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A Negação do Orgasmo do Marido Submisso
Já lhes contei como graças a uma velha palmatória que há várias gerações serve para punir as faltas dos meus antepassados varões, minha amada esposa me meteu na linha curando-me do vício que eu tinha de frequentar prostitutas e de passar a noite em bebedeiras monumentais com os amigos. Contei-lhes como me tornei um submisso seu, fazendo-lhe todas as suas vontades, como passei a usar uma anilha nos tomates onde por vezes me prende a pila para não a deixar levantar, e como inclusivamente já tive de pagar para um garoto de programa a satisfazer na minha frente para lhe demonstrar a minha total submissão. Pois uma nova prova de submissão me esperava numa destas noites. E que deliciosa ela foi! Já há uns tempos que ela me vinha dizendo que um marido verdadeiramente submisso deve proporcionar prazer físico à sua esposa sem se preocupar em obtê-lo para si próprio, pois só assim o acto de entrega não é recíproco mas apenas num sentido, e decidiu passar à prática tal teoria.
- Quero que te habitues a dar-me prazer sem atingires o orgasmo, meu escravozinho disse-me quando estávamos no quarto, antes de nos deitarmos depois de me ter deixado mais de 8 semanas sem transar comigo, ainda que excitando-me todas as noites ou fazendo-me conduzi-la a encontros com seus amantes de hoje em diante quero gozar sexualmente contigo mas proíbo-te terminantemente que atinjas o orgasmo. O prazer sexual será exclusivamente meu e os teus órgãos de cobrição deverão ser apenas utilizados para me darem prazer a mim mas não para to darem a ti.
Protestei, afinal um homem não pode andar permamentemente com o saco cheio, mas já algo excitado com tal imposição drástica como bem o denotava meu caralho liberto da anilha começando a engrossar, pois desde que aceitei ser dominado por ela e me converti em seu objecto que ela usa a bel-prazer, todas as suas imposições e castigos me entesam fortemente. Ela disse-me que sim, que era possível, embora não pusesse de lado a possibilidade de vez em quando, se me portasse bem, me deixar aliviar do modo que ela muito bem entendesse. Mas avisou-me logo que isso aconteceria muitas poucas vezes.
- Umas três ou quatro vezes no ano, não mais. E nada de punhetas ás escondidas, pois se descubro que se te andas a divertir à mão sem minha autorização juro-te que te penduro no caralho um garrafão cheio de 5 litros.
É claro que tão bem domesticado fui nestes últimos meses que nunca pensaria em desobedecer-lhe masturbando-me às escondidas de minha bela esposa a quem tanto amo, e expressei-lhe meus veementes protestos pela ideia. Minha esposa afagando-me a cabeça, muito ternamente, disse-me acreditar em mim, e que aliás se notasse que lhe desobedecia passaria um ano inteiro sem me libertar a pila da argola que me serve de cinto de castidade. Depois ordenou-me que me despisse desnudando-se ela igualmente.
- Toca-te mandou-me num tom de comando que deixa meu caralho em total ponto de ebulição mas não quero ver sair leite dessa coisa.
Comecei por afagar os bagos lentamente pois foi sempre assim que gostei de começar a tocar punhetas, e ao fim de um bocado comecei a deslizar a mão pelo meu pau que começou a ficar esticado. Como passa muitas vezes dobrado e metido dentro da argola que nos tomates o prende pela cabeça, a erecção só se começa a manifestar após algum tempo de preliminares, pelo que minha esposa aproveitou esse período para gozar com o estado dele, dizendo-me que muita admiradas ficariam as putas com quem me relacionava anteriormente e nas quais descarreguei então muito do meu tesão, por verem agora que o antigo machão que as comia enquanto a esposa passava fome de pau em casa, não só apenas tinha direito a divertir-se agora quando a esposa lho consentia, como precisava de cada vez mais tempo para ficar com o bastão totalmente armado e duro. Mas minha bela esposa não ficou unicamente vendo e comentando minha punheta. Em cima da cama colocara um dildo bastante grosso e com um par de ovos descomunais na base, pois que uma das grandes taras que minha esposa sempre admitiu possuir foi uma predilecção por colhões grandes, e um dos seus grandes desprazeres quando me viu nu pela primeira vez foi precisamente eu ter uns tomates medianos como muito bem me soube dizer na altura, e após o ter lubrificado com um bom gel para sexo anal, de cócoras foi-se sentando muito lentamente sobre ele, por vezes deixando que o dildo se lhe penetrasse pelo olho do cu acima, e por vezes pela vagina. E eu, morto de tesão, sempre esgalhando minha solitária
- Ficas tão bem tocando punheta, marido obediente dizia-me ela nem imaginas como fico húmida só de te ver tocando punheta, tão húmida que nenhum caralho de homem me seria capaz de satisfazer porque não há caralho tão grosso, grande e duro que chegue para o meu tesão. É por isso que vocês homens são todos uns frouxos e uma mulher no estado em que estou tem de arranjar alguma coisa mais consistente, que faça as vezes de um caralho e que nos arrombe como deve ser.
