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O Primeiro Vôo da Mariposa
Ao cabo de alguns meses atuando como garçonete, a Senhora da casa julgou que, se fosse de minha intenção faze-lo, eu estava pronta para meu primeiro vôo. O Primeiro Vôo da Mariposa, assim era chamada a iniciação de um ou uma acompanhante da casa nas artes do BDSM.
Cheguei excitada no final daquela tarde, ansiosa por saber o que aconteceria comigo. Esperavam-me a Senhora e um homem que auxiliaria a nossa preparação. Poucos minutos depois, chegou a outra garota que seria iniciada juntamente comigo naquela noite. Era uma tailandesa bem nova, bonita, de pernas longas e olhar triste. Tínhamos mais ou menos a mesma compleição física e imagino que a semelhança entre as mulheres fosse critério para seleção das duplas de candidatas ao primeiro vôo, pois todas as que vi em meu período na casa tinham essa característica. Leilões individuais eram reservados a produtos especiais, como virgens, estrangeiras de origens exóticas para o padrão dali ou mulheres com atributos excepcionais, como aquela dotada de um clitóris enorme, que vi ser disputadíssima pelos presentes. Depois de ouvirmos atentamente as instruções da Senhora, vestimos pela primeira vez o corset de acompanhante, que deixava à mostra nossos seios, nádegas e púbis, meias transparentes que subiam até a metade das coxas e botas de saltos altos. Deixamos os cabelos soltos. Eu já estava excitada ao imaginar como me parecia e como me veriam os homens que estariam presentes ali naquela noite. O homem, que até esse momento estivera sentado em silencio a um canto, começou então a enolver-me com uma longa e macia faixa de seda, até que eu estivesse totalmente coberta por várias camadas de seda, transformada em um perfeito casulo de mariposa, tendo apenas a base do nariz à mostra. Eu não conseguia me mover, embora ouvisse e pressentisse tudo o que se passava ao redor. Como mais tarde eu fui desenrolada em primeiro lugar, pude ver o resultado do trabalho sobre o corpo da outra moça, que era visualmente belíssimo pelo modo como as faixas se entrecruzavam e torciam, formando desenhos caprichosos. Permanecemos assim envolvidas em seda e fomos trazidas para o salão principal em grandes bandejas prateadas enquanto os clientes chegavam, excitados pelo programa especial.
Na hora indicada no programa, a Senhora anunciou para aquela noite o primeiro vôo de duas belíssimas mariposas. Uma delas era eu. Fomos então desenroladas das faixas, deixando que os clientes nos vissem aos poucos. Quatro moças mais antigas, sempre de cabeças baixas, desenrolavam as faixas de nossos corpos e enrolavam nos delas. O caminho das faixas era pensado a propósito de revelar nossos corpos da forma mais instigante possível e valorizar detalhes dos das outras duas, que não seriam leiloadas, mas também precisavam fazer seus programas. Senti os olhos cobiçosos daqueles homens me devorando de longe, e isso me excitou ainda mais. Imaginava qual deles me arremataria e o que ele desejaria fazer comigo. Seria jovem ou velho, feio ou bonito? Gostaria de ver dor, submissão ou ambas? Desejaria o sexo ou apenas o sadomasoquismo? Eu suportaria com dignidade aquilo que me fosse infligido? Sentiria prazer agora, quando aconteceria de verdade, da mesma forma que em minhas fantasias secretas?
