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Com o passar do tempo, tanto eu quanto meu chefe adotamos nossa brincadeirinha como norma. Agora regularmente praticamos para saciar nossas, na verdade minhas... pois sou eu quem continua decidindo quando e como, necessidades. Todo desgaste e stress até monotonia significa surra para ele. Hoje me julgo uma expert em dominação então consigo tirar dele as mais profundas manifestações de entrega e submissão. Hoje sou sua rainha e como tal exijo ser tratada. Na última sessão decidimos adotar um novo padrão que não é mais a quantidade de golpes e sim a duração que cada instrumento é aplicado. Não excedo nem perco um segundo do tempo determinado, assim descrevo nossa saída. No novo padrão defini que ele seria espancado por uma hora com dois intervalos de 5 minutos que como sou boazinha deixei a cargo dele escolher quando ele desejar. Informei a ele os tempos e os respectivos castigos: a vara (5 minutos), a chibata(10 minutos), o cinto(5minutos), o chicote de borracha(5minutos). O descanso de 5 minutos lógico que será com massagem em meus pés e com a bunda dele devidamente adaptada ao tapetinho, para que ele não sente na friagem..., tadinho! Meio temeroso ele me perguntou se não estava errada minha conta do tempo, pois na dele faltavam 25 minutos. Dei lhe uma bofetada (Hum...! adorei) e informei que se ele estava me chamando de burra. Ele prontamente se desculpou e disse que apenas não havia entendido as contas. Coube-me explicar: 5 minutos de vara 5 minutos de cinto 5 minutos de chicote de borracha 10 minutos de chibata 35 minutos de chicote cobra negra... uau! A expressão dele foi de terror... coitado(até parece que me comovo), lógico que me fiz de desentida e emendei um: Gostou querido? Ele me perguntou do descanso de 5 minutos e lógico que eu informei que não contará no castigo e se estivesse no lugar dele usaria na primeira fase da brincadeirinha, pois quando for usar o chicote pretendo amarrá-lo, como sempre faço e talvez não esteja disposta a soltá-lo, daí ele poderá perder o descanso. Prometo que assim que toque o alarme de tempo, aplico o último golpe e passo para o próximo instrumento. Ele, sem opção concorda, programa o primeiro alarme, tira toda a roupa, exijo a bunda empinada na minha direção, dou uma boa acariciada nela, e desço a vara sem dó: começa a musica, assobio da vara alternada por gemido. Bato com força, rápido e em vários lugares. Já dei mais de 100 e ainda restam 2 minutos! Percebo que infelizmente para ele e para minha sorte esse critério resulta em muitos mais golpes que o anterior. Vou batendo sem parar e sem dó. Ele cai de costa no chão tentando fugir. Dou um grito exigindo o retorno imediato a posição e recomeço. Aviso que da próxima anularei o cronometro e recomeçarei. Vou até o fim e acho que dei mais de 500. Percebo que se não amarrá-lo terei dificuldades. Essa coisa de surra cronometrada ficou muito mais legal. Minha perícia faz com que consiga bater muito rápido, então pior, ou melhor para nós. - Você acaba de perder o descanso de 5 minutos pela tentativa de fugir da vara. Vou te amarrar para que você aprenda que não estou brincando! E se continuar com frescura vou te colocar amarrado de joelho no tapetinho de prego! Você consegue imaginar o estado que seus joelhos ficarão? Não quero fazer isso, não me force. Tive dias muito difíceis e você sabe que estás surras servem para o meu alívio. Portanto comporte-se e apanhe como homem. - Ele concordou plenamente desculpou-se e ainda agradeceu... - Prepare-se para meu cinto. - Bato bastante, com firmeza, porém sei que o cinto serve como um refresco para ele apesar de que aplico sobre as marcas deixadas por minha vara, isso com certeza aumenta bastante o efeito das cintadas. Consigo arrancar alguns gemidos mas percebo que tem muito de tesão e algum fingimento neles. Faço-me de desentida e