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Usado e Humilhado Por Duas (Parte 2)
Terminei de retirar a mesa do jantar e logo em seguida minha Dona me chamou até a sala. Agora já mais séria, ordenou que eu me colocasse de joelhos e que eu prestasse atenção no que dizia:
- Escute, cadela.... deixe as louças pra depois porque minha amiga e eu queremos usá-la agora. De agora em diante você já sabe como se comportar. Vá até lá dentro e busque a bolsa com seus acessórios e nos espere no lugar e da forma de costume. Estaremos lá em 5 minutos.
Balancei a cabeça afirmativamente e saí de quatro como uma cadela, pois sabia que é assim que minha Dona me trataria dali pra frente. Fui até o quarto e peguei a bolsa com os acessórios e dirigi-me até o quarto ao lado. É lá que minha senhora mantém uma espécie de mini-dungeon, com uma grande cama de cabeceira alta, grades nas janelas suficientemente fortes onde se pode amarrar cordas, prendedores nas paredes, etc. Coloquei a bolsa sobre a cama e fiquei de quatro no canto do quarto. Não demorou muito para que elas chegassem. Minha Dona então, mandou que eu tirasse meu avental e minha calcinha, e ficasse de quatro em cima da cama para me preparar para a sessão. Eu sabia que minha noite seria de sofrimento e humilhação, principalmente pela presença da visita. Eu sabia que minha Dona demonstraria à amiga todo o poder que exerce sobre mim. Contudo, eu estava muito mais excitado do que normalmente ficava.
Ela começou retirando um gag-ball da sacola, com o qual fui amordaçado. Cordas foram amarradas aos meus pulsos e aos meus tornozelos. Do armário, minha Dona retirou um bastão espaçador de mais ou menos 80 cm, e amarrou cada tornozelo meu em uma ponta do bastão, para que eu não pudesse fechar as pernas. Com o rosto encostado no colchão, meus pulsos, por baixo do meu corpo também foram atados ao bastão. Pronto. Começava ali minha noite de sofrimento pelo prazer de minha Senhora. Mas o que pra mim era sofrimento, para ela era apenas um aperitivo. Ela queria mais. Ela precisava de mais. Então ela pegou na sacola mais um pedaço de corda, fez um laço e amarrou em meu saco, dando algumas voltas com a corda para que as bolas ficassem bem salientes e expostas. Com as pontas da corda, ela esticou meu saco o máximo que conseguiu e também amarrou no bastão. Agora sim eu estava totalmente imobilizado e exposto. Não conseguia mexer nenhuma parte do meu corpo. Agora eu estava ali, vestido como uma puta, meias de renda, cinta liga, sapatos de salto, amarrado de quatro, rosto abaixado, bunda exposta, amordaçado e sem poder sequer gemer, minhas bolas atadas, e com o plug que ainda encontrava-se no meu anus. Enfim, eu estava totalmente humilhado e à mercê da minha Senhora.
Marluci estava sentada numa cadeira ao lado observando todo o ritual de preparo. Da minha posição, eu podia ver seu olhar, ora impressionado, ora excitado, ora sádico. De vez em quando passava a mão em seu sexo sobre a calcinha, que a essa altura já exalava o cheiro característico da sua excitação. Eu sabia que o prazer de Marluci era incomparável ao prazer que minha Dona estava sentindo ao ver meu sofrimento, minha humilhação e minha entrega a ela diante de outra mulher. Ela sempre gostou de humilhar-me em locais públicos, mas sempre discretamente diante de outras pessoas. Mas agora tinha a oportunidade de demonstrar explicitamente a alguém o poder que exercia sobre mim. E aproveitaria cada momento daquela noite.
Minha Dona então se sentou ao lado de Marluci e as duas passaram a me observar, como se tentassem ler meus pensamentos. Ficaram me olhando por algum tempo e faziam comentários em voz baixa que eu não podia entender. Talvez minha Dona tentasse explicar a Marluci os motivos que a levava a me tratar assim e o porque de eu aceitar esse tratamento. Mas no fundo ela já sabia que esse prazer que eu sentia em entregar-me era proporcional ao prazer que minha Senhora tinha em usar-me.
Passados alguns minutos, minha Dona se levantou e disse:
- Bem... agora que o divertimento vai começar.
Então tirou de dentro da sacola um chicote de tiras. Passou o chicote por todo o meu corpo me fazendo sentir arrepios. Passou depois a mão em minhas nádegas e deu a primeira chicotada. E depois a segunda e a terceira, de forma compassada e lenta. Daí por diante foi aumentando o ritmo e a força. Minha bunda ardia a cada chicotada, mas eu não conseguia me mexer, porque a cada movimento que eu tentasse, minhas bolas amarradas eram esticadas. A cada golpe de chicote, eu ficava cada vez mais excitado e minha ereção cada vez mais latente. Marluci, agora já em pé, e totalmente embriagada pelo clima de excitação do ambiente, observava não só minha ereção, mas cada reação do meu corpo, até que num impulso incontrolável enfiou a mão por baixo do meu corpo e segurou meu pênis com força. Pela primeira vez desde que chegara, ela tocara em mim. Minha Senhora sorriu para a amiga com ar de aprovação e deu mais duas chicotadas. Marluci apertou mais ainda meu pênis, como se quisesse comprovar o grau de rigidez, aplicou uma lenta e breve masturbação e parou.
