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Terceiro EncontroII Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante
Fui para BH com duas amigas de faculdade. A viagem foi tranqüila e minhas expectativas eram muitas. Dom Roberto e eu sempre conversamos, combinamos o que faremos antes de ir para o motel. Desta vez passaremos num sex shop para
procurar minha coleira e o chicote de tiras. Trocamos sms durante quase todo o tempo, ate que nos encontramos na rodoviária. Eu já estava a sua espera, plugada a cerca de duas horas, sentindo meu cú morder aquele plug que não mais parecia tão grande. Entrei em seu carro, dei um beijo em seu rosto, seguimos rumo ao sex shop. É ótimo estar com Dom Roberto, ele é bastante divertido e me deixa muito confortável. Posso falar sobre quaisquer coisas com naturalidade. Ele me pergunta como é viajar com o plug no rabo, respondo
sorrindo que é como sentir o Dono dentro de mim por todo o tempo.
Conversamos também sobre os piercing e tatuagens que farei mais tarde, pois serei dele por muito tempo. Infelizmente não encontramos uma coleira adequada, mas ganhei um lindo chicote de tiras, vermelho.
Novamente passaremos a noite no Motel Capri. Já estamos na suíte, Ele pergunta se quero comer algo, digo que não, mesmo assim Ele pede um suco.
Enquanto esperamos, coloco meus brinquedos na cama. Todos os anteriores: algemas, separador de pernas, chicote, palmatória, grampos para o mamilo e agora o chicote de tiras. Meu Dono monta o separador de pernas, coloca as algemas em mim, apenas para ver como fica. Segura meus braços por trás do corpo e se aproxima, cheira meu pescoço, eu arrepio, inclino minha cabeça para o lado e o beijo. Suas mãos apertam minhas tetas, posso sentir que já estou me molhando. Desabotôo uma das algemas e Ele tira minhas blusas, tiro a calça e O sinto pressionando mais o plug em meu cú, passando os dedos em minha buceta úmida. Me viro e começo a chupa-lo. Adoro sentir seu pau em
minha boca, no meu focinho... estou em cima da cama, com o calcanhar pressionando o plug o mais fundo possível. Ele segura minha cabeça sempre
que enfio seu pau no fundo da garganta. Sente um prazer sádico nisso. Sentir minha respiração interrompida e controlada por Ele é paradoxalmente
delicioso. Ele pega o chicote de tiras, começa a me bater, de leve, para que saiba a qual intensidade pode me surrar. Passava o chicote lentamente em
minhas costas, eu sentia um carinho delicioso e poucos segundos depois ouvia o grito do chicote cortando o ar e acertando minha pele. Como sou branca as marcas se mostram rápido. Sinto que ora ele me bate com o chicote, ora com a palmatória. As intensidades são diferentes, com o chicote sinto cada tira batendo em meu corpo, a palmatória gera uma dor mais localizada, dando a impressão de ser mais forte. Enquanto Ele me surra vai dizendo como se deve bater e como minha pela está vermelha. Eu não paro de chupá-lo, tenho um prazer indescritível em fazer isto.
Pouco depois Ele me joga na cama, fico de pernas abertas para que Ele possa me penetrar. Solto um grito baixo, o corpo de meu Dono está sobre o meu, seu pau inteiro dentro de minha buceta molhada e o plug em meu rabo. Eu agradeço a Dom Roberto, pois em uma de nossas conversas confessei o quanto meu tesão aumenta quando sinto seu rosto perto do meu. Enquanto sou fodida abro minha
boca, coloco a língua para fora esperando sua baba, seu cuspe. Adoro ver o prazer em seus olhos enquanto me fode e cospe em minha boca. Começo a gemer com mais intensidade, meu gozo está perto. Mudamos um pouco de posição, Ele segura forte minhas pernas e posso sentir seu pau batendo no fundo de minha buceta. A cada estocada gemo mais, dou pequenos gritos, até que gozo e peço
para que Ele me foda em anal, não posso agüentar ser penetrada depois de gozar. Ele tira o plug de meu rabo, o joga no chão, está um pouco sujo,
