Back to Browse

Uma Semana Com Meu Dono - Último dia- A Charrete

-NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOO......... - Acorde Kdela... O que houve?... Como se atreve a me acordar assim? - Perdão Senhor... Perdão Senhor... Não me abandone... Prometo me comportar... Não se case com ela... Plafttttttttt... - Acorde Kdela... Deixe de escândalos... Não pretendo me casar com ninguém... De onde tirou isso? Chorando copiosamente acordo de um terrível pesadelo...No qual meu Mestre, Amo e Senhor casava-se com outra... E eu era comunicada que não o serviria mais... - Perdão pelo escândalo Senhor... Foi um pesadelo... Nunca me abandone meu Senhor... Preciso do Senhor... Preciso do seu cheiro... De Sua força... Do Seu comando... Não imagino mais minha vida sem Seu pulso firme a conduzi-la... - É madrugada ainda Muleka... Acalme-se... Não a abandonarei... Porém... Já que dormir a meu lado lhe dá pesadelos... Levante-se... Obedeço... E meu Senhor também se levanta... Ele sai do quarto... Deixando-me a sua espera... Reflito sobre o sonho que acabei de ter... A possibilidade, mesmo que remota, de perde-lo deixou-me sem forças... Fiquei absolutamente desesperada, ao ver-me sem chão... Sem base... Sem apoio... Tornei-me nada em questão de segundos... Porque não sou nada sem o domínio e sem a proteção de meu Senhor amado... Quando meu Dono retorna encontra-me aos prantos... - Ainda chorando, Kdela?... Não suporto isso... Vamos... Cale-se... Não existem motivos para tantas lágrimas desperdiçadas... Reserve-as para o dia de hoje minha cadelinha... Lembre-se que este é nosso último dia no sítio... Logo mais retornaremos às nossas vidas... DE QUATRO... Imediatamente caio de quatro aos pés de meu Senhor... Ele tem, em suas mãos, o cabresto... Meu Senhor me prende com ele... E sai me puxando para fora do quarto... E da casa... Ele me arrasta até a área de banho... Começo a tremer de frio só em imaginar a água gelada... Era por volta de 4 horas da madrugada... - Você se lembra Kdela... Que eu disse que você precisava de um bom banho?... Creio que chegou a hora menina... Ao imaginar o banho, paro estática... Está muito frio... Faço uma cara de desesperada... E começo a recuar... Imediatamente meu amo alcança os ramos de amoreira próxima... Selecionando uma varinha verde ao acaso... E faz dela o incentivo necessário para que eu retorne meu trajeto à área de banho. Em seguida sou presa ao gancho com o cabresto bem curto... Meu Mestre, ainda armado com a vara verde, começa a investigar meu corpo... Olha os piercings recém colocados... Eles estão vermelhos, irritados... Mas nenhum sinal de infecção... Porém dói muito quando são tocados ou movidos pelo meu Dono... Começo a protestar... E levo mais algumas varadas na bunda... - Quietinha Muleka... A vistoria continua... Com meu Senhor abrindo e investigando minhas entranhas... Enfiando os dedos em minha bucetinha... Lubrificando-os... Os leva ao meu nariz para que eu os cheire... Não me seguro e acabo por lamber os dedos de meu Senhor... Mais algumas varadas... Até que essa se quebre... Meu Senhor acaricia as marcas deixadas na pele da minha bunda e pernas, puxa levemente os piercings da minha bocetinha... Um grito... Uma palmada forte... E sinto meu Dono se afastando... Sentindo-me solitária e abandonada... Desamparada... Como em outros momentos dessa semana memorável que agora chega ao fim... Serão minhas últimas horas ao lado de meu Senhor... Refletindo sobre tudo o que aconteceu chego a conclusão que o mais chato foi eu ter ficado doente e dado trabalho a meu Senhor... Fora isso, para mim, tudo foi perfeito... Espero que tenha sido para meu Senhor também... Ele retorna, com uma sexta... Onde está todo o material necessário para o banho... tais como xampus, antipulgas, condicionadores, escovas de vários modelos, inclusive uma própria para mamadeiras e um pote de