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Eu já não sabia mais o que esperar dele. Mas ele realmente me surpreendeu, pensei comigo à noite na cama. Recordando à tarde que tive... Quando meu telefone tocou, nem queria falar com ninguém... Mas quando eu pensei que poderia ser ele... Peguei na hora. Bingo! Ele mesmo, mas ele estava com ela, por que estaria me ligando? - Alô? Pois não meu Senhor? O que ordenas? - Onde você está minha cadelinha? - Na casa de nossa amiga Joana meu Senhor. - Hummm. Venha para casa cadelinha, agora. - Sim, meu Senhor. Nossa amiga me levou ao portão, e enquanto eu atravessava a rua, vários pensamentos passaram pela minha cabeça. Será ela não foi? Será que ela o desobedeceu e ele a mandou embora? Será que... E não completei o pensamento por que já estava em frente ao portão. Toquei o interfone e meu coração disparou, ouvi sua voz calma do outro lado. - Quem é? Digo meu nome e ele abre o portão, eu subo as escadas com a sensação de que me coração iria sair pela boca, ele abre o outro portão de cuecas. Ela está ai... Eu pensei comigo. E ele me sorri, me abraçando. - Pois não meu Senhor, o que ordenas? - Tenho uma tarefa para você, minha cadelinha. - Uma tarefa meu Senhor? Qual? - Castigar minha eguinha, ela foi uma menina muito má e está merecendo um castigo a altura. Eu jamais soube o que ela fez, só sei que ele ficou tão irritado que queria castigá-la severamente. E para ela, não havia castigo pior do que apanhar das minhas mãos. - O que o Senhor ordenar meu Senhor. Entramos dentro do quarto, que ele havia trancado por fora, e lá estava ela, encolhida no canto da cama, vestida e com cara de quem chorou muito. - Quem mandou você se vestir sua cretina? – Ele gritou com ela. - Tire essa roupa agora, outro grito. Ela pulou da cama e tirou a roupa imediatamente. Ele parou a sua frente e mandou que ela ajoelha-se. - Beije meus pés, ele disse a ela. Ela obedeceu, achou que eu só o assistiria castigá-la. Então ele estendeu sua mão para trás, na direção em que eu estava, e olhando para mim disse: - As cordas cadelinha. Eu abri a gaveta e peguei as cordas. Ele mandou que ela se levantasse que colocasse as mãos para frente, e quando ela percebeu o que ele queria fazer, ela tirou a mão. Splattttttttttttt! Aquele sonoro tapa no rosto. - Quem mandou você tirar a mão eguinha?Coloque as mãos para frente agora. Ela obedeceu, pois ele já havia levantado a mão para dar-lhe outro tapa na cara. Ele mandou que ela se deitasse na cama, de bruços e amarrou seus pés, colocou uma mordaça em sua boca e disse: - Pronto! Agora minha eguinha, você vai receber como castigo a coisa que você mais detesta apanhar da mão da minha vaquinha, para você aprender que não pode jamais se comportar daquela forma outra vez, entendeu? Ela, já chorando balançou a cabeça afirmando, me olhando com aquela cara com quem diz: - Por favor, pelo amor de Deus, pega leve! Eu abri a gaveta, olhei para meu Senhor, perguntando silenciosamente qual deles deveria usar para castigá-la. Ele apontou para o chicote. Eu o peguei. - Cinqüenta cadelinha... Cinqüenta chicotadas na bunda dessa égua desobediente e insolente. - Sim meu Senhor. Comecei a bater nela, e meu Senhor se posicionou atrás de mim, como sempre fazia quando eu batia em algum dos meus subs na sua frente. Ele começou a sussurrar ordens em meus ouvidos, me dizendo como deveria bater nela, onde bater. Ele começou a se esfregar em mim, encostando seu pênis já rijo na minha bunda, acariciando meus seios, mordendo meu pescoço, e