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A pick-up parou em frente a uma das bombas do posto. Dr. Carlos saiu cumprimentando a todos, pois era um cliente assíduo e todos o conheciam. Perguntava por Fernando, um dos frentistas. Confiava muito nele e sempre que precisava de um trabalho mais apurado o procurava. ``Nando, dê um trato na menina. Eu vou para o sítio amanhã e não quero surpresas. Encha o tanque. Também. Verifique o óleo e dê uma ducha completa, principalmente na caçamba porque vou levar algo precioso para o sítio.´´ Deixando as chaves com o rapaz saiu piscando-lhe o olho. Ao voltar encontrou o carro um brinco e Nando entregou-lhe as chaves relatando tudo o que fora feito. Enquanto falava Dr. Carlos observava o garoto. Nando tinha 23 anos, 1,70m, uns 70 kg, olhos e cabelos escuros e tinha uma bundinha empinada. Dr. Carlos o tinha visto de bermuda uma vez quando saía do serviço. Dr. Carlos tinha 43 anos, 1,80m, 82 kg. Sempre que ia ao posto notava os olhares de Nando e, o mais importante, o jeito servil que possuía. Um dia teve certeza de que estava diante de um submisso. Fora ao posto de bermuda e chinelo e quando foi visto por Nando, este não tirava os olhos de seus pés. Dr. Carlos teve a impressão de que o menino havia tido uma ereção. Depois deste dia arquitetou um plano para levá-lo ao sítio onde levava seus escravos para servi-lo. Neste sítio tinha uma senzala que havia mandado construir e os muros altos facilitavam cenas ao ar livre. O plano para levá-lo já estava arquitetado. ``Muito bem Nando vi que caprichou nela. O que você vai fazer este final de semana?´´; ``Bom, Dr. Carlos, amanhã eu trabalho e domingo vou folgar. Porque?´´; ``No meu sítio tenho umas máquinas para lubrificar e trocar óleo e como você sabe fazer isto muito bem. Desejo levá-lo para fazer isto. Lógico que vai ganhar uma grana extra por isso. Caso eu consiga sua dispensa neste fim de semana você vai?´´; ``Se o senhor conseguir, sim´´. Foi conversar com o dono do posto, seu amigo, e sabia que não seria difícil conseguir a tal dispensa. Voltou dez minutos depois e disse: ``Te espero hoje lá em casa depois que você largar o serviço, está tudo certo. Avise em casa que vai passar o fim de semana fora. Você vai dormir lá em casa hoje, pois vou sair de madrugada. Tudo bem?´´; ``Sim, senhor´´. Foi a resposta. Às 22 horas chega Fernando na casa de seu futuro senhor. Durante o resto do dia e ali diante do portão antes de chamar muitas coisas passaram na cabeça de Nando e ainda estavam passando. O que será que iria acontecer, por que será que ele tinha a impressão de que aquele final de semana iria mudar sua vida? Eram perguntas que o amedrontava e, ao mesmo tempo, excitava. Tocou o interfone, a voz de Dr. Carlos o fez sair dos sonhos de volta à realidade, mas o fez ficar mais excitado e seu membro estava totalmente rijo, deixando antever o volume sob as calças. O portão eletrônico se abriu e Nando entrou na casa e ao fechá-lo atrás de si teve a impressão de que abria uma nova porta em sua vida. Encontrou o Dr. Carlos na sala, cuja porta estava aberta para que entrasse. Encontrou-o sentado no sofá, de roupão e com os pés sobre um puff para descansar. Ao vê-los Nando ficou estático. ``Boa noite, garoto. Tudo bem?´´; ``tudo e com o Senhor?´´; ``Melhor agora que você chegou. Achei que tinha desistido.´´; ``Não Senhor, meu horário termina as 21:30 e até arrumar tudo, já viu né?´´; ``Tudo bem.´´ Nando estava estranhando o tom distante da conversa e até aquele momento não fora convidado a sentar-se e não sabia o que fazer. Permaneceu de pé até ser convidado a fazê-lo. ``Imagino que saiba porque esta aqui.´´; ``O senhor deseja que eu mexa em suas máquinas no seu sítio.