vaselina... - Abras as pernas Muleka... Imediatamente minhas pernas se abrem para receber o toque de meu Senhor... Ele abre o pote de vaselina e mergulha sua mão nele... E com calma e paciência começa um fisting vaginal... Primeiro seus dedos entram um a um... Fazendo pressão... Dilatando... Abrindo caminho... Os movimentos de vai e vem, ora ritmados, ora fortes e desordenados impondo seu domínio sobre minha boceta... Sobre meu corpo... A dor e o tesão são intensos e se confundem quando o dedo polegar se une aos demais em minha vagina... Passando, também, o punho de meu Senhor... Sinto a vaselina ir acumulando na entrada de minha bucetinha magoada e dilatada... E meus líquidos escorrendo por minhas pernas... Ele intensifica o ritmo da penetração... Meus gemidos cada vez mais altos... Porém desesperados... O Gozo se aproxima... Tento fugir de sua mão... .E ele me trás de volta pelos cabelos... - Imploro meu Senhor, pelo gozo... Por favor, permita que eu goze... Não agüento maisss.... - Goze Muleka... Goze intensamente para mim... Por mim... Gozeeeeeeeee... - AHHHHHHHHHHHHHHHHH O gozo é longo e se repete várias vezes... Ainda sob o comando firme do punho de meu Mestre... Que parece ter encontrado o lugar perfeito para se acomodar... Tocando minhas entranhas... Lágrimas de tristeza se une às do orgasmo quando meu Senhor retira sua mão de minha bucetinha... Sinto-a vazia e fria... Ele segue em direção ao registro para abrir a torneira... Lava a mão pela qual meus sucos vaginais escorem em ambulância... Não sinto mais frio... Meu corpo arde de desejo quase desfalecido pelo prazer proporcionado pelo meu Senhor... Repentinamente o susto... O jato forte da mangueira despeja toneladas de água fria em minhas costas... Seguindo a linha da minha coluna... Estremeço... O langor se esvai... Enregelo... Depois de que estou bem molhada meu Senhor abandona a mangueira, de lado... Que é automaticamente travada pela válvula reguladora... E segue até sua cesta... De lá retira uma bolsa própria para enemas, bem como uma cânula com dois bulbos infláveis... Ele penetra os bulbos inflados em minha bucetinha, lubrificando-os... Para em seguida, forçar a entrada do meu cuzinho... Meus gritos de dor parecem ser palavras de incentivo... Após a passagem do primeiro bulbo ele conecta a cânula à bolsa e a pendura no alto para que o liquido passe, lentamente, dela para o interior do meu cúzinho... Dilatando meu baixo ventre... Ato seguinte... Já com a sexta ao lado ele prossegue com o banho... Uma escova de roupas é seu brinquedo agora... Espalhando o xampu por minhas costas e cabelos ele vai esfregando... Arranhando com as cerdas grossas e pouco amigáveis... Primeiro a cabeça... A parte de trás das orelhas... As orelhas... Partes do rosto...As costas... A bunda... As coxas... Panturrilha... Os pés... Cócegas... Dor... Frio... Desejo... Todas essas informações misturadas em meu subconsciente... Meu ventre sendo preenchido pelo enema... Meu Senhor confere o progresso do enema... E o achando lento demais abre toda a passagem da cânula... O volume em meu ventre dobra... E começa a forçar os bulbos, um dentro e o outro fechando a entrada do meu cuzinho... Ardido ainda pela penetração forçada... Novos jatos de água são despejados em minhas costas... Lavando a espuma deixada pelas escovadas de meu Senhor... Meu Dono parece se divertir... Com o vermelho de minha pele banhado pelos primeiros raios de sol que surgem no horizonte... O frio da madrugada parece mais distante... Porém a temperatura da água é congelante... Ao verificar que todo o líquido já foi transferido pra minha barriga meu Dono avisa que vai retirar a Cânula.. Mas que ainda não tenho permissão para expelir... Ele brinca com meu ventre dilatado... Solta um pouco mais a rédea e ordena que eu deite de barriga para cima... Metodicamente Ele espalha xampu por meu