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O Invasor de Maresias

Luciene e Eliane, duas amigas, ambas com 20 anos e o Cláudio, 23 anos, namorado de Eliane, estavam passando uma temporada de verão na casa do tio de Luciene, na badalada praia de Maresias, no litoral norte de São Paulo. Era uma grande casa de tijolo aparente e vidros com película bem escura. Tinha isolamento térmico e acústico de primeira qualidade que, combinado com o ar condicionado, permitia aos seus ocupantes noites frescas e silenciosas mesmo no agito do quente verão. Ficava no centro de um terreno enorme, ao lado de uma piscina elíptica. Ao lado desta, uma edícula com vestiários e churrasqueira. Os muros eram altos, passando dos 4 m e eram cobertos por vegetação trepadeira. No quintal, havia muitas árvores, que proporcionavam gostosas tardes em redes nelas penduradas. Luciene era loira de cabelos chanel, esbelta, rosto emoldurando lindos olhos azuis, mas tinha nariz um pouco curvo, seios pequenos, pernas finas e bumbum pouco vistoso. Além disso, era um pouco tímida devido à educação rígida que havia recebido. Talvez por isso não tinha namorado e ainda era virgem. Eliane era uma bonita morena com penetrantes olhos negros, de cabelos lisos longos, com o corpo bem feito: seios médios bem durinhos, cintura fina, bumbum arrebitado e um belíssimo par de pernas. Ela já tinha experiência sexual e transava regularmente com Cláudio. Ambas tinham cerca de 1,60 m. Cláudio era um rapaz loiro de olhos azuis, 1,68 m de altura e magro, nada atlético, mas alegre e bem humorado. Luciene não dizia, mas achava Cláudio até atraente. Naquela madrugada de Domingo, haviam ido a uma noitada na danceteria Zapata, na praia de Camburi, e chegavam de volta a Maresias por volta de 3 h. Nem suspeitavam do drama que iriam viver breve. Abriram o portão automático e entraram com o carro de Cláudio na ampla garagem. Entraram na pela dupla porta da cozinha. Deixaram aberta a porta interna, fechando apenas a porta externa telada. Estavam cansados e sonados. Chegando na ampla sala, caíram nos sofás e ligaram o som. Eliane se ofereceu para buscar sucos de frutas na cozinha. Abriu a geladeira, pegou as caixinhas tetrapack de sucos e as colocou sobre a pia. Nesse momento, foi agarrada por trás por braços muito fortes. Não teve tempo de gritar ou de se debater, pois uma mão cobriu a sua boca e a outra encostou a fria lâmina de uma faca em sua garganta. Ouviu o invasor lhe dizer energicamente: - Quieta, senão morre! Eliane obedeceu, tremendo de pavor. O invasor era um homem moreno de rosto anguloso, cerca de 25 anos, 1,80 m de altura e porte atlético. Vestia short e camiseta branca e calçava tênis. Ele soltou-a momentaneamente, pegou um rolo de fita adesiva prateada larga, cruzou e atou seus braços às costas. Em seguida, enfiou um pedaço de pano na boca da jovem e a cobriu com a fita adesiva. Uma boa mordaça, que não lhe permitia senão soltar gemidos abafados. Depois, fez a apavorada garota caminhar até a sala com ele. Antes, teve o cuidado de fechar a porta da cozinha, para que sons internos não fossem percebidos do lado de fora. Cláudio e Luciene levaram o maior susto ao ver Eliane dominada e tentaram correr em seu socorro, mas estancaram ao ver o invasor encostar a faca na garganta de Eliane e ordenar em tom ríspido: - Fiquem bem quietos, se não quiserem ver a mocinha aqui com a garganta cortada! Sentem-se no sofá! Os dois obedeceram, sentando lado a lado num dos sofás. O invasor deu nova ordem, apontando para Luciene: - Você! Pegue esta fita e amarre o seu amigo aí do jeito que fiz com a sua amiguinha! Amarre também os pés dele, juntinhos! E não tente nenhum truque! Luciene, aterrorizada, cumpriu a ordem e amarrou Cláudio com as mãos trêmulas. O invasor tomou o rolo de fita de suas mãos e disse: - Agora é a sua vez! Deite-se de bruços e cruze os braços às costas! Luciene deitou-se