´´; ``Não é bem para isto não. Podemos dizer que é só um pretexto para tê-lo aqui. Já notei que todas as vezes que fui ao posto você me olha com um certo desejo. Outro dia eu estava de chinelos e você quase babou nos meus pés, como agora. Portanto tenho a absoluta certeza de que tenho diante de mim um escravo bem submisso. Creio, também, que nunca fez algo assim e que sente desejo e, me informei sobre você, nunca transou com homem. O seu rabinho virgem será meu. Claro que se você quiser. Não será obrigado a nada que não queira ou que esteja acima do seu limite. Sei muito bem lidar com iniciantes. Caso aceite tenho certeza de que não se arrependerá´´. ``E terá um final de semana prazeroso. Se não quiser é só voltar por onde veio e não tocaremos mais neste assunto´´. Nando estava com os olhos baixos e permaneceu assim, durante alguns segundos após a fala de Dr. Carlos. Continuava excitado e depois do que ouviu a excitação aumentou ainda mais. O volume já era perceptível sob as calças. Dr. Carlos sabia que a dominação começara. Neste momento somente psicológica, logo se tornaria física. O laço fora lançado de forma a não dar chance a fuga. ``Se quiser ser meu escravo durante este final de semana fique de joelhos e venha até aqui e beije as solas de meus pés. Caso contrário pode ir embora´´. Era a cartada final. Sabia que ele não resistiria e cairia de joelhos. Sua expectativa confirmou-se Nando se ajoelhou e foi até o puff e beijou as solas dos pés de seu dono. ``Beije minha mão.´´ Chegou mais perto e beijou a mão direita que lhe era estendida. Então percebeu que ao lado de Dr. Carlos havia uma coleira. Foi puxado pelo cabelo até mais próximo e levou um tapa na cara, que era para saber quem estava no controle ali. Logo depois recebeu um papel no qual escreveu o termo de submissão que fora ditado pelo mestre, entregou-o e foi devidamente encoleirado. Ficou de pé novamente e retirou toda a roupa. Seu membro de 19cm estava quase estourando de tão duro. Deu uma volta para ser avaliado pelo dono. Dr. Carlos mandou que ficasse com as mãos na nuca e abrisse as pernas. Ficando de pé passou a examiná-lo com cuidado. Quando tocou em sua bundinha sentiu-o tremer de tesão. Enviou o dedo pelo reguinho até tocar no buraquinho virgem. O tremor aumentou. ``Fique quieto senão você apanha´´; aquilo foi como jogar álcool no fogo, Nando não agüentava mais de tesão. Dr. Carlos voltou a sentar-se e ordenou que Nando ficasse de joelhos novamente e fosse até o sofá onde estava. Abrindo o roupão descobriu um membro de uns 20cm e mais grosso do que o de Nando. ``Venha chupar o seu dono.´´; silenciosamente Nando aproximou-se e colocou, desajeitadamente, o membro na boca e começou a chupar. Recebeu uma chicotada nas costas. Não tinha visto o chicote ali, mas o sentia naquele momento. Dr Carlos disse que era para chupar com mais cuidado. E cada fez que Nando falhava o chicote era usado. Após algumas chicotadas ele já estava chupando bem melhor. Passava a língua sobre a cabecinha e depois ia descendo até as bolas, subia novamente e abocanhava todo o cacete, fazia um vai e vem e recomeçava o processo. Dr Carlos puxava-o pelos cabelos e dirigia o boquete. Em pouco tempo ele gozava. Segurou a cabeça do escravo para que engolisse todo o leite. Nem precisaria, pois Nando já sabia que não poderia deixar o líquido de seu dono se perder. Se o fizesse tinha certeza de que apanharia e já começava a temer os castigos, e estes seriam inevitáveis. Manteve o membro de seu dono dentro de sua boca até que ficou flácido. Passou a língua para limpá-lo. Quando ia tirando da boca recebeu ordem de abocanhá-lo novamente e não tirá-lo da boca em hipótese nenhuma. Quando o fez sentiu um jato invadindo sua boca. Recebeu a ordem para engolir senão o castigo seria duro. Foi bebendo cada gole da urina de seu dono. No inicio sentiu um pouco de nojo, mas depois o sabor foi lhe agradando. O mestre manteve o membro em sua boca e este foi voltando à vida. ``Bem escravo você agora vai ser possuído por mim. Assim me torno o teu dono por completo. Fique de quatro´´. Nando colocou-se na posição enquanto seu dono se ajeitava para penetrá-lo. ``Vou passar um lubrificante desta vez porque é a primeira, mas nem sempre será assim.