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História de uma Escrava IV
Ao chegar no quarto, o Senhor me ordenou que o aguardasse próximo a cama, o consolo já me ardia no cuzinho, mas eu nem ousaria me mexer.
Quando ele retornou trouxe consigo uma outra escrava, ele então me ordenou que eu tirasse seus sapatos, e lambesse seus pés, em quanto isso a escrava ficou movimentando o consolo no meu cuzinho, no começo senti uma dor enorme, mas ela movimentava com tanta maestria que eu comecei a me encher de tesão, ao mesmo tempo em que ela entrava e saia com o consolo do meu cuzinho ela ia passando mais e mais vaselina em mim, era tanta vaselina que já escorria pela minha boceta, algumas vezes ele me dava alguns tapas na bunda, que apesar de ainda estar dolorida, não me incomodava, pois o meu tesão era muito melhor.
Creio que o Senhor Jorge percebeu meu tesão, e mandou que ela parasse, e que lhe tirasse as roupas, depois mandou que ela me algemasse as mãos nos pés da cama, e meus pés nos pés de uma mesa, quando eu vi o tamanho do pau dele eu me assustei, era muito grosso, e comprido também, parecia um pau de jumento, fiquei na duvida se agüentaria perder a virgindade com aquilo.
Depois de estar algemada, ele ordenou que ela o chupasse, enquanto ele se sentou na minha cara, e mandou eu lamber o cu dele. Ele quase que me sufocava, com aquela bunda enorme na minha cara, mas eu respirava sexo, e alem de lamber logo comecei a sugar o cu dele, da forma que dava, de repente ele parou deitou a escrava de bruços sobre o meu corpo, e mandou eu chupar a buceta dela, eu passava a língua na buceta molhada dela, depois comecei a sugar seu grelo, como quem chupa uma chupeta, podia sentir que o gozo dela estava quase vindo, pois a buceta dela começava a se contrair, e ele apenas observando, então ele me mandou parar. Nesta hora ele veio por trás da escrava, que continuava deitada sobre mim, ordenou que ela me chupasse, e começou a comer o cu dela, a cena do entra e sai no cu dela se passava bem na minha cara, ela gemia de forma sufocada, pois não parava de dar atenção ao meu grelo, a língua dela era macia, e ela me lambia como uma cadela tomando água.
Ela então parou de me chupar, dando um delicioso gemido de gozo, eu podia ver o cuzinho dela apertando o pau enorme dele, ele então largou a escrava de lado, tirando-a de cima de mim, e tirando a camisinha que ele usava, deitou-se no lugar dela, enterrando de uma so vez o pau dele na minha buceta, na hora eu senti rasgar minhas entranhas, uma dor enorme, mas ele não se incomodou com aquilo, muito pelo contrario, parecia que sentia mais prazer ainda em ver que sentia dor, continuou a meter, cada vez mais fundo e com mais força em mim, ao mesmo tempo ele sugava e mordia meus bicos dos seios, o pau dele era muito grosso e alem da virgindade, eu me sentia rasgar, o Senhor Jorge me chamava de puta, e falava que eu seria entregue toda arrombada para o meu dono, eu já estava no ápice a excitação, e senti que não agüentaria o segurar o gozo, foi nesta hora que comecei a sentir meu primeiro orgasmo com penetração, minha bucetinha começou a contrair o pau dele, e senti que ele também gozou, minha bucetinha foi encharcada de gozo.
Quando ele terminou mandou que a escrava lambesse a minha buceta, e que tomasse todo o esperma que escorria por entre as minhas pernas. Quando ela passava a língua no meu grelo, creio que por causa do gozo, eu sentia uma espécie que choque, que me fazia contrair o meu corpo. Depois de limpa ele me colocou duas algemas, porem ao invés de ligar pulso com pulso, ele ligou pulso ao tornozelo, me deixando de quatro, com a bunda bem empinada, sobre a cama, na beirada.
Chamou a escrava para que ela o chupasse, e depois ele ficou em pe e de uma vez so enterrou o pica dele no meu cuzinho, e começou a me fuder, eu sentia meu cu sendo arreganhado pelo pau dele, doía e ardia demais, eu comecei a chorar pedindo para que ele parasse, mas quanto mais eu chorava, mais ele me arrombava, e com mais forca ele enfiava o pau dele, ele me segurava pela bunda, apertando as minhas nádegas, que ainda estavam muito doloridas, eu vendo que pedir para ele parar não iria adiantar nada, então comecei a rezar para que ele gozasse logo, pois senta muita dor, mas para minha falta de sorte, ele demorou para gozar, afinal não fazia muito tempo que ele havia gozado. Depois de um certo tempo eu comecei a me excitar com a relação, mas não tive tempo de gozar, pois ele gozou e me largou de lado, como uma vadia.
Ele então pegou a escrava, e saiu do quarto, me deixando la, da mesma forma, algemada, com o esperma dele escorrendo ate minha buceta.
Passado algum tempo, meu senhor veio me buscar, analisou minha buceta, e meu cuzinho, dizendo que o Senhor Jorge havia feito um ótimo trabalho, e mandou que duas escravas me colocassem na mesma mesa, em que eu havia sido leiloada, para ficar em exposição ate o final da festa.
Eu supliquei que ele não fizesse isso, mas recebi um forte tapa na minha já castigada bunda, que me fez calar na mesma hora.
Eu então fui amarrada na mesa, e colocada no salão, para exposição, sem ser limpa, com esperma escorrendo, alguns senhores e senhoras durante a noite vieram conferir o serviço feito.
No final da festa meu vestido foi entregue, e eu e meu Senhor saímos, para casa dele, onde passaria a noite, mas antes ele passou na avenida Augusta pegou uma prostituta e levou conosco.
continua....