Depois de nos mostrar aos presentes, passamos ao próximo passo, a depilação de nossas partes íntimas. Deitei-me sobre uma mesa e abri as pernas como ordenado. Uma barra foi passada sob meus joelhos e fui instruída a segurá-la junto aos ombros, expondo totalmente minha buceta e meu cuzinho. A moça que executaria o serviço aproximou-se trazendo uma bacia de louça branca e um pincel, com o qual passou espuma no meu púbis, vulva e ânus. A espuma estava fria e minha pele arrepiou. Estava feliz porque seria depilada com lâmina: algumas vezes a depilação era feita com cera, e uma depilação completa com cera deve ser uma experiência bem dolorosa. Ela esfregou bastante o pincel, fazendo com que minha grutinha vertesse. Insistiu com o instrumento particularmente sobre o clitóris, quando não pude evitar rebolar um pouco e emitir pequenos gemidos. Nesse movimento a Senhora salientou aos expectadores a minha sensibilidade. Depois a moça apanhou uma navalha e principiou a raspar-me os pêlos pubianos. Tive medo que ela me cortasse, mas suas mãos demonstraram grande destreza. Ao final do trabalho, enxugou-me com uma toalha e vi que eu estava totalmente lisa. Ela me pôs as pulseiras e tornozeleiras de couro com argolas de metal. As argolas foram encaixadas a correntes que pendiam do teto, e fui posta em pé sobre uma coluna baixa em frente ao palco. Dali pude assistir a depilação da outra moça, que chamaremos de Kimi. que visão excitante! Nela a depiladora não brincou com o clitóris, mas enfiou seguidas vezes o cabo do pincel no buraquinho da xana, extraindo os mesmos gemidos de prazer que tinha extraído de mim. Agora eu podia ver com clareza o assanhamento dos homens ao redor.
Estivemos em pé sobre as colunas por cerca de uma hora, avaliadas, observadas e apalpadas por todos os que desejassem. Fui apertada, cheirada, tive os bicos dos seios beliscados, dedos enfiados na xota e no cu e provavelmente diversas outras provas das quais já não me recordo. Finalmente começou o nosso leilão, conduzido pela Senhora. Ela desfiava as qualidades da peça (eu) enquanto os presentes faziam lances em dinheiro, muito animados. Ao final, a disputa se concentrou entre um oriental jovem e um ocidental quarentão que sentavam à mesma mesa. Por fim, o oriental venceu a disputa. Seria meu dono por aquela noite. Foi até a coluna e me trouxe pelas correntes até sua mesa. Como elas eram razoavelmente longas eu quase não tive dificuldade em andar. Chegando à mesa, ofereceu-me como cortesia ao ocidental, pelo que pude entender, seu visitante. Seguiu-se um longo negaceio em que o mais velho dizia que não era digno da deferência e o mais jovem dizia que era sim, que se o outro não me aceitasse ele iria se ofender, mas os olhos dos dois não me enganavam, ambos estavam a fim de me comer. Enquanto isso, Kimi. foi arrematada por um oriental magro de aspecto severo que a pôs quase imediatamente acorrentada na cruz de Santo André fixada à parede, onde começou a bater-lhe nas costas, nádegas e coxas com uma vara fina de bambu para deixar bem claro, dede o primeiro instante, que não admitiria insubordinação. Outros presentes vieram assistir ao castigo, mas não os meus donos dessa noite. Ao final da conversa, em minha mesa, ficou determinado que o ocidental, que chamaremos sr. Wei., teria a precedência em meus favores, e que depois ele me deixaria à disposição do oriental, que chamaremos sr. Theo. Os dois juntos me levaram a um aposento privado e fiquei bem satisfeita de não passar por uma exibição publica.
A sala dispunha de diversos instrumentos para as práticas. Tive o corpo dobrado sobre um cavalete, com as mãos presas às coxas e os tornozelos atados ao pé do cavalete, me tornando algo similar a um numero 4. O sr. Wei, que teria a precedência, colocou-se à minha frente, com as pernas afastadas, abriu as calças e tirou de dentro delas um grande e magnífico caralho, em cujo buraquinho já se viam gotas de liquido.
- Chupa! Ele ordenou.
- Não.