´´ Ele passou KY e depois colocou a camisinha. ``Abre bem esta bundinha´´. Nando colocou as mãos nas nádegas abrindo-as e, com isto, sua bunda estava totalmente arrebitada e aberta para o ataque. Dr Carlos ajeitou a cabeça de seu membro no cuzinho do escravo e foi forçando. A dor começou a incomodar a Nando que tentou se mover, mas uma chicotada o fez desistir da idéia. Começou a gemer e recebeu ordens para ficar em absoluto silêncio. O que tentava fazer às duras penas. Pouco a pouco o membro foi vencendo a barreira. As pregas iam se dilatando para receber aquele delicioso intruso. A dor foi cedendo espaço ao prazer. Recebeu ordem para rebolar e começou imediatamente. Sentia uma onda de calor subir em todo o seu corpo. A cada estocada do mestre o prazer aumentava. Sentia que iria gozar sem tocar em seu membro. O mestre parecia que lhe adivinhava o pensamento e disse que ele nem poderia pensar em gozar sem o seu consentimento. O vai e vem continuava até que o mestre o apertou e ele sentiu o membro inchar dentro de si e o mestre gozar entre urros e gemidos. O membro foi retirado e ele sentiu um vazio dentro de si. Recebeu ordem de retirar a camisinha com a boca e engolir o semem ali depositado. Nando continuava totalmente excitado. O mestre olhando-o disse: ``Vai continuar assim até eu mandar você gozar´´. Em seguida o mestre colocou uma guia na coleira e o puxou até um quarto onde foi colocado dentro de uma jaula e teve as mãos acorrentadas para que não se masturbasse. ``Amanhã, sairemos cedo cachorrinho´´. Às três horas da manhã foi acordado. A luz fora ligada e o seu dono já estava arrumado. Foi retirado da jaula e o primeiro impulso foi beijar os pés de seu dono, que estavam calçados com botas. ``Muito bem escravo, creio que teve toda uma noite para pensar em sua situação. Tem agora sua última oportunidade de ser alguém livre diante de mim. A sua resposta será definitiva. Imaginava esta conversa para o domingo, mas como você me surpreendeu com sua submissão não desejo perder mais tempo. Eu o quero como meu escravo, sempre disposto a me servir e totalmente submisso às minhas vontades. Fique ciente de que você é um mero objeto do meu prazer e sua existência só tem sentido para isto. Neste final de semana passará por um teste, caso queira continuar, e ao final caso eu o aprove e você deseje assinará um contrato de servidão comigo com duração de um mês. E depois ele poderá ser eterno. Deseja continuar durante este final de semana?´´ A resposta de Nando foi afirmativa. ``Venha fazer sua higiene.´´ Foi puxado pela coleira até um banheiro onde foi retirada a guia e ele pode tomar um banho. O banho foi frio, pois no banheiro no lugar do chuveiro só havia um cano. Secou-se com um pano de saco, destes de farinha. Nando tinha certeza de que sua vida estava transformando. Ele não conseguia se ver diante daquele homem sem ser-lhe submisso. Depois do banho foi levado para a cozinha onde tomou o seu café. Havia uma tigela no chão com uma espécie de sopa de pão (pão e leite). Ele foi obrigado a comer como um cachorro. Depois de alimentado foi puxado até a pick-up o mestre abriu a caçamba e lá já estava uma pequena jaula para transportar cães. A viagem duraria duas horas e seriam as mais longas e doloridas da vida dele. Desde a noite anterior mantinha-se excitado. Sabia que não poderia satisfazer-se sem o consentimento de seu dono. A portinhola fechada limitava ainda mais o espaço. Teve que ficar totalmente encolhido. A gaiola foi tampada com um pano. Quando o carro parou, ele percebeu os passos do seu dono. Foi retirado da gaiola e ficou no chão de joelhos. O dono puxou a guia da coleira e o fez olhar para cima. Foi então que percebeu onde estava. Era uma garagem e a única passagem para o interior da casa era através de uma escada. Para onde foi puxado. A escada tinha o piso poroso que incomodava muito os joelhos. Ao entrar deparou-se com um verdadeiro calabouço medieval. Foi levado até uma cama onde