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Cão 01
Capítulo 1
O carro para em frente à casa. O endereço que tinha indicava que estava no local certo. Por fora casa lembrava a casa grande de uma fazenda. E parecia possuir em seu subsolo uma senzala ou algo parecido. Mas naquele momento isto eram apenas suposições ainda mais que não podia visualizá-la por completo, pois somente o portão era de grade e o muro muito alto. Pagou ao motorista, desceu e calmamente dirigiu-se ao portão. Olhou o relógio faltava um minuto para as dezenove horas. Aguardaria um minuto para anunciar sua chegada, pois deveria fazê-lo exatamente às dezenove horas. No horário marcado acionou o botão. Alguns segundos de espera até ouvir a voz, que já conhecia por telefone e que o deixava totalmente sem rumo. Gaguejando
pelo nervosismo identificou-se, a voz, que permanecia impassível, pediu-lhe que aguardasse o portão se abrir para dirigir-se até a porta de entrada da casa onde deveria se posicionar de joelhos e com a cabeça baixa. Dirigiu-se à porta e postou-se conforme ordenado quando a porta se abriu pode ver somente o par de botas. ``Beije-as´´, foi a ordem que recebeu em tom seco, quase sem nenhuma emoção. Obedeceu instintivamente. Enquanto beijava os pés de seu amo, a quem conhecia somente por telefone, sentiu uma mão puxando seus cabelos. O mestre ordenou-lhe que fechasse os olhos, obedecendo prontamente, sentiu que uma corda era amarrada ao seu pescoço. E por ela foi puxado para o interior da casa. Entrou como um cachorro, sendo puxado por uma corda. Agora podia ver, pois estava de olhos abertos, logicamente com permissão. Uma vez dentro da casa a porta foi fechada. Permaneceu imóvel num ponto da sala enquanto o mestre dirigia-se ao seu trono. A iluminação era fraca, o ambiente estava numa penumbra. Não dava para ver como era a decoração, porque a posição em que estava não lhe permitia, além, é claro, da semi-escuridão do local. O barulho dos passos sobre o assoalho parecia-lhe mais alto do que o normal, talvez devido ao medo, mas apesar disto sua excitação aumentava. Os segundos que separaram os passos do inicio da fala de seu mestre pareceram uma eternidade.
- Você ainda tem este momento para desistir e sair daqui, mas fique sabendo que nunca mais poderá me procurar. Entretanto se desejar continuar lembre-se de que você é apenas um objeto em minhas mãos, sem nenhuma vontade. Sua condição de escravo me dá total domínio sobre você e neste fim de semana farei o que quiser com você, lógico que respeitarei as suas limitações. Entendeu?
- S-sim, senhor. - Foi a resposta.
O mestre leu todas as condições do contrato que ambos haviam celebrado, primeiramente por telefone, e que agora seria assinado por ele. A partir da assinatura ele seria chamado simplesmente de cão 01, pois era o primeiro escravo daquele mestre a ter um contrato. Após a leitura o mestre disse:
- Se você está de acordo e ainda deseja ser meu escravo. Faça o seu juramento de submisso.
- Eu, Francisco Marques Imperial, no uso de minha total liberdade me entrego como escravo do Senhor Marcio Almeida, a quem chamarei de Amo, Mestre, Senhor, Meu Dono, ou conforme ele me autorizar a chamá-lo. Juro obediência total e irrestrita. Sei que meu corpo será usado para o total prazer de meu Dono. E que não poderei negar-lhe nada que me peça ou ordene a não ser que tal coisa esteja entre as minhas limitações. Estou ciente de que serei torturado para o prazer de meu Amo ou por punição devido a algum erro cometido. Sei, finalmente, que não terei mais nome serei apenas o cão 01. Eu aceito e me entrego!
Após pronunciar sua entrega ele curvou-se até o chão num ato de adoração e entrega.
- Pode ergue-se e olhar para mim enquanto tira sua roupa.