eu que já não conseguia mais esconder meu tesão, me esfregava nele. Ele mandou que eu parasse, e olhando para ela disse, - Agora minha eguinha, um castigo que você não esperava e que com certeza vai me dar muito prazer em lhe aplicar. Desça da cama, agora! Ela desceu da cama para o tapete branco do quarto. Ele tirou a venda dela e mandou que ela olhasse e assistisse tudo. Ele se sentou na beirada da cama e deitou as costas, retirando a cueca. Seu pênis rijo pulou pra fora como se precisasse respirar. - Vem cá, vem minha cadelinha. Vem chupar seu senhor vem. Eu me ajoelhei imediatamente e andando de quatro fui em sua direção. Ele abriu as pernas para que eu lentamente me acomodasse entre elas, e abocanhando seu pênis rijo eu finalmente compreendi o que ele pretendia. - Levanta minha cadelinha, tire a roupa pra mim. Obedeci prontamente, pois já delirava de tanto tesão que sentia devido aquela situação toda. Eu mal terminei de me despir, e ele já estava fazendo com que eu me virasse e me apoiasse no armário, de costas para ele e empinando bem a bunda. Ele esfregou a cabeça do seu pênis em minha já encharcada vagina. E sem o mínimo pudor, falou (usando palavras que me deram mais tesão ainda.): - Hum, minha cadelinha que delícia hein? Essa sua buceta já molhadinha assim, e esse cuzinho piscando então? Pedindo pelo meu pau dentro dele? Que delícia minha cadelinha, que tesão. Falando isso, ele começou a me penetrar com força, com gosto, apertando e dando tapas na minha bunda. Eu já estava quase gozando, quando ele tirou de dentro da minha vagina e começou a penetrar meu ânus lenta e prazerosamente. - Ah, minha cadelinha, que cuzinho gostoso, apertado e quente. Eu já não conseguia nem falar de tanto prazer que sentia e olhando para ele procurei expressar sem palavras o que estava sentindo naquele momento. - Isso minha cadelinha, empina, empina esse rabo gostoso, - e me deu um tapa na bunda, o que me deixou com mais tesão ainda. - Rebola cadelinha, rebola. E olhando para ela disse sem meias palavras: - Está vendo isso eguinha? Isso sim é uma sub que sabe dar o cú gostoso pro seu senhor. E se inclinando puxou-a pelos cabelos e aproximando o rosto dela fez com que ela assistisse de perto a nossa transa. Eu já não agüentava de tanto tesão, mas não me atrevia a pedir para me masturbar e gozar. Como se estivesse lendo meus pensamentos, ele se abaixou e sussurrou em meus ouvidos: - Se masturba minha cadelinha, goza, goza pra mim, goza pro seu Senhor, enquanto eu te enrabo. Goza gostoso, goza, com meu pau todinho no seu rabo. Ouvindo aquelas palavras, quase derreti de tanto tesão e já que me foi permitido comecei a me masturbar furiosamente. Comecei a gemer alto e ele percebendo que meu gozo se aproximava começou a me dar tapas na bunda e apertar os bicos dos meus seios. - Goza minha cadelinha, goza – ele dizia e eu podia sentir o tesão na sua voz. Quando gozei quase caí no chão e ele me segurou fortemente, tirando o pênis de dentro simplesmente me olhou e entendi exatamente o que ele queria. Caí de joelhos e abocanhei seu pênis, sentindo o esperma jorrar inundando minha boca intensamente. Olhei dentro dos seus olhos e abri a boca, mostrando-lhe o conteúdo e engolindo perante seus olhos recebi seu sorriso de aprovação como uma vitória silenciosa. Olhando para ela, percebi que chorava e me olhava com raiva, inveja e tesão aparentes. Aproximei-me lentamente e sussurrei em seus ouvidos: - Está vendo? É assim que são as coisas quando se é obediente e quando não se é obediente.