vou aplicando até soar o alarme. Nessa altura me olho no espelho e me vejo toda vestida com corpete de couro, que deixa minha bunda empinada e meus seios levantados, de sapatos altos com salto agulha e ao pegar o chicote de tiras na mão sinto-me uma verdadeira rainha. Poderosa, definitivamente naquele momento só acontece ali no ambiente o que eu quiser. - Aproxime meus sapatos do rosto de meu escravo, - não preciso nem mandar que ele já se põe em posição de reverenciar me. Sento me numa cadeira distante o que faz com que ele venha de joelhos até mim. Dou a sola do sapato para que ele lamba, ele faz cara de nojo, o que imediatamente me encoraja a aplicar-lhe o chicote de tiras. Empurro-o com meus pés e aviso que da próxima vez que ele titubear em lamber meus sapatos vai apanhar na cara! Coloco o alarme para 5 minutos e dou a ordem para que se vire. Começo aplicar as chicotadas sem parar. Agora sim ele está apanhando como se deve. Bato sem dó até que toque o alarme. Não faço idéia de quantas dei. Seguramente mais de 200 chicotadas. Como já falei, andei lendo e vendo muito sobre dominação. Daí falo brincando para ele que agora ele vai ver o que é carinho nos pés. Ele se anima todo, presencio a ereção dele, quase tive dó, pois eu sabia o que estava esperando... - Querido, como te disse, aprecio tanto o carinho em meus pés que resolvi acariciar os seus também! Ao invés de minha língua, que isto é sua função e acho que as solas de meus pés combinam mais com ela, na suas solas aplicarei 10 minutos de chibata!!!!!!!!! Tem mais, logo após as chibatadas colocarei o tapetinho de pregos o qual você deverá subir e agüentar pelo menos 1 minuto em pé sobre o tapete. Caso você consiga vou te livrar só por hoje da “cobra negra”, caso não ela vai comer seu couro como nunca, pode acreditar afinal acho que mereço esse esforço seu e caso você não me atenda vou encarar como desdém e para tal só o castigo me recompensará. Portanto ao subir naquele tapete lembre-se que por mais desconfortável que esteja não chegará nem aos pés do que o chicote fará em você. Confesso que só de descrever quase gozo. Não sei se quero que ele suporte o tapete, ou me faça usar o chicote, que como disse me transforma e me alucina de tesão. Enfim, vou caprichar na chibata e ver o que rola. Comecei aplicar as chibatadas nas solas dos pés dele que urrava de dor. Bati muito. Muito mesmo. Com força, precisão e rapidez. Acho que passaram de 500!. Os pés ficaram vermelhos como se tivesse pisado em brasa, percebi que seria quase impossível cumprir a missão. Soou o alarme. Ele estava suando muito. Dei a última com toda minha força! Ordenei imediatamente: - Levante-se e suba no tapete. Ele bem que tentou, mas imagino como estava doendo o pé dele. Ele não conseguiu nem encostar os pés nos tapetes e imediatamente suplicou piedade, caindo de joelhos no chão mostrando que não conseguiu nem 1 segundo. Fiquei feliz! Pois estou louca para chicoteá-lo. Deixei que ele se deitasse um pouco no chão descalcei meus sapatos e acariciei seu rosto com meus pés. O cheiro devia estar demais. Como sempre estavam molhados de suor e eu conseguia sentir o cheiro a distância. Imagina ele. Deixei-o lambendo, cheirando e acariciando meus pés por uns 10 minutos. Deixei a cara dele vermelha de tanto esfregar minha sola na cara dele.Vez ou outra acariciei o pênis dele com meus pés e notei como estava duro. Informei-o que após o chicoteamento ele iria me servir. Hoje eu iria querer tudo que eu tinha direito. Portanto quero-o inteiro após a surra que prometo essa sim vai doer. Esse chicote funciona para mim como um libertador. Ele apaga toda minha timidez, sentimento de culpa, amplia meu tesão, me torna dona de mim e dele principalmente. Ainda não sei me comportar com liberdade com ele olhando, e realmente esse chicote me deixa louca, o calor toma conta de mim, sinto necessidade de ficar nua, bater