Era a instrução para nosso primeiro vôo: deveríamos nos rebelar e resistir. Certamente uma palavra mal dita fora a razão do castigo público infligido a Kimi. Os clientes gostavam daquela atitude e de quebrar nossas resistências na primeira sessão. Wei então chamou Theo, sugerindo que eu o preferiria. O segundo homem repetiu o gesto de expor o cacete, que era menor, mas igualmente apetitoso. Mais uma vez ordenou que eu o chupasse e mais uma vez recusei-me a fazê-lo, apesar da vontade que sentia de abocanhar sem demora aqueles dois paus tão disponíveis. Os dois homens não eram propriamente bonitos, mas eram atraentes. Tinham atitudes másculas e membros muito bem feitos, de espessuras parelhas em todo o seu comprimento, com pescoços definidos e cabeças bem feitas. O maior tinha a pele sedosa e o menor veias aparentes cuja pulsação eu quase conseguia ver. Pareciam ter sido feitos para uma chupada bem dada. Achei que quando chegasse a hora eu estaria tão excitada que gozaria apenas com o sabor deles em minha boca. Infelizmente eu precisava postergar meu prazer. Levei alguns bofetões, mas não cedi.
Irritado, Theo tirou a cinta e deixou as calças caírem. Chegou mais perto e bateu com o pau no meu rosto, insistindo que eu o chupasse, mas continuei me recusando. Tentou mete-lo em minha boca, mas eu cerrei os dentes e ele não conseguiu de forma alguma fazer com que eu os abrisse. Então ele dobrou a cinta ao meio e veio para trás de mim. Encolhi-me por instinto, adivinhando o que iria acontecer. A primeira cintada não custou a comer-me a carne, e eu gritei. Ele perguntou se eu ia obedecer, e eu disse que não. As cintadas prosseguiram, devem ter sido umas dez. A essa altura, Wei estava sentado num sofá, alisando lentamente seu membro, assistindo excitado o meu suplício e sorrindo com um brilho sádico nos olhos.
Theo já percebera que essa tática não surtiria efeito. Retirou-me então do cavalete e acorrentou-me em pé com os braços levantados pelas correntes que pendiam de uma argola do teto. Começou a inspecionar-me os seios, acabando por apertar fortemente os biquinhos. Recuei um pouco o corpo. Ele perguntou mais uma vez se eu obedeceria, e mais uma vez me recusei. Ele então apanhou um par de hashis, os populares pauzinhos de comer, e apertou um dos bicos entre os dois, prendendo-os uma ao outro com pequenos atilhos de borracha. A rapidez com que o fez faz supor que fosse um praticante habitual daquela técnica. Depois repetiu a ação com o outro. A cada uma das vezes, meu rosto se torceu um pouco e deixei escapar gemidos. Os homens deixaram-me ali e mandaram vir bebidas.
Quando acabaram de beber, Wei ofereceu-se para me soltar se eu o chupasse, mas recusei novamente. Ele então tirou lentamente a cinta, dizendo que eu já sabia o castigo que me esperava, mas poderia evita-lo se obedecesse. A visão daquele belo macho tirando a cinta diante de mim me deixou quase louca. Eu estava quase implorando para chupa-lo, para que ele comesse minha buceta, meu cu, tudo o que quisesse. Mas como eu permaneci calada, também ele se postou atrás de mim e as cintadas começaram. Depois de umas três, ele perguntou se eu não ia contar. Continuei muda. Ele disse que eu levaria dez chibatadas, desde que as contasse, e que ele continuaria até que eu começasse a contar. Contei mentalmente até vinte, mas não disse palavra. Depois desisti de continuar a contagem. Desta vez elas doíam mais porque minha pele já estava ardida das relhadas anteriores, e comecei a suar. Estava francamente surpresa com minha própria resistência. Mais que isso, estava surpresa com o efeito que aquela sessão estava tendo sobre mim. Descobri que a dor me excitava.