Quando minha adorada esposa começou a exigir que lhe pagasse trepadas com gigolôs comecei a perceber, com muito gosto, que ela era bem mais puta do que imaginava quando a pedi em casamento. E ela agora demonstrava-me mais uma vez a puta acalorada que era. Enquanto eu com a cabeça da glande totalmente fora do prepúcio tocava meu pau doidamente pois ela me exigia mais rapidez nos movimentos,não quero que faças cócegas na pila, que não é fazendo cócegas na pila que se toca uma punheta observou-me, ela colocou-se na posição de frango assado e enrabou-se com o dildo, ainda que gemendo bastante, após o que voltou a colocar-se de cócoras e a metê-lo nas duas entradas, para finalmente de barriga apoiada na almofada e o rabo empinado o voltar a enfiar mas colocando-o por trás, entre as pernas, como se estivesse sendo possuída de quatro. Eu sentia minha esporra em catadupa correndo dos tomates para a cabeça do pirilau e estava-me segurando como um louco para não me vir. Meu pau estava agora duríssimo. Pelos sons de prazer que lhe saíam da garganta senti que minha amada teve uns dois ou três orgasmos durante todo o exercício, o que me deixou mais consciente das minhas limitações já que um dildo de silicone lhe podia provocar uma experiência que a minha pila mesmo muito coçada pelas pássaras das putas que comera no passado nunca lho poderia proporcionar. Mas minha esposa queria-a sentir dentro dela, só assim a lição que me preparara poderia ser ministrada.
- Já deixei as duas entrada bem abertas para que o teu caralho possa entrar nelas disse-me e satisfazer-me sem gozar.
Meu cacete parecia o batoque de uma pipa tão inchado se achava e eu disse-lhe achar perigoso metê-lo nela com ele em tal estado se de facto ela não queria que eu gozasse. Disse-lhe recear o castigo que ela me preparava em caso de eu ejacular, mas com os colhões tão cheios como eu ficara depois da sua deliciosa sessão de masturbação com o dildo e da punheta que me obrigara a tocar, receava não poder conter minha excitação.
- Tu é quem sabes se te aguentas ou não respondeu-me com um esgar cruel que a torna ainda mais bela mas já sabes o que esperam os teus tomates em caso de esporradela. Em todo o caso eu é que não prescindo hoje do teu dildo de carne dentro de mim.
Quase sempre minha querida amada prefere ficar por cima de mim quando fazemos sexo, e desta vez não foi excepção. Aliás não é só comigo que ela prefere tal posição pois também sempre que assisto às suas transas com prostitutos é normalmente com o homem por baixo que ela prefere foder. Assim deitei-me na cama, meu prego espetado no ar como momentos antes estivera o dildo, e ela novamente de cócoras, depois de o ter lubrificado e lubrificado seus canais do amor, deixou-se cair novamente sobre ele, primeiro com o cu, e depois de se ter rebolado gostosamente nele, com a vagina. Estoquei-a o máximo que pude, cerrando os dentes para não ejacular e aguentei-me que nem um leão, modéstia à parte. Minha esposa voltou a alcançar o orgasmo, mas eu népia.
- Tenho a rata e o cu bem abertos, não tenho meu maridinho manso e cornudo que precisa de umas boas esfregadelas com a mão para ficar com o pilau teso? perguntou-me Quase que nem o sentes dentro de mim, pois não?