com o chicote nele e acariciar ao mesmo tempo meu corpo com o chicote. Parece que fico tentando simular a sensação do couro macio no meu corpo e como se transforma numa serpente ao impactar o corpo dele. Coloco a venda nele de maneira que ele não veja nada... Preparo o alarme para 35 minutos!!! Aproximo me dele quase que susurrando no ouvido dele: - Daqui pra frente esse corpo me pertence. Verifico a rigidez do pênis dele. Previno-o para que nem pense em gozar antes que eu ordeno caso contrário nem sei o que seria capaz de fazer, provavelmente espancá-lo até que surgisse nova ereção. Fico somente de calcinha e de sapato. Passo a ponta do chicote em minha buceta que está completamente ensopada, chega até molhar a ponta do chicote. Acaricio a pele dele com o couro, aproximo do rosto dele perguntando se ele imagina de onde vem aquele aroma... vou me afastando fazendo barulho com meu sapato para que ele sinta que estou me afastando e pressinta que o chicote vai chegar... Ssshiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiplaaaaaaaaaaaaaaaaa... bem em cheio no meio das costas dele. Antes que ele perceba e curta a dor, dou outra no mesmo lugar. Que delícia...!!!!!!!!!! Vou me soltando e batendo cada vez mais forte. Devo ter dado umas 50. Ele parece que está mais com tesão do que com dor, ou... eu prefiro pensar assim. Me aproximo dele, perguntando se ele está gostando...me afasto e começo a bater com toda força, mas dando um intervalo entre uma e outra chicotada para que ele possa curtir cada uma delas. Bato na bunda, nas pernas, costas, vez ou outra deixo o chicote contornar o corpo acertando também a frente, nossa estou batendo como nunca e se passaram apenas 10 minutos! Desse jeito vou estragar meu brinquedinho, preciso fazer algo. Daqui pra frente vou começar a tirar sangue e isso não quero! Pego o tubo de hidratante e faço uma longa massagem nas costas dele, comentando como ele está sendo valente só pra me alegrar, e como ele está todo marcado. Passo bastante hidratante na bunda dele, esfrego e massageio toda a área marcada. Nossa parece um tanque de lavar roupas de tanto vergão... Repentinamente passo o cabo do chicote no meio da bunda dele. O cabo é mais ou menos da largura de um pênis o que imediatamente me dá a idéia de penetrá-lo com o cabo. Ele rebola e suplica que não, dou então a ele a opção: - Querido você quer o chicote no corpo ou no rabo? - Rindo muito me afasto e ouço a resposta: No corpo... ele respondeu. Prontamente levo o chicote atrás do meu corpo e dirijo a ele com toda a força. O chicote viaja numa velocidade incrível, assobiando como se rasgando o ar e estala com tudo no corpo dele: tenho certeza que ele ficou em duvida e na próxima vai escolher levar o cabo no meio do rabo. Mas como quem pediu foi ele, vou até o fim! Já bati tanto que nem sei. Meus braços já estão doendo e ainda tenho 15 minutos. Me aproximo novamente, agora sem hesitar seguro o pau dele (chega de chamar de pênis pois está duro de mais). Manuseio, sinto o calor que a surra causou no corpo dele e me admiro como ele ainda está com tesão. Sem pestanejar nem avisar me abaixo e enfio aquele pau inteiro na boca, como querendo engoli-lo, chupo muito mantendo o controle para que ele não goze pois quero aquele pau dentro de mim. Resolvo desamarrá-lo, dizendo que hoje é o dia de sorte dele, que ele ganho 10 minutos de refresco! Coloco-o deitado na cama. Imagino como deve estar ardendo as costas e a bunda dele, por que realmente bati demais... Com ele de barriga para cima sento com a minha bunda na cara dele, colocando meus pés ao lado dele e fazendo com que ele alterne beijos e lambidas ora na minha bunda ora nos meus pés. Nesse frenesi abocanho aquele pau e chupo na mesma medida em que me esfrego toda sentido a língua dele percorrendo minhas partes intimas com muito tesão. Acho que vou explodir de gozar... ( continua...)