Vendo que não seria desta forma que me dobrariam, Wei mudou de tática mais uma vez. Soltou as correntes e deitou-me sobre uma prancha de madeira. Passou a corrente que prendia meus pulsos por trás de meu pescoço, levantando-me os braços, e pôs uma barra dentro da curva de meus cotovelos Depois encaixou um de meus joelhos de cada lado da barra. Como a corrente era longa, meu quadril não levantou tanto quanto para a depilação, mas ainda assim fiquei com a buceta exposta. Ele me acariciou, dizendo que ela era linda e seria uma pena estragar uma coisinha tão delicada. Ato contínuo, apanhou uma régua de madeira e aplicou-me uma valente reguada entre as pernas, que doeu muito. Levei cinco, e gritei a cada uma delas. Mas aquela não seria sua estratégia, explicou. Era apenas para sensibilizar a área de trabalho.
Trouxe uma vela, encaixou entre meus pequenos lábios e acendeu. Depois sentaram-se os dois no sofá, conversando, petiscando, bebendo e se masturbando enquanto me observavam. Não demorou meio minuto para que o primeiro filete de cera derretida atingisse minha vulva, me fazendo dar um gritinho agudo de dor. Ao ouvi-lo, os dois se aproximaram e começaram a olhar o que acontecia entre minhas pernas. A cera quente estava escorrendo pela minha xoxotinha, primeiro entre os grandes e os pequenos lábios, mas, à medida que mais camadas de cera se acumulavam, ela começou a escorrer em direção ao meu sensível grelinho. Sentia meu buraquinho contrair-se cada vez que minha pele era tocada pela cera quente. O tesão era demais e sei que estava vertendo na prancha. Quando eu tremia, o movimento fazia com que mais cera escorresse, e era quando eu achava que teria um orgasmo. Ao cabo de alguns minutos, porém, a camada de cera ficou espessa e eu quase já não sentia a queimação. Meus gemidos diminuíram e também o meu tremor. O estímulo era um pouco maior apenas quando um filete da cera se desgarrava e lambia o meu já tão excitado cuzinho. Theo riu.
- Pensa que está segura porque sua xereca está protegida pela cera que já recebeu? Pois a vela está queimando. Logo, logo vai derreter a que está aí grudada em você. Vai ser uma delícia ver isso.
Gelei. Era verdade. Não só a cera ia derreter e me entrar buceta adentro como também a chama chegaria perigosamente próxima à minha pele. Pedi então, assustada, que retirassem aquilo dali. Eles condicionaram isso à felação, mas eu ainda neguei. Em pouco tempo, contudo, senti o calor da chama se aproximando. Disse que faria o que eles queriam.
Infelizmente era tarde demais, disse Theo, agora eles é que não me queriam mais. A vela queimaria até o fim. Eu poderia deixar a vela queimar, se agüentasse, mas provavelmente sofreria queimaduras. Poderia dizer a palavra de segurança, mas então minha primeira sessão teria sido um fracasso. Disse que os chuparia muito bem, que eles iam gostar.
- Quer chupar nossos cacetes? Perguntou Wei.
- Quero muito.
- Então peça. E seja convincente.
Comecei a pedir, mas eles não achavam minhas súplicas convincentes. Mais e mais a chama se aproximava, aumentando meu desespero.
- Por favor, senhores, eu imploro, deixem-me chupar os seus grandes e deliciosos cacetes, duros e viris. Vou lambe-los, suga-los, fazer tudo o que os senhores ordenarem que eu faça com eles. Já não agüento de vontade de dar-lhes prazer. Meu corpo inteiro queima de desejo de provar desses dois monumentos e desfrutar de sua masculinidade, se me derem essa honra, de ejacular em minha garganta, para eu ter o prazer de saborear seu esperma e depois limpa-los com minha língua... etc, por aí foi minha conversa, até que eles aceitaram meu pedido. Não só minha voz foi se tornando mais suplicante como a expressão de meu rosto também, mostrando medo, súplica e dor, pois eu já sentia a chama da vela se aproximando de minhas mucosas e ameaçando-as com uma séria queimadura.