devido a estar tanto tempo em meu cú, me penetra de uma só vez, forte, seu pau entra fácil, deslizando pelo meu anel e reto. Ele continua a me foder da mesma forma que antes, como um animal, sentindo meu cú sem fundo, como sempre lembra. Me dá uns tapas, sem jeito, tanto pela posição quanto pelo prazer e velocidade que está a me usar. Digo que vou gozar pela segunda vez, Ele aperta minhas tetas, bem forte, deixa a marca de suas mãos. Tento me mover... buscar uma penetração mais profunda, me masturbo um pouco, meu Dono olha como eu me toco, tira e coloca seu pau inteiro em meu cú, começo a tremer e gozo novamente. Mesmo assim Ele não pára, me fode forte... me faz urrar de dor e prazer, continuo a tremer, meu gozo foi prolongado, Ele prende minhas mãos acima de minha cabeça, me beija, mas nunca pára de me penetrar. Diz que sente meu cú em chama, e como se eu gozasse pelo cú, que a
penetração fica fácil, muito melhor. Sempre prefere foder meu cú cheio, sentir seu pau batendo dentro de meu intestino e empurrando tudo para o fundo. Ele não se importa com o cheiro que às vezes fica no ar, creio que na verdade isso lhe dá mais tesão pois esta me humilhando, me fazendo uma
cadela suja. Não me importo, desejo apenas dar prazer a meu Dono. Com mais algumas estocadas fortes gozo novamente, agradeço e afirmo que foi meu presente de um mês de coleira. Três orgasmos em apenas uma foda!!! Nos começamos a rir, Ele tira seu pau de meu cú, eu continuo deitada, mas me virei para perto dele, quero beber sua porra, que a tanto tempo não sinto o gosto. Estou com a boca aberta, língua para fora, como uma cadela, salivando de desejo. Sinto seu leite quente em minha língua, dentro de minha boca. Não quero deixar nada fora hoje, vou engolindo todo seu esporro, com muito prazer e sedenta por mais. Após Ele me dar de beber, chupo a cabeça de seu pau, não posso deixá-lo sujo. O Dono diz que adorou ver a forma como engolia toda sua porra. Fico abanando o rabinho com seu comentário. Fala também que foi desta vez que Ele mais currou meu cú, afirmo e acrescento que foi a vez que fui mais usada, nenhum outro ficou tanto tempo a me usar.
Dom Roberto pede nosso jantar e vai tomar seu banho. Vou para o banheiro me limpar também. Ele termina, se veste, ficamos conversando e vendo tv.
Aprendo muito com ele nesses momentos. Nosso pedido chega, comemos, falta minha sobremesa... com o Dono deitado me coloco a chupa-lo. Seu pau ainda não estava duro, mas com pouco tempo posso bater uma punheta. Babo no pau de meu Dono, molho ate as bolas, ele como de costume me faz engasgar prendendo minha cabeça, fazendo com que sinta seu pau pulsando no fundo de minha boca.
Ele se levanta, fico de quatro na beirada da cama, meu Dono no chão me penetra, em anal, mas usa ky, estava usada demais para agüentar mais uma
foda. Com pouco tempo sinto que ele goza no fundo de meu cú. Vai ao banheiro, mas imagino que Ele não tenha se sujado, porque se isso houvesse acorrido levaria uma boa surra. Sempre gosto de beber de seu leite, mas dessa vez Ele não agüentou segurar seu gozo. Talvez tenha se excitado demais ao me penetrar, fico feliz da mesma forma. Sou a cadela dele, e não tenho o
direito de exigir onde Ele deve gozar.
Ele retorna e fico sobre seus braços, durmo ali, junto a meu Dono, sentindo seu corpo encostar-se ao meu. Pela manha me levanto e tomo meu banho.
Tomamos nosso café. Coloco o separador de pernas, sinto-me privada de alguns movimentos, chego a ficar úmida. Fico de pé e sou surrada, sinto o chicote bater em minha bunda, costas e na parte interna das coxas. Não grito, suporto bem a dor, a ardência causada por cada ponta do chicote que meu Dono bate com tanta vontade em mim. Após a surra Ele passa a mão em minha buceta, quer saber se tenho tesão em apanhar, estou apenas em pouco úmida, seus dedos me invadem mesmo assim, isso faz com que eu me lubrifique um pouco.
Ele volta a me chicotear e repete o mesmo. Sei que desejaria me ver no cio, mas não tenho prazer em apanhar, "por enquanto", diz Ele. O Dono ordena que eu me vista, obedeço. Fechamos a conta no motel e saímos. Fico na rodoviária, me despeço com um selinho. Horas mais tarde estaria em casa.
Sempre trocamos mensagem no celular, Dom Roberto é muito presente, adoro isso, sua dedicação, seus cuidados. Nosso primeiro mês juntos foi muito prazeroso e especial. Não vejo a hora de começarmos a praticar fisting e criar nosso blog. Desejo mostrar a todos a quão é deliciosa minha vida de cadela submissa.