Back to Browse

Meu Senhor, Meu Dono

De novo o meu Senhor me ordenou que fosse ao Seu encontro. Eu era agora uma escrava assumida, a mulher orgulhosa e autoritária já só existia socialmente. Vesti uma saia preta, sem calcinha, como me foi ordenado e fui ao encontro Dele. Depois de algum mimo, o meu Senhor disse: - Hoje você vai ser marcada cadelinha, durante uns dias quando sentar vai lembrar a quem pertence! Fiquei com medo, mas o carinho do meu Dono impedia-me de dizer não, de recuar. Ele ordenou então que me debruçasse sobre as costas de um sofá e ficasse quieta. Assustada, obedeci. Logo senti o peso da Sua mão, uma vez e outra, fazendo-me gemer de dor, mas não imaginava o que viria a seguir... E quando o meu Senhor pegou um cinto de couro, não resisti, e bem depressa os gemidos deram lugar a um grito. Tentei fugir, implorei que parasse, mas de alguma forma a voz Dele acalmou-me dizendo: - Aguente cadelinha, quero esse rabinho bonito bem marcado, para você saber a quem pertence. Obedeci, submissa, entregando a alma junto com o corpo e recebi de recompensa as carícias do meu Dono no meu rabo magoado. Fizemos amor devagarinho, bem doce, mas O meu Senhor queria mais, queria a certeza de que eu seria capaz de sofrer para o Seu prazer! E de novo Lhe obedeci, ajoelhada sobre a cama, o rosto descansando sobre os lençóis, o rabo exposto e empinado, obedecendo as Suas ordens. Desta vez, senti o chicote do meu Dono, marcando sem piedade aquilo que Lhe pertencia. Então, limpou as minhas lágrimas, acalmou-me preparando-me para O receber. É a parte que mais temo, receber o Seu pénis enorme no meu rabo apertadinho, sem lubrificação, como Ele gosta. Mas de novo me curvo à Sua vontade, porque o carinho que vem depois compensa todas as dores que me faz sofrer. Nesse dia voltei para casa tão dolorida que não podia evitar uma cara feia cada vez que me sentava, mas orgulhosa de transportar no corpo as marcas da minha submissão ao meu Dono. Saía á rua de cabeça bem levantada, altiva, sentindo pena das mulheres que por preconceito nunca conhecerão a doçura da entrega total, de servir ao seu Senhor, e desejando no fundo da alma que Ele me chamasse de novo.