Soltaram-me então das correntes e puseram-me de quatro sobre a cama, ainda de corset e meias, mas mandaram que eu retirasse as botas. Wei, o oriental que tinha a precedência, colocou-se de pernas abertas à minha frente e me entregou seu membro para ser chupado.
Que pele macia! Caí de boca, enlouquecida de tesão. Nem lembrei das preliminares, fui pondo tudo pra dentro e esfregando a cabeça na garganta. Mesmo me esforçando bastante não consegui enfia-lo inteiro, pois era uma jeba das grandes. Sabendo que era bem dotado o abusado metia com força, forçando a abertura da minha boca. Mas percebi que o que ele mais gostava era a sucção, e por isso mamei como uma bezerrinha até obter o saboroso leite daquele homem poderoso jorrado em minha boca. Mas eu ainda não estava satisfeita, então pedi que o sr. Theo me permitisse também dar-lhe o prazer oral. Como era uma pica menor, pude demonstrar melhor minhas habilidades com lábios e língua. Menor mas igualmente saborosa, que me proporcionou uma porra não menos deliciosa. Além disso eu sentia em minha boca o relevo daquelas veias pulsateis e todos as sutilezas do membro.
Antes que eu terminasse a chupada no sr Theo, o sr Wei estava posicionado atrás de mim manipulando meu anus e entendi o que ele desejava. Comecei a empinar o rabinho me oferecendo para ele, mas ele nada de meter o cacete, só me judiando com os dedos. Eu sentia meu cuzinho piscar pedindo pica, mas ele nada. Por fim disse ao amigo que desconfiava que eu queria no rabo, e se ele não se importava se o comesse durante a chupada. Theo perguntou-me se era o que eu queria. Confirmei, mas então tive que pedir para ser enrabada, várias e várias vezes. Dado o tamanho do meu tesão, o pedido não foi esforço algum e não precisei inventar absolutamente nada para agradá-los com minhas palavras.
Não foi fácil receber no rabo aquela tora respeitável. Mas ele também estava motivado e já na primeira estocada sua glande venceu a resistência de meu esfíncter, auxiliada pelo liquido que minha bucetinha produzia abundantemente e pelo pequeno movimento que fiz com a bunda, procurando facilitar o encaixe. Com mais umas quatro fortes bombadas, ele atingiu o fundo de minha bundinha, me preenchendo inteiramente. Ele recuava até a cabeça e me fodia o rabo com força, gemendo alto. Eu não podia gemer, pois tinha na boca o cacete do sr Theo, mas creio que a vibração de minha boca melhorou a qualidade da chupada, ou talvez a visão do amigo me comendo a bunda fosse muito excitante para ele. A ejaculação que inundou minha boca demorou pouquíssimo tempo após o inicio da sodomia. Apesar do pau menor, o sr Theo. gozava uma quantidade muito maior. Cada metida no rabo correspondia a uma pancada do corpo de W. em minha nádegas, que estavam doloridas, provocando-me uma expiração que saía na forma de um gemido. Meu cuzinho estava bem aberto e os hashis ainda apertavam meus seios. Saboreava uma dose generosa do esperma quente e cremoso. Gozei enlouquecida, sem nenhum estimulo clitoridiano, um orgasmo anal verdadeiro, delicioso e intenso, totalmente inesquecível.
Depois do meu orgasmo os hashis começaram a incomodar mais. Felizmente, enquanto o sr Wei metia vara no meu rabo, o sr Theo teve a sensibilidade de retirá-los. Mas não foi, como pensei, porque ele se penalizava de mim. É que ele queria a minha dianteira livre para acoplar ali. Começou a manipular minha buceta e em seguida se posicionou à minha frente, encaixando a cabeça na entrada e metendo até o fim. Bombava devagar, respirando lentamente. Me senti o máximo como recheio daquele sanduíche de homens e ao mesmo tempo sendo recheada pelos dois.