rosto... Tetas... Ventre... Boceta... Coxas... E como outrora passa a esfregar cada milímetro de pele... Impondo força e velocidade aos movimentos... Sua atenção se concentra em minha barriga... Dilatadíssima pelos líquidos do enema... Quando Ele se dá por satisfeito... Abre novamente a mangueira e ordena que eu libere o enema enquanto ele me enxágua... Sinto-me aliviada... Meu Senhor, aproveitando-se da pressão do jato d’água... Termina a limpeza inicial de meu cuzinho fazendo com que a mangueira o lave por dentro e fora... - Abra bem as pernas kdela... Quero vê-la gozando com a pressão da água acariciando seu clitóris... Enquanto eu me retorcia sob as caricias torturantes da água em meu clitóris e bucetinha... Meu dono intensificava, o jato que vinha da mangueira... Não agüentando mais a cena... Ele abre o Zíper de sua calça e sinto sua urina juntando-se à água... Fui à loucura gozando mais uma vez, segundo a vontade de meu Senhor... - De quatro Muleka... Bem, finalmente eu iria descobrir para o que servia a escova de mamadeiras... Pois ele a pegou de sua sexta auxiliar... - Empine a bunda Kdela... Foi a ordem recebida... Acompanhada de duas fortes palmadas...Meu Senhor começa a penetrar meu cuzinho com a escova... Fazendo lentos movimentos de vai e vem... - Agora sim Kdela... Sua bunda vai ficar limpinha... Do jeito que quero... Quando Se deu por satisfeito meu Amo retirou a escova... Deixando-a de lado e pegando outra de mesmo formato... Desta feita o alvo foi interior de minha bucetinha... Em seguida, mais uma vez, a pressão da água invadindo meus buracos... Preenchendo-me velozmente e sendo expelida... Com uma escova própria para dentes de kdela... Meu senhor escovou meus dentes... Um a um... Deixando minha boca pronta para uso... Mais água... Lavando a boca... Eu me afogando... Lavando o resto do corpo... Ele solta o cabresto e me leva em direção a minha baia no estábulo... Prendendo-me a baia Meu Senhor sai em direção ao galpão...Volta de lá, meia hora depois, munido com toda a vestimenta necessária a uma poney...v Ele vai depositando cada peça... Uma ao lado da outra... Na seqüência em que me arriará... Para que eu visse o que usarei hoje... Ele admira cada uma... Como se as visse pela primeira vez... Transparecendo o carinho empenhado em cada aquisição... Na satisfação de vê-las assim... Concretizadas... Após longo período de procura e pesquisa feita por nós dois... Para que esse momento fosse mágico... Primeiro meu Senhor instala os dois consolos, presos ao cinto... Ele tomou o cuidado de escolher um jogo de consolos de tamanho mediano... Mas que deixassem meus lábios vaginais livres... E por conseqüência os meus piercings... Ele penetra os dois consolos ao mesmo tempo... De outra forma seria impossível instalá-los... A dor é quase insuportável... Principalmente após as escovadas aplicadas pelo meu Amado Senhor... O Plug anal se transforma em um rabo arrebitado... Não deixando nada a dever a nenhuma potranca... Meu Senhor vai a busca da barrigueira... Um cinto grosso... Que funciona como um espartilho... Moldando bem a cintura, ela é cheia de argolas... Pois tem, também, a função de segurar, por meio de correntes, as barras laterais da charrete... Será???? Agora são as rédeas que se juntam ao cabresto... Elas são passadas por minha cabeça... Reluto em abrir a boca para que o bridão seja ajustado entre meus dentes... Sem se importar com a pequena rebeldia de sua potranca meu Senhor abre-a com um aperto forte entre maxilares... E coloca o freio... Apertando o bem, atrás da cabeça... Para que a língua não seja capaz de expulsá-lo... O que me incomoda profundamente... E me impede de fechar a boca... Para completar a cabeçada, um adorno de penas na cabeça... Própria para espantar as moscas e deixar a Muleka de meu Dono mais bonita... - Vamos Muleka.. Dê-me a pata... Meu Dono profere a ordem que é precedida