A essa altura e minhas nádegas já estavam totalmente avermelhadas. Minha Senhora então guardou o chicote na bolsa e pegou outro, esse agora bem pequeno e de cabo rígido, e a ponta de couro espalmada. Retirou também um enorme consolo, bastante grosso e com uns 25 cm de comprimento. Com esse chicote na mão, as duas se sentaram novamente, como se quisessem me dar um descanso e conversaram um pouco.
- Agora vamos usar o rabinho dessa putinha disse minha Senhora à amiga e ela sabe o quanto eu adoro fazer isso.
Minutos depois, elas se levantaram e vieram em minha direção. Minha Dona retirou o plug que eu estava usando e passou lentamente e várias vezes os dedos no meu anus, como se fizesse uma caricia. Então ela falou a Marluci:
- Vou precisar da sua ajuda agora, amiga. Quero que segure em cada lado das nádegas dessa puta e abra o máximo que puder.
Os olhos de Marluci brilharam de prazer e fez o que minha Senhora pediu. Senti suas mãos abrindo minha bunda me deixando totalmente exposto. Então, minha Dona pegou o pequeno chicote de couro e começou a espalmar meu anus. Aplicou várias chicotadas, e a cada uma delas, Marluci tentava abrir mais ainda minhas nádegas. A cada espalmada, meu anus ficava cada vez mais avermelhado e intumescido devido ao fluxo de sangue. Era uma dor intensa, mas algo indescritivelmente excitante pela forma com que eu me sentia usado por aquelas mulheres. Depois de umas vinte e poucas espalmadas, Minha Senhora retirou um tubo de lubrificante da sacola. Untou o enorme consolo sugeriu a Marluci que lubrificasse meu anus também. A amiga pegou o tubo e despejou um pouco em seus dedos e começou a lubrificação. Senti o gel frio em torno do meu rabo e os dedos macios de Marluci. Depois ela enfiou um dedo, primeiro discretamente, e depois enfiou dois dedos, agora bem fundo.
Minha Dona pegou então o consolo e começou a forçar a entrada do meu anus, ajudada por Marluci que abria minhas nádegas. Eu estava muito contraído devido à posição desconfortável em que me encontrava, e devido às dores que sentia nas minhas bolas e na minha bunda, alem das dores que também já começava a sentir pelo resto do corpo. Mas, devidamente lubrificado, meu anus logo cedeu à entrada do enorme consolo. A dor daquela monstruosidade me penetrando foi intensa. Amordaçado, eu não conseguia sequer expressar essa dor. Imobilizado, apenas resisti.
Minha Senhora, já familiarizada com minhas reações, deixou o consolo por um tempo dentro de mim e esperou até que meus esfíncteres se relaxassem mais. Em seguida começou um vai-e-vem dentro do meu anus. Fui me sentindo cada vez mais arrombado, mais relaxado. A amiga de minha Senhora também queria sentir a sensação de arrombar o rabo de um homem, e pediu para fazer o mesmo. Apesar da pouca experiência, ela já se sentia à vontade com aquele brinquedo e a cada estocada mais funda no meu anus e a cada nova contração do meu corpo, Marluci suspirava como e estivesse prestes a ter um orgasmo. Ouvindo seus suspiros, minha dor se transformava em prazer e desejava cada vez mais dar prazer àquelas mulheres, que brincaram com o consolo no meu anus por mais de meia hora. Vez por outra o retiravam para observar o quanto mais eu estava dilatado, lubrificavam mais um pouco e recomeçavam o vai-e-vem. Meu pênis totalmente rígido era manipulado a todo o momento, mas eu sabia que minha Senhora não deixaria que eu tivesse qualquer orgasmo. Porém, ela sabia muito bem o que estava fazendo. Sua intenção era de que eu realmente ejaculasse, mas sem a sensação de prazer do orgasmo. Não demorou muito, devido à massagem prostática que o consolo fazia, ejaculei sobre o lençol da cama. Na verdade só percebi que havia ejaculado depois que senti o esperma escorrer pelo meu pênis, pois não houvera qualquer tipo de orgasmo.
Minha Senhora então começou a me desamarrar. Primeiro as bolas, depois as mãos, os tornozelos e a mordaça. Antes mesmo que meus músculos ficassem relaxados, minha Senhora mandou:
- Fique de joelhos e beije nossos pés em sinal de agradecimento pelo tratamento que dispensamos a você, verme imprestável.
Eu mal me agüentava de joelhos, devido às dores no corpo. Minhas nádegas estavam vermelhas pelas chicotadas. Meu anus arrombado e dilatado. Mas reuni minhas forças, ajoelhei-me e beijando os pés daquelas divinas damas, falei:
- Obrigada, senhoras. Obrigada pela honra de poder servi-las. Sei que sou uma cadela submissa e obediente e estarei sempre pronta para ser usada pelas senhoras.
Minha Dona deu um sorriso e disse:
- Agora limpe a sujeira que fez no lençol. Você já sabe como, não é sua vadia ? Lamba tudo e prepare-se. Agora será nossa vez de gozar.
De quatro, subi no colchão e comecei a lamber todo o esperma que eu havia ejaculado, até que nem uma gota houvesse mais. As duas mulheres ficaram na porta do quarto me observando e se divertindo com minha situação, esperando que eu lambesse até a ultima gota e depois saíram para a sala. Deitei-me na cama e confesso que quase adormeci. Mas eu sabia que ainda teria muito trabalho naquela noite. E essa já é uma outra história.