naquele momento ali, praticamente sozinho na sala, vestida como uma verdadeira puta e serviçal, teria que atender à porta para uma mulher a qual eu nunca tinha visto na minha vida. Como desejei estar ao lado da minha Dona naquele momento, afugentar-me na segurança que ela me transmitia. Mas teria que seguir em frente. Abri a porta e vi Marluci ali, parada. Ela igualmente a mim, parecia congelada ao me ver. Era uma morena clara linda, por volta dos seus 35 anos, em boa forma física, bem vestida, elegante. Passados os primeiros segundos da surpresa, Marluci abriu um discreto sorriso e me olhou de cima em baixo e falou:
- Não vai me mandar entrar?
Só nesse momento consegui me descongelar.
- Por favor, senhora. Entre e sente-se por favor.
Marluci entrou e fechei a porta às suas costas. Acompanhei-a até uma poltrona e sugeri que se sentasse. Em seguida perguntei:
- A senhora deseja algo para beber ?
- Água, por favor! respondeu a mulher.
Fui até a cozinha buscar água. Caminhando lentamente devido ao salto dos sapatos e ao plug que estava no meu anus, fui observado por todo o meu trajeto até a cozinha e durante minha volta. Eu já conseguia sentir o clima de prazer que aquela mulher já sentia ao ver meu constrangimento em expor-me assim.
- Mais alguma coisa senhora? perguntei.
- Não, obrigada! respondeu Marluci.
Informei que minha Senhora já estava quase pronta, pedi licença e voltei pra cozinha. Meu coração estava disparado. Minhas pernas tremiam. Meu raciocínio não funcionava direito. Me sentia muito constrangido e humilhado com aquela situação. Mas o mais intrigante era que eu estava muito, mas muito excitado.
Passados uns cinco minutos, ouvi a voz da minha Dona cumprimentando a amiga. Continuava meus serviços de preparo do jantar quando ouvi o chamado de minha Senhora.
- Michelly.
Imediatamente, deixei o que eu estava fazendo e fui para a sala. As duas amigas estavam com um semblante muito descontraído e alegre. Ao chegar na sala, minha dona falou:
- Acho que vocês duas já se conhecem. Marluci, essa é minha escrava Michelly, de quem lhe falei. Ela é uma bela menina, muito obediente e servil. Acho excitante mantê-la assim em trajes sumários e sensuais durante meu jantar. O que você acha?
- Adorei sua empregada, amiga. Nunca havia visto nada mais interessante do que isso em toda a minha vida. respondeu Marluci.
- Que ótimo então falou minha Senhora acho que depois do jantar podemos nos divertir com ela.
A amiga da minha Dona abriu um enorme sorriso de satisfação, balançando a cabeça afirmativamente, enquanto as duas ficaram me olhando de cima em baixo, o que fazia aumentar meu constrangimento.
- Sirva-nos um drink, Michelly ordenou minha Senhora e depois termine de preparar o jantar.
Voltei para a cozinha e preparei duas deliciosas caipirinhas para elas. Em seguida, servi alguns petiscos, e depois outras caipirinhas, e a todo momento eu era chamado à sala para servi algo. Eu sabia que elas estavam adorando me ver entrar e sair da sala vestida como uma empregada, de lingerie, salto alto, meia calça e cinta-liga. Marluci também já havia notado o plug no meu anus e eu sentia o sorriso sarcástico das duas toda vez que eu caminhava em direção à cozinha.
Depois de umas três ou quatro caipirinhas, minha Dona mandou que eu lhes servisse o jantar. Coloquei os pratos, os talheres, servi a mesa minha Dona mandou que eu ficasse de esperando ali mesmo até que elas terminassem o jantar. Eu ali em pé ao lado da mesa, observava contrangido aquelas mulheres comerem e se divertirem, conversando, sorrindo, fazendo comentários a meu respeito, sobre minha servidão. Minha Dona explicava à amiga o quanto eu era submisso a ela, o quanto eu era obediente. Falava das calcinhas e lingeries que ela me obrigava a usar pra ir trabalhar, dos tamanhos dos consolos e plugs que ela usava pra me dilatar e me penetrar, dos castigos que me aplicava quando eu não cumpria corretamente meus deveres como lavar e passar suas calcinhas, ou apenas para se divertir com meu sofrimento. Enfim, tudo que podia ser feito comigo caso desejasse.
Uma hora depois, fui ordenado a tirar a mesa. Ao terminar, perguntei às senhoras o que gostariam que eu servisse de sobremesa. Sugeri que tínhamos sorvete, creme de morangos e frutas cristalizadas com chantily. Minha dona, educadamente perguntou à amiga:
- O que prefere, Marluci?
Já totalmente desinibida no ambiente, a amiga de minha Dona respondeu secamente olhando em meus olhos:
- Quero você de sobremesa, sua putinha!
Depois de alguns segundos de silencio, minha Dona soltou uma sonora gargalhada.
Mas isso já é história para o próximo capítulo...