de firmes palmadas na coxa... Meu Senhor calça as botas em forma de patas de cavalo... Elas não têm o apoio dos saltos... São as mesmas com as quais fui obrigada a entrar no sítio em meu primeiro dia aqui... Braceletes em couro são colocados em meus pulsos... De cada um pende uma pequena argola... - Boa potranca... Por fim escuto barulhos de sinos... Começo a chorar implorando piedade por parte de meu Senhor... Só de ouvir o barulho deles... Tremo de medo e desespero... Os bicos de minhas tetas e os lábios de minha bucetinha ainda estão hiper sensíveis e doloridos... Recordo a dor que senti quando cada piercing foi colocado... Enquanto ele se aproxima vou refugando e fugindo a seu contado... Como uma égua arredia... Ele pega a chibata... E acerta o mamilo esquerdo e o direito na seqüência... As lagrimas saem em profusão... - Vai ficar quieta para eu pendurar os sinos... Ou preciso usar a chibata novamente??? A próxima será entre suas pernas... Paro imediatamente... Lutando contra a minha vontade insana de fuga... Mas o bom senso e principalmente meu respeito a meu Senhor me obrigam a permanecer no lugar aceitando suas decisões como o melhor para mim... - CALE-SE... Não quero choramingos... Muito bem... Mas com essa rebeldia só poderá retirar os sinos quando passarmos pela porteira do sítio... Ao irmos embora... Um a um os sinos são presos aos piercings...A essa altura já estou toda babada... Meu rosto coberto em lágrimas... Devo estar horrível... E meu Mestre, com toda razão, deve está decepcionado com minha fraqueza... - Você está linda minha Muleka... Seu choro é lindo... Sua dor é fonte de prazer pra mim... E o fato de você se superar para atender aos meus desejos faz de você a escrava perfeita... Amada por seu Senhor...Quero ver um sorriso em seus lábios... Pois tenho um presente pra você... Coloco um sorriso tímido e dolorido nos lábios... Dou passos para frente e para traz... Para manter o equilíbrio sobre as patas... O que aumenta minha dor... E traz alegria aos ouvidos de meu Mestre com o tilintar dos sinos acompanhado de meus gemidos. Meu Senhor libera o cabresto do gancho e me arrasta para o galpão... É lá que está meu presente... Quando ele abre a porta... A charrete... As lágrimas de dor são substituídas pelas de emoção...Ele a escondeu... Havia dito que não tinha ficado pronta... Mas lá estava ela... Linda... Conforme o meu Dono havia idealizado... Minha charrete... - Não me olhe assim... Não menti pra você Kdelinha... Ela ficou pronta ontem... Lembra que eu o Mestre Vet saímos... Bem, fomos buscá-la... Gostou da surpresa Kdela? Com a cabeça respondi que sim... O bridão me impedia de falar... Meus olhos brilhavam de felicidade... A charrete é pequena... Mas apesar da altura de meu Senhor e de seu corpo forte Ele ficará confortavelmente instalado... O estofado é em veludo verde... Estilo medieval... A parte de trás da charrete é a tela perfeita para o brasão que estamos criando para o Clã de meu Senhor.. As rodas são feitas em material leve... Do tipo usado em bicicletas de competição... - Bem... Vamos experimentá-la. As correntes nas hastes da charrete são fixadas às argolas da minha barrigueira... Meu Senhor posiciona minhas mãos e os braceletes são presos as correntes também... A seu lado a chibata usada para adestramento à distância... Longa... Fina... E cortante... - Muleka... Preste atenção... Por que não vou repetir... Vamos sair para um passeio pelo sítio... Vou testar sua capacidade física, atrelada a charrete... Sua velocidade e seu fôlego... As rédeas e a chibata serão suas guias... Você vai puxar a charrete vazia por enquanto... Para se acostumar a ela. Meu Senhor me leva, pelas rédeas, para fora do galpão... Os primeiros passos foram estranhos... A charrete é leve... Mas as patas atrapalham... Meus seios, mais eretos por estar firmando a charrete pelas mãos a altura da