e, enquanto tinha mãos e pés amarrados, sussurou em tom de súplica, quase chorando: - Por favor, não nos faça mal. Pode levar tudo de valor da casa, mas não nos machuque! - Cale a boca mocinha! Se ficarem quietos, não vou matar ninguém! - respondeu o invasor, amarrando em seguida os pés de Eliane. Voltou e amordaçou também Cláudio e Luciene. Cláudio teve também os olhos vendados. Mesmo que pudessem gritar por socorro, nenhum som seria ouvido no exterior da casa devido ao isolamento acústico. Eliane estava sentada numa das poltronas. Luciene foi colocada deitada num sofá. Cláudio estava sentado no chão e encostado na parede. Os três estavam totalmente indefesos nas mãos do invasor, nas quais o pesadelo teria logo início. O invasor sentou-se ao lado de Eliane, espremendo-se na poltrona, passou o braço sobre seu ombro e começou a bolinar seus belos seios por cima da camiseta. Ficava óbvia a intenção do invasor. Eliane se contraiu, arregalou os olhos de pavor e começou a gemer em desespero. - Mmmmuuh...nnnhhnn...mmmuuhuu... Cláudio, sentindo a namorada em perigo, tentou levantar-se, mas escorregou e caiu. O invasor ordenou-lhe que ficasse quieto se não quisessem morrer todos e Cláudio foi obrigado a obedecer. Luciene, prevendo que seria também violentada, começou a tremer e a soluçar. Aquela não era, definitivamente, a sua sonhada primeira noite... Logo, o invasor, enfiou a mão por baixo da camiseta de Eliane e começou a amassar os seios durinhos com um pouco de força. Eliane gemeu alto e se debateu, mas era impossível escapar daquelas mãos fortes. Parecia que o invasor ia se excitando e ficando mais agressivo, pois não demorou a rasgar a camiseta e expor os lindos seios da sua pobre vítima. Em seguida, abaixou a calça jeans justinha que ela vestia, pondo à mostra aquele belo par de coxas bem torneadas e a calcinha branca, que fazia um bom contraste com a pele morena. Enquanto chupava os seios, o invasor escorregou a mão dentro da calcinha, fazendo Eliane gemer e se encolher quando sentiu um dedo sondando o espaço na base de suas coxas firmemente juntas. Nas mãos bem atadas às costas, seus dedos dançavam freneticamente no vazio. Então, o invasor abaixou o seu short, a sua cueca, e a ergueu, fazendo-a sentar-se em seu colo, de lado, com o pau enfiado entre as gostosa coxas. Continuou a chupar e a passar as mãos nos seios e a explorar a vagina com os dedos. Eliane, desesperada, olhava em direção a Cláudio e Luciene como que buscando ajuda. Cláudio, não podia nem ver a cena, mas podia sentir, impotente, o sofrimento da namorada. Luciene devolvia um olhar igualmente desesperado, aumentando ainda mais agonia de Eliane. O invasor continuou a brincar com o corpo de Eliane por mais uns 15 minutos, quando retirou a sua mordaça e beijou aquela boca de lábios carnudos e sensuais. Eliane tentou impedir o beijo virando o rosto, mas ele a segurou pelos cabelos e não houve como escapar. Ela se debateu, mas ele a abraçava com força. Luciene, vendo aquela cena, sentia estranhas ondas de calor correndo o seu corpo. Nunca havia sentido aquilo. O invasor, satisfeito com o beijo, obrigou-a a chupar o seu pau. Era bem dotado e já estava bem excitado. Eliane, chorando, abocanhou o pau e fez os movimentos de vai-e-vem, do mesmo jeito que fazia com Cláudio. O invasor pareceu gostar, chegando a gemer de prazer, mas não chegou a gozar. Depois, desatou os pés de Eliane, carregou-a e colocou-a de costas sobre a mesa de jantar. Começou a chupar o seu corpo, iniciando pelos pés e subindo aos poucos. Eliane estremecia a cada contato daquela boca. quando chegou no alto das coxas, Eliane fechou as pernas, mas ele deu-lhe um beliscão no bumbum, que a fez gritar alto, e ordenou que ela as abrisse. Ela obedeceu e ele se pôs a chupar aquela deliciosa grutinha quente. À medida que a língua trabalhava, Eliane se contorcia dizendo: - Nããão! Por