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Encontro No Carnaval - Última Parte
Tocava Fantasia e Fuga em Sol menor, BWV 542 de Bach quando Carla acorda, e já dos primeiros minutos ela nota que estava amarrada na cama e amordaçada por uma fita. Ela tentava procurar algo que reconhecesse o quarto, contudo não conseguiu reconhecer o local que conseqüentemente começou a provocar um desespero, tentava balançar os braços, as pernas mas não conseguia mover um centímetro sequer.
A respiração estava ofegante quando entro no quarto, os seus olhos demonstravam raiva e medo, não precisa ficar assim, vou cuidar bem de você meu amor, dou um tapa de leve no rosto dela e por conseqüência Carla se contorceu desesperadamente provocando uma grande excitação.
Olho para as amarras que conseqüentemente tenho a compreensão de que a Carla está bem pres nessa cama. Dou um beijo nos seios dela e deixo o quarto dela. Ao sair ela tentava falar ou gritar algo, mas não compreendia o que era, por causa da fita que estava amordaçando aquela boca maravilhosa.
Passa algumas horas volto para o quarto e ela estava dormindo, e como a peseira da cama era baixa e tendo acesso facilitado da vagina dela, deito entre as pernas dela que depois começo a fazer sexo oral e cada vez que eu chupava os lábios vaginais ela soltava suspiros, gemidos; passava a minha língua entre os lábios, beijava, mordia; nesse ciclo de ações provocava reações extremamente excitantes que me deixava louco, contudo não queria provocar o gozo, mas sim despertar para o último dia do nosso encontro.
Olho para ela e noto que demonstrava prazer e medo do que poderia vir pela frente, levanto da cama, vou para o armário e pego vibrador e prendo na vagina dela que em logo seguida ligo, e nos primeiros minutos as suas contorções eram grandes, os gemidos eram de prazer e de dor provocada pelas cordas, para aumentar o nosso prazer pego duas velas, ascendo elas que num momento menos esperado começo a pingar nos mais variados lugares do seu corpo. Cada vez que pingava as suas contorções e gemidos eram fortes.
Cera, vibrador, cordas uma combinação que pode com certeza ser uma forma excitante de tortura. Ela tinha uma respiração ofegante, os seios e a barriga com cera da vela são resultado inicial desse momento, contudo o gozo final não estaria nesse exato momento, pois estava pensando em outras coisas mais deliciosas.
Com carinho solto as amarras, dou um maravilhoso beijo na sua boca, sinto a respiração ofegante, os seus braços me abraçando; dou mordida nos seios, mordo nos ombros e Carla soltava gemidos que me levava à loucura, mas estava consciente de que esse momento era muito especial.
Passando uns dez minutos sento na cama pego um plug e na base amarro uma corda. Assim terminando ordeno que ela fique na posição de apresentação. Ao ver a Carla ficando nessa posição me deixa alucinado, pois demonstra a submissão e a humilhação do botton perante o Top. Aproximo-me dela segurando aquele plug com a corda, penetro no cuzinho dela até na base do assessório deixando a corda no lado de fora, e com outra ponta prendo no pé da cama, fique de quatro, ande e pare quando eu te ordenar, ordeno e ela anda até onde eu digo que estava bom.
Carla estando de quatro e a corda estirada, passo as minhas mãos nas costas, sinto que ela estava ofegante e excitada, pego a balgag e coloco na boca dela, que em logo depois começo a chicotear aquela bunda até ficar avermelhada, a sua respiração dela estava ficando ofegante quando pela corda puxo retirando o plug penetrado no cuzinho, e ao sair do cuzinho ela solta um gemido abafado pela balgag, ainda estando na posição ordenada massageio os seios, a vagina, com carinho passo meu pênis entre as bandas da bunda dela, coloco camisinha que em logo seguida penetro vaginalmente e com as minhas mãos pego pela cintura que conseqüentemente faço os movimentos vai e vem.
Contudo os movimentos eram fortes, dava estocada com aquele membro que estava penetrado na vagina que por conseqüência Carla soltava gemidos abafados, mas maravilhosos.
Naquele quarto os sons predominantes eram dos gemidos que Carla dava e das palmadas que eu dava nas laterais da bunda; quando ela goza, estávamos enlouquecidos e os gemidos deram lugar aos gritos abafados pela balgag até ter um gozo tremendo que levou nós dois para o chão que depois dormimos abraçados até noutro dia...