cintura, sofrem ao som dos sinos, que parecem pesar toneladas, sustentados pelos pircings recém colocados... Os Plugs em constante movimento de vai e vem, provocados pelo trote atritam-se e incomodam, forçando a pele sensível de minhas entranhas... - Preste atenção Muleka... Não está trotando direito... Corrija sua postura... Não erre o passo... Cabeça erguida... Postura Menina.. Postura... A Chibata encontra minhas pernas e nádegas a cada nova recomendação de meu Dono... Quando se deu por satisfeito meu Amo ordenou que eu parasse, ajoelhasse e em seguida sentasse sobre os tornozelos... - Levante seus olhos menina... Veja o estado em que seu Dono se encontra... Por vê-la, assim... Entregue... Submissa... Minha potranca amada... Vamos Muleka... Chupe seu Senhor... Até que Eu deposite meus líquidos em sua boca... Procuro alcançar o Kacete de meu senhor para chupa-lo... Minhas mãos presas impedem meus movimentos e dificultam minhas tentativas... O bridão mal deixa que eu toque o pau de meu Amo... Meu Dono me auxilia... Pois seu Tesão é grande... Não satisfeito meu Senhor retira o bridão... Liberando minha boca... Começo a mamar em seu Kcete... Lambendo... Sugando... Explorando suas reentrâncias... O canal de Sua uretra... Enlouquecido de desejo meu Senhor me segura pelos cabelos e penetra minha boca em um vai e vem frenético e profundo... Ultrapassando as barreiras de minha garganta e lá deposita seu néctar... Meu Dono se recompõe... O bridão volta a separar meus lábios... E ele toma seu lugar... Acomodando-se ao banco da charrete... Uma chibatada, acompanhada da ordem para me por de pé... O que faço com muita dificuldade... Meu Senhor faz um movimento com as rédeas... Típico de incentivo à potranca para começar a caminhada... - Vamos Muleka... Mal consigo sair do lugar... Devido ao peso extra... Mas meu Senhor irritado usa o chicote incentivando me a ir em frente... Como que por impulso saio em disparada... Sinto as rédeas sendo puxadas... O que me faz virar a esquerda... Meu Senhor segue testando os comandos... Virar a direita e a esquerda... Recuar... Esses movimentos são orientados por variações no bridão atrelado as rédeas... E a chibata garante a partida e determina o compasso da caminhada... O caminho escolhido por meu Senhor é ligeiramente ingrime... Em segundos estou arfando de cansaço, minha saliva escorre abundante por minhas tetas... Mal sinto meus mamilos já dormentes... Os Sinos em meus lábios vaginais e os consolos me obrigam a correr com as pernas afastadas... Dificultando as minhas passadas... O tilintar parece mais alto do que nunca... Por várias vezes o esforço me fez diminuir o ritmo, mas lá estava a chibata a lembrar-me dos desejos de meu Amo... Ele evita acertar minhas tetas... Mas minhas ancas sentem a força de sua vontade impressa em vergões perfeitos... Estamos próximos ao riacho que corta o sítio... Ele me conduz até lá... Ao chegar às suas margens Ele me faz entrar até que as águas cubram a parte inferior de minhas patas... Ordena que eu me sente sobre os calcanhares... Sinto me aliviada pelo descanso... - Beba Muleka... Refresque-se... Mas seja rápida... O caminho de volta é longo... Beber não era fácil... A barrigueira impedia que me dobrasse... Os braceletes restringiam o auxílio de minhas mãos... O bridão refreava minha língua... Mesmo a duras penas sorvi a água... Por que esse era o desejo de meu Amo... E a subida, aliada aos bridões, havia ressecado minha boca... Com um solavanco nas rédeas meu Senhor avisa que é hora de voltar... Em poucos segundos percebo que descer, ao contrário do que eu havia imaginado era muito pior que a subida... Pois teria que segurar o peso da charrete para evitar que ela me atropelasse e teria, ainda, que controlar a velocidade do trote... Qualquer descuido e cairia com certeza... Meu Senhor, percebendo minha dificuldade, fez com que eu