Ela na verdade estava bem aberta e foi por isso que me aguentei tanto tempo sem me vir, pois que tesíssimo como estava, a pressão da sua vagina e do seu cu se estivessem mais apertados ter-me-iam feito desaguar. Minha querida consorte também me ajudou pois numa certa altura em que senti que a vontade de ejacular era tão intensa que me iria fazer falhar o objectivo que me impusera e disse-lho, ela fez-ma tirar fora rapidamente e apertando-me os tomate com as mãos torceu-mos todos com fúria o que me fez imediatamente brochar. Mas ela não estava satisfeita apesar da sucessão de orgasmos que gozara e quis que lha voltasse a meter. Toquei então nova punheta e já de novo com o cacete em riste determinou que me colocasse agora eu na posição de frango assado e com os pulsos manietados aos tornozelos, sentou-se no intervalo de minhas coxas e voltando a enfiar-me o caralho, primeiro novamente no seu cu e depois na sua vagina.
- Vês como é bom não te satisfazeres? observou-me com malícia Assim é de maneira que a tua pila nunca amocha e podes satisfazer-me sempre que eu queira, já que vocês homens contrariamente a nós mulheres, necessitam de estar tesos para nos darem prazer, e depois de esporrarem precisam de muito tempo para ficarem novamente operacionais.
Minha esposa tinha razão, aquilo era mais do que bom, era fantástico e eu já estava ficando outra vez com vontade de me vir.
- Aperta-me outra vez os colhões, querida pedi-lhe se não ainda me venho.
- Marido esporrador disse-me,voltando a torcer-me os guizos mas desta vez sem eu tirar o pau fora será que não posso confiar em ti? Nem te atrevas a vir-te.
Não me vim com efeito ainda que ela se tivesse vindo mais umas poucas de vezes pois fizemos sexo nessa noite, acho que quase em todas as posições. Sempre que minha adorada se vinha, eu tirava o meu pau fora e mostrava-lho para que ela se certificasse que eu continuava com tesão, e nunca me senti tão orgulhoso dos orgasmos que lhe proporcionei como nessa noite em que tal alivio me foi vedado. Pude perceber que se ela continuasse com tal imposição, o sexo que teríamos para fazer dali em diante seria intenso, avassalador, tântrico e que eu seria uma máquina de prazer criada apenas para a satisfazer. E achei adorável tal ideia. Aliás não era verdade que eu estivesse ali só para a satisfazer. O prazer que eu sentia por a ter satisfeito tantas vezes seguidas, era para mim mais intenso do que se tivesse gozado uma dúzia de orgasmos.
- O único inconveniente que há por não teres ejaculado disse-me ela no final é que estando tu com os tomates assim tão cheios, ainda me sujas a cama. Na verdade portaste-te tão bem apesar das duas vezes em que quase te esporraste, que eu bem podia fazer o papel de uma boa esposa e deixar-te vir nas minhas mamas, ou na minha boca, que tu meu amor, bem o merecias, mas seria mau fazê-lo logo na primeira noite em que te comecei a domesticar o tesão. Podia prender-te a pixota na anilha dos tomates, e assim ela já não levantava, mas podias vir-te na mesma, a menos que te cozesse o prepúcio e isso também seria violento de mais. Não, vamos hoje experimentar outra coisa que te vai fazer baixar o tesão, sem gozares.
Mandou deitar-me no chão com uma toalha por baixo e apareceu-me com um saco plástico envolvendo uma enorme barra de gelo.
- Diz lá se não sou tua amiga? perguntou-me Não quero que te queimem os colhões nem o pirilau, por isso o envolvi num plástico, mas vais passar o resto da noite a dormir com as tuas partes em cima deste bloco de gelo até ficares com a pila bem pequenina e murcha. Vais ver como o estado do teu caralho amanhã vai ser o mesmo como se tivesses tocado ao bicho ou me tivesses comido e com um beijo intenso na boca que só uma mulher que ama muito seu marido consegue dar, ajeitou-me o pilau e os tomates de maneira a eles sentirem toda a frialdade do bloco de gelo e dessa maneira me cortar o tesão, desejou-me boas noites e apagou a luz.