ficou deitado. O mestre pegou um chicote que estava na parede e aproximou-se dizendo: ``Vire-se, olhe só o que fiz pensando em você. Ele é de couro cru. Foi feito exclusivamente para o seu lombo. Agora vai levar apenas uma chicotada para saber o quanto dói. Fique ciente de que ele será usado caso você faça algo muito grave ou quando se tornar meu escravo definitivo, pois imprimirei com ele marcas deliciosas em você. Vire-se´´. Em seguida sentiu a dor do couro cortando suas carnes. O chicote foi guardado. O mestre retornou com um outro e continuou com os açoites até chegar a 20. As costas e bunda do escravo ficaram vermelhas. O mestre o fez lamber os sapatos e tira-los, pois de lamber cada dedo dos pés, o escravo tirou as calças do mestre cujo membro já estava bem duro e em seguida tirou-lhe a cueca. E começou a chupar o mestre. Agora com mais destreza. Lambia toda a extensão do membro, engolia, voltava a lamber, colocava as bolas na boca. Fazia com o máximo de carinho e sabia que estava dando ao seu mestre muito prazer. O mestre puxava-lhe o cabelo cada vez mais forte sempre que sentia o gozo chegando e segurava para prolongar a sensação. Não suportando mais despejou na boca do escravo o líquido do seu prazer. E manteve o membro dentro deste até começar a soltar o seu líquido dourado que também foi engolido. ``Tenho que resolver uns probleminhas e voltarei depois´´. Dito isto amarrou o escravo a uma coluna e o deixou ali. Nando não tinha mais noção do tempo. Sabia que tinha saído ainda escuro da cidade e teria rodado um bom tempo. Agora estava ali preso num calabouço já a algum tempo sozinho e nem sabia se era dia ou noite. Estava divagando quando a porta foi aberta o mestre entrou. Foi desatado e levado para a cama novamente. Lá ficou na posição de frango assado e o mestre, desta vez, sem lubrificante, encostou a cabeça de seu membro no rabinho do escravo e sem dó enviou tudo de uma vez. Nando soltou um gemido surdo, porque se o fizesse apanharia. O mestre iniciou um vai e vem frenético e dolorido para Nando. Ele retirava todo o membro e recolocava numa estocada só. A excitação do escravo continuava a mesma. Quando gozou e retirou o membro este estava todo sujo com as fezes do escravo. Nando retirou a camisinha de seu amo e foi levado para um banheiro. Atado a um cavalete que o deixava com a bunda toda exposta começou a receber um enema. O mestre colocou a mangueira no ânus do escravo e derramou ali uns 2 litros de água. A água estava morna. Depois de um tempo retirou a mangueira e desatou o escravo para que de cócoras sobre uma privada ele esvaziasse. O mestre repetiu o enema só que em vez de 2 litros foram 4. ``Agora vou poder tirar o pinto do seu rabo e envia-lo direto na sua boca´´. De volta ao calabouço o escravo foi atado a uma espécie de maca e o mestre iniciou o batismo de fogo. Acendeu uma vela e foi pingando sobre as costas do escravo. Desamarrou as mãos dele e ordenou que abrisse o rabo e pingou em toda a extensão até o cuzinho. Arrancando gemidos de dor ``Isto, geme, seu verme inútil, pois isto é música para mim. E me faz ficar mais excitado ainda. Pode preparar que daqui a pouco seu rabinho vai ser preenchido novamente´´. Nando já não agüentava mais estava quase gozando sem se tocar. Seu membro tremia sozinho. Foi virado na maca e a vela derramava cera sobre seus mamilos, barriga e pênis. No pênis o mestre começou pelo saco e foi subindo até a glande. Quando esta foi atingida o escravo gozou. ``Isto bichinho, goza, goza com a dor´´. Foi obrigado a beber todo o seu sêmem. No sábado e no domingo foi usado de todas as formas, foi enrabado pelo menos umas 10 vezes naqueles dois dias. Ao final assinou um contrato de servidão com Dr. Carlos. Saiu do posto e passou a ser o motorista/escravo de Dr. Carlos. Atualmente já é enrabado sem o uso da camisinha, pois fez todos os exames e não foi constato nenhuma enfermidade e muito menos o HIV, e o Dr. Carlos se contenta de tê-lo como único escravo.