Ao receber esta ordem ele pôs-se de pé e começou a desnudar-se e ao mesmo tempo olhava para o seu mestre pela primeira vez. O mestre Márcio era alto, conforme havia dito, 1,86m, olhos e cabelos castanhos escuros, estes bem curtos, a barba bem feita, estava vestido com calças jeans, camisas e botas, das quais o cão já conhecia o sabor. Depois de estar completamente nu foi de joelhos até mestre que lhe colocou uma coleira que tinha a inscrição: cão 01. Sabia que não tinha mais volta. Sempre puxado pela coleira conheceu todo o castelo de seu soberano inclusive a senzala onde dormiria totalmente imobilizado, e que seria o local de seus suplícios. De volta a sala o mestre lhe disse que primeiro ele seria desvirginado para depois iniciar o seu treinamento. E a primeira coisa a fazer era chupar-lhe o pau.
Capítulo 2
O Mestre ordenou-lhe que lhe retirasse as botas e beijasse os pés. No início o cão ficou preocupado com a possibilidade de que os pés de seu dono tivessem algum odor. Percebendo que sua condição de escravo não lhe dava direito de questionar, entregou-se à tarefa com afinco. A ordem seguinte foi de lhe tirar as calças. O escravo foi atendendo cada ordem da melhor maneira possível. Mesmo assim cometia alguns erros por estar nervoso que eram anotados mentalmente pelo Senhor. Lógico que o Senhor dava-lhe algum corretivo no exato momento do erro, como um tapa no rosto ou em alguma parte do corpo. Já sem a calça o escravo pode contemplar o membro de seu Senhor. Vinte centímetros de um membro grosso e bem duro. O cão começou a temer o estrago que aquele membro causaria no seu rabinho completamente virgem.
- Esta esperando o que para começar a chupar? Um convide especial?
A pergunta foi acompanhada de uma chicotada que esquentou as costas do escravo. E o fez iniciar a felação. O primeiro contato com o membro o fez recuar, pois um leve odor característico de urina o assustou. Mas novamente o chicote lembrou-lhe o seu papel e começou a chupar timidamente no inicio, porem após duas chicotadas a mais. Já o fazia com sofreguidão, alias seu desejo desde início.
- Lambe o saco!! - A ordem soou seca e sem tempo para pensar. O cãozinho foi obedecendo e passando a língua no saco de seu Amo. Depois voltava passando a língua em toda a extensão do pênis e começava a engoli-lo suavemente, envolvendo a glande; passando-lhe os lábios, acariciando-a suavemente e depois engolia o membro praticamente todo. Quando este lhe tocava a garganta, recomeçava. Até que num determinado momento teve sua cabeça segura pelo Mestre que o forçou a permanecer um tempo com o membro todo em sua boca e tocando-lhe a garganta. Passava a língua por toda a extensão, engolia o membro até a garganta, lambia o saco tudo com a maior devoção.
- É cão, parece que não vou me arrepender de tê-lo como escravo. Você chupa gostoso.
Neste momento o cão estava com o pênis todo em sua boca quando foi seguro pelo Mestre. Sem ter como fugir sentiu o gosto do esperma de seu amo pela primeira vez. E obedecendo a uma ordem engoliu tudo. Lambendo até a última gota que saiu. O Mestre puxou-o pelos cabelos e amarrou-o a um cavalete de forma que ficasse com as nádegas totalmente expostas para serem chicoteadas e com o cuzinho totalmente indefeso para o ataque. Pegando um chicote de equitação disse:
- Vou lhe dar umas chicotadas para deixar o seu rabinho como eu gosto. Bem vermelhinho e também para te mostrar quem é que manda aqui. Deverá me agradecer a cada chicotada e contá-la se errar eu começo de novo.
O som da primeira ecoou pelo recinto acompanhado do agradecimento e da contagem:
- O-obrigado, s-senhor, uma slapt o-obrigado, s-senhor, duas.
E assim sucessivamente até a vigésima e última. O Mestre estava atrás dele e atado como estava não podia vê-lo, ouviu o som de uma embalagem sendo aberta. Pouco depois tinha diante dos lábios o membro de seu Amo, que o forçava boca adentro do escravo dizendo que deixasse bem a camisinha bem molhada pois esta seria a única lubrificação que teria. Depois de alguns segundos o membro foi retirado de sua boca e o mestre postou-se novamente atrás do escravo encostando o membro naquele cuzinho que piscava num misto de medo e desejo.
- Deseja realmente ser todo meu, cão?
- Sim, senhor eu desejo. - Foi a resposta num tom de voz que denotava toda a sua submissão.
