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Escravo Vira-Latas - Torturas no Sítio

No último relato, contei sobre uma experiência maravilhosa em que fui torturado, humilhado, chicoteado e espancado por MINHA AMA E SENHORA, LUCIANA, e por MEU AMO E SENHOR, SIDNEI. No final de semana, eles me levaram a um sítio, um pouco afastado da cidade, onde ficamos por quatro dias. Eu fui amarrado em uma gaiola que foi colocada dentro da carroceria da caminhonete de MEU AMO, ficando com os tornozelos e as mãos algemadas nas grades da gaiola, a boca com um pênis de borracha atado com com uma espécie de arreio e um consolo enorme no ânus. Ao chegarmos à entrada do sítio, fui desamarrado por MEU DONO e jogado ao chão, de quatro, com uma guia presa na coleira, fui obrigado a correr e a latir atrás da caminhonete que seguia a uma velocidade considerável até o sítio, durante o trajeto, desequilibrei-me e caí algumas vezes, pois o terreno era pedregoso, irregular e minhas mãos, calcanhares e joelhos, algumas vezes me apoiei sobre eles, estavam arrebentados com o exercício. Quando cheguei à porta do sítio, MEUS DONOS me esperavam do lado de fora da caminhonete e, de joelhos, recebi algumas chicotadas no rosto, por ter demorado a alcançá-los. Lati e lambi botas de MEU AMO E SENHOR e de MINHA AMA E SENHORA e levei as malas para o quarto de casal, arrumei a cama, tirei as roupas de MEUS DONOS da mala, guardei-as cuidadosamente no guarda-roupas e fui à cozinha preparar um lanche para MINHA AMA E SENHORA e para MEU AMO E SENHOR, não sem antes preparar e servir uísque para MEU DONO e um dry martini para MINHA DONA. Durante o drinque e o lanche, MEUS DONOS, conversavam futilidades e sobre os castigos que iriam me infligir; eu esperava deitado como um vira-latas aos pés de MEUS DOMINADORES, lambendo as botas de MEUS DONOS. Após o lanche, MINHA AMA E SENHORA levou-me, pela guia prea à coleira, ao banheiro, onde fez sua higiene em minha boca, urinando e cagando em minha boca, obrigando-me a limpar toda a sua vagina e o seu ânus com a língua para não deixar qualquer vestígio de urina ou fezes. O mesmo fez MEU AMO E SENHOR, logo em seguida e eu lati, rastejei, curvei-me e lambi o chão em que eles estavam pisando, como forma de agradecimento. MEU AMO levou-me, então, pela guia, a um aposento onde havia argolas penduradas no teto e, com ajuda de MINHA AMA, amarrou meus pulsos em duas argolas um pouco distantes uma da outra e meus tornozelos em dois cavaletes também um pouco distantes, deixando-me compeltamente nú, em forma de X. Não me lembro de quantas chicotadas eu levei em todo o corpo, nas costas, na bunda, no pênis, no rosto e nas pernas. Depois MEUS DONOS bateram com uma palmatória na cabeça de meu pênis e passaram uma lixa de metal dentro de meu ânus, o que me provocou dores imensas. Em seguida, MEUS PROPRIETÁRIOS despejaram álcool por todo meu corpo, em especial sobre a cabeça de meu pênis e dentro de meu ânus, o que me levou a gemer de dor, levei alguns tapas na cara por isso, para, em seguida, esfregarem sal sobre as minhas feridas, isso me tirou um ou dois urros de dor que levaram MEUS DONOS a me castigarem mais com os chicotes. Quando eu acreditava que a tortura iria cessar por alguns instantes, MEUS DONOS acenderam duas velas e a deixaram pingar sobre a cabeça de meu pênis e dentro de meu ânus, em sgeuida, enfiaram fios dentro de mim e me deram choques que me levaram a implorar por piedade e suplicar por perdão, o que me levou a uma nova surra de chicotes. Ao ser solto, desabei ao chão e fui arrastado pela guia que prendia minha coleira até um canto do quarto, onde MEUS DONOS me chutaram diversas vezes antes de me arrastarem para fora, atrelarem-me a uma espécie de charrete e me prepararem para levá-los a um passeio em volta do sítio. MEUS DONOS colocaram, novamente, arreios em minha boca, fazendo com que sangue e baba descessem pelo meu focinho, atrelaram a charrete em meu pescoço, em meu pênis e em meu saco, mas não colocaram ferraduras em mim, pois queriam ver minhas mãos, meus calcanhares e meus joelhos destruídos pela caminhada no terreno difícil e pedregoso do sítio. A cada passo que eu dava, chicotadas queimavam em minhas costas, em meu saco, em meu pênis, em minha bunda, em minhas pernas e em meu rosto e eu era obrigado a relinchar como um pangaré ordinário. Ao fim de algumas voltas, perdi a conta de quantas foram, MEUS DONOS desceram da charrete, desatrelaçaram-me e me mandaram ficar de quatro, ao relento, pois uma chuva fria começara a cair. As dores, o medo de ficar doente por causa da chuva e assim não poder servir de maneira convincente MEUS DONOS, e a fome fizeram-me, ora relinchar, ora latir para ver se chamava a atenção de MEUS PROPRIETÁRIOS, que vieram e me castigaram fortemente com varas de marmelo por causa do barulho. Mais tarde, MEU SENHOR e MINHA SENHORA saíram e me levaram próximo a um registro, onde uma mangueira esperava para ser usada em meu banho. Lati satisfeito, lambendo as botas de MEUS DONOS e os segui, de quatro, lambendo o chão em que eles pisavam, para servi-los com roupa de empregadinha doméstica e um consolo enorme vibrando em meu ânus. Até que eles foram se deitar, fizeram amor, gozando, depois em minha boca, que lambia toda a vagina e o ânus de MINHA DEUSA e todo o pênis e o saco de MEU ALGOZ, antes de MEUS DONOS, mais uma vez, descarregarem sua higiene em minha boca, serem limpos com a minha língua, e se deitarem para dormir. Cobri MEUS DONOS e me deitei,aos pés da cama de MEUS PROPRIETÁRIOS, como um cachorro sem-vergonha, com frio, com dores por todo o corpo e com muita fome e sede, pois a única refeição minha consistiu em beber a urina e comer as fezes de meus donos; sonhando e esperando pelos castigos e pelas humilhações do dia seguinte.