Eu estava recebendo uma dupla penetração. Às vezes os cacetes entravam juntos, às vezes alternados. Seus ritmos eram independentes. A sensação era deliciosa. Além do preenchimento e da massagem interna, sentia um roçar no outro através da pele que separa o canal da buceta do cu, me provocando um arrepio que ia até o estômago. Essa etapa foi longa e prazerosa, pois os dois tinham tido seus orgasmos havia pouco tempo. Enquanto me fodiam, me beijavam, acariciavam e mordiam. Eu sentia aquelas bocas e ficava imaginando se eles não gostariam de me chupar também. Mas como tudo o que é bom também acaba, finalmente o sr Wei começou a estremecer e por fim encheu meu rabo de porra quentinha.
Mudamos então de posição. Ainda com o pênis enfiado em meu anus, deitei-me sobre o corpo de Wei que me segurava firme o quadril enquanto Theo se deitava sobre mim. Deixei as pernas bem abertas, para que o corpo do homem friccionasse meu clitóris, que estava muito sensível devido às maldades recebidas. Comecei a gozar novamente. Ao ver minha reação, Theo apertou um de meus mamilos e deu-lhe alguns petelecos. Isso intensificou deliciosamente meu orgasmo. Percebendo meu prazer, ele gozou também.
Ficamos os três deitados na cama, exaustos, acabados de prazer. Eu estava também bastante dolorida. Eles pediram um champanhe e fizemos um brinde ao meu primeiro vôo, derramando a bebida sobre mim e lambendo-a, principalmente sobre os vergões em minhas nádegas, provocando uma deliciosa ardida devido ao álcool da bebida. Eu não me enganei. Suas bocas eram mesmo deliciosas e não tinham restrições quanto a onde ir. O champanhe que escorreu sobre o cuzinho foi também caprichosamente lambido, sem preconceitos. Descansamos bastante e depois voltamos ao salão, onde um dos trabalhadores da casa chamou o sr Theo, trocou com ele algumas palavras e por fim anunciou:
- A mariposa voou!
Fui aplaudida por todos os presentes e o mesmo colega que anunciou minha decolagem me levou para uma volta pelo salão para que todos pudessem me ver. Depois ele me entregou novamente para o homem que me arrematara no leilão e que me pôs à disposição do ocidental, pois era para isso que ele comprara minha noite. Pelo que pude entender, suas empresas estavam por fechar negócio e ele pretendia agradar ao cliente comigo.
Este me levou de volta a um aposento privado, diferente do anterior, repleto de almofadas, cortinas e coisas macias. Tirou minhas algemas e também o corset, deixando-me totalmente nua diante dele. Observou-me por vários ângulos, examinando-me atentamente enquanto passava suas mãos grandes por todo o meu corpo. Por fim mandou que eu ficasse novamente de quatro e abrisse as nádegas para ele. Mais uma vez o grande cacete invadiu minhas entranhas pelo cu, abrindo-o a um respeitável diâmetro. Exigiu um bom controle esfincteriano de minha parte, além de resistência de meus braços ser comida daquela forma. E foi o que fizemos quase a noite toda, em todas as posições que você possa imaginar.
Para minha ventura, eu, que adoro as sensações anais, tive por primeiro cliente um homem cujo grande barato era comer bundas. Como ele encontrava muita resistência por parte da mulherada, vinculou o sexo anal, puro e simples, ao sadomasoquismo. É claro que, já que a casa era SM, podíamos apimentar nossas trepadas com muitas brincadeiras deliciosas, e descobrimos muitas coisas que tornam essa pratica ainda mais gostosa. Sim, nossas, assim mesmo, no plural, pois Theo gostou de mim e passou a freqüentar-me quando suas viagens o punham no rumo do local onde eu me encontrava, umas três ou quatro vezes ao ano. Nessas ocasiões ele aparecia ao menos a cada três dias e nos divertíamos deliciosamente.