Neste momento começou a sentir o membro a invadir-lhe a carne. A dor o fez gemer, mas um tapa bem dado na bunda mais a ordem para ficar quieto fizeram-no parar. A ordem seguinte foi para Que relaxasse o mais possível para que a penetração fosse possível. Centímetro a centímetro o membro foi derrubando cada prega daquele rabinho e a dor que ele sentia no início foi sendo substituída pelo prazer. Dolorido, mas prazer. O Mestre retirou todo o membro, desamarrou o cão e o levou para uma cama. Onde, de quatro, foi novamente penetrado. Desta vez sem muita cerimônia, a penetração foi de uma única fez. O que levou o escravo a soltar um grito, logo abafado por um tapa. A ordem a seguir foi para que o escravo começasse a rebolar. Principiou desajeitado e depois foi criando um molejo e pouco depois estava totalmente à vontade rebolando com gosto sentindo o seu Amo enlouquecer de prazer. As estocadas eram violentas e sentia o seu rabinho em chamas, mas o prazer de seu Dono era mais importante do que qualquer dorzinha que sentisse.
Depois de um bom tempo neste vai e vem sentiu o membro inchar dentro de si e o corpo de seu Amo estremecer sob o seu, neste momento ele estava deitado e o Amo sobre ele. O seu Dono puxou-lhe o cabelo no exato momento que gozava de modo que quase arranca todos os fios. O cão continuava excitado e tinha agora o corpo do Mestre sobre o seu. O Senhor tirou o membro de dentro dele virou-o e depois de uma bofetada mandou-lhe retirar a camisinha com a boca engolindo-a até retirar dela todo o semem que continha. Ele fez com todo o prazer. Sentia seu cuzinho ardendo e sabia que a penetração o havia ferido, pois sentira o sangue escorrer em sua perna.
- Agora vai começar seu adestramento. Vou deixá-lo amarrado neste quarto enquanto saio para resolver algumas coisas. Acostume-se com meu jeito de penetrar. E quando eu voltar você vai levar 20 chicotadas por ter gritado.
O cão foi totalmente imobilizado de joelhos num canto do quarto, de modo a não poder mover-se. A luz foi apagada e ele deixado ali. Com todo o corpo dolorido, principalmente o cuzinho, mas feliz.
Capítulo 3
Depois de duas horas o mestre voltou. A luz foi acessa novamente e antes que pudesse fazer Qualquer movimento o cão sentiu em suas costas a primeira lambada. Permaneceu calado até a última. Mentalmente foi contando.
- Muito bem, ficou caladinho, creio que já está aprendendo.
Foi desatado e puxado pela coleira até o centro do local onde fora ordenado a ficar deitado de costas. Ouviu o barulho de um fósforo sendo acesso e após um tempo sentiu o primeiro pingo de cera em suas costas. Retesou o corpo num gesto automático. Sentiu além da cera um golpe com o chicote para que permanecesse quieto. Temendo outra surra, permaneceu. A cera caía em suas costas e foi descendo até as nádegas. Cada pingo queimava e seu desejo era gritar. Mas mantinha-se quieto e agradecia, pois recebera ordem para fazê-lo. Sentia suas nádegas queimando a cada pingo. O mestre mandou que abrisse as nádegas, pois iria pingar cera no cuzinho já dolorido. Pensou em retrucar, mas o medo falou mais alto. O mestre colocou os pés próximos à boca do escravo e mandou que lambesse enquanto o seu rabinho era castigado. Depois de quase acabar com a vela no corpo do escravo o mestre desejou penetrá-lo novamente e sem cerimônia vestiu uma camisinha e deitando-se sobre o escravo apontou o membro para o cuzinho e enfiou de uma só estocada desta vez não houve grito, somente um gemido surdo que denunciava mais prazer que dor. Durante o vai e vem do amo o escravo teve seu cabelo puxado. Ao aproximar o gozo o amo tirou o membro e mandou que o escravo tirasse a camisinha com a boca e chupasse o membro até o gozo que deveria ser totalmente engolido. A sessão terminou neste exato momento o mestre mandou que o escravo tomasse um banho e saísse que depois entraria em contato para mais uma sessão. O cão saiu dolorido, marcado, mas feliz.