favor, não, não, não!!! Mas, o invasor era indiferente ao desespero da mocinha. Foi subindo até chegar novamente àquela boca maravilhosa, que beijou ardentemente. Depois, ele colocou a camisinha, puxou-a para a beirada da mesa, entrou no meio de suas coxas, puxou-a pela cintura e penetrou aquela gostosa grutinha. Eliane se contraiu e gritou: - Aaaahhh!!! Seu malvado!!! Demônio!!! Ele não se importou e continuou a comer Eliane, lentamente, como que curtindo aquela mulher deliciosa. Ela gemia e se contorcia. Luciene observava com os olhos arregalados. Continuava sentindo as ondas de calor e um certo arrepio só de imaginar que poderia ser a próxima a passar por aquilo. Depois de uns 20 minutos, tirou sem gozar. Deixou Eliane prostrada sobre a mesa, foi à cozinha e voltou com um pote de manteiga. Luciene não entendeu aquilo, mas Eliane sim, e ficou apavorada. Disse suplicando: - Não, não, por favor, anal não! Não quero! Vai machucar! Um pedaço de pano enfiado na sua boca a fez calar-se. Logo a fita adesiva cobria novamente a sua boca. Ela continuou a gemer e fazer não com a cabeça. Sem se importar com o seu desespero, ele a colocou de bruços sobre a mesa e atou seus pés aos pés da mesa, um de cada lado, deixando-a de pernas bem abertas. Luciene sabia agora o que iria acontecer, e ficou apavorada sabendo que não perderia apenas a virgindade vaginal, mas também a anal. Devagar e caprichadamente, o invasor passou bastante manteiga no cuzinho de Eliane, como Marlon Brando fez com Maria Schneider no famoso filme Ultimo Tango em Paris. Depois, passou manteiga no pau e encostou-o naquele buraquinho apertado e ficou ameaçando a penetração. A cada vez que empurrava, Eliane soltava um gemido desesperado e se contraía. Assim fez por várias vezes, torturando a pobre jovem, até que empurrou e não parou. Penetrou de uma vez, até que o saco batesse naquela bundinha gostosa. Eliane soltou um gemido grave e longo, de muita dor, contorcendo-se toda. Inexperiente em sexo anal, não sabia relaxar, causando mais dor. Chorava e se debatia, tentando se livrar daquela invasão não autorizada e dolorida em seu bumbum, mas nada conseguia a não ser o vai-e-vem daquele cacete enorme dentro dela. Ele enfiava até o fim e puxava até quase tirar, para enfiar fundo novamente, causando dor intensa. Só gozou depois de uns 15 minutos, arrancando gemidos de dor de Eliane. Tirou devagar e, na saída, Eliane gritou quando a cabeça do pau, mais larga, forçou o seu cuzinho. O invasor largou Eliane naquela posição, atada à mesa, foi se lavar e tomar suco na cozinha. Voltou logo à sala e olhou para Luciene, que estremeceu. Para a sua surpresa, ele se dirigiu a Cláudio, ergueu-o e colocou-o deitado de costas no outro sofá e abaixou suas calças. Cláudio ficou apavorado pensando que seria também enrabado e, Luciene, aliviada por não ser a próxima. Não era nada disso. Em seguida, sentou-se ao lado de Luciene, arrancou sua camiseta e abaixou sua calça jeans, mas deixou a calcinha preta. A pobre donzela tentou reagir, debatendo-se e gemendo, em vão. Como fez com Eliane, passou a bolinar os seios de Luciene, que chorava em desespero. Gemeu alto e se debateu quando ele enfiou os dedos no meio de suas coxas, explorando a vagina por cima da calcinha. Ele a segurou firme, removeu a sua mordaça e a beijou. Luciene também tentou escapar do beijo, mas, segura pelos cabelos, nada podia fazer. A uma certa altura do beijo, sentiu voltarem ao seu corpo as ondas de calor, mais intensas do que antes, acompanhadas de um arrepio forte. Não entendia aquilo que, apesar do pavor, era até uma sensação prezerosa. O invasor não era feio, e sentir-se dominada por aqueles braços fortes provocava sensações estranhas e inesperadas em Luciene. Num intervalo dos beijos, ela conseguiu suplicar: - Por favor, não me estupre. Sou virgem. O invasor se mostrou surpreso, mas nada respondeu e continuou a acariciar Luciene, que