diminuísse a velocidade... Tornando a descida mais suave... Ele parecia contemplar a paisagem com novos olhos... Sua respiração era suave e profunda... Não tinha pressa em chegar... A chibata agora era usada ao acaso, apenas para o deleite de meu Senhor...E as rédeas pendiam mais folgadas... A atrito dos plugs começaram a fazer efeito... Meu desejo era enorme... Cheguei a implorar, silenciosamente, pelo trote... Para me distraí... Após longos minutos a estrebaria se aproxima... E como toda égua, que retorna ao abrigo conhecido... Acelero... E paro repentinamente junto à entrada de minha baia... Meu Dono parece acordar... E desce da charrete vindo a meu encontro... - Muleka... Sabia que tinha feito uma boa escolha quando a selecionei para integrar o meu plantel... Você mostrou que, com um bom adestramento, será uma potranca perfeita... Enquanto sussurrava ao meu ouvido meu Senhor, sentindo o cheiro de sua égua no cio acariciava meu clitóris... A outra mão brincava com os plugs.... Comecei a me esfregar de encontro as suas mãos... Ele sorri... - Minha eguinha quer gozar, quer??? (Aceno positivamente com a cabeça)... Goza putinha... Hoje você deixou seu Dono muito feliz e merece... Não precisa mais pedir minha permissão para gozar hoje... Meu Senhor brinca comigo... Fazendo-me delirar com seus dedos em orgasmos sequenciais... Meu Dono percebe que o peso dos sinos irritou demasiadamente meus mamilos e lábios vaginais... E mesmo indo contra sua determinação anterior os retira... A segurança e a saúde de sua kdela vadia estarão sempre em primeiro lugar... Guiando-me novamente pelas rédeas meu Senhor faz com que eu retorne ao galpão para que possa me desatrelar da charrete... Eu o sigo então até minha baia... E uma a uma meu senhor retira minha. vestimenta... Deixando-me apenas com os plugs e o cabresto. Com o qual ele me deixa amarrada junto à baia... E se afasta para guardar tudo... Retornado algum tempo depois com o balde tradicional... Meu estomago faminto me lembrou que deveria ser minha refeição...Ele despejou seu conteúdo no coche próximo... Prendeu minhas mãos e me deixou ali para apreciar minhas maças, cenouras e granola, misturadas a diferentes folhagens (couve, alface, espinafre e afins)... Tudo bem picadinho... Ele também deveria estar com fome. Pois saiu afirmando que voltaria depois de ter tomado sua refeição... Meu Senhor parou à porta de entrada da estrebaria... E ficou me observando enquanto eu experimentava minha ração... Que estava muito apetitosa se comparada às demais... Quando Ele retornou, eu já havia terminado... Recebi vários tapinhas na bunda e beijos no pescoço como recompensa por ter comido tudinho e me comportado direitinho em sua ausência.. Meu Senhor soltou minhas mãos, levou-me em direção a entrada da casa, com uma parada rápida na área de banho, para livrar me do suor com um banho de mangueira... Na frente da casa Ele soltou o cabresto... - Fique por perto potranca enquanto descanso na rede da varanda...E a observo pastando... Ao me ver livre do cabresto... Perambulei pela frente da casa... Desfilando para olhar o lânguido e preguiçoso de Meu Senhor...Deitado à sombra... Sempre que me aproximava de um arbusto mais alto... Fingia pastar... Meu Senhor resistiu bravamente, mas a tentação foi maior... Abandonou a rede me buscou no pátio pelos cabelos... Guiou-me até a mesma rede me colocando de quatro sobre ela... De forma que ela apoiasse meu ventre... Retirou o cinto com os plugs e penetrou meu cuzinho... Gozando deliciosamente... Em meio a gritos selvagens de prazer... A penetração foi visceral e intensificada pelo balanço... Tão visceral quanto meus murmúrios de dor, prazer e gozo... - Vamos minha amada... Vamos para nosso quarto... Não preciso dizer que meu último dia com meu Senhor foi perfeito, como toda a semana... Já aguardo, ansiosa, por um longo mês ao lado dEle......