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Gabriela, a Dominadora - Parte I
Esta foi mais uma experiência marcante em minha vida fetichista.
Gabriela era uma vizinha recém mudada com a mãe para o apartamento do segundo andar de meu prédio.
Nunca iria imaginar que, por trás de uma carinha doce e meiga, eu encontraria uma moça com requintes sádicos, que, definitivamente, me mostraria onde realmente era o meu lugar: aos pés de uma mulher.
Eu estava casado há pouco tempo, minha esposa não curtia BDSM, e, apesar dela me bater e pisar, mesmo contra sua vontade, não me deixava satisfeito, pois era tudo feito "com dó".
Quando Gabriela se mudou, elas logo foram se tornando amigas, e, rapidamente ela começou a frequentar nosso apartamento.
Era uma moça de cabelos castanhos e longos, olhos grandes e muito simpática, tinha seus 18 anos, magra e de estatura média. A cada dia que passava, tornávamos mais amigos, uma amizade daquela bem forte. Até que comecei a perceber o lado sádico dela, com as respostas e dos atos pelas brincadeiras que eu fazia com ela (claro que sempre com a intenção de apanhar). Como por exemplo o dia em que estávamos sozinhos no apartamento dela estudando e eu quebrei uma caneta que ela gostava muito. Simplesmente ela tirou a sapatilha indiana (conhecida também como chinesinha) e me bateu com vontade e sem dó.
Foram lambadas nas costas, nas pernas, nos braços e, claro no traseiro. Aquila surra foi realmente dolorida, pois o solado era de borracha flexível e pesada.Não posso deixar de relatar que fiquei com um pequeno hematoma na perna, causado por um golpe mais bem aplicado.E ainda por cima tive que dar outra caneta igual para ela.
Por incrível que pareça, minha esposa nem percebeu, apesar do calção cobrir a marca, e, eu também escondia o máximo possível.
Estávamos perto do feriado de carnaval, e eis que recebo uma notícia maravilhosa: minha esposa iria viajar para o estado do Rio e a mãe de Gabriela teria que ir para o litoral cuidar de assuntos de família. Logo, estaríamos sozinhos em nossos apartamentos, para que pudéssemos nos "conhecer" melhor.
No dia seguinte da viagem das duas, eu já estava lá, para ajudá-la em alguma coisa que for preciso. Ela, claro, logo percebeu que eu estava lá com segundas intenções. Ela nem deixou passar muito tempo e foi logo direto ao assunto :
- Vem cá, posso te fazer uma pergunta?
- Claro que pode, até duas!!
- É impressão minha ou você gosta de apanhar?
- Nossa!!! Por que você está perguntando isso?
- Ué, fácil: sempre quando você me provoca e eu te bato, você me provoca mais ainda, aí eu te bato mais, e você faz cara de que está gostando.Errei?
- Err... bem... hãããã...
Demoro um pouco a responder, pois fico meio acanhado com o que ela disse, quando... PLAFT..
Levo um tapão na cara, daqueles bem ardidos.
-NÃO ENROLA !!! CONFESSE !!!! VOCÊ GOSTA DE APANHAR OU NÃO ??????
Em voz alta e autoritária me fez confessar.
- Sim, eu gosto. Por isso que eu te provoco.
-PLAFT.... SEU CACHORRO, SAFADO, SEM VERGONHA !!!!
Fico assustado com as palavras mais fortes que ela desferiu, mas me mantive em silêncio e de cabeça baixa. Ela continua, agora com voz mais amena:
- Eu tinha certeza disso, mas eu queria ouvir de sua boca.
- Sua esposa não te bate não ????
- Bate nada, quando me bate ela chora. Bah !! vê se pode isso !!!
- ahahahahah
Ela ri sarcarticamente e diz:
- Então pode deixar comigo, que quem vai chorar é você !!!
Engoli seco e pensei : "epa, acho que ela está falando sério". Ela continuou:
- Então, vai querer apanhar de verdade, ou não ?
Fiz com a cabeça que sim.
PLAFT !!!!!!! Recebo outro sonoro tapa e uma advertência:
- Diga SIM SENHORA, entendeu inseto????
- Sim Senhora.
Respondi o mais rápido possível,já com o rosto esquentado pelo tapa.
- Ótimo assim. Vamos direto ao assunto: pelo que percebi, você gosta de apanhar com sapatos e tapas certo?
- Certo, Senhora.
- Ótimo !!! Tenho uma coleção que estou seca para estrear em alguém, eheheheh...
Novamente deu aquela risadinha sarcástica. Me arrepiei e senti aquele "friozinho" na barriga, imaginando o que estava por vir.
- O que mais você gosta além disso?
- De ser pisado.
- Hummm... trample !!!! Muito bom !!!
- O que é isso ?
- Trample ? É o nome da arte de pisarmos em homens. Adoro fazer isso !! Quando faço deixo cada marca linda !!! hummmm....
