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Nina 3
Quando o meu tutor entrou na sala eu fiquei simplesmente apavorada voltei a fazer xixi tinha medo tiritava com medo ele olhou-me com um olhar frio e severo tirou as algemas e colocou uma coleira em meu pescoço o capuz continuava sentia-me toda babada pois não podia engolir a saliva.
- De quatro já!
Sem mais demoras apresei-me a obedece-lo tinha medo muito medo fui de gatas ate a saída da escola entrei na carrinha para o porta bagagens, prendeu a coleira e poucos minutos depois a carrinha começou andar. Pouco tempo depois a carrinha parou deduzi que tínhamos chegado, ele abriu a porta de traz e eu saltei para o chão. Entramos me casa já era de noite, retirou-me tudo e mandou tomar banho pois estava imunda e cheirava a xixi e leite. Aquele banho foi o melhor, lavei-me estava doida de tanto ter apanhado quando me lembrei que amanha tinha outro castigo duro para enfrentar, alem do que me esperava. Não podia estar mais tempo no banho, saí, limpei-me e apresentei-me na suite do meu tutor nua.
Ele estava com umas cuecas pretas de látex sentado numa cadeira pequena. Dos pés da cadeira pequena pendiam correntes com algemas, quando me viu levantou-se. Os seus olhos eram 2 pedras frias. Na mão tinha a palmatória de couro, balançava de um lado para outro, via a sua fúria nos seus olhos, nos seus movimentos. Aproximei-me dele a passos muito lentos, queria que o quarto fosse grande, enorme.
- Corre nina!
Confesso que gelei, corri para ele, o meu coração batia muito, estava apavorada, tinha medo, muito medo. Há muito que eu não tinha tanto medo.
Corri, cheguei aos pés dele, me ajoelhou a seus pés puxando os meus cabelos. Ele ficou calado, quieto por uns instantes. Levantou-se e começou a caminhar.
- Há quanto tempo estas aqui?
- Há muito Senhor.
- Sabes que recebi vários e-mail e um deles deu-te uma suspensão de 5 dias pelo o teu péssimo comportamento.
- Perdão Senhor, mas
Nem acabei de falar quando a palmatória caiu sobre o meu rabo.
- Ninguém te pediu explicações. O que fizeste foi grave! Muito grave e vais ser punida por tal acto.
Voltou a sentar na sua cadeira pequena e chamou-me:
- Para o meu colo!
Já sabia que ia apanhar e pela a 1ª vez comecei a chorar antes dele bater.
Naquele momento entrou o seu capataz, prendeu as minhas pernas às algemas, e as mãos. Estava quase de quatro, presa sem muito por aonde fugir da sua ira. O capataz ia sair mas o meu Tutor o proibiu de sair dali.
- Põe o teu pinto para fora Joca.
Ordem que ele cumpriu sem contestar. Aproximou-se da minha boca e colocou. Quando estava já estava tudo a seu jeito, começou a bater. Primeiro havia espaço entre as palmadas, mas depois tornaram-se muito próximas, não podia gritar porque eu tinha que chupar, dar prazer enquanto eu apanhava.
Continua...