gemia e se contorcia toda. Depois de chupar todo o corpo de Luciene, ele a carregou até o sofá onde estava Cláudio, a fez ajoelhar-se a seu lado e ordenou: - Chupe o pau do seu namorado! Luciene negou que Cláudio fosse seu namorado, mas invasor não se importou. Ordenou que ela chupasse de qualquer jeito. Luciene jamais havia feito isso e sentia nojo só de pensar nisso, mas foi obrigada a abocanhar o pau mole do Cláudio. Quando sentiu a boca quente da trêmula Luciene no seu pau, Cláudio gemeu. Aos poucos, foi se excitando, enchendo a boca de Luciene. Apesar de franzino, ele era bem dotado. Agora Luciene entedia porque Eliane estava tão satisfeita com Cláudio. Luciene parou e tirou a boca do pau porque não suportava mais aquela coisa dentro de sua boca. O invasor beliscou o bico do seu seio, fazendo-a gritar, e ordenou que ela continuasse se não quisesse sentir mais dor. Quando Cláudio estava quase gozando, o invasor mandou que ela parasse. Em seguida, amarrou Cláudio ao pé de uma mesa, sentado no chão. Depois, ergueu Luciane nos braços e a levou para o quarto, onde a depositou sobre a cama de casal e desatou seus pés e removeu a sua calça e a calcinha. Luciene entendeu logo que seria mesmo estuprada e suplicou que ele não o fizesse: - Por favor, não me estupre! Sou virgem e tenho muito medo! Não, por favor! Aquilo parecia música aos ouvidos do invasor, que começou a acariciar o corpo da aterrorizada mocinha. Abraçou-a com força e beijou longamente a sua boca e fez-lhe carinhos delicados nos seios e nas coxas, que ela insistia em manter fechadas. Logo, ele deitou-se sobre ela e, com os pés, forçou-lhe a abertura das pernas, provocando gritos e súplicas de Luciene, sem resultados. Quando ela sentiu dedos explorando a vagina, quase desmaiou. Ele a colocou de bruços e beijou-a dos pés ao pescoço, terminando por deitar sobre ela e abraça-la fortemente. Ela voltou a sentir aquela sensação de calor e arrepios quando sentiu o grosso pau encostado no seu bumbum. Virou-a de lado e continuou abraçando-a por trás. Quando colocou o pau enorme no meio das coxas de Luciene, ela voltou a suplicar que não a estuprasse, embora ela soubesse que não seria atendida. Abraçada por aqueles braços fortes e sentindo aquele volumoso cilindro entre as coxas, já não achava tão desagradável, mas tinha muito medo da penetração e não queria perder a virgindade daquela maneira, amarrada e totalmente dominada. Ele passou à sua frente e, mantendo-a deitada de lado, enfiou-lhe o pau na boca, fazendo-a gemer abafadamente. Sentia-se quase sufocada por aquela pica enorme e dura. Ele ordenou que ela tentasse se desamarrar sem tirar o pau da boca. Se conseguisse, não seria comida. Livrar-se daquela fita adesiva enrolada nos braços era tarefa impossível e ele sabia disso. Ele apenas queria ver Luciene se debatendo com o pau na boca. Isso lhe dava imenso prazer. Ela ficou vários minutos se contorcendo, tentando escapar das amarras e do estupro, mas não conseguiu. Ele a deitou de costas, colocou um travesseiro sob o seu bumbum, fazendo-a empinar os quadris. Colocou a camisinha, pegou o pote de manteiga e passou uma generosa porção na vagina nunca penetrada. Ela tentou fechar as pernas e disse: - Não, não, por favor, não! Não quero! Não faça isso! Ele ignorou a súplica, deitou-se sobre ela, forçou a abertura das pernas e iniciou a penetração. Devagar, mas firmemente, o pau avançou vagina adentro, até que rompeu a resistência do hímem e entrou. Luciene sentiu uma dor aguda, contorceu-se e gritou, mas sua boca foi logo tapada por um beijo. Em seguida, amoleceu o corpo, em atitude de entrega. Estava feito. Perdera a virgindade, embora de maneira nem sonhada. Doía muito, mas ele não demorou muito dentro de Luciene. Tirou o pau e continuou abraçando-a e beijando-a por mais uns minutos. Depois, virou-a de bruços e deitou-a de forma que o travesseiro ficasse sob a sua barriga, mantendo o bumbum empinado. Deitou-se sobre ela e ficou esfregando o pau no seu bumbum, até se excitar novamente. Quando ele passou manteiga no seu cuzinho, ela se desesperou: - Nããããooo!!! Por favor, isso não! Tenha dó, por favor! Não, não, não!!! Insensível, ele ainda enfiou o dedo no seu cuzinho, para lubrificar bem a entrada. Ela se contraiu e gritou: - Aai! Ai, ai, ai!!! Nããão!!! Tira, tira, tiiira, por favor! Dizem as mulheres que o dedo no cu é pior do que a penetração de um cacete, embora seja mais fino. Elas ficam desesperadas. Um mistério feminino esse... O invasor parecia se divertir e se excitar com o desespero de Luciene. Depois da manteiga, ele abriu uma latinha, passou o conteúdo no dedo e enfiou outra vez no cuzinho de Luciene. Ela gritou novamente, e começou a sentir um leve ardor que foi aumentando até se tornar um ardor quase insuportável. Imediatamente, ondas de calor e de arrepios percorreram o seu corpo. Pelo cheiro que ficou no ar, parecia que ele tinha usado Vick Vaporub. Sem demora, debruçou-se sobre ela e iniciou mesma brincadeira que fez com Eliane, de ficar ameaçando a penetração. Luciene se desesperava com o ardor, ficava aterrorizada a cada encostada do pau no cuzinho e gritava: - Não, não, por favor, não faça isso! Cláudio e Eliane ouviam os gritos de Luciene, mas nada podiam fazer. O invasor brincou bastante com o bumbum de Luciene, até que a penetrou numa única e rápida estocada, que fez a cabeça do pau entrar de uma vez. Se a penetração tivesse sido lenta, a dor teria sido maior. Assim mesmo, Luciene berrou de dor: - Aaaaaiii!!! Aaaii!!! Nããão!!! Indiferente aos gritos da garota, ele continuou a penetração até o fim. Deitou-se sobre ela e começou o vai-e-vem, do mesmo jeito que fez com Eliane. Logo, fez Luciene virar-se de lado e, sem tirar o pau, abraçou-a por trás com as suas pernas envolvendo as dela. Virou o rosto dela de lado e beijou sua boca, abafando-lhe os gemidos de dor. Com a mão acariciava os seios pequenos mas firmes da garota. O pau se movendo dentro dela acentuava o ardor, mas já não doía tanto como na penetração, embora a sensação fosse bem desagradável. Luciene chegou a pensar o quão egoísta era o prazer do sexo anal, pois só o homem o sentia. Depois de quase meia hora de sofrimento, ele gozou. Luciene gritou alto quando sentiu os espasmos do pau dentro dela. Na retirada do pau, ela também gritou. O invasor amordaçou novamente Luciene, atou seus pés e a deixou sobre a cama. Ao sair da casa, foi surpreendido pela polícia e detido. O tio de Luciene, tentara ligar para ela pela manhã e não havia conseguido. Estranhou e ligou para o posto policial de Maresias, pedindo aos seus amigos policiais que dessem uma verificada em sua casa. O invasor tarado chamava-se Daniel. Um homem com certo grau de estudo e até bem empregado. Foi preso e julgado, sendo condenado a 12 anos de prisão. Foi solto depois de cumprir 8 anos. Passados 10 anos, Eliane e Cláudio estão casados e moram nos EUA. Luciene se transformou numa bela mulher. Havia se formado e, ganhando muito bem, dedicou-se a modelar o corpo. Colocou silicone nos seios, fez plástica no nariz e ficou com um belo bumbum arrebitado e um magnífico par de coxas depois de muita malhação. Está feliz também por ter um grande amor. Depois de um certo tempo de namoro e de tórridas noites de amor, Luciene confessou ao namorado que tinha fantasias de estupro. Queria se sentir dominada, indefesa, comida e enrabada. Quando ouviu isso, os olhos do namorado brilharam e ele se dispôs a satisfazê-la. Hoje, ela se sente feliz em ser amarrada e ser submetida aos carinhos do amor. Ele também adora dominá-la. Um casal perfeitamente entrosado. O nome dele? Daniel...Ela sabe quem é ele, mas ele não a reconheceu e nem suspeita de que Luciene é aquela garota de pouco peito e bunda que ele amarrou e comeu numa madrugada de verão em Maresias...