Praticamente naquele momento percebi que meu destino estava traçado: ela iria me dominar sem dó, mas respeitando meus limites.
Então ela disse:
- Vamos fazer o seguinte: amanhã você esteja aqui exatamente às 08:00 Hs. Se vc se atrasar um minuto será severamente castigado antes mesmo de começarmos a sessão, entendeu, inseto ????
- Sim Senhora.
- Hoje à noite, se alimente de coisas bem leves, e muito liquido. Venha de banho tomado. Você vai ter uma experiência diferente.
Não ousei em perguntar o que ela quiz dizer com "diferente", pois não queria levar outro tapão, mas que foi muito bom em ouvir aquilo, isso foi.
- Sim Senhora.
- Ah... outra coisa: venha apenas de short e camiseta, afinal, você não vai precisar de muita roupa mesmo. eheheheheh...
- Sim Senhora.
Nos despedimos e fui para casa imaginando o que estaria por vir no dia seguinte. Logo cedinho, levanto (aliás, nem dormi direito), fui para o banho, e, quando eram 07:59 , toquei a campanhia. Ela abre a porta e diz:
- Hum.. muito bem, adoro pontualidade. Ganhará uma bonificação mais tarde. Entre e vá para meu quarto.
Entrei rapidamente antes que algum vizinho nos visse e fui para o quarto. Chegando lá, me deparei com uma variedade imensa de sapatos, sandálias, sapatilhas e tamancos enfileirados no chão. E ela estava usando um Keds branco (era moda do Keds aquela época), sem meias, um shortinho de lycra e camiseta.
Ela entra atrás de mim e diz:
- Gostou do que está vendo ?
- Sim Senhora. São lindos !!!
- É mesmo ??? Então se prepare, pois você vai apanhar e ser pisado por todos eles no dia de hoje !!!
Na maior inocência eu disse:
- Eba !!!!
- Eba??? Acho que você não está percebendo o que realmente vai acontecer com você. eheheheh
Engoli seco novamente e pensei: "Acho que eu perdi uma boa oportunidade de ficar quieto".
- Vamos.... tire toda a roupa !!!
- Hã ???
PLAFTTT !!!
- Presta atenção !!! Não sou de ficar falando duas vezes !!!!
- Sim Senhora.
Muito timidamente me despi, já começando a ficar preocupado com as intenções dela.
- Deite-se na cama de bruços, abrindo seus braços e pernas.
Imediatamente fiz o que mandou. Sob a cama estavam cordas que ela usou para me amarrar nos pulsos e nos tornozelos.
- O que você vai fazer comigo ?
PPLLAAFFT...
Levo um tapão nas costas que ardeu até meu pensamento.
- Aiii.....
- Cale a boca, você está proibido de falar, até que eu te autorize, entendeu?
- Sim Senhora.
Ela vai até a fileira de calçados e pega um sapato social de couro com bico arredondado e enfia em minha boca, transformando-o em uma mordaça. Naquele momento nenhum som mais alto poderia ser desferido por mim, estava à mercê de Gabriela. Ela começou explicando tudo o que basicamente iria acontecer, e, dependendo do andar da sessão, ela poderia ou não alterar os planos. Eu consenti mexendo a cabeça afirmativamente.
- Então não se esqueça: a cada chinelada ou sapatada você deve contar e me agradecer.
- Sim Senhora.
- Serão dez chineladas/sapatadas em cada nádega, cinco em cada perna, cinco em cada braço e cinco nas costas, totalizando 45 golpes recebidos de cada modelo que está ali preparado, entendeu ?
Respondi afirmativamente com a cabeça.
- Claro que eu não vou te bater com todos de uma só vez, até porque temos até à noite para isso.
- Ah... não se esqueça que também será pisoteado, viu? eheheheh
Só fechei os olhos e me preparei para o "pior".
Ela começou pelos chinelos. O primeiro foi uma havaiana, só para esquentar. Começou batendo fraco e pausado, foi aumentando gradativamente a força e a velocidade a cada troca de modelo. Eram golpes certeiros, sem dó. Com uma pausa de aproximadamente dois minutos entre os modelos. Ela me xingava, me humilhava, dizendo que eu era safado, cachorro, sem vergonha, e por aí vai... um verdadeiro dicionário de xingamentos. Lágrimas não paravam de escorrer, os gemidos abafados soavam por todo o quarto. A dor e o ardume da pele eram indescritíveis, mas ao mesmo tempo o sentimento de tudo aquilo era maravilhoso.
Enquanto gemia, eu sentia o gosto delicioso do couro em minha boca.
Nunca tinha apanhado tanto quanto aquele dia.
Meu corpo estava em brasa, bem marcado e dolorido. Em um dos momentos de espera, pensei: "Depois da surra ainda vou ser pisado. Será que vou aguentar ?".
Logo após, o spanking recomeça.
Na